Política

ORIENTE MÉDIO: Bolsonaro inaugura embaixada no Bahrein e deve se encontrar com rei

Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro participou nesta terça-feira (16) de cerimônia de inauguração da embaixada brasileira em Manama, no Bahrein.

A inauguração marcou o quarto dia da viagem de Bolsonaro ao Oriente Médio. O presidente ainda deve ser recebido pelo rei Hamad Bin Isa Al-Khalifa nesta terça.

O Bahrein é o segundo destino da comitiva brasileira no Oriente Médio. A agenda começou no sábado (13), em Dubai, nos Emirados Árabes, onde Bolsonaro ficou por três dias.

O objetivo da viagem é fortalecer as relações do Brasil com países da região do Golfo Pérsico, que são grandes produtores de petróleo e possuem fundos soberanos de investimentos.

G1

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Política

Bolsonaro diz que deve tomar decisão sobre filiação ao PL em até 3 semanas

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta segunda-feira (15), que deve decidir em qual partido irá se filiar dentro de um período entre duas e três semanas.

Em uma conversa com jornalistas na saída de um estande da Dubai Expo 2020, Bolsonaro negou que tenha “trocado farpas” com o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, após um evento de filiação marcado para o dia 22 de novembro ter sido cancelado.

Para ele, o “casamento” com o partido “tem tudo para dar certo” caso o PL desfaça um compromisso de apoiar um possível candidato do PSDB em São Paulo.

“Não vou voltar atrás porque nunca falei nada. Na politica, as coisas acontecem depois que assina. Estava 99% acertado”, afirmou. “Tem tudo para dar certo. Depende do Valdemar […] para a gente partir para um casamento que tem tudo para dar certo”, disse.

“Preciso, se virar candidato, ter candidatos em quase todos os estados e em especial São Paulo, que tem mais de 30 milhões de eleitores. O Valdemar é uma pessoa de palavra, falou que está buscando uma negociação, ele não conseguiu ainda a garantia do outro lado que possa desfazer o que fez no passado, decidimos adiar. Não adianta começar o casamento com coisas pendentes”, disse o presidente.

Questionado sobre possíveis conversas com outros partidos, Bolsonaro disse também falar com o Progressistas (PP) e o Republicanos. “A possibilidade existe, eu tenho um limite. É o que tenho falado: espero pouquíssimas semanas, 2 ou 3 no máximo, para casar ou desfazer o noivado, mas acho que tem tudo pra gente ficar feliz”, afirmou.

Além disso, Bolsonaro também levantou que, para São Paulo, recebeu um retorno positivo de seu ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para concorrer. “Ele aceita discutir uma possível candidatura ao governo do estado de SP. Se vier candidato, tem tudo para levar”.

Uma possível filiação de outros aliados ao partido em que o presidente irá se filiar é aguardada, segundo Bolsonaro, para “fazer uma boa bancada, com bons quadros”. “O nosso partido não pode estar flertando com a esquerda em um ou outro estado”, acrescentou.

CNN Brasil

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Política

Rodrigo Pacheco diz que não há motivos para afastar Alcolumbre

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira, 15,  que não há motivo para o afastamento do presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), acusado por ex-funcionárias de liderar um esquema de desvio de salários conhecido como “rachadinha”.

O antecessor de Pacheco no comando do Senado segura há 125 dias a realização da sabatina na CCJ do ex-advogado-geral da União André Mendonça, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).

Agora, a expectativa é que a análise do nome na comissão e no plenário ocorra durante o chamado “esforço concentrado”, de 30 de novembro a 2 de dezembro. Diante das críticas pela demora em pautar a sabatina de Mendonça e das acusações de “rachadinha”, reveladas pela revista Veja, Alcolumbre diz que é vítima de uma “campanha difamatória sem precedentes”.

“Acho que o presidente Davi tem todas as condições [de continuar no cargo]. Ele foi eleito para isso tanto pelo povo do Amapá quanto pelos pares que o elegeram presidente da CCJ. É um ex-presidente da Casa que merece meu respeito e tem, assim como todo cidadão, direito de se defender de acusações”, afirmou Pacheco a jornalistas em Lisboa, Portugal, onde participa do 9º Fórum Jurídico do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa).

Para o presidente do Senado, o ambiente e o clima sobre a condução da CCJ por Alcolumbre melhorarão “muito” depois que a comissão analisar a indicação de Mendonça, seja aprovando-a ou rejeitando-a.

Com informações Poder 360

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Política

Políticos brasileiros participam de Fórum Jurídico em Lisboa

O 9º Fórum Jurídico de Lisboa começou nesta segunda- feira, 15 , na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Como é de praxe, o evento organizado pelo IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), do qual o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes é sócio, conta com a presença de importantes políticos e magistrados brasileiros.

A abertura, que estava agendada para as 9h de Lisboa (6h em Brasília), começou à brasileira, com cerca de 30 minutos de atraso.

O auditório com capacidade para 200 pessoas ficou lotado. O uso de máscara é obrigatório (exceto os palestrantes enquanto discursam), mas muitos trataram de retirá-la assim que se acomodaram.

Falaram na abertura o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), além do próprio Gilmar Mendes e outras personalidades do direito brasileiro e lusitano.

Leia a matéria completa aqui.

Com informações Poder 360

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Política

Ex-conselheiro de Trump, Steve Bannon se entrega ao FBI

Steve Bannon, ex-conselheiro do ex-presidente dos EUA Donald Trump  se entregou ao Federal Bureau of Investigation (FBI), em Washington, na manhã desta segunda-feira (15). Bannon foi indiciado, na sexta-feira (12), por duas acusações de desacato ao Congresso norte-americano.

Antes de se entregar, o ex-conselheiro disse, de acordo com a imprensa estadunidense: “Estamos derrubando o regime de Biden, eu quero que vocês fiquem focados, isso é só ruído”. O momento foi transmitido por uma plataforma on-line de direita.

O caso é referente ao não cumprimento de uma intimação emitida pelo Comitê da Câmara que investiga a invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro deste ano. Bannon também é acusado de desacato por se recusar a apresentar documentos solicitados pelo colegiado.

“A intimação exigia que ele apresentasse documentos e que comparecesse para um depoimento perante o comitê. De acordo com a acusação, o senhor Bannon recusou-se a comparecer para prestar depoimento conforme exigido pela intimação e recusou-se a apresentar documentos em conformidade com a intimação”, disse o procurador Matthew Graves.

Em sua intimação, o Comitê da Câmara disse ter motivos para acreditar que Bannon tinha informações relevantes para compreender os eventos relacionados a 6 de janeiro. “Bannon, ex-estrategista-chefe e conselheiro do presidente, é cidadão particular desde que deixou a Casa Branca em 2017”, diz o comunicado.

Cada acusação de desacato ao Congresso pode resultar em pena de 30 dias a um ano de prisão, além de multa de US$ 100 a US$ 1.000.

Contudo, um juiz do tribunal distrital federal determinará a sentença após julgar o caso. Segundo o comunicado, a data do julgamento ainda não foi definida.

Em agosto de 2020, Bannon foi preso sob a acusação de fraude pelo desvio de até US$ 1 milhão. Foi solto horas depois, depois de pagar uma fiança de US$ 5 milhões.

Metrópoles

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Política

DERROTA: Kirchnerismo sofre catástrofe eleitoral nas primárias argentinas

O kirchnerismo tem muito com que se preocupar. Seus candidatos a disputar assentos no Congresso em 14 de novembro perderam em eleições primárias em 18 dos 24 distritos do país, segundo os resultados oficiais.

A derrota inclui a província de Buenos Aires, reduto histórico do peronismo e responsável por 40% dos votos em nível nacional. A oposição, reunida em torno da coalizão Juntos pela Mudança, a mesma que levou Mauricio Macri à presidência em 2015, retém seus distritos tradicionais (a cidade de Buenos Aires, Mendoza e Córdoba) e ganha em províncias que costumam ser refratárias à direita, como Chaco, La Pampa, Terra do Fogo, Misiones e até Santa Cruz, berço político do kirchnerismo.

Os resultados representam um duríssimo golpe, de consequências até imprevisíveis, para o Governo de Alberto Fernández, que de certa forma submetia sua gestão a um plebiscito nestas eleições primárias. O triunfo oposicionista coloca o prefeito da capital, Horacio Rodríguez Larreta, na corrida pela presidência em 2023.

O presidente Fernández admitiu a vitória da oposição em um pronunciamento ao lado dos principais candidatos e da sua vice, Cristina Fernández de Kirchner.

“Algo não fizemos bem para que as pessoas não nos tenham acompanhado, e todos os que estamos aqui escutamos o veredicto. Há uma demanda que não satisfizemos, e à qual prestaremos atenção a partir de amanhã”, disse. “A campanha acaba de começar e faltam dois meses [para as eleições legislativas]. Tenho dois anos de Governo pela frente, e não vou cruzar os braços. Peço humildemente que nos ajudem. Vamos em frente, que em novembro vamos virar esta história”, concluiu o presidente, que assumiu sozinho o discurso da derrota.

Os argentinos participaram este domingo de um original experimento eleitoral, com a escolha dos candidatos em eleições primárias, abertas, simultâneas e obrigatórias (conhecidas pela sigla PASO). Essa votação se torna um referendo sobre o Governo da vez, e os peronistas estavam conscientes das dificuldades que enfrentavam: economia em queda livre, resultado de três anos de recessão e a paralisia pela pandemia, erros não forçados de Alberto Fernández e seu entorno e disputas cada vez mais evidentes no interior da coalizão, com Cristina Kirchner como protagonista.

Esperava-se, entretanto, uma vitória apertada do kirchnerismo na província de Buenos Aires e o primeiro lugar na soma total de votos nacionais. Nada disso aconteceu. Inclusive com o peronismo como um todo. O mapa das províncias da Argentina se tingiu de amarelo, a cor do Juntos pela Mudança, e o peronismo perde o controle do interior do país, sua principal fortaleza.

Com informações EL País

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Política

Em evento com investidores em Dubai, Bolsonaro diz que ataques em relação à Amazônia não são justos

Ao participar de evento com investidores em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (15) que os ataques que o Brasil sofre em relação à Amazônia não são justos e convidou autoridades árabes e investidores locais a conheceram a região.

“Nós queremos que os senhores conheçam o Brasil de fato. Uma viagem, um passeio pela Amazônia é algo fantástico. Até para que os senhores vejam que a nossa Amazônia, por ser uma floresta úmida, não pega fogo.”

Durante a abertura do Fórum Invest in Brasil, Bolsonaro afirmou que mais de 90% da Amazônia se mantêm preservada. O presidente disse ainda que o país está de portas abertas para negócios, sobretudo no setor de agricultura.

“A Amazônia é um patrimônio. A Amazônia é brasileira. E vocês, lá, comprovarão isso e trarão realmente a imagem que condiz com a realidade”, concluiu.

Agência Brasil

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Política

Ala do Planalto defende que Bolsonaro espere prévias do PSDB para definir filiação

Auxiliares palacianos querem esperar as prévias do PSDB para definir o palanque de Jair Bolsonaro em São Paulo e, consequentemente, a eventual filiação do presidente ao PL.

Segundo relatos, esse foi um dos motivos para o chefe do Executivo ter posto em dúvida sua entrada no partido de Valdemar da Costa Neto, inicialmente marcada para o próximo dia 22.

Em Dubai, Bolsonaro citou neste domingo (14) divergências em composições estaduais para as eleições de 2022, citando especialmente São Paulo.

“O casamento tem que ser perfeito. Se não for 100%, que seja 99%. Se até lá nós afinarmos pode ser, mas eu acho difícil essa data, 22. Tenho conversado com ele [Valdemar], estamos de comum acordo que podemos atrasar um pouco esse casamento, para que ele não comece sendo muito igual aos outros”, afirmou, durante visita à Dubai Air Show, feira aérea no emirado do Golfo Pérsico.

Folhapress

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Política

ELEIÇÕES 2022: Bolsonaro diz que eventual chapa com Lula e Alckmin é “vale tudo pelo poder”

O presidente Jair Bolsonaro criticou, neste domingo (14), a eventual parceria entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin para disputar as eleições de 2022. De acordo com o chefe do Executivo, se trata de um “vale tudo pelo poder”.

Lula sugeriu que Alckmin poderia ser candidato a vice em sua chapa nas eleições do ano que vem. A ideia ventilada pelo petista foi recebida com entusiasmo pelo ex-governador e gerou impacto no cenário político. Bolsonaro criticou também os partidos nos quais ambos estão filiados.

“Olha, PT e PSDB nunca foram tão iguais… A partir do momento que eu vejo o Alckmin dizendo que Lula respeita a democracia, é sinal de que ele não entende nada fora do Brasil. Ele poderia ver como é o regime venezuelano, como está vivendo o povo. Uma ideologia apoiada pelo Lula. Convidaria o senhor Alckmin a conhecer o Projeto Acolhida, onde acolhemos venezuelanos que fogem de lá, da miséria e da violência”, disse.

O presidente está nos Emirados Árabes Unidos, onde participa de eventos de parcerias comerciais e discussões para acordos bilaterais. “Antes dele falar isso aí, ele deve ter conhecimento de onde o Lula apoiou, no passado, outros governos, antes de entrar no jogo do vale tudo pelo poder”, completou Bolsonaro.

R7

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Política

Projeto reduz limite de candidatos nas eleições proporcionais

O Projeto de Lei 1086/21 reduz o limite máximo de candidaturas que podem ser lançadas por partido ou coligação nas eleições proporcionais (vereador, deputado estadual, distrital e federal). Já aprovado no Senado, o texto tramita agora na Câmara dos Deputados.

Atualmente, de acordo com a Lei das Eleições, os partidos ou coligações podem registrar até o limite de 150% do número de vagas a serrem preenchidas. Então, numa eleição com 30 cadeiras em disputa, por exemplo, podem ser lançadas até 45 candidaturas.

O projeto reduz esse limite de 150% do número de vagas para 100% mais 1 (no exemplo acima, seriam 31 candidaturas por partido ou coligação).

O PL 1086/21 é do senador licenciado Ciro Nogueira (PI), atual ministro-chefe da Casa Civil. Ele disse que a mudança visa adequar a lei à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de vetar o financiamento de campanhas por empresas.

“O montante de recursos disponível para os partidos não permite manter um número grande de campanhas competitivas”, afirma Nogueira.

Exceção
A Lei das Eleições estabelece ainda, como exceção, que nos municípios de até 100 mil eleitores e nos estados em que o número de lugares a preencher para a Câmara dos Deputados for até 12 (como Acre, Paraíba e Sergipe), o limite para candidaturas por partido ou coligação é de 200% das vagas. O projeto também altera essa regra.

Pelo texto, o limite será de 150% das vagas nos municípios de até 100 mil eleitores e nos estados em que o número de lugares a preencher para a Câmara dos Deputados for até 18.

Tramitação
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Depois seguirá para o Plenário da Câmara.

Com informações Agência Câmara

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