Mais da metade dos brasileiros reprovam o governo do presidente Lula (PT), segundo levantamento do PoderData divulgado nesta quinta-feira (25). Os dados mostram que 52% reprovam, enquanto 43% aprovam e 6% não souberam responder.
Na avaliação geral do governo, 47% classificam como ruim ou péssimo, 35% como ótimo ou bom, 15% como regular e 2% não opinaram.
Metodologia
Foram ouvidas 2.400 pessoas nas 27 unidades da Federação entre os dias 21 a 24 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05722/2026.
A pesquisa PoderData divulgada nesta quinta-feira (25) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria empate técnico em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Na simulação entre Lula e Flávio, Lula aparece com 46% das intenções de voto, contra 43% do senador. A diferença de 3 pontos percentuais está dentro da margem de erro. Brancos e nulos somam 8% e indecisos 3%.
Metodologia
Foram ouvidas 2.400 pessoas nas 27 unidades da Federação entre os dias 21 a 24 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05722/2026.
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta quarta-feira (24), em suas redes sociais, que deixará a liderança do governo no Senado. Na nota, Wagner informa que a decisão foi tomada, em comum acordo, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem se reuniu hoje no Palácio da Alvorada.
“Acabei de ter uma ótima reunião com o Presidente @LulaOficial, uma conversa entre amigos, e decidimos, em comum acordo, que me afastarei da liderança do Governo no Senado Federal. Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado. Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil”, diz o comunicado.
No dia 18 de junho, a Polícia Federal realizou ação de busca e apreensão nas residências do senador em Brasília e Salvador. Os agentes acusam Jaques Wagner de ter recebido vantagens do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.
Em entrevista à Band News no mesmo dia, Wagner negou irregularidades e afirmou estar “absolutamente tranquilo” em relação à investigação.
Ao prestar depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal no inquérito aberto para apurar o caso de uma arma de fogo apreendida em blitz com um de seus seguranças, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse que em momento algum houve intenção de descumprir a lei.
Segundo o advogado Paulo Cunha Bueno, que acompanhou o depoimento realizado na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, o ex-presidente confirmou que pediu ao militar ajuda para consertar a arma, após constatar que ela não funcionava.
Em uma postagem nas redes sociais, Bueno afirmou que “em momento algum houve intuito de descumprir qualquer determinação legal” e que tratou o episódio como “criminalmente acromático”, ou seja, sem relevância penal.
A defesa de Bolsonaro disse ainda que o ex-presidente já havia esclarecido todas as questões apresentadas por escrito ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na semana passada.
O advogado reiterou que a arma é de propriedade de Bolsonaro, estava devidamente registrada e, como não houve determinação de cancelamento do registro da pistola, a arma “deveria, de fato, estar em seu endereço”.
“Aguardamos que o inquérito, em trâmite na Polícia Civil do Distrito Federal, seja, em breve, arquivado”, conclui o post.
Apreensão
A arma foi apreendida em 15 de junho, quando um automóvel foi parado em um ponto de bloqueio em Taguatinga, região administrativa do DF.
Durante a blitz, também foi localizado um carregador sobressalente da pistola, modelo Glock 9mm. O motorista foi conduzido até uma delegacia, onde afirmou que a arma lhe foi entregue em razão de uma pane.
Ao intimar a defesa a prestar esclarecimentos, o ministro Alexandre de Moraes questionou “por que às vésperas do encerramento do período de 90 dias concedidos a título de prisão domiciliar humanitária, o condenado solicitou a realização de um reparo no armamento”.
Moraes deve decidir nesta quinta-feira (25) se a prisão domiciliar será mantida.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista e cumpre prisão domiciliar temporária desde o dia 27 de março deste ano.
A ministra do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Estela Aranha, determinou que redes sociais removam, em até 24 horas e sob pena de multa diária, links com vídeos e imagens que associavam o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro à “Operação Unha e Carne”, ao Comando Vermelho e a práticas criminosas.
A decisão também proíbe que Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Guilherme Boulos, Rogério Correia e perfis de apoio voltem a publicar ou compartilhar os mesmos conteúdos ou materiais semelhantes.
Além da remoção, as plataformas deverão enviar ao TSE dados cadastrais e registros de acesso para identificar os responsáveis pelas postagens.
Segundo a ministra, as publicações ultrapassaram a crítica política ao criar uma suposta ligação do pré-candidato com fatos atribuídos a terceiros.
“O pré-candidato não figura como investigado, indiciado ou denunciado, inexistindo qualquer referência formal a seu nome nos procedimentos correlatos. Ainda assim, o material constrói visualmente e discursivamente uma suposta “teia” criminosa, colocando a imagem do representado no centro de fatos atribuídos a terceiros, induzindo o eleitorado à falsa percepção de envolvimento”, declarou.
Para Estela, o risco de dano é evidente devido ao alcance das publicações, que registraram visualizações, compartilhamentos e interações.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa nesta quarta-feira (24) 90 dias de prisão domiciliar humanitária, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após receber alta hospitalar em 27 de março, quando concluiu tratamento contra uma broncopneumonia.
Na terça-feira (23), um dia antes do fim do prazo, a defesa pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prorrogação da medida, alegando que Bolsonaro “permanece demandando acompanhamento especializado e avaliação médica contínua”.
Com o encerramento do período inicial nesta quarta, caberá a Moraes reavaliar o caso e decidir se mantém ou revoga a prisão domiciliar.
Antes da concessão do benefício, Bolsonaro cumpria pena em regime fechado no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”. Ao autorizar a domiciliar, Moraes afirmou que a recuperação de uma pneumonia bilateral em pacientes idosos pode levar de 45 a 90 dias. A nova análise deverá considerar o estado de saúde do ex-presidente, além de manifestações da defesa e da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O pré-candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), se colocou nesta terça-feira (23) como alternativa a Lula e ao PL na disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições de 2026. Em agenda na Paraíba, Caiado defendeu o fim da “polarização” entre PT e PL para abrir espaço para um “debate que interessa ao país”.
“Temos que ter uma alternativa ao país. Sair dessa polarização que não resolve nada”, criticou o ex-governador de Goiás.
Caiado afirmou estar confiante de que o eleitor vai prestar mais atenção no debate e nas ideias. “Acredito que quando começamos a debater, quando a população começar a analisar, como dizem os mais jovens, quando a ficha cair, aí ele vai pensar duas vezes aonde eu vou querer de alguém que seja presidente da República”, disse.
“Quem é que está aí? Que vai repetir cinco mandatos do PT no Brasil, 20 anos. Eu acho que é chegada a hora de a gente ver que eles já tiveram oportunidades, tanto o PT como o PL. Tanto o PT como o PL, eles dois já governaram”, afirmou o pré-candidato do PSD.
Em João Pessoa, Ronaldo Caiado também visitou o Hospital Napoleão Laureano, especializado no tratamento de pessoas com câncer.
O senador e pré-candidato à reeleição Veneziano Vital do Rêgo (MDB) reagiu às declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), que disse que o emedebista estaria “nervoso” e “desesperado” ao buscar um vídeo do presidente Lula (PT) em apoio à sua candidatura ao Senado.
Em entrevista à imprensa, Veneziano respondeu com ironia às falas do parlamentar. “Querido, o que dizer, meu irmão? Não sou eu que tenho que estar calmo, não. Efetivamente, eu acordei hoje sem nenhum risco de alguém diferente e indesejável bater à nossa porta às 6 horas da manhã. Essas preocupações eu nunca as tive, nunca as terei”, declarou.
A troca ocorre em meio à disputa de bastidores pelo apoio de Lula na Paraíba. Nos últimos dias, Hugo Motta afirmou que Veneziano estaria nervoso por estar cobrando uma manifestação pública do presidente em favor de sua reeleição.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta segunda-feira (22), que estudantes não devem desistir da política mesmo diante da percepção de que há corrupção na atividade pública. A declaração foi feita durante evento no Rio de Janeiro, na premiação da 20ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), que reuniu 684 medalhistas de ouro da edição de 2025.
No evento, ele afirmou: “Quando vocês virem na televisão e chegarem à conclusão de que todo político é ladrão, ainda assim, não desanimem”.
Lula também incentivou a entrada de jovens na política. “Entrem vocês na política, porque o político honesto que vocês querem está dentro de vocês, não está dentro de mim, não está dentro dele”, declarou, referindo-se a um dos fotógrafos presentes no evento.
Uma pesquisa Ipsos-Ipec mostra que 44% dos brasileiros aprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 50% desaprovam a gestão do petista. Outros 6% não souberam ou não responderam.
Na comparação com a pesquisa divulgada em março, a aprovação subiu um ponto percentual, enquanto a desaprovação caiu um ponto.
Foram ouvidas 2.000 pessoas, entre os dias 13 e 17 de junho, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto.
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