Três homens integrantes de uma facção criminosa em Rio Tinto, Litoral Norte do estado, foram presos na manhã desta sexta-feira (4) durante uma operação da Polícia Civil da Paraíba.
Eles são suspeitos de extoquir moradores e comerciantes da cidade, em troca de uma “segurança privada”. Caso eles não pagassem valores que variam entre R$ 50 e R$ 2.000, o comércio não funcionaria e as casas seriam incendiadas. Como pena do não pagamento, uma mulher teve os cabelos arrancados pelos criminosos.
Segundo o delegado da Homicídios de Mamanguape, Norival Portela, o grupo também é conhecido pela prática de homicídios na região. Eles, inclusive, filmavam os crimes e postavam nas redes sociais.
Os presos serão encaminhados para um dos presídios da capital.
As pesquisas de intenção de voto mais recentes, que mostraram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilando para baixo e diminuindo a vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL), fizeram lideranças petistas se movimentarem para conter certo “oba-oba” dentro do partido por parte dos que ainda acreditavam numa vitória do petista no primeiro turno.
Mesmo entre aliados próximos de Lula, este cenário por ora está descartado. O deputado estadual Emídio de Souza (PT-SP) fez questão de deixar claro há alguns dias em encontro com empresários em São Paulo que o PT já pode ter batido seu teto nas pesquisas. “A disputa será no segundo turno”, afirmou em jantar da Esfera Brasil.
O MDB não vai participar de federação com nenhum partido em 2022. A decisão foi anunciada pelo presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), em comunicado dirigido aos diretórios estaduais da legenda. Rossi disse ainda que Tebet será, na próxima quinta (10), a porta-voz do MDB nas inserções do partido na TV.
“Na condição de presidente nacional do MDB, comuniquei aos diretórios estaduais, senadores e deputados que o nosso partido não fará nenhuma federação para as eleições de 2022”, escreveu o deputado. “Contudo, manteremos as conversas com os partidos do centro democrático para a construção de uma candidatura única à Presidência da República. Respeitando os demais pré-candidatos, o MDB seguirá na defesa da capacidade e viabilidade do nome da senadora Simone Tebet”, prosseguiu.
A mensagem foi divulgada tem o objetivo de alinhar a estratégia do partido durante o período da janela partidária, que começou ontem e vai até o dia 2 de abril. O intervalo serve para que deputados federais, estaduais e vereadores possam trocar de sigla sem correrem o risco de perderem o mandato por infidelidade partidária.
O MDB vinha conversando com as duas legendas sobre a possibilidade de federação, mas entraves dentro da União Brasil, fusão do DEM e do PSL, atrapalharam as conversas. Já o PSDB se uniu em federação com o Cidadania no último dia 19, após deliberação da cúpula do partido presidido por Roberto Freire.
O ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), defendeu nesta quinta-feira (03), uma aliança entre os pré-candidatos ao Governo do Estado, Nilvan Ferreira (PTB) e Pedro Cunha Lima (PSDB) já no primeiro turno das eleições deste ano.
“Com esse gesto, eles fortaleceriam a oposição. É preciso ter humildade e renúncia para fortalecer a chapa oposicionista”, disse em resposta ao Polêmica Paraíba. “Eles deveriam se unir em uma chapa só”, resumiu.
Aliado de Pedro Cunha Lima, o ex-prefeito reforçou ontem, seu apoio ao tucano nas eleições deste ano, mas não esconde o desejo de ‘unir’ as oposições antes de outubro.
No mês passado, Rodrigues anunciou apoio à pré-candidatura de Bruno Roberto ao Senado, segundo ele, tendo como pano de fundo unir o grupo oposicionista.
“Cabe nesse componente, na união de Pedro e Nilvan, a candidatura de Bruno Roberto a senador”, reafirmou.
O presidente Jair Bolsonaro conversou por telefone nesta quinta-feira (3) com o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, sobre a invasão da Ucrânia pela Rússia, informou o governo britânico.
Segundo o material divulgado, Bolsonaro e Johnson concordaram em pedir um cessar-fogo urgente na Ucrânia e disseram que a paz deve prevalecer na região.
Ainda de acordo com o material divulgado pelo governo do Reino Unido, Boris Johnson afirmou no telefonema que as ações do governo de Vladimir Putin na invasão da Ucrânia foram “repugnantes”, e que o mundo não pode permitir o êxito das agressões promovidas pela Rússia.
Johnson também afirmou a Bolsonaro na ligação, segundo o governo britânico, que o Brasil foi um “aliado vital” na Segunda Guerra Mundial – e que, novamente, a voz do país se mostra crucial para a solução da crise.
No contato por telefone, Boris Johnson e Jair Bolsonaro concordaram sobre a importância de pedir o fim da violência e garantir a estabilidade global. O primeiro-ministro britânico também afirmou que espera trabalhar em cooperação com Bolsonaro em assuntos bilaterais como segurança e comércio.
O senador Veneziano Vital do Rêgo minimizou a falta de um vídeo de Lula no anúncio de sua pré-candidatura a governador. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta quinta-feira (3), Veneziano disse que a Paraíba quer discutir algo maior que um palanque exclusivo ou plural para Lula no estado e que quer candidatos que tenham ideias e propostas que não sejam executadas apenas no final do mandato, sendo essa uma crítica direta ao governador João Azevêdo.
“A presença do [ex-] presidente, quem o conhece sabe das fortíssimas relações de confiança que o [ex-] presidente tem com a presidente Gleisi [Hoffmann], é mais do que suficiente. E para quem esteve como eu estive em quatro oportunidades, para quem esteve como o ex-governador esteve em outras oportunidades, para quem esteve como esteve o próprio presidente Jackson Macedo também em algumas oportunidades, nós somos sabedores do, não apenas sentimento de torcida, mas do sentimento de participação do [ex-] presidente Lula. No momento em que ele estiver para fazer para todas as 27 unidades [da federação], diga-se, no momento oportuno, ele haverá de fazer”, declarou Veneziano ao programa Arapuan Verdade.
Em relação às cobranças sobre ter votado pelo impeachment de Dilma Rousseff em 2016, enquanto deputado federal, Veneziano disse que o MDB fechou questão na época e que já tem boas relações com o PT em outras campanhas, como a de 2018.
O bonde pesadão do governador João Azevêdo está formado e se preparando para começar a campanha para a reeleição.
No próximo mês, Nonato Bandeira, Ronaldo Guerra e Deusdete Queiroga vão deixar a administração para cooperar com João em outra atividade: a de campanha.
O trio, que já forma uma coluna de força do governador na gestão, agora vai virar novo alicerce na briga por manter João no governo.
A expertise de Nonato, Guerra e Queiroga vão formar a cabeça articuladora de todo o corpo que enfrentará o pleito, dentro da perspectiva de reeleição.
O governador João Azevêdo (PSB) sugeriu na manhã desta quinta-feira (3) unidade entre os dois integrantes que vão lhe fazer companhia na chapa majoritária para as eleições deste ano. O gestor afirmou que os prováveis candidatos a vice-governador e senador deverão manter a mesma defesa, ou seja, de voto no ex-presidente Lula (PT).
“Na chapa precisa ter unidade. As pessoas que irão compor a chapa terão que ter um compromisso de ir junto conosco nesse projeto de eleição do presidente Lula. Agora, é claro, que você faz uma aliança de apoio e você vai ter partidos que apoiam outros candidatos. Entretanto, nas três vagas [da majoritária] essas pessoas terão que ter compromisso com um projeto único”, afirmou.
Azevêdo disse, ainda, não se preocupar com a “exclusividade” de um palanque para o ex-presidente Lula (PT) na Paraíba. Essa é uma tese defendida pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), ex-aliado e hoje adversário de João, em conjunto com o ex-governador Ricardo Coutinho (PT).
“Quem deve se preocupar com exclusividade é representante de veículo, marca de veículo. Eu não tenho essa preocupação com exclusividade não. Vamos apoiar Lula porque ele traz de volta para esse país a esperança, um novo momento, humanidade, empatia, respeito. É isso que defendemos”, disse.
João garantiu que três deputados vão se manter no PSB e outros parlamentares devem anunciar filiação nos próximos dias à legenda. “Começamos as primeiras reuniões com os deputados para montar as chapas dos deputados que vão participar. Dentro desse mês haverá mudanças. Eu tenho certeza que os três deputados que estão no PSB vão permanecer, Buba Germano, Pollyana Dutra e Hervázio Bezerra. Além disso, outros deputados virão para o PSB”, destacou.
Militantes do MBL (Movimento Brasil Livre) e do PCO (Partido da Causa Operária) entraram em confronto ao realizarem atos públicos simultâneos em frente ao Consulado da Rússia no Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (1). Ao menos três membros do PCO foram detidos.
O PCO — partido de esquerda radical — realiza uma série de manifestações de apoio à Rússia em capitais brasileiras. Já o MBL — grupo de direita — protestava contra a invasão russa à Ucrânia.
De acordo com um vídeo publicado pelo MBL, membros do grupo fizeram provocações ao PCO usando um sistema de som. Em dado momento, ao menos três integrantes do PCO agridem os rivais com golpes de mastros das bandeiras que carregavam.
Não é possível saber pelas imagens se os integrantes do MBL posteriormente revidaram às agressões. Durante uma transmissão ao vivo dos atos, o Diário da Causa Operária —veículo oficial do PCO— mostrou imagens de três homens sendo detidos pela Polícia Militar. Segundo uma nota publicada pelo partido, os três manifestantes detidos se chamam Heinrick, Luan, Vinicius e Caetano. Uma foto divulgada pelo PCO é possível identificar ao menos dois dos homens que cometeram as agressões.
O partido convocou seus militantes a se reunirem na frente da 14ª DP (Leblon), para onde os três foram levados. O UOL procurou a Polícia Civil para ter um posicionamento sobre a detenção dos envolvidos na briga, mas não teve resposta até o momento.
As eleições que vão definir o próximo presidente do Brasil são apenas no segundo semestre, em outubro, mas 66% dos brasileiros dizem que já definiram o seu voto.
De acordo com a mais recente pesquisa EXAME/IDEIA, 31% dizem que ainda vão decidir um nome. Desta parcela, mais da metade, 55%, dizem que farão a opção até agosto.
Os números fazem parte da sondagem que ouviu 1.500 pessoas entre os dias 18 e 22 de fevereiro. As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares.
A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-05955/2022.
Em maio de 2021, a soma das pessoas que diziam que não sabiam em que votar, ou iriam apertar branco e nulo, estava acima de 50%.
Agora, este valor caiu para 33%, em um cenário espontâneo. A pergunta espontânea é aquela em que os entrevistados respondem sem ter os nomes dos candidatos apresentados previamente, ou seja, reflete aquilo que está na cabeça dos eleitores de forma mais imediata.
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