Política

Oposição protocola abertura da CPI da Saúde em Campina Grande

Foto: Câmara de Campina Grande

Um grupo de vereadores da Câmara Municipal de Campina Grande protocolou, na manhã desta quarta-feira (22), o pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a destinação dos recursos da Saúde na Rainha da Borborema.

O requerimento foi apresentado após os servidores da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Campina Grande voltarem a cobrar, nesta terça-feira (21), o pagamento dos salários atrasados. Os prestadores de serviço da pasta estão há mais de um mês sem serem remunerados.

Durante a sessão, o vereador e Líder da Oposição em Campina Grande, Anderson Pila (PSB), avaliou as atitudes como um “desmando da saúde” e que o pedido se baseia em denúncias que precisam ser devidamente esclarecidas.

“E pelos desmandos da saúde, não existe outra alternativa desta casa se posicionar, dos vereadores e vereadoras desta cidade por todos os desmandos que estãoacontecendo todos os dias na saúde. Mas trazida aqui de forma específica pela denúncia de um cidadão sério, de um médico da cidade, que ajuda a saúde de Campina Grande e dos vereadores que irei citar nominalmente”, declarou Pila.

Anderson Pila também destacou que o Legislativo não pode se omitir diante das denúncias.”Não há possibilidade de sermos negligentes, de cometermos um crime de pré-varicação a partir do momento que supostamente dito neste podcast, nos meios de imprensa de Campina Grande que os recursos da saúde estão com destinos diferentes daquilo que é para obter”, complementou.

Assinam o pedido os vereadores Anderson Pila, Aninha Cardoso, Jô Oliveira, Márcio Guedes, Olímpio Oliveira, Pimentel Filho, Rostand Paraíba, Tertuliano Maracajá, Valéria Aragão, Waléria Assunção e Wellington Cobra. O grupo solicita que a Mesa Diretora da Câmara dê encaminhamento ao pedido e que a CPI seja instaurada para investigar as denúncias.

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Política

Com aval de Lula, PT convida Margareth Menezes a se filiar e disputar eleições

Foto: Filipe Araujo/ MinC

O PT formalizou convite à ministra da Cultura, Margareth Menezes, para se filiar ao partido, com total apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta, segundo apuração da coluna do Igor Gadelha, do portal Metrópoles, foi apresentada durante um jantar em setembro, que contou com a presença de lideranças petistas.

A ministra ainda não deu resposta definitiva ao partido. Petistas ressaltam que, caso aceite a filiação, Margareth poderia concorrer a diferentes cargos nas próximas eleições, incluindo uma vaga na Câmara dos Deputados ou à Prefeitura de Salvador.

No comando do Ministério da Cultura desde janeiro de 2023, Margareth Menezes foi indicada para o cargo pela primeira-dama Janja Lula da Silva. Além da atuação ministerial, a artista é reconhecida nacionalmente como cantora e compositora.

A relação próxima com Janja também se reflete em agendas públicas, como o recente jantar do grupo Prerrogativas em homenagem à ministra, no qual a primeira-dama marcou presença. A filiação ao PT deve fortalecer a base eleitoral do partido e ampliar a visibilidade de Margareth em futuras disputas políticas.

Com informações do Metrópoles

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Política

Irmão de Lula vai processar quem o associa a descontos ilícitos no INSS

O irmão do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, José Ferreira da Silva, o Frei Chico, acionou a Justiça contra publicações nas redes sociais que o associam ao esquema de descontos ilegais a aposentados.

Ele é vice-presidente do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos), uma das entidades envolvidas nos desvios.

Em nota, também criticou o trabalho da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), instaurada no Congresso para investigar os crimes e que, na última quinta-feira, 16, rejeitou a sua convocação para depor diante dos parlamentares.

Segundo ele, a comissão virou “palco politico” e promove “julgamento antecipado”.

“Não temo investigação, mas o que ocorre hoje é um julgamento antecipado, antes mesmo de os fatos serem apurados. É lamentável que parte da CPMI do INSS use esse processo como palco político, em vez de buscar a verdade”, disse ele.

O Sindinapi é apontado como um dos autores de descontos associativos cobrados diretamente na folha de aposentados sem a devida autorização. De 2020 a 2024, as receitas do sindicato cresceram em mais de 500%, o que chamou a atenção da CGU (Controladoria-Geral da União) e da Polícia Federal.

Frei Chico, no entanto, não figura entre os investigados na operação Sem Desconto, que apura os ilícitos.

Ele protocolou ação no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) contra o que considera “acusações falsas e ofensivas” contra si nas redes sociais, e também reforçou a alegação de que não tem participação em irregularidades.

R7

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Política

PSOL tenta evitar debandada de votos para o PT após saída de Boulos para o governo

Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados

Com a ida de Guilherme Boulos (PSOL-SP) para o governo Lula, o PSOL paulista enfrenta um desafio eleitoral significativo. O deputado, que recebeu mais de um milhão de votos em 2022 — cerca de metade do total obtido por todos os candidatos do partido ao Legislativo —, não pretende disputar a reeleição em 2026, conforme acertado com o presidente.

As informação é da coluna da Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. Dentro da sigla, a aposta é de que a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) consiga herdar boa parte dos votos de Boulos, embora não todo o capital eleitoral. A legenda teme que parte desse eleitorado migre para o PT, reduzindo o espaço do PSOL no estado. A situação se complica com a decisão de Marina Silva (Rede-PSOL) de disputar o Senado, e com as possíveis aposentadorias políticas de Luiza Erundina e Ivan Valente, dois dos principais nomes históricos do partido.

Para conter a dispersão dos votos, o PSOL planeja lançar novas candidaturas competitivas. Entre os nomes cotados estão Natália Szermeta, esposa de Boulos; Guilherme Simões, do MTST; o ex-presidente do partido Juliano Medeiros; e os deputados estaduais Guilherme Cortez e Marina Helou. A legenda quer garantir que a força política construída por Boulos nos últimos anos continue rendendo frutos nas urnas em 2026.

Com informações da Folha de S.Paulo

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Política

Ex-senador Ney Suassuna é denunciado pelo MPRJ por fraudes em documentos

Foto: Pedro França/Agência Senado

A empresária Raquel Otila, ex-esposa do ex-senador Ney Suassuna (Republicanos) e suplente do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), denunciou à Polícia Civil o uso de documentos falsificados que teriam sido assinados em seu nome. O caso foi revelado neste domingo (19) em reportagem do Fantástico, que expôs um suposto esquema de fraudes em cartórios cariocas.

Raquel, que atualmente mora em Portugal, afirmou que não reconhece cinco documentos – quatro procurações e um contrato – atribuídos a ela. Segundo a empresária, as assinaturas foram registradas enquanto ela não estava no país.

Para comprovar a ausência, ela apresentou à polícia um documento da Polícia Federal que atesta que não esteve no Brasil nas datas em que as assinaturas foram registradas, entre maio de 2020 e novembro de 2021. “Nessa época eu já não morava no Brasil. Eu sequer estava no país. Então, é impossível que eu tivesse assinado presencialmente essas procurações”, disse em entrevista.

Raquel foi casada por 16 anos com Ney Suassuna, e o casal não chegou a um acordo sobre a divisão dos bens após a separação.

Na semana passada, o Ministério Público denunciou Suassuna e uma funcionária de um cartório por falsificação de documento público, mas a Justiça rejeitou a denúncia por falta de provas. O MP deve ser notificado e pode recorrer.

Ney Suassuna, em depoimento à polícia, negou qualquer envolvimento em falsificações e afirmou que pretende processar Raquel Otila por denunciação caluniosa.

As investigações sobre o cartório envolvido continuam sob responsabilidade da Corregedoria Geral da Justiça, que também instaurou um processo disciplinar para apurar possível falha da tabeliã Fernanda Leitão.

BG com MaisPB

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Política

Petistas e bolsonaristas confiam em seus grupos quase como em suas próprias famílias, diz estudo

Petista mata amigo bolsonarista a facadas em discussão política; veja  outros casos - BBC News Brasil

Tanto petistas quanto bolsonaristas dizem confiar no próprio grupo político quase na mesma proporção em que confiam em suas famílias, segundo uma pesquisa sobre polarização obtida pela Folha e realizada pelo ConnectLab, novo centro de estudos da FGV, em parceria com a Quaest.

Em uma escala de 0 a 10, bolsonaristas têm o nível de confiança de 8,3 em suas próprias famílias, em média, enquanto petistas chegaram ao valor de 7,5. Já em relação aos seus próprios grupos políticos, os valores são apenas um pouco mais baixos, sendo respectivamente de 7,8 e 7,3.

Com isso, a confiança relatada por ambos em pessoas de seu próprio grupo é maior que a que eles dizem ter nas pessoas de modo geral -índice que ficou em 4,5 tanto entre bolsonaristas quanto entre petistas.

E se o nível de confiança já cai bastante nessa comparação, ele despenca em relação ao grupo oposto. De bolsonaristas em relação a petistas, o valor atingiu 0,8, em média, enquanto o de petistas em relação a bolsonaristas é igualmente baixo, ficando em 1.

Foram ouvidas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais de 13 a 17 de agosto de 2025, a margem de erro para a amostra total da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Folha de São Paulo

 

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Política

Wallber Virgolino aciona Gaeco e MPF após ameaças contra ele e o prefeito de Cabedelo

O deputado estadual Wallber Virgolino (PL) denunciou ao Gaeco e ao Ministério Público Federal (MPF) ter recebido ameaças de morte junto com o prefeito de Cabedelo, André Coutinho (Avante). Segundo o parlamentar, as intimidações surgiram em 15 de outubro, logo após a reaproximação política entre os dois, antes adversários, e teriam sido feitas por perfis falsos em redes sociais.

Na denúncia, Wallber afirma que os ataques têm linguagem criminosa e intimidatória. “Denuncio a existência de um perfil em rede social que vem promovendo ataques e ameaças diretas à minha integridade física e moral, utilizando linguagem de natureza criminosa e intimidatória”, registrou.

O deputado suspeita que as mensagens partam de pessoas ligadas ao Comando Vermelho (CV) em Cabedelo, com possível vínculo a adversários políticos. Ele pediu que as investigações sejam vinculadas a um processo em andamento no MPF, que apura interferência da facção nas eleições municipais.

“Solicito que as investigações sejam correlacionadas à ação penal já em trâmite que apura a interferência de facções criminosas, especialmente do Comando Vermelho, nas campanhas eleitorais de Cabedelo”, declarou Wallber.

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TRE-PB mantém cassação de vereador de Itaporanga por fraude à cota de gênero

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu, por unanimidade, negar provimento ao recurso interposto pelo vereador Ricardo Rangel Pinto da Silva (Progressistas), do município de Itaporanga, e manteve integralmente a sentença que cassou seu mandato. A decisão confirma o entendimento da 33ª Zona Eleitoral, que julgou procedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024, resultando na anulação de todos os votos da chapa do partido para o cargo de vereador.

A ação foi originalmente ajuizada por Wilka Rodrigues de Medeiros, que foi representada no processo pelos advogados Frederich Diniz e Wilson Moraes. A acusação central apontava que o partido Progressistas de Itaporanga inscreveu uma candidata, Ellenice Emilly Ramalho Pinto, de forma fictícia, com o único propósito de cumprir formalmente a exigência legal de 30% de candidaturas femininas. Segundo os autos, a candidata não realizou atos de campanha, teve uma movimentação financeira inexpressiva e obteve apenas um único voto, configurando a chamada “candidatura laranja”.

A juíza de primeira instância, Hyanara Torres Tavares de Queiroz, acolheu os argumentos da acusação, destacando que as provas eram robustas para demonstrar a fraude. A defesa do vereador e dos demais investigados, recorreu da decisão, argumentando que a candidata teria participado de atos de campanha e que a baixa votação não seria suficiente para comprovar a fraude. No entanto, os argumentos não foram suficientes para reverter a decisão no TRE-PB, que julgou no dia de hoje o recurso eleitoral e manteve, à unanimidade, a sentença proferida.

Como consequência da manutenção da sentença, o diploma de Ricardo Pinto foi cassado, e todos os votos atribuídos ao Progressistas para o cargo de vereador nas eleições de 2024 foram anulados. O tribunal determinou ainda a retotalização dos quocientes eleitoral e partidário para uma nova distribuição das vagas na Câmara Municipal de Itaporanga. Além disso, a candidata Ellenice Emilly Ramalho Pinto foi declarada inelegível por oito anos, a contar da data da eleição.

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Política

Centrão articula pacote de vingança após exonerações em massa do governo Lula

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

O Centrão prepara uma reação coordenada contra o Palácio do Planalto após a onda de exonerações promovida pelo governo federal em cargos de segundo e terceiro escalões. O movimento, apelidado por parlamentares de “pacote da vingança”, inclui desde medidas legislativas para esvaziar ações do Executivo até tentativas de atingir aliados próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre as ações em discussão está a derrubada de um decreto que ampliou os poderes da primeira-dama, Janja da Silva, garantindo acesso irrestrito à estrutura pessoal da Presidência. Além disso, lideranças articulam o enfraquecimento da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata da reforma do sistema de segurança pública, defendida pelo Planalto, e a retomada da discussão sobre uma anistia ampla ao ex-presidente Jair Bolsonaro — proposta que vinha adormecida, mas voltou a ganhar força como instrumento de pressão política.

Parlamentares também articulam a convocação de José Ferreira da Silva, o Frei Chico — irmão do presidente Lula e vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados —, além da derrubada do veto presidencial à Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que está na pauta do Congresso para quinta-feira (16). A ofensiva ocorre em meio à insatisfação generalizada com a “faxina” promovida pelo governo, que atingiu cargos indicados por partidos como PP, União Brasil, PSD, MDB e Republicanos.

A decisão do Planalto de exonerar aliados de deputados que votaram contra a MP 1303, relacionada à tributação de fundos de investimentos, foi o estopim da crise. O texto, que teria gerado um impacto de cerca de R$ 35 bilhões nos cofres públicos entre 2025 e 2026, acabou derrubado no Congresso. Entre os atingidos estão apadrinhados políticos em órgãos estratégicos como a Codevasf, o Iphan, o Dnit e superintendências do Ministério da Agricultura.

Nos bastidores, líderes do Centrão pressionam o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar projetos de decreto legislativo que revertam decisões do Planalto. Já a PEC da segurança deve sofrer alterações profundas, especialmente em pontos que tratam da centralização de políticas públicas. A anistia a Bolsonaro, por sua vez, ganhou novo fôlego: o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) prepara um projeto sobre dosimetria de penas, mas há quem defenda a substituição por um texto que conceda perdão irrestrito ao ex-presidente.

A tensão levou ao esvaziamento das atividades legislativas nesta terça-feira, com líderes retornando às bases. Para aliados do Centrão, o desgaste não se resume à perda de espaços na máquina pública: há também uma insatisfação crescente com a condução política da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, apontada como responsável por falhas na articulação entre governo e Congresso.

Com informações de O Antagonista

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PEGOU AR: Cícero Lucena se irrita com jornalistas após perguntas sobre eleições: ‘Não tem outra pergunta?’

Cícero Lucena: “Eu estou querendo e muito” ser governador - ParaibaOnline

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (sem partido) se irritou com a imprensa paraibana após ser questionado se iria votar no governador João Azevedo, que deve disputar o senado.

As dúvidas foram levantadas depois que Cícero se desfiliou do Progressistas, partidos da base de João. Nos últimos dias, Cíceor tem cumprido agendas com o senador Veneziano Vital (MDB), que faz oposição a João Azevedo.

“Será que vocês não tem outra pergunta?! Eu já disse qual era a minha posição em relação a isso. Vê se vocês criam alguma outra coisa nova. Eu estou dizendo que eu mantenho a minha posição. “, questionou.

Blog do BG PB

 

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