Política

‘Há males que vêm para o bem’, diz Lula sobre tarifaço dos Estados Unidos

Foto: Reprodução/YT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que “há males que vêm para o bem” ao comentar as tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros. A declaração foi feita durante a sanção de linhas de crédito do Plano Brasil Soberano, no Palácio do Planalto.

Lula disse que, diante de crises, “a sociedade sempre encontra um jeito de sair mais forte” e afirmou que o programa mostra que “não há crise que impeça o Brasil de definir a sua trajetória”. Segundo o presidente, o país pode sair fortalecido desse cenário porque “saiu da mesmice”.

Ao falar sobre a medida do governo Donald Trump, Lula declarou que “nem mesmo a decisão abrupta” dos Estados Unidos fez o mundo “ruir” e afirmou que as tarifas estão fazendo com que “as pessoas aprendam a se mexer”.

No discurso, o petista voltou a dizer que “ninguém vai ganhar do Brasil mentindo” e declarou: “Nós temos que procurar a saída. O Brasil é grande, o Brasil é respeitado, o Brasil tem credibilidade conquistada no mercado internacional. Eu disse outro dia e vou repetir aqui, ninguém vai ganhar do Brasil mentindo”.

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Política

PT protocola ação no TSE contra Flávio Bolsonaro por declarações sobre urnas eletrônicas

Divulgação

O PT (Partido dos Trabalhadores) protocolou, nesta quarta-feira (22), uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) por declarações sobre as urnas eletrônicas durante encontro com embaixadores na última terça-feira (21).

De acordo com o PT, a representação foi protocolada por conta de um “movimento articulado de desinformação contra a integridade do sistema eletrônico de votação brasileiro e a credibilidade da Justiça Eleitoral”. A sigla aponta que o “ápice” dessa movimentação ocorreu durante fala de Flávio diante de representantes diplomáticos estrangeiros.

Na ocasião, Flávio questionou a segurança das urnas ao dizer que os equipamentos utilizados nas eleições brasileiras seriam produzidos pela empresa venezuelana Smartmatic.

“Uma das suspeitas é de que uma empresa chamada Smartmatic, de origem venezuelana, tenha havido uma programação para alteração das votações naquele país nas eleições de 2010”, afirmou o senador do PL.

O documento apresentado pelo PT ainda cita publicações de Eduardo Bolsonaro e dos deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Júlia Zanatta (PL-SC) nas redes sociais sobre o sistema eleitoral brasileiro.

O partido solicita que o TSE determine a remoção de conteúdos com notícias falsas sobre o processo eleitoral, além de que políticos citados se abstenham “de reiterar, republicar ou propagar, por qualquer meio, a associação entre a empresa Smartmatic e as urnas eletrônicas brasileiras”.

A legenda pede ainda que as principais plataformas de redes sociais e provedores de aplicação de internet em atuação no Brasil adotem medidas para impedir a veiculação, propagação, compartilhamento ou impulsionamento de conteúdo, em áudio, vídeo ou ambos, que reitere a associação entre a empresa venezuelana e as urnas eletrônicas usadas no Brasil.

Por fim, o PT solicita também a aplicação de multa de R$ 30 mil a cada um dos representados na ação.

R7

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Política

PESQUISA GERP: Flávio tem 46% das intenções de voto, contra 45% de Lula, em eventual 2º turno

Fotos: Carlos Moura/Agência Senado | Ueslei Marcelino/COP30

Pesquisa Gerp divulgada nesta quarta-feira (22) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto e Lula (PT) com 45% em um eventual segundo turno. Os dois aparecem tecnicamente empatados dentro da margem de erro de 2,19 pontos percentuais.

Ainda de acordo com o levantamento do instituto Gerp, Lula é o candidato com maior rejeição. Segundo a pesquisa, 47% dos entrevistados disseram que não votariam no petista de jeito nenhum, enquanto 46% deram a mesma resposta para Flávio Bolsonaro.

A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas de 15 a 17 de julho de 2026. O grau de confiança do levantamento é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-05026/2026.

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Política

PESQUISA PODERDATA: 47% desaprovam presidente Lula

(Foto: Ricardo Stuckert / PR)

Pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (22) mostra que 47% dos eleitores desaprovam o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 46% aprovam a gestão do petista. Outros 7% disseram não saber.

A diferença entre aprovação e desaprovação é a menor desde o início da série histórica, em maio de 2024. No pior momento da avaliação, em março deste ano, a desaprovação era de 61% e a aprovação, de 31%, um saldo negativo de 30 pontos percentuais.

O levantamento ouviu 2.500 eleitores entre os dias 18 e 20 de julho, por entrevistas por telefone. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de confiança.

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Política

DE NOVO? Pela segunda vez, Lula sugere enforcamento de “traidores”

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a sugerir, pela segunda vez, o enforcamento de “traidores”. A declaração foi feita durante a convenção do PDT, em Brasília, que oficializou apoio à reeleição do petista, e teve como alvo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

No discurso, Lula afirmou que “antigamente traidor era enforcado” e criticou brasileiros que vão aos Estados Unidos defender medidas contra o Brasil. Sem citar nomes, disse que “hoje temos não um, mas vários traidores que vão aos Estados Unidos pedir para os Estados Unidos impor punição ao Brasil”.

Sem apresentar provas, o presidente atribuiu a Flávio Bolsonaro a responsabilidade pelo tarifaço de 25% imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump, sobre produtos brasileiros.

Primeira vez

A primeira vez aconteceu em julho, quando Lula fez uma declaração semelhante, mas afirmou de forma incorreta que a Coroa enforcou Joaquim Silvério dos Reis. Na realidade, Tiradentes foi executado na forca em 1792, enquanto Silvério dos Reis apenas delatou a Inconfidência Mineira.

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Política

Candidatos à Presidência poderão gastar até R$ 133,4 milhões na campanha de 2026, decide TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formalizou, nesta terça-feira (21), os limites de gastos de campanha para as eleições deste ano. Na disputa pela Presidência da República, os candidatos poderão gastar até 88,9 milhões de reais no primeiro turno e 44,4 milhões de reais em um eventual segundo turno.

No início de julho, a Corte decidiu manter o mesmo teto de gastos aplicado nas eleições de 2022. Os limites consideram os gastos de campanha contratados pelo candidato, as transferências para outros partidos ou candidatos e as doações estimáveis em dinheiro, ou seja, bens e serviços doados com valor econômico.

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Política

NÃO VAI? Lula avalia faltar a todos os debates na TV

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda avalia se participará dos debates do primeiro turno da eleição presidencial de 2026.

De acordo com os aliados, a estratégia é evitar que o petista fique isolado diante de adversários da direita nos confrontos televisivos. Já parte da cúpula do PT defende que Lula participe para enfrentar diretamente o principal rival, Flávio Bolsonaro (PL).

A principal dúvida é sobre o debate da Band, marcado para 16 de agosto, mesma data em que o PT pretende oficializar a candidatura de Lula em São Bernardo do Campo (SP). Integrantes do partido afirmam que a decisão será reavaliada ao longo da campanha, conforme o cenário político.

As informações são dos colunistas Catia Seabra e Caio Spechoto, da Folha de São Paulo.

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Política

Candidatos a deputado estadual poderão gastar R$ 1,2 milhão na campanha na Paraíba

Os candidatos a deputado estadual na Paraíba poderão gastar até R$ 1.270.629,01 durante a campanha das eleições de 2026. O limite foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em portaria publicada nesta terça-feira (21), que estabelece os tetos de despesas para todos os cargos em disputa.

Neste ano, os eleitores paraibanos escolherão os 36 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) pelos próximos quatro anos. O limite de gastos deverá ser respeitado por todos os candidatos durante a campanha.

O TSE manteve os mesmos valores adotados nas eleições de 2022. Segundo a Corte, a decisão levou em consideração a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), fixado em R$ 4,96 bilhões, e a necessidade de preservar o equilíbrio financeiro das campanhas.

Pelas regras eleitorais, candidatos que ultrapassarem o teto de gastos poderão ser multados em 100% do valor excedente e ainda responder por abuso de poder econômico, conforme prevê a legislação eleitoral.

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Política

Candidatos ao Senado poderão gastar quase R$ 4 milhões na campanha na Paraíba

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Os candidatos ao Senado pela Paraíba poderão gastar até R$ 3.811.887,03 durante a campanha das eleições de 2026. O limite foi definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e publicado nesta terça-feira (21), por meio de portaria que estabelece os tetos de despesas para todos os cargos em disputa.

Na corrida pelas duas vagas ao Senado, os pré-candidatos são João Azevêdo (PSB), Veneziano Vital do Rêgo (MDB), Marcelo Queiroga (PL), Nabor Wanderley (Republicanos), André Gadelha (MDB) e Major Fábio (Novo).

Os valores são os mesmos adotados nas eleições de 2022. Segundo o TSE, a decisão levou em consideração a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), fixado em R$ 4,96 bilhões. Pela legislação eleitoral, candidatos que ultrapassarem o limite de gastos poderão ser multados e responder por abuso de poder econômico.

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Candidatos a governador poderão gastar mais de R$ 7 milhões em campanhas na Paraíba

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Os candidatos ao Governo da Paraíba poderão gastar até R$ 7.115.522,46 no primeiro turno das eleições de 2026. O limite foi definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que publicou nesta terça-feira (21) a portaria com os tetos de despesas para as campanhas eleitorais em todo o país.

Na disputa pelo Palácio da Redenção, os pré-candidatos são Cícero Lucena (MDB), Efraim Filho (PL), Lucas Ribeiro (PP), Olímpio Rocha (PSOL) e Yuri Ezequiel (UP). Em caso de segundo turno, o candidato poderá gastar mais R$ 3.557.761,23, totalizando até R$ 10,67 milhões em despesas de campanha.

Os limites permanecem os mesmos das eleições de 2022. Segundo o TSE, a decisão levou em conta a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que continua em R$ 4,96 bilhões. Pela legislação eleitoral, candidatos que ultrapassarem o teto de gastos poderão ser multados e responder por abuso de poder econômico.

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