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“Megaoperação encurralou a esquerda”, diz líder do PL

O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, avalia que a megaoperação da polícia no Rio de Janeiro mudou a agenda do Brasil e jogou o foco de debate na segurança pública, que seria uma área desconfortável para o PT.

“A megaoperação encurralou a esquerda, que tem na segurança pública seu calcanhar de aquiles. A agenda do Brasil mudou”, afirmou à CNN.

Ainda segundo o parlamentar, o governador Cláudio Castro (PL) se fortaleceu politicamente e será a prioridade do PL na disputa do Senado no ano que vem, ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Sóstenes revelou que o governador do Rio de Janeiro chegou a dizer ao partido que avaliava permanecer no cargo até o fim do mandato e não disputar o Senado.

O líder do PL foi então sondado para estar na chapa ao lado de Flávio, mas disse ao governador que seu objetivo é se reeleger e disputar a presidência da Câmara em 2027.

CNN

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Política

Após crise no Rio, Lula é aconselhado a evitar falas improvisadas sobre segurança pública

Foto: REUTERS/Adriano Machado

Após a megaoperação no Rio de Janeiro que deixou 121 mortos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sido orientado por aliados a evitar declarações improvisadas sobre segurança pública. A recomendação, segundo interlocutores, busca impedir que novas falas sejam exploradas pela oposição em meio à crescente polarização sobre o tema.

O alerta ganhou força após a repercussão negativa de uma fala recente do presidente, na qual afirmou que “traficantes são vítimas de usuários”. Apesar de Lula ter se retratado, o trecho segue sendo usado por adversários políticos para associá-lo à ideia de leniência com o crime. Desde então, o petista vem tratando do assunto apenas por meio de postagens oficiais, evitando entrevistas ou discursos abertos.

Nas redes, Lula tem destacado medidas concretas, como o projeto de lei Antifacção — que prevê até 30 anos de prisão para integrantes de facções e reforça o combate financeiro às organizações criminosas — e a PEC da Segurança Pública, que estimula ações integradas entre União, estados e municípios. “Diferenças políticas não podem nos impedir de avançar”, escreveu o presidente.

Enquanto o governo tenta reposicionar o discurso, governadores de direita, liderados por Cláudio Castro (PL-RJ), criaram o “Consórcio da Paz”, aliança para coordenar ações contra o crime organizado. A iniciativa acendeu o alerta no Planalto, que agora encomendou pesquisas para medir a percepção popular sobre a operação e o impacto do tema na imagem do governo.

Com informações da CNN Brasil

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Política

Ministro de Lula cita “trocar a Carteira de Trabalho pelo Bolsa Família” e fala gera polêmica

Foto: Agência Brasil

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, gerou repercussão ao afirmar que a Carteira de Trabalho poderia ser “trocada” pelo cartão do Bolsa Família. A fala ocorreu durante evento em Montes Claros (MG), na última segunda-feira (27), no lançamento do programa Acredita no Primeiro Passo, do governo federal.

Dias estava ao lado do prefeito de Salinas, Kinca Dias (PDT), quando o comentário foi feito. O gestor municipal dizia esperar que, no futuro, fosse possível “trocar a Carteira de Trabalho”, e o ministro completou: “Pelo cartão do Bolsa Família, porque saiu da pobreza.” O prefeito ainda concluiu: “Esse é o nosso objetivo.”

A declaração rapidamente viralizou nas redes sociais, sendo interpretada por críticos como um sinal de incentivo à dependência de programas sociais. Diante da repercussão, Kinca se pronunciou afirmando que houve “dupla interpretação” e que o sentido original foi distorcido.

Segundo o prefeito, a fala buscava destacar justamente o oposto — que o objetivo do governo é garantir oportunidades de emprego e reduzir a dependência do benefício. “O presidente quer que o povo conquiste o trabalho e não precise mais do Bolsa Família”, justificou.

Com informações da CNN Brasil

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Política

Deputada petista detona operação contra o tráfico no Rio de Janeiro: “Matou o povo inocente”

Deputada estadual Cida Ramos testa positivo para Covid-19

A deputada estadual e presidente do Partido dos Trabalhadores da Paraíba (PT), Cida Ramos, fez duras críticas à operação das forças de segurança no Rio de Janeiro que resultou em mais de 120 mortes. Em pronunciamento nesta quinta-feira (30), a parlamentar classificou a ação como um “genocídio” e responsabilizou o Estado pela morte de inocentes.

“O Brasil hoje está de luto. Estamos assistindo, em rede nacional, a um genocídio praticado contra negros, pobres, mulheres e jovens. Cento e vinte mortos pela incompetência de uma ação desastrada que não pegou bandidos e matou o povo inocente”, afirmou Cida Ramos, em tom de forte crítica.

A deputada comparou o episódio à necessidade de o país fazer uma escolha entre “democracia e barbárie”, relacionando a tragédia às desigualdades sociais e à condução de políticas públicas no Brasil.

“Esse Brasil precisa decidir se quer democracia, soberania e políticas públicas, um país que cresce 3,5% e reduz o desemprego, ou se quer a barbárie, com gasolina alta e gente correndo atrás de carcaça de frango”, provocou.

Cida Ramos destacou ainda que o episódio expõe a seletividade das ações policiais e a ausência de políticas sociais nas comunidades. “A morte de jovens e pobres não pode ser tratada como efeito colateral. É o retrato de um país que precisa escolher entre a vida e a necropolítica”, completou.

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Política

Veja nota da prefeitura que classifica como ‘normal’ remanejamento para pagar folha da Saúde de JP

Centro Administrativo de João Pessoa

A Secretaria de Saúde de João Pessoa divulgou uma nota, na tarde desta terça-feira (28), afirmando que a realocação orçamentária de R$ 65,3 milhões para pagar servidores da pasta faz parte de um “ajuste necessário” para a execução do orçamento.

O remanejamento foi aprovado durante sessão desta terça na Câmara Municipal da Capital com criticas da oposição, que acusou a gestão municipal de “quebrar a prefeitura”.

Segundo a Secretaria, “os remanejamentos orçamentários são procedimentos usuais e previstos na gestão pública”. A pasta citou que “o orçamento anual da rede municipal de saúde é de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, valor destinado seguindo critérios cuidadosos no início de cada ano com base em uma previsão orçamentária, que pode sofrer alterações ao longo do exercício”

“Tais ajustes são necessários porque a execução orçamentária nem sempre se cumpre integralmente conforme o previsto. Quando há recursos vinculados a uma finalidade específica, e essa finalidade já foi cumprida, a Secretaria tem duas opções: devolver o valor não utilizado ou solicitar a alteração da destinação dos recursos”. diz o texto

Por isso, de acordo com a Prefeitura, houve o envio da mensagem por parte do prefeito Cícero Lucena (MDB) para a aprovação da mudança de áreas de investimentos.

“A SMS-JP reforça que esse procedimento é uma prática administrativa normal e transparente, também realizada em exercícios anteriores”, concluiu.

O remanejamento

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), solicitou à Câmara Municipal da Capital a realocação orçamentária de R$ 65,3 milhões para custear o pagamento de salários de servidores da ativa da Saúde municipal. O pleito foi aprovado por unanimidade na sessão desta terça-feira (28) com críticas da bancada de oposição.

Segundo o projeto, os recursos serão retirados de investimentos como melhoria das Unidades Básicas de Saúde, repasses para serviços de zoonozes, implantação de lavanderia no Instituto Cândida Vargas e outras ações previstas para serem realizadas no Sistema de Saúde.

Na mensagem encaminhada ao Poder Legislativo, o prefeito pediu “urgência” na votação da matéria, afirmando que a medida visa “ajustar as despesas”.

“Tendo em vista a necessidade de ajustar as despesas às reais condições de sua execução, uma vez que os valores de referência utilizados na elaboração da Peça Orçamentária, relativa ao exercício financeiro de 2025, tiveram suas estimativas a preço de junho de 2024, justifica-se dessa forma, que o Projeto de Lei anexo a essa Mensagem visa corrigir essas distorções”, diz a mensagem do prefeito.

Apesar do voto favorável, a bancada de oposição disse que a suplementação demonstra que a “Prefeitura está quebrada” e que os servidores “correm o risco de não receber 13º salário”.

MaisPB

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Política

Foto com Trump se torna a mais popular de Lula nas redes

Foto: Reprodução

A foto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), tornou-se em poucos dias a publicação com maior engajamento nas redes sociais do brasileiro.

A imagem foi divulgada no domingo (26.out.2025) e feita pelo fotógrafo oficial da Presidência, Ricardo Stuckert, durante o encontro entre os 2 em Kuala Lumpur (Malásia).

Segundo dados do instituto de pesquisa Quaest, a publicação alcançou 72 milhões de visualizações, 778 mil menções, 22 milhões de curtidas e 7,5 milhões de compartilhamentos. O levantamento considerou plataformas como Instagram, X, TikTok e Facebook.

A publicação anterior com mais engajamento de Lula também era uma foto de Stuckert, de 2021. Na imagem, o presidente aparece com a mulher, Rosângela Lula da Silva, a Janja.

Na época, ainda antes da eleição de 2022, a foto teve 65 milhões de visualizações, 4,6 milhões de menções, 19 milhões de curtidas e 7 milhões de compartilhamentos.

Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, o resultado mostra que a diplomacia do século 21 é feita “nas redes sociais e nas mesas de negociação”.

“A foto publicada e amplamente visualizada é um exemplo claro da política como imagem, que mesmo sem legenda fala sobre o que aconteceu. O sorriso, a postura, o aperto de mão, tudo é simbólico”, disse.

A Quaest usou sua ferramenta QuaestScan para o mapeamento e analisou também os sentimentos do público. Dos comentários analisados, 54% foram neutros, 26% positivos e 20% negativos.

“É resultado da guerra de narrativas. A direita tentando emplacar a menção a Bolsonaro, a esquerda tentando comemorar a virada e a maioria observando”, disse Nunes, em referência às citações ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a reunião.

O instituto também fez a comparação com a foto do ex-presidente Barack Obama (Partido Democrata) com a sua mulher, Michelle Obama, de janeiro de 2012. A publicação alcançou 63 milhões de visualizações, além de 2,8 milhões de menções, 3,9 milhões de curtidas e 1,4 milhão de compartilhamentos.

O encontro de Kuala Lumpur foi considerado amistoso pelos 2 lados, com o presidente norte-americano mais ouvindo do que falando, segundo autoridades brasileiras que acompanharam a conversa.

A reunião durou 45 minutos e terminou sem que Trump anunciasse a revogação das tarifas de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. O republicano, porém, aceitou discutir uma revisão das taxas.

Lula pediu a suspensão das tarifas e das punições da Lei Magnitsky ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e à mulher dele, Viviane Barci de Moraes.

O presidente brasileiro classificou a conversa como “franca e construtiva”. Já Trump disse que deve firmar acordos comerciais depois do encontro bilateral.

Poder360

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Política

Quase 60% dos brasileiros querem mudar a forma de governar o país, diz Paraná Pesquisas

Lula
O presidente Lula: apenas 23% defendem que o modelo atual de governar o país seja mantido (Yasuyoshi CHIBA/AFP)
A ampla maioria dos brasileiros (quase 59%) gostaria que o próximo presidente da República mudasse de modo profundo a atual forma de conduzir o país, segundo levantamento feito entre os dias 21 e 24 de outubro pelo instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta terça-feira, 28.

De acordo com a sondagem, 29% dos entrevistados afirmaram que o próximo governante deveria mudar “bastante” a forma atual de administrar o país, enquanto 28,9% disseram que gostariam que ele alterasse “totalmente” a maneira como o país é governado.

Entre os entrevistados, outros 17,1% afirmaram que o futuro presidente “fizesse poucas mudanças” na atual forma de governar o Brasil.

Apenas 23% responderam que que querem a “total continuidade” do jeito atual de governar o país. Outros 2% não souberam ou não quiseram opinar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na semana passada que vai tentar um quarto mandato em 2026.

Veja

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Política

Esquerdogata já havia sido condenada por desacato antes de nova prisão

A influenciadora Aline Bardy Dutra, conhecida como Esquerdogata, voltou a se envolver em confusão com a Polícia Militar. Presa na madrugada de sábado (25) em Ribeirão Preto (SP) após desacatar agentes, ela já havia sido condenada em 2022 pelo mesmo crime, quando chamou policiais de “bostas” e pregou um adesivo do ex-presidente Lula em uma viatura.

A informação é da coluna do Tácio Lorran, do Metrópoles. Na ocasião anterior, segundo o Ministério Público, Aline e o advogado Fernando Ruas Guimarães chegaram a agredir os policiais com socos e unhadas após serem abordados em um bar. Em fevereiro deste ano, ambos foram condenados por desacato e desobediência, recebendo pena de 30 dias-multa. O processo segue em fase de recurso.

Agora, a militante, que soma mais de 800 mil seguidores e é filiada ao PT desde 2022, foi presa novamente por insultar e resistir à abordagem policial. De acordo com relatos da PM, Aline apresentava sinais de embriaguez e chegou a fazer comentários depreciativos sobre o salário e a forma de falar dos agentes.

Após passar a noite detida, a influenciadora foi liberada em audiência de custódia, mas deverá cumprir medidas cautelares, como evitar sair à noite e frequentar determinados locais. O advogado de defesa afirmou que ela está “abalada” com o episódio.

Com informações do Metrópoles

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Política

Prazo para Bolsonaro recorrer de condenação no STF termina nesta segunda-feira (27)

Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

As defesas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus do chamado “núcleo 1” da suposta tentativa de golpe de Estado têm até 23h59 desta segunda-feira (27) para apresentar recurso contra a condenação imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O instrumento cabível é o embargo de declaração, utilizado para apontar contradições ou omissões nos votos dos ministros, mas que raramente altera o resultado final de um julgamento.

Segundo a CNN, os advogados de Bolsonaro devem concentrar os esforços em tentar reduzir a pena de 27 anos e 3 meses de prisão, fixada pela Primeira Turma do STF, em regime inicial fechado. Internamente, a defesa reconhece que a reversão completa da condenação é improvável e que o foco agora é apenas minimizar os danos.

A estratégia deve insistir na tese de que os supostos crimes de golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito deveriam ser tratados como um único delito, sem soma de penas. A maioria dos ministros, no entanto, já se manifestou contrária a essa interpretação, o que reduz as chances de êxito do recurso.

Os embargos serão julgados em plenário virtual pela Primeira Turma, ainda sem data definida, mas com expectativa de análise rápida. Caso o recurso seja rejeitado, a defesa poderá apresentar novos embargos; se também forem negados, o STF deve encerrar o processo e declarar o trânsito em julgado, etapa que torna a condenação definitiva e permite a prisão dos réus. O tenente-coronel Mauro Cid, no entanto, deve ser o único a não recorrer — o que pode levar ao encerramento antecipado de sua ação, já que ele cumpriu integralmente a pena de dois anos em regime aberto.

Com informações da CNN Brasil

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Ciro candidato ao Planalto atrapalha possível vitória de Lula no primeiro turno

Ciro Gomes foi eleito governador do Ceará em 1990 

A ida de Ciro Gomes para o PSDB tende a ser uma má notícia para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Caso o ex-governador decida disputar pela 5ª vez a Presidência da República, pode dificultar os planos do petista de se reeleger no 1º turno.

Na 4ª feira (22.out.2025), o ex-governador disse querer construir um projeto político no seu Estado, o Ceará. Mas a eventual tentativa de chegar ao Planalto ainda não foi negada.

Ciro tem um apelo forte para parte do eleitorado de centro-esquerda e esquerda. E isso tira votos do PT. Nos 4 pleitos em que tentou ser eleito para o Planalto, Ciro ficou em 3º ou 4º lugares.

Nas mesmas disputas, Lula venceu os pleitos ou terminou em 2º lugar –sempre no 2º turno. A exceção foi a eleição de 2018, quando o petista não pôde concorrer porque estava preso por investigações da Lava Jato. Naquele ano, Fernando Haddad foi o candidato à Presidência pelo PT e ficou em 2º lugar.

Lula tem um sonho arrojado para as eleições de 2026: não quer só ser reeleito –quer vencer no 1º turno. Seria inédito para o petista. Só Fernando Henrique Cardoso (PSDB) conseguiu ser eleito no 1º turno, em 1994, e reeleito também no 1º turno, em 1998.

Em 2006, Lula achava que venceria no 1º turno. Seu excesso de confiança o traiu. Teve de enfrentar uma 2ª rodada de votação. À época, ficou deprimido por 2 dias.

Amigos e conselheiros foram animá-lo no seu apartamento em São Bernardo do Campo. Alguns o encontraram deitado no chão, sem querer reagir. Marisa Letícia, sua então mulher, dava broncas para que o petista reagisse e voltasse para seus compromissos de campanha.

Em 2022, aliados do petista ficaram abatidos depois do resultado do 1º turno, quando se estabeleceu que haveria um 2º turno entre Lula e Jair Bolsonaro (PL). Coube a Lula, contrariado, animar a militância. Disse que sua ida para a outra etapa do pleito era “apenas uma prorrogação”.

Em 2026, a possibilidade de vitória é grande e fica maior se não houver ninguém relevante do campo da centro-esquerda disputando o Planalto.

No cenário atual, seria só Lula, no campo da esquerda, contra os governadores do Paraná, Ratinho Jr. (PSD, centro-direita), e de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil, direita). Os 2 ainda não têm pontuações expressivas em pesquisas de intenção de voto. A chance de liquidar no 1º turno seria real se a eleição fosse agora.

As principais especulações sobre candidaturas estão no campo da direita, como a possibilidade de o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), desistir da reeleição ao governo local para tentar o Planalto.

Por essas razões, a possível entrada de Ciro Gomes na corrida presidencial pode ser uma má notícia para Lula.

Poder360

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