Política

Candidatos ao Senado poderão gastar quase R$ 4 milhões na campanha na Paraíba

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Os candidatos ao Senado pela Paraíba poderão gastar até R$ 3.811.887,03 durante a campanha das eleições de 2026. O limite foi definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e publicado nesta terça-feira (21), por meio de portaria que estabelece os tetos de despesas para todos os cargos em disputa.

Na corrida pelas duas vagas ao Senado, os pré-candidatos são João Azevêdo (PSB), Veneziano Vital do Rêgo (MDB), Marcelo Queiroga (PL), Nabor Wanderley (Republicanos), André Gadelha (MDB) e Major Fábio (Novo).

Os valores são os mesmos adotados nas eleições de 2022. Segundo o TSE, a decisão levou em consideração a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), fixado em R$ 4,96 bilhões. Pela legislação eleitoral, candidatos que ultrapassarem o limite de gastos poderão ser multados e responder por abuso de poder econômico.

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Política

Candidatos a governador poderão gastar mais de R$ 7 milhões em campanhas na Paraíba

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Os candidatos ao Governo da Paraíba poderão gastar até R$ 7.115.522,46 no primeiro turno das eleições de 2026. O limite foi definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que publicou nesta terça-feira (21) a portaria com os tetos de despesas para as campanhas eleitorais em todo o país.

Na disputa pelo Palácio da Redenção, os pré-candidatos são Cícero Lucena (MDB), Efraim Filho (PL), Lucas Ribeiro (PP), Olímpio Rocha (PSOL) e Yuri Ezequiel (UP). Em caso de segundo turno, o candidato poderá gastar mais R$ 3.557.761,23, totalizando até R$ 10,67 milhões em despesas de campanha.

Os limites permanecem os mesmos das eleições de 2022. Segundo o TSE, a decisão levou em conta a manutenção do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que continua em R$ 4,96 bilhões. Pela legislação eleitoral, candidatos que ultrapassarem o teto de gastos poderão ser multados e responder por abuso de poder econômico.

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Política

ELEIÇÕES 2026: Paraíba tem mais de 3,2 milhões de eleitores aptos a votar; 53% são mulheres

Roberto Jayme/Ascom/TSE

O eleitorado da Paraíba cresceu para as Eleições 2026. Dados divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 3.247.397 paraibanos estão aptos a votar no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O número representa um aumento de 155.713 eleitores (5,03%) em relação às eleições de 2022, quando o estado tinha 3.091.684 eleitores.

Neste ano, os eleitores vão escolher presidente da República, governador, senador, deputados federais e deputados estaduais.

Mulheres são maioria

Segundo o TSE, 96,33% do eleitorado paraibano já possui cadastro biométrico. As mulheres são maioria, com 1.718.209 eleitoras (53%), enquanto os homens somam 1.529.188 (47%). O estado também registra 580 pessoas cadastradas com nome social.

Maioria dos eleitorados tem entre 19 e 69 anos

A maior parte do eleitorado tem entre 19 e 69 anos, com 2.802.492 pessoas. Entre os jovens, 21.311 adolescentes de 16 anos podem votar de forma facultativa, e 48.631 eleitores de 18 anos estão aptos ao voto obrigatório. Já 343.320 eleitores têm 70 anos ou mais, faixa em que o voto é facultativo, sendo 17.697 com 90 anos ou mais.

Escolaridade

Em relação à escolaridade, o maior grupo é de eleitores com ensino fundamental incompleto, com 747.821 pessoas (23,03%). Em seguida, aparecem os que têm ensino médio completo, com 734.218 (22,61%). Outros 275.296 declararam ter ensino superior completo, 409.159 informaram apenas saber ler e escrever e 204.444 se declararam analfabetos.

Maior colégio eleitoral

João Pessoa segue como o maior colégio eleitoral da Paraíba, com 585.279 eleitores. Na sequência aparecem Campina Grande (304.181), Santa Rita (103.411), Bayeux (74.486) e Patos (67.982). Em todos esses municípios, mais de 95% do eleitorado já possui identificação biométrica.

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Política

DECISÃO: Moraes arquiva investigação contra Bolsonaro no caso Abin Paralela

Foto: Alan Santos/Presidência

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta segunda-feira (20) o arquivamento da investigação aberta contra o ex-presidente Jair Bolsonaro pelo uso ilegal da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante seu governo.

Na decisão, o ministro seguiu parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República) e entendeu que Bolsonaro já foi condenado pela acusação de monitorar ilegalmente autoridades públicas. No processo da trama golpista, o ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, pena que também levou em conta essa acusação.

Moraes determinou ainda que as acusações contra Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, sejam enviadas para a Justiça Federal no Distrito Federal. Durante as investigações, a PF (Polícia Federal) apurou a suposta ligação do chamado “Gabinete do Ódio” com o caso Abin Paralela.

Arquivamento

Na mesma decisão, o ministro determinou o arquivamento das investigações contra o ex-diretor-geral da Abin Luiz Fernando Corrêa, o ex-diretor adjunto Alessandro Moretti, o ex-corregedor José Fernando Moraes Chuy, e o ex-coordenador de operações Lucio de Andrade Parente. Para Moraes, não há indícios para o prosseguimento da investigação criminal.

“As imputações formuladas limitam-se à enunciação de conclusões genéricas acerca de suposta participação dos requeridos em atos de embaraço à investigação, sem a individualização concreta das respectivas condutas e sem a demonstração mínima dos elementos necessários à configuração de fato penalmente relevante”, afirmou o ministro.

Com a decisão, a PF deverá cancelar os indiciamentos desses investigados.

R7

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Política

Michelle diz que “não há nenhuma possibilidade” de ser vice de Zema

Após o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) dizer que a ex-primeria-dama Michelle Bolsonaro (PL) é uma possibilidade para compor sua chapa no cargo de vice-presidente, a esposa de Jair Bolsonaro (PL) negou que exista essa chance.

Zema deu a declaração na tarde do último sábado (18), após o 10º Encontro Nacional e Encontro Estadual do Partido Novo, realizado em São Paulo.

Ele afirmou que o critério para a definição de vice é que a pessoa seja “ficha limpa”. Quando questionado sobre Michelle ocupar o cargo de vice, Zema respondeu: “É uma possibilidade, como outras também são”

Horas depois, por meio das redes sociais, a ex-primeria-dama publicou nos stories do Instagram que ainda não sabe se irá ser candidata ao Senado Federal e negou ser uma possibilidade ser vice de Zema.

“Primeiro, eu não defini se serei candidata nem ao Senado. Portanto, essa proposta não pode sequer ser cogitada. Segundo, estou filiada ao PL. Um mesmo partido não pode ter duas cabeças de chapa concorrendo em coligações distintas para os mesmos cargos majoritários”, iniciou Michelle.

Ela destacou ainda que continua “priorizando os cuidados” com Jair Bolsonaro, que segue cumprindo pena em prisão domiciliar, e finalizou dizendo que “não nenhuma possibilidade” de ser vice de Zema.

CNN

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Política

VÍDEO: “PARECE UM DEMÔNIO USANDO UMA PESSOA PARA FAZER MAL” Flávio critica Moraes após novas restrições a Bolsonaro

 

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou neste sábado (18) o ministro do STF, Alexandre de Moraes, durante um evento do PL, em Vitória (ES). O discurso ocorreu um dia após Moraes ampliar as restrições ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.

Flávio afirmou que a decisão foi “mais uma facada” contra o pai e voltou a defender o impeachment do ministro. “Ontem foi mais uma facada. Eu fui dormir muito indignado”, disse.

Ainda durante o evento, o senador disse que o ministro “não tem coração”. “Ele parece sem alma, parece um demônio usando uma pessoa para fazer mal para os outros”, declarou aos apoiadores.

O senador também afirmou que não será intimidado pelas decisões de Moraes. “Eu não vou baixar minha cabeça, eu não vou me intimidar. Isso vai me dar ainda mais força, porque aqui tem sangue de Bolsonaro nessa porra”.

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Política

33% do eleitorado brasileiro vê culpa de Lula e Bolsonaro em aumento das bets, diz pesquisa

Foto: Reprodução

O eleitorado brasileiro atribui responsabilidade conjunta ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao governo de Jair Bolsonaro em relação ao crescimento das bets no Brasil, de acordo com a pesquisa More in Common/Ipsos-Ipec.

Para a maioria dos entrevistados, a culpa é das duas gestões (33%) ou de nenhuma delas (35%).

Ao todo, 18% dos entrevistados afirmam que o aumento desse tipo de aposta deve ser imputado ao atual governo, enquanto 4% associam a causa ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Não responderam 10% dos ouvidos pela pesquisa.

A pesquisa foi feita com 2.000 pessoas de 16 anos ou mais em 130 municípios. O período é entre os dias 4 e 8 de julho. A margem de erro geral é de 2 pontos percentuais.

Legislação

As apostas de quota fixa e jogos online têm como amparo legal a Lei nº 14.790/2023. A atividade é regulamentada pelo Ministério da Fazenda por meio da SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas), exigindo outorga.

Recentemente, via portaria interministerial, o governo Lula fixou uma série de novas regras para a publicidade das chamadas bets. A partir de 17 de julho, as empresas serão obrigadas a alertar que as apostas podem resultar em perda de dinheiro.

O governo Lula também notificou 37 fintechs suspeitas de movimentar dinheiro de bets ilegais no Brasil.

R7

 

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Política

Em ano eleitoral, Lula já pagou R$ 25,5 bilhões em emendas em 2026

Presidente Lula / Crédito: Ricardo Sutckert/PR

O governo Lula (PT) já pagou R$ 25,5 bilhões em emendas parlamentares em 2026, segundo o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O valor foi alcançado em pouco mais de seis meses e já supera o total pago em todo o ano de 2025, quando foram destinados R$ 31,5 bilhões em emendas.

O montante de 2026 se aproxima dos maiores valores registrados nos últimos anos. Em 2024, o governo federal pagou R$ 31,4 bilhões em emendas para deputados e senadores.

Segundo Cláudio Humberto, as chamadas emendas “sem autor”, que ganharam destaque nas últimas semanas, representam pouco mais de 5% do total pago neste ano.

A comparação também mostra que, no último ano do governo Jair Bolsonaro, foram pagos pouco mais de R$ 17 bilhões em emendas parlamentares.

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Política

‘Bolsonaro foi enterrado vivo’, diz Flávio sobre proibição de visitas imposta por Moraes

Foto: Reprodução/Instagram

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que suspendeu por 30 dias o direito de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio diz que “Bolsonaro foi enterrado vivo” e se refere à proibição como “ilegal, covarde e cruel”.

Na publicação, o senador afirma que a decisão de Moraes é motivada por vingança: “Usar a força que o Estado lhe conferiu para satisfazer seus devaneios pessoais não é justiça, é vingança”.

Flávio atribui ao ministro do STF uma tentativa de interferir nas eleições: “Moraes desequilibrou as eleições de 2022 e tenta interferir de novo em 2026.”

Visitas proibidas

A proibição de visitas por 30 dias foi determinada nesta sexta-feira (17), após Moraes concluir que Bolsonaro descumpriu as regras da prisão domiciliar humanitária ao divulgar uma carta com conteúdo político por intermédio de Flávio.

Para o filho do ex-presidente, o impedimento foi estendido para 90 dias, com proibição de contatos com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026.

Na decisão, Moraes afirma que Bolsonaro violou a proibição de utilizar meios de comunicação externa e redes sociais, direta ou indiretamente. Para o ministro, a chamada “Carta aos Brasileiros”, entregue ao filho e posteriormente divulgada nas redes sociais, tinha caráter político-eleitoral e buscava alcançar o público por meio de terceiros.

R7

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Política

Defesa pede a Moraes autorização para Milei visitar Bolsonaro

Foto: Reprodução

Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) pediram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que o presidente da Argentina, Javier Milei, visite o ex-presidente brasileiro em Brasília. O encontro está previsto para 25 de julho, a partir das 16h.

Milei já havia antecipado a viagem ao Brasil na semana passada. O argentino disse que viria ao país para apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência.

A data sugerida por Milei coincide com a convenção do Partido Liberal (PL), que oficializará a candidatura de Flávio à Presidência. O evento é obrigatório para o registro na Justiça Eleitoral.

Milei deve comparecer acompanhado de integrantes de sua comitiva oficial. A defesa de Bolsonaro protocolou os nomes dos acompanhantes no pedido enviado ao STF.

A visita de Milei depende da autorização da Justiça. Até o momento, Moraes não se manifestou sobre o pedido.

Revista Oeste

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