O candidato ao Senado, o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PT), que permanece enfrentando uma batalha na Justiça para conseguir reverter a inelegibilidade, começa a usar o fundo eleitoral para os gastos da campanha. Ele estava até semana passada custeando a propaganda com dinheiro de doações após ser proibido de usar os recursos do fundão do Partido, por determinação do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
Agora, conforme apurou o blog do BG, foram depositados R$ 193.850,00, segundo dados do site divulgacandcontas, do Tribunal Superior Eleitoral.
Anteriormente o petista tinha recebido R$ 67.500 dos suplentes, Alexandre Santiago e Jeová Campos. Já a maior doação da campanha até agora foi R$100 mil de um empresário chamado Nilberto Pedro de Almeida.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump declarou apoio à reeleição do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Na publicação feita nesta quinta-feira (8) em sua própria rede social, o americano também mencionou as comparações feitas entre ele e o atual mandatário brasileiro, tanto por conta da ideologia quanto pelo estilo, que renderam a Bolsonaro a alcunha de ‘Trump dos Trópicos’. “Endosso total e completo”, concluiu Trump na postagem.
“O presidente Jair Bolsonaro do Brasil, o ‘Trump Tropical’, como é carinhosamente chamado, fez um GRANDE trabalho para o maravilhoso povo do Brasil. Quando eu era presidente dos EUA, não havia outro líder de país que me ligasse mais do que Jair em busca de cortes de tarifas e impostos, renegociações comerciais, políticas de drogas e fronteiras reforçadas (para colocar os “bandidos” na cadeia!), ajuda militar, & mais. O presidente Bolsonaro ama o Brasil acima de tudo. Ele é um homem maravilhoso, e tem meu Endosso Completo e Total!!!”, escreveu Trump.
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (8) mostra que o presidente Jair Bolsonaro (PL), está a frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo.
O presidente tem 37% das intenções de voto no Estado contra 36% do petista. Apesar de manter o empate técnico apontado no último levantamento, divulgado em 11 de agosto, os 2 candidatos trocaram de posição. Na época, Bolsonaro tinha 35%. Lula, 37%.
Na sequência de Bolsonaro e Lula estão:
Ciro Gomes (PDT): 9% (+ 2 p.p.);
Simone Tebet (MDB): 6% (+ 3 p.p.);
Vera Lúcia (PSTU): se manteve em 1%;
Felipe D’Avila (Novo): 1%;
Sofia Manzano (PCB): 0%;
Leonardo Péricles (UP): 0%;
Roberto Jefferson (PTB): 0%;
José Maria Eymael (DC): 0%;
Soraya Thronicke (União Brasil): 0%.
Brancos e nulos são 6%. Indecisos somam 5%.
Apesar de constar na pesquisa, Roberto Jefferson teve a candidatura barrada pelo TSE em 1º de setembro, segundo a Lei da Ficha Limpa.
2º TURNO
Assim como na pesquisa anterior, Lula e Bolsonaro também estão tecnicamente empatados em São Paulo em eventual 2º turno.
A cidade de João Pessoa segue na liderança no número de denúncias registradas por propaganda eleitoral irregular no aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral em 2014.
De acordo com o TSE, o total de denúncias na Paraíba já é de 127 e está distribuído da seguinte forma: João Pessoa (43), Campina Grande (25), Catolé do Rocha (11), Santa Rita (10), Rio Tinto (6), Cabedelo (5), Conde (3), Itapororoca (3), Mataraca (2), Sapé (2), Araruna (1), Areial (1), Aroeiras (1), Bernardino Batista (1), Cajazeiras (1), Casserengue (1), Dona Inês (1), Duas Estradas (1), Ingá (1), Lagoa Seca (1), Monteiro (1), Nova Palmeira (1), Patos (1), Picuí (1), Tavares (1) e Teixeira (1).
Além de irregularidades na propaganda, é possível denunciar outras práticas proibidas pela legislação eleitoral, tais como: compra de votos; abuso de poder econômico; abuso de poder político; uso da máquina pública para fins eleitorais; e uso indevido dos meios de comunicação social. A apuração de todas essas irregularidades compete ao Ministério Público Eleitoral.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná não aceitou o pedido da Federação Brasil da Esperança – composta por PT, PV e PC do B – para impedir que o ex-ministro da Segurança Pública, Sergio Moro (União Brasil-PR), utilize o apelido ‘juiz’ para identificar-se nas propagandas eleitorais.
A negativa ocorre após a sigla argumentar que o político não poderia chamar-se de ‘juiz Moro’ já que não ocupa mais um cargo na magistratura e a ação poderia confundir “o eleitor ao confundir sua candidatura com o próprio Judiciário”.
Em determinado trecho da representação, o Partido dos Trabalhadores afirma que “tenta-se novamente vender Sérgio Moro como o ‘homem da toga’ que não mais é, em tentativa frustrada de passar aos eleitores a mentalidade de que o representado seria aquele mesmo julgador responsável por ‘eliminar a corrupção’ do nosso país”. Com a decisão, o ex-ministro do governo Jair Bolsonaro poderá se identificar como ‘juiz Moro’.
Após evento em Copacabana, nesta quarta-feira (7), em comemoração ao Bicentenário da Independência, o presidente Jair Bolsonaro (PL) não quis comentar ao ser questionado sobre ausência dos chefes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal no tradicional desfile de Sete de Setembro, em Brasília pela manhã.
“Todos foram convidados. Eu não respondo por eles, todos foram convidados”, disse o presidente.
No evento oficial, que começou por volta das 15h, o presidente discursou por quinze minutos em cima de um trio. Ele defendeu a família, foi contra a legalização das drogas e comparou o Brasil à situação de outros países cujo governo é de esquerda como Cuba, Venezuela e Nicarágua.
Jair Bolsonaro também voltou a dizer que, em um segundo mandato, todos terão que respeitar as quatro linhas da Constituição. O candidato à reeleição pelo Partido Liberal estava acompanhado do filho Flávio Bolsonaro, de lideranças religiosos, como o pastor Silas Malafaia e do empresário Luciano Hang.
Ao deixar o evento, Bolsonaro afirmou à CNN que o povo tem consciência para onde o Brasil pode ir se a esquerda voltar ao governo.
“Não tem palavras para descrever o carinho que o povo tem com a gente. A preocupação que eles têm com o futuro do Brasil. Eles têm consciência para onde o Brasil pode ir com o resultado errado. E nós não queremos errar. Eu farei tudo o possível para mostrar à população que o outro lado só tem a perder. Conosco é uma tranquilidade, é um caminho seguro para a prosperidade”.
O candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) criticou o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, por usar o tradicional desfile cívico-militar de 7 de Setembro e a manifestação no Rio de Janeiro pelos 200 anos da Independência do Brasil para fazer campanha eleitoral.
Em campanha pelas cidades históricas de Minas Gerais, Ciro disse que um “presidente imbecil e criminoso” transformou um ato cívico em um comício com milhões de recursos públicos envolvidos.
“Nós assistimos ao presidente da República colocar um empresário picareta (Luciano Hang, presidente da Havan), investigado na Justiça, do seu lado, e (…) o presidente de Portugal (…) foi colocado ao lado, numa verdadeira agressão diplomática (…) O vice-presidente da República do Brasil também do outro lado”, afirmou.
“Em seguida, militares fardados, com as suas condecorações, com uniforme de gala, misturando-se com (…) patetas de um presidente imbecil e criminoso, como é o Bolsonaro, transformar um ato cívico, uma solenidade cívico-militar, num comício com milhões de recursos públicos envolvidos”, acrescentou.
O candidato do PDT também criticou a comparação entre primeiras-damas feita por Bolsonaro em Brasília. “Ver o presidente da República com termos chulos, fazer uma comparação absolutamente estúpida, grosseira, da estética da sua mulher com a mulher dos seus adversários”, disse.
Na sua declaração, o candidato do PDT ainda afirmou que termina o dia aliviado “porque temíamos que a irresponsabilidade do Bolsonaro pudesse acender um rastilho de agressão, de radicalismo, que descambasse para a violência.”
Ciro pediu que os atos liderados por Bolsonaro sejam investigados. “Tribunais será que estão à altura da grandeza do momento histórico? Será que existe lei no Brasil?”
O Ministério Público Federal (MPF) abriu inquérito sobre medidas de prevenção nos atos oficiais e no desfile militar desta quarta-feira (7). Um ofício assinado por duas procuradores regionais do direito do cidadão foi encaminhado na terça-feira (6) ao Ministério da Defesa e ao Secretário Especial de Comunicação Social para garantir que a participação de servidores civis nos eventos em comemoração ao Bicentenário da Independência do Brasil fosse feita de forma voluntária, sem qualquer forma de coação ou constrangimento.
Segundo o MPF, estas medidas foram motivadas diante das manifestações político-partidárias que foram agendadas para mesmo dia, horário e local do desfile cívico-militar, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Ainda de acordo com o MPF, teriam sido distribuídos 400 convites por ministério para servidores compareceram ao evento.
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro foram à Avenida Paulista, em São Paulo, nesta quarta-feira, 7, para celebrar o bicentenário da Independência do Brasil e demonstrar apoio ao candidato à reeleição nas eleições de outubro.
Usando camisas da seleção brasileira ou se vestindo de verde e amarelo, os grupos começaram a chegar por volta das 10h (de Brasília) e se concentraram em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Carregando bandeiras do Brasil e lotando a principal via da capital paulista, os manifestantes entoaram cânticos que exaltavam o chefe do Executivo.
Em um discurso de cerca de 17 minutos em um trio elétrico em Copacabana, o presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição, acenou a seu eleitorado afirmando que seriam três anos e meio sem corrupção em seu governo, além de evocar pautas conservadoras, como a posição contrária à legalização das drogas e do aborto.
—Falo palavrão, mas não sou ladrão — disse ele, que em nenhum momento citou o nome de seu principal adversário na corrida eleitoral, o ex-presidente Lula, ao qual se referiu, no entanto, como “quadrilheiro de nove dedos“.
O discurso também abordou o tema da economia, citando números muito positivos. Ele reconheceu que há inflação no país. Mas ressaltou que a alta nos preços é menor que a registrada na Europa e nos Estados Unidos.
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