O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (9) que não precisa de “fake news” para criticar o PT, apenas “falar a verdade”. O chefe do Executivo afirmou que se a esquerda voltar ao Poder no Brasil, só se manterá calando a imprensa e limitando o uso das redes sociais.
“Pra você criticar o PT, você não precisa de fake news, é só falar a verdade. Fake news, por exemplo, é se eu falar que o Lula é contra o aborto, se o Lula é contra ideologia de gênero, se eu falar que o Lula é honesto, aí é fake news”, disse durante live do canal Pilhado, no Youtube.
Questionado sobre ação do PT para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra 34 perfis que, segundo o partido, divulgam notícias falsas, o presidente disse que espera que não sejam barradas. “Peço a Deus que nosso querido Alexandre de Moraes não entre nessa linha, até porque não tem motivos para derrubar essas 33 páginas, duas dos meus filhos.”
“Obviamente, o Lula um dia sendo presidente, não vai ser agora, se Deus quiser, tenho certeza que não vai acontecer, mas se essa esquerda um dia voltar ao poder só tem uma maneira de se manter lá: calando a imprensa e não permitindo que o povo se comunique através de suas mídias sociais”, disse.
Candidato à reeleição, Bolsonaro citou projetos de infraestrutura feitos durante sua gestão. Segundo ele, os avanços “ajudam o Brasil a ir para frente. “É uma grande diferença, uma marca do nosso governo e alguns querem mudar isso, voltar à corrupção desenfreada que tínhamos no passado”, disse.
À frente da força-tarefa da Lava-Jato, o procurador Deltan Dallagnol comprou briga com o Supremo Tribunal Federal (STF) após criticar ministros da Corte por uma suposta “leniência” com a corrupção.
No Superior Tribunal de Justiça (STJ), foi condenado a indenizar o ex-presidente Lula (PT) por, no já notório episódio do Power Point, ter apresentado o petista como figura central no escândalo do petrolão, e, mais recentemente, quase teve a candidatura a deputado federal barrada após o Tribunal de Contas da União (TCU) atribuir a ele responsabilidade por gastos milionários em diárias e passagens aéreas de procuradores que atuavam nas investigações do esquema de corrupção instalado na Petrobras.
Deputado mais votado pelo Paraná no último domingo, Dallagnol desde já rascunha o que deve ser sua atuação parlamentar a partir de 2023, com a defesa da prisão após segunda instância e de propostas de lei que mudem a escolha de ministros do STF. Eleitor de Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno, ele afirma que é Lula quem personifica escândalos de corrupção e ataques à democracia. “O pior que pode acontecer para o Brasil é devolver o PT e o Lula para a cena do crime”, diz. A seguir, a entrevista concedida pelo deputado federal eleito a VEJA.
Que recado as urnas deram ao lhe conferir mais votos que políticos como Gleisi Hoffmann, presidente do PT, e Ricardo Barros, líder do governo Bolsonaro?
O eleitor paranaense mandou um recado de que a Lava-Jato renasceu como uma fênix, mas não das cinzas, e sim das urnas, da força e da esperança da população brasileira. Minha eleição é um sinal do apoio das pessoas à causa do combate à corrupção, de apoio à Lava-Jato, um voto de opinião de pessoas que acreditam que isso é o melhor para o Brasil. É um recado para os corruptos e para o mundo político de que os corruptos não vencerão.
O senhor defende novos critérios para escolha de ministros do STF. Do que se trata?
Temos uma Justiça em que sua instância máxima, que deveria ser responsável por punir e afastar os maiores corruptos do Brasil, tem se revelado altamente inefetiva nesse propósito. Por isso temos que acabar com o foro privilegiado, restabelecer a prisão em segunda instância e refletir e propor a mudança de critérios para o ingresso no Supremo Tribunal Federal, além de limitar o próprio número de casos que o STF julga.
Que critérios deveriam ser usados para escolher ministros do STF na sua avaliação?
Critérios que tornem mais técnica a escolha, que não seja mais efetivamente de livre escolha. Ou se for, que possa passar pelo crivo de uma sabatina da sociedade, como a ideia presente nas Novas Medidas Contra a Corrupção de que o presidente indica previamente, com uma antecedência de 30, 45 dias, uma lista de potenciais nomes, e esses candidatos ficam sujeitos a uma sabatina ou crítica da imprensa, do cidadão, da sociedade.
A eleição de novos senadores alinhados a Bolsonaro pode representar um risco para ministros do STF, com eventuais pedidos de impeachment?
Hoje o Senado não tem se desincumbido de modo adequado do seu papel de fiscalizar a atuação do STF. Não teremos uma atuação mais firme do Senado Federal enquanto grande parte dos senadores for investigada por corrupção e outros crimes e houver o foro privilegiado, porque ficamos em uma situação em que senadores ficam nas mãos de ministros e ministros ficam nas mãos de senadores. O resultado disso a gente conhece.
O senhor declarou votar em Bolsonaro no segundo turno depois de ter afirmado que a Lava-Jato não foi responsável pela ascensão do presidente em 2018.
Não sou o antipetista clássico no sentido ideológico. Eu defendo causas, princípios, valores. O que acontece é que o PT e as pessoas que integram o PT saquearam nosso país, desviaram bilhões, fraudaram a democracia, adotaram políticas públicas de coitadismo penal, de proteger o criminoso e punir o policial. Tenho ressalvas conhecidas em relação ao governo Bolsonaro, mas acredito que o pior que pode acontecer para o Brasil é devolver o PT e o Lula para a cena do crime.
Por que seria pior?
Se Lula for eleito depois dos grandes escândalos virem à tona e depois da impunidade, não só isso vai ser um grande mau exemplo para o país como certamente vai prejudicar e enfraquecer as nossas instituições. Basta ver que o próximo presidente vai escolher dois ministros do STF e basta olhar quem são as pessoas que estão ao redor de Lula hoje: são basicamente pessoas que fazem parte do clube da impunidade, advogados que dizem que ‘se já se roubou, para que punir?’
Na Lava-Jato, o Ministério Público endossou as Dez Medidas Contra a Corrupção, que incluíam até o aproveitamento de provas ilícitas. Pretende voltar a este tema como parlamentar?
Essa proposta sofreu críticas super injustas. Ela jamais legitimaria provas oriundas de buscas ilegais, de torturas ou obtidas criminosamente. Nos Estados Unidos, quando existe uma prova produzida de boa-fé pela polícia, essa prova é aproveitada. Por exemplo, uma busca e apreensão autorizada judicialmente durante a qual se descobrem toneladas de drogas, mas que depois por uma questão de interpretação de fatos, de provas ou da lei, a batida policial é revisada. Na doutrina original norte-americana, pondera-se o interesse do réu e da sociedade diante do fato de que existiu um juiz legítimo, autorizado, que tem uma decisão com aparência legítima e, portanto, a prova é válida. Por esse raciocínio, se isso estivesse em vigor no Brasil, o Judiciário não teria anulado a busca no Instituto Lula, que gerou um processo de cobrança contra o ex-presidente de 18 milhões de reais em impostos atrasados.
Uma das duplas sertanejas de maior sucesso do Brasil, Henrique & Juliano se encontraram com o presidente Jair Bolsonaro (PL) nos bastidores da gravação do novo projeto audiovisual neste sábado (8).
Com apoio declarado, o mandatário do país os presentou com camisas da seleção brasileira personalizadas com o número 22, de seu partido. Toda a família da dupla esteve reunida no evento e posou para fotos ao lado do chefe do Executivo nacional.
Muito emocionado, Edson Alves, pai dos sertanejos, refletiu sobre a motivação de seu apoio ao atual presidente: “As pessoas têm de entender que não queremos retroceder, não queremos que nosso país seja roubado e enganado outra vez”. O patriarca ainda disse não temer o 2º turno, visto que, para ele, não existe possibilidade de Bolsonaro não ser reeleito, mas o que o amedronta é 2026, quando não se terá mais a figura do chefe de Estado para comandar o país
Na companhia dos filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro, o presidente assinou camisas do Brasil nos bastidores do evento e gerou comoção. Desde o primeiro turno da eleição, ele coleciona defesa em peso dos sertanejos, e agora consolida o apoio de Henrique & Juliano, a maior dupla sertaneja do país.
O ex-diretor do Datafolha e comentarista político da Globonews, Mauro Paulino, afirmou durante o programa Central das Eleições, que o segundo turno das eleições presidenciais tem possibilidade real de uma virada inédita.
“Apenas cinco pontos de diferença entre Lula e Bolsonaro. A possibilidade de virada inédita em segundo turno é real, é uma zona de muita proximidade. Lembrando que no segundo turno, um voto roubado significa dois, porque tira de um e vai para o outro”, declarou.
A pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (8), encomendada pelo grupo Globo e pela Folha de S.Paulo, apontou que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de intenção de votos no segundo turno, enquanto Jair Bolsonaro (PL) tem 44%. Este foi o primeiro levantamento do instituto feito para a disputa do segundo turno das eleições.
Ao analisar os resultados, Paulino disse que Lula “perdeu o favoritismo que tinha durante o primeiro turno”. “Analisando os números friamente significa um país dividido. Lula está na liderança, favorito ainda, mas com o favoritismo muito menor do que se via em primeiro turno. É uma disputa equilibrada”, afirmou.
O comentarista ainda avaliou que neste ano tivemos uma eleição atípica, moldada nas redes sociais. “Existe uma luta para convencer os eleitores que estão decidindo. Vai ser uma campanha muito quente”, concluiu.
O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ordenou a suspensão imediata da veiculação da propaganda eleitoral do PT que associa o presidente Jair Bolsonaro (PL) ao canibalismo. A decisão liminar – de caráter provisório – foi proferida na noite de sábado (8.out.2022).
“Verifica-se que, como alegado, a propaganda eleitoral impugnada apresenta recorte de determinado trecho de uma entrevista concedida pelo candidato representante, capaz de configurar grave descontextualização”, escreveu o ministro na decisão.
Na propaganda, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) resgata uma entrevista ao jornal New York Times, de 2016, em que Bolsonaro diz que “comeria um índio sem problema nenhum”.
O chefe do Executivo narra um suposto episódio em que um indígena morreu e teria sido “cozinhado” por outros indígenas. “Morreu um índio, e eles estão cozinhando. Eles cozinham o índio. É a cultura deles”, afirmou.
A equipe de campanha de Bolsonaro pediu a retirada do material das redes sociais de Lula e que a retransmissão da peça fosse proibida.
Na ação, o chefe do Executivo afirmou que seu rival na corrida eleitoral para o Planalto usou de “grave e intencional descontextualização” como “estratégia publicitária”.
O presidente Jair Bolsonaro a cristãos que “falem de política hoje para poder falar de Deus amanhã” na última sexta-feira (7). A declaração foi feita durante uma live nas redes sociais transmitida de Belém (PA), onde o chefe do Executivo nacional participou de um evento religioso.
Bolsonaro fez a afirmação após dirigir críticas a posicionamentos que atribuiu ao seu rival na disputa pela Presidência da República, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Não queremos a volta dessas pessoas que tanto nos fizeram mal. Não queremos a legalização da maconha. Tentaram enfiar a ideologia de gênero. Tentaram enfiar o aborto. Não queremos o aborto. Tentaram levar coisas para a escola que seus pais não querem. Tentaram legalizar a maconha. São contra a legítima defesa. Vai acreditar nessas pessoas?”, afirmou Bolsonaro.
“Ele [Lula] falou há poucos dias que é a favor do aborto. Ele falou. Que as madames vão abortar em Paris, e o pobre, não. O cristão de verdade não aceita isso. O cristão que acha que ele [Lula] vai dar picanha para você, ele [Lula] não vai”, acrescentou o presidente.
O ex-candidato ao Senado Bruno Roberto (PL) publicou um vídeo em que faz criticas ao candidato ao governo do Estado Pedro Cunha Lima por não se posicionar em favor da eleição de Bolsonaro no 2º turno das eleições.
No vídeo, Bruno diz que o comando nacional do Partido Liberal (PL) decidiu que a legenda não apoiará Pedro no segundo turno das Eleições, já que o tucano também não declarou apoio a Bolsonaro.
“Em frequentes conversas com a direção nacional do nosso partido e a coordenação geral da campanha do capitão, ficou determinado que aqui na Paraíba só apoiaremos o candidato que declarasse posição claramente favorável à reeleição do presidente Bolsonaro, fato que não deverá acontecer” afirmou Bruno.
O ex-candidato ao Senado ainda ressaltou que preciso “ter coragem para decidir de que lado está na guerra”.
“Na vida, precisamos ter coragem e assumir posições. Esta guerra nacional do bem contra o mal, não cabe qualquer omissão. Há um comando da nacional do nosso partido e seguiremos alinhados com essa determinação em respeito, gratidão e lealdade ao nosso capitão”, disse.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal pedindo a anulação de um processo judicial que tramita na Justiça Federal de São Bernardo do Campo (SP), no qual a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) tenta receber dele 1,36 milhão de reais. Lula teve seu nome inscrito na Dívida Ativa da União por sonegação, fraude e conluio.
Os advogados do petista sustentam que em março de 2021 o Supremo reconheceu a suspeição do juiz Sérgio Moro e anulou os atos praticados no processo do tríplex do Guarujá e no processo do sítio de Atibaia. Com base na manifestação da Suprema Corte, a defesa de Lula quer suspender todos os atos da Receita Federal e os processos movidos pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional contra o petista.
A defesa de Lula diz que o relatório de auditoria fiscal que levou a PGFN a impetrar processos na Justiça Federal contra Lula foram extraídos das ações penais contra o candidato em Curitiba. A defesa de Lula diz que as reportagens publicadas sobre as dívidas do petista serviram de “panfletagem política” contra o candidato.
Diversos blogs e sites reproduziram reportagens durante as eleições mostrando que o petista teve o nome inscrito na Dívida Ativa da União por sonegação, fraude e conluio, conforme acusação feita pela Fazenda Nacional. Na petição impetrada no Supremo, a defesa de Lula pede a nulidade do processo e a extinção dos autos e origem da Execução Fiscal ainda antes da votação do segundo turno, que ocorrerá dia 30.
O pedido de Lula foi encaminhado ao ministro Gilmar Mendes. No final do mês passado, Mendes suspendeu um processo no Tribunal Regional Federal em São Paulo de cobrança de 18 milhões de reais de Lula e do Instituto Lula. No processo, Lula já tinha sido condenado em primeira instância a pagar 829 mil reais em honorários e custas, sentença que tinha sido confirmada pelo TRF3, segunda instância da Justiça Federal.
Na mira de parlamentares que querem uma CPI para apurar distorções nos números do primeiro turno e da Polícia Federal, as pesquisas Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), ex-Ibope, custaram R$ 23,4 milhões em 2022. Em seguida, aparece o Datafolha, com R$ 14,2 milhões. A informação está registrada na base de dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi consultada na sexta-feira (7).
Segundo os dados, as três pesquisas mais caras realizadas pelo Ipec, no valor de R$ 347.659 cada uma, contratadas pela TV Globo, entrevistaram, no total, 9.024 eleitores entre os dias 13 de setembro e 1º de outubro. A média de entrevistados nas pesquisas era de mil eleitores.
Já o Datafolha, que costumava entrevistar entre mil e 6,8 mil eleitores nas pesquisas anteriores, declarou que recebeu R$ 617.972 para uma pesquisa com 12.800 eleitores, nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, na véspera do primeiro turno das eleições.
Os institutos estão na mira da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pesquisa, que na quinta-feira (6) conseguiu alcançar o número de assinaturas suficiente para a abertura da investigação.
No caso do Ipec, em todas as pesquisas o instituto informou que foi utilizada uma equipe de entrevistadores e supervisores “devidamente treinados para o trabalho”. Após a coleta das informações, 20% dos questionários foram submetidos a uma fiscalização para verificação das respostas e adequação dos entrevistados aos parâmetros amostrais.
O Datafolha também informou ao TSE que os entrevistadores são treinados e recebem instruções específicas para cada projeto realizado. A coleta foi feita com a utilização de tablet e questionário eletrônico e, no mínimo, 30% dos questionários de cada pesquisador eram checados novamente.
O Ipec realizou em agosto sete levantamentos de intenção de voto nos candidatos ao Palácio do Planalto. Considerando apenas os votos válidos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha 52% das intenções de voto. Com margem de erro de 2 pontos percentuais, o Ipec se aproximou do resultado divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que registrou 48,43% dos votos para o petista.
Nos sete levantamentos do Ipec, o atual presidente da República, Jair Bolsonaro, manteve as intenções de voto em 37%. Com margem de erro de 2 pontos percentuais, Bolsonaro teria, no máximo, 39% dos votos. No entanto, ele terminou o primeiro turno com 43,20%. O mesmo aconteceu com o Datafolha, que previa na última pesquisa que Bolsonaro tivesse 36% das intenções de votos, contra 50% de Lula.
Na terça-feira (4), o Ipec disse que as pesquisas eleitorais medem a intenção de voto no momento em que são feitas e que quando efetuadas continuamente ao longo do processo eleitoral são capazes de apontar tendências, “mas não são prognósticos capazes de prever o número exato de votos que cada candidato terá”.
Sobre os resultados das amostras para a Presidência da República que indicaram um resultado muito distante do obtido por Bolsonaro após a apuração das urnas, o Ipec respondeu que isso pode ter acontecido por causa dos votos de eleitores que estavam indecisos ou que deixaram de votar em Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) para votar em Bolsonaro. “Tais fatores já demonstravam uma provável migração de votos desses dois candidatos para Jair Bolsonaro.”
Já sobre o faturamento com pesquisas eleitorais, o Ipec respondeu que o valor é compatível com o volume de pesquisas contratadas por seus clientes e que “atua com práticas comerciais de mercado para as metodologias utilizadas nas pesquisas de intenção de voto, com preços tabelados, para pesquisas divulgadas ou não”.
O Datafolha foi igualmente questionado pela reportagem, mas não retornou o contato até a última atualização desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.
O deputado estadual eleito Jutay Meneses (Republicanos) se reuniu esta semana com o deputado federal Pedro Cunha Lima, candidato ao Governo da Paraíba pelo PSDB, e acenou para um apoio ao tucano neste segundo turno. É o primeiro parlamentar da sigla a ir para o grupo do tucano.
Quem também tem uma decisão a tomar é o deputado federal Hugo Motta, também do Republicanos. Um fonte ligada ao parlamentar contou ao Blog do BG PB revelou que ele deve se reunir com o seu grupo político para tomar uma decisão.
Um detalhe a ser observado é que Hugo Motta não comemorou a votação de joão Azevedo (PSB) e se manteve neutro no segundo turno. Há grandes chances que o apoio a Pedro seja oficializado nesta segunda-feira (10).
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