Brasil

Líder do governo no Senado critica falta de diálogo da equipe de transição

O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL), reclamou de falta de diálogo da equipe de transição com líderes partidários do Congresso. De acordo com ele, não houve convite para conversas “de nenhum tipo”.

“A conversa que eu acompanho é na imprensa e o que vejo é uma confraria. Ela [equipe de transição] não está aberta não só ao PL, mas a outros partidos que também têm composição e legitimidade na Casa. Acho que neste aspecto começa muito mal”, disse.

Ele também criticou a postura do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). De acordo com Portinho, esse é um movimento deveria ter sido iniciado por Pacheco, mas não houve espaço para isso na reunião de líderes que ocorreu esta semana.

Em coletiva na tarde desta quarta, o presidente do PL será oposição ao governo e que pretende lançar Jair Bolsonaro à Presidência em 2026. A sigla elegeu 99 deputados e 14 senadores e quer disputar o comando do Senado.

O Antagonista

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Brasil

Lula se reúne com Pacheco e Lira pela primeira vez para discutir PEC da Transição

O presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai se reunir nesta quarta-feira (9) com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber. A PEC da transição, que permite ampliar o Orçamento de 2023, deve ser o principal assunto tema a ser discutido nos encontros.

Inicialmente, a equipe do petista havia se comprometido a apresentar o texto da proposta nesta terça-feira (8), durante a reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Senado. No entanto, a reunião foi adiada. A minuta deve ficar pronta ainda hoje, mas só deve ser apresentada na quarta-feira.

O texto ainda precisa passar pelo crivo de Lula e só deve ter os últimos detalhes ajustados após a conversa do presidente eleito com Lira e Pacheco. A reunião com Lira está marcada para ocorrer às 10h na residência oficial do presidente da Câmara, e o encontro com Pacheco ocorre às 13h, na residência oficial do presidente do Senado.

R7

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Política

Bolsonaro será candidato à Presidência em 2026, afirma Valdemar Costa Neto

Valdemar diz que Bolsonaro será candidato a presidente em 2026
O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, quer Jair Bolsonaro como candidato à Presidência da República em 2026.

“Com certeza candidato a prefeito ele não vai ser. Quatro anos não são nada. Ele será o nosso candidato a presidente em 2026. Não tenho dúvida“, disse o líder do partido. “O bolsonarismo está crescendo demais. Está ficando maior do que Bolsonaro e isso temos que trabalhar”, disse em coletiva na tarde desta terça-feira (8).

Ainda durante a coletiva, Valdemar não responde a questionamentos sobre se o PL reconhecia o resultado das urnas. E discurso semelhante ao que tem sido defendido por apoiadores do atual presidente Bolsonaro afirmou que é preciso “aguardar o relatório do Ministério da Defesa“.

“Amanhã vão trazer alguma coisa e eu acho que dependendo do que apresentarem vamos brigar no TSE sobre os questionamentos que fizerem”, completou.

O Antagonista

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Política

Presidente do PL, partido de Bolsonaro, anuncia oposição a Lula

PL anuncia que será oposição a Lula e não vai questionar resultado da  eleição - Estadão
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta terça-feira (8) que o partido, ao qual o presidente Jair Bolsonaro está filiado, fará oposição ao governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a partir do ano que vem.

“A maioria dos deputados e senadores escolhida pela nação são defensores dos mesmos ideais que o PL defende.

ideais valores e bandeiras que foram glorificados com a chegada do PR Bolsonaro ao nosso partido.

portanto, o PL não renunciará as suas bandeiras de ideias, será oposição aos valores comunistas e socialistas, será oposição ao futuro presidente.

O PL seguirá mais forte do que nunca na busca de uma nação unida pela liberdade, verdade e fé.”

G1

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Política

Polícia investiga marido suspeito de atropelar mulher que teve pernas esmagadas, em João Pessoa

Hospital de Trauma de João Pessoa realiza quase 900 atendimentos no fim de  semana — HEETSHL – Hospital de Emergência e Trauma
Uma mulher de 21 anos foi atropelada na manhã desta terça-feira (8), no Bairro das Indústrias, em João Pessoa, e o suspeito de cometer o crime é seu ex-companheiro. Segundo informações da polícia, o homem teria passado o carro por cima das pernas da vítima.

De acordo com testemunhas, a mulher estava levando uma criança para a creche quando foi surpreendida pelo ex-companheiro, um homem de 25 anos. Ele atropelou ela duas vezes, tentou fugir, mas populares o alcançaram. A polícia chegou ao local e prendeu o homem.

A vítima e o suspeito foram socorridos para o Hospital de Trauma de João Pessoa. De acordo com a unidade, a mulher teve ferimentos graves nas pernas e passa por cirurgia.

Já o homem foi ferido por populares que presenciaram a situação. O estado de saúde dele é estável. A Polícia Civil investiga o caso.

G1

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Brasil

Lula insinua que horário de verão vai voltar

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu uma enquete em seu perfil no Twitter para questionar o que as pessoas acham sobre o horário de verão. “Governo que consulta a população. O que vocês acham da volta do horário de verão?”, escreveu o petista.

A mulher de Lula, a socióloga Rosângela da Silva, conhecida como Janja, respondeu positivamente ao post:

Anteriormente, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), já havia sugerido que o novo governo debaterá o tema ao responder a um apelo do ator Bruno Gagliasso.

FIM DO HORÁRIO DE VERÃO

O presidente Jair Bolsonaro (PL) pôs fim ao horário de verão por meio de um decreto assinado em 25 de abril de 2019. A medida passou a valer a partir da temporada 2019/2020 e está vigente até hoje.

De acordo com o presidente, a decisão foi tomada com base em estudos técnicos, “que apontam para a eliminação dos benefícios por conta de fatores como iluminação mais eficiente, evolução das posses, aumento do consumo de energia e mudança de hábitos da população”, além de ter sido debatida com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Poder360

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Brasil

Lula manda adiar PEC da Transição para Alckmin dialogar antes com Congresso

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva decidiu atrasar a apresentação da PEC da Transição junto à Comissão Mista do Orçamento. A entrega da minuta com os itens e os valores da PEC estava prevista para esta terça-feira (8), mas agora foi adiada para quarta (9).

Lula determinou o adiamento para que o vice Geraldo Alckmin, que é coordenador-geral da transição, e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), emissário da equipe na Comissão do Orçamento, tenham tempo de consultar os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), além dos líderes das bancadas no Congresso, antes de submeter o texto aos integrantes da comissão.

No domingo (6), o senador eleito apresentou a proposta a Alckmin. Nesta segunda-feira (7), foi a vez de submetê-la a Lula. Os encontros ocorreram em um hotel na Zona Sul de São Paulo.

Segundo interlocutores, o recado de Lula na reunião foi para envolver mais o Congresso na discussão, apostar na política, passar a mensagem, já na primeira matéria de interesse dele, de que futuro governo substituirá o modelo do confronto pelo modelo do diálogo. Uma espécie de cartão de visitas do que será seu mandato.

Alckmin e Dias terão conversas com os presidentes das Casas e líderes no Congresso ao longo desta terça e devem fechar a proposta no final do dia.

Aliados de Lula estimam que serão necessários R$ 175 bilhões para que Lula consiga cumprir com os compromissos de campanha. O valor extrapolaria o teto de gastos e, por esta razão, precisa ser aprovado em uma PEC.

g1

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Brasil

Invasor de terras, João Pedro Stédile deve assumir Desenvolvimento Agrário no governo Lula

O principal líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), João Pedro Stedile é um dos cotados para assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário, responsável pela implementação das políticas públicas voltadas a reforma agrária e a promoção do desenvolvimento sustentável e o fortalecimento do segmento rural constituído pelos agricultores familiares.

Em entrevistas recentes, Stedile chegou a afirmar que, com a eleição de Lula, as chamadas “mobilizações de massa” retornariam, como ocupações irregulares e as invasões de propriedade privada, que são criminosas.  “É quando a classe trabalhadora recupera a iniciativa na luta de classes, então ela passa a atuar na defesa de seus direitos da mínima forma, fazendo greves, fazendo ocupações de terra, ocupações de terreno, mobilizações, como foi naquele grande período de 78 a 89”, disse.

Essa retomada das invasões de fazendas representaria uma interrupção na série histórica de queda de ocupações ilegais de imóveis rurais. Nos dois mandatos de Lula (2003-2010), a média foi de 246 ocupações ao ano, ou 1.968 no período. No governo do presidente Jair Bolsonaro, o Incra informa que foram nove invasões por ano.

A chegada de Stedile ao Desenvolvimento Agrário pode apresentar um retrocesso com relação às invasões de propriedade privadas, já que o atual presidente entregou quase 500 mil títulos de terra para famílias assentadas, o que desmobilizou as ocupações do MST.

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Brasil

Senado vai ouvir representantes de institutos sobre erros em pesquisas eleitorais

A Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC) pode aprovar nesta terça-feira (8) pedido do senador Carlos Portinho (PL-RJ) para ouvir os CEOs dos principais institutos de pesquisas eleitorais para uma audiência pública. Portinho alega que a grande maioria desses institutos, até às vésperas do processo eleitoral de 1º turno, apresentaram cenários políticos muito díspares em relação à votação efetiva do eleitorado.

“As eleições no 1º turno mais uma vez mostraram erros nas pesquisas de intenção de voto para além das margens de erro esperadas, com divergências severas entre o que as pesquisas apontavam e o que as urnas demonstraram. E isso não apenas para a presidência da República, mas também para diversos governos estaduais e o Senado. O 1º turno mostrou, como já havia ocorrido em 2018, a dificuldade dos institutos captarem o voto de direita. É preciso saber se tudo não passa de erros graves de metodologia ou se existe algo pior, como a intenção deliberada dos institutos ou seus contratantes, de manipular a opinião dos eleitores”, alega o senador, que é o líder do governo Bolsonaro no Senado.

Para Portinho, o quadro mais grave teria ocorrido com o instituto Ipec, que nas eleições para governador errou, para além da margem de erro, em 26 dos 27 estados. Em alguns casos, disse o senador, a diferença chegou a mais de 10 pontos percentuais. O senador considera isto um quadro grave, pois o Datafolha, por exemplo, teria detectado que 11% dos eleitores admitiram que poderiam votar num candidato apenas por ele liderar as pesquisas.

Para a audiência, Portinho sugere a presença de Marcia Cavallari, CEO do Ipec; Mauro Paulino, diretor do Datafolha; Felipe Nunes, diretor da Quaest; Andrei Roman, CEO da AtlasIntel; Marcelo Tokarski, diretor do FSB; Murilo Hidalgo, diretor da Paraná Pesquisas; Marcelo Souza, diretor da MDA; Erinaldo Patrício, diretor do Instituto Brasmarket; e Antonio Lavareda, diretor do Ipespe. Ele também quer a presença de Dulio Novaes, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP) e do cientista político Paulo Kramer.

Agência Senado

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Brasil

PGR pede arquivamento de apuração da CPI da Covid contra Bolsonaro

A PGR (Procuradoria Geral da República) pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) o arquivamento de uma apuração preliminar contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), seus filhos e aliados por suposta incitação ao crime durante a pandemia de covid-19.

No documento assinado nesta segunda-feira (7), a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo, disse que não há “elementos mínimos capazes de amparar a instauração de uma apuração criminal ou a propositura de uma ação penal” sobre o caso.

A apuração preliminar havia sido aberta pela PGR em novembro de 2021 com base no relatório final da CPI da Covid no Senado.

Além de Bolsonaro, a apuração de suposta incitação ao crime tem como alvos o ex-ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) e os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Osmar Terra (MDB-RS), Bia Kicis (PL-DF), Carla Zambelli (PL-SP) e Carlos Jordy (PL-RJ).

Para a vice-procuradora-geral, a narrativa e as informações apresentadas “denotam a ausência das elementares típicas do crime previsto no art. 286 do CP nas publicações em mídias sociais realizadas pelo Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e pelos demais indiciados”.

As condutas apontadas pela CPI da Covid incluíam o desincentivo ao isolamento social e ao uso de máscaras de proteção. O colegiado também disse que os indiciados fizeram publicações ou compartilharam conteúdos nas redes sociais com desinformação sobre o lockdown, a eficácia da vacina, a defesa do tratamento precoce contra a covid e a defesa da imunidade de rebanho pela contaminação pelo vírus.

“A Comissão Parlamentar não indica minimamente de que forma as condutas de Jair Messias Bolsonaro, Onyx Dornelles Lorenzoni, Flávio Nantes Bolsonaro, Ricardo José Magalhães Barros, Osmar Gasparini Terra, Beatriz Kicis Torrents de Sordi, Carla Zambelli Salgado de Oliveira, Carlos Roberto Coelho de Mattos Júnior enquadram-se no núcleo do tipo de incitar, no sentido de estimular, incentivar publicamente a prática de crime”, afirmou Lindôra.

Lindôra cita relatório da PF (Polícia Federal) sobre o caso que conclui não ser possível “extrair da narrativa apresentada pela CPI da Pandemia qualquer elemento que permita concluir que as manifestações realizadas, pelos indiciados, em mídias sociais sobre o uso de máscaras e o isolamento social sejam aptos a caracterizar condutas penalmente relevantes”.

“Não é possível extrair das publicações mencionadas qualquer ato de instigação ou de incitação à prática de delitos específicos”, declarou.

“Os conteúdos das publicações, embora polêmicos e passíveis de críticas e questionamentos, não extrapolaram os limites estabelecidos para o exercício da liberdade de opinião e política inerente aos mandatários, não sendo hipótese de cerceamento, quer por violação a outros direitos e garantias fundamentais, quer por esbarrar nos limites ao exercício da liberdade de expressão.”

Lindôra também afirmou que “em nenhum momento”, de acordo com análise da PF, foi possível verificar que os indiciados incitaram a população a não usar a máscara e a realizar aglomerações. “Houve, em verdade, publicações em que os indiciados manifestaram suas opiniões e ideias sobre as medidas de combate à pandemia, compartilharam reportagens e estudos científicos e questionaram as medidas impostas pelas autoridades sanitárias”.

No final de julho, a vice-procuradora-geral da República havia pedido ao STF mais 90 dias para o cumprimento de “diligências” pela PF. No começo de agosto, o ministro do STF Roberto Barroso havia prorrogado por mais 60 dias a apuração.

A PGR já pediu que o STF arquive outras 7 das 10 apurações preliminares envolvendo o presidente Bolsonaro, ministros, ex-ministros e congressistas que foram abertas com base no relatório final da CPI da Covid no Senado.

Poder 360

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