Brasil

VÍDEO: Lula chora ao discursar para aliados no gabinete de transição de governo


Durante o encontro com partidos coligados nesta quinta-feira (10) no gabinete de transição do governo em Brasília, Lula disse que a “prioridade zero” de seu governo, “outra vez, é o  combate à fome”.

“É o mesmo discurso que eu disse em 2022 – não tem que mudar uma única palavra. E eu quero dizer para vocês: se quando eu terminar esse mandato, cada brasileiro estiver  tomando café, almoçando e jantando, eu terei cumprido a missão da minha vida”, disse, antes de ir às lágrimas.

 

O Antagonista

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Brasil

PGR pede ao STF arquivamento de três investigações sobre Bolsonaro

A vice-procuradora-geral da República Lindôra Araújo defendeu ao Supremo Tribunal Federal na quarta-feira, 9, o arquivamento de três pedidos de investigação contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, por supostos crimes de incitação ao crime, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, violência política, racismo, peculato e prevaricação. Os pareceres foram enviados no final da tarde aos gabinetes dos ministros Dias Toffolli e Ricardo Lewandowski.

As manifestações se referem a condutas do chefe do Executivo em diferentes ocasiões: no Bicentenário da Independência, com suposto uso da “burocracia estatal” para praticar atividade político-partidária; por suposto estímulo a “práticas violentas, de ódio e intolerância, contra brasileiros que professam pensamentos e ideologias diferentes”, após o assassinato do petista Marcelo Arruda por um bolsonarista; e por manifestações homofóbicas e transfóbicas proferidas em Imperatriz, no Maranhão, em julho.

Com relação ao primeiro caso, Lindôra defendeu a rejeição do pedido de investigação feito por deputados da oposição sob o argumento de que não há “elementos informativos mínimos” que justifiquem a abertura de investigação contra Bolsonaro por causa de sua conduta no feriado de 7 de Setembro.

“A partir da análise da notícia-crime, não se constata a presença de indícios mínimos de apropriação ou desvio de recursos ou bens públicos, em proveito próprio ou alheio, por parte do Presidente da República no contexto de discursos proferidos em celebrações do bicentenário da independência do país”, ponderou.

Com relação ao pedido de parlamentares de oposição, para que o presidente fosse investigado por declarações que incitariam a violência política, a vice-procuradora-geral da República argumentou que o pedido não reunia “condições necessárias para ensejar a instauração de Procedimento de Investigação Criminal”. “Não há nenhum nexo causal entre a conduta de Jair Messias Bolsonaro e os crimes exemplificados. Da leitura da representação inicial, não é possível observar mínimo liame entre o Presidente da República e Jorge José da Rocha Guaranho, agente penitenciário federal denunciado como autor dos disparos que vitimaram Marcelo Arruda”, registrou.

O último pedido de investigação partiu da deputada eleita Erika Hilton, após Bolsonaro afirmar: “O que nós queremos é que o Joãozinho seja Joãozinho a vida toda. A Mariazinha seja Maria a vida toda, que constituam família, que seu caráter não seja deturpado em sala de aula como queria aquele decreto de 2009…”.

Para Lindôra, as falas de Bolsonaro “são desprovidas da finalidade de repressão, dominação, supressão ou eliminação, inexistindo portanto conteúdo discriminatório apto a configurar o tipo penal”.

Estadão

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Brasil

Em três dias, Lula nomeou 12 ex-ministros de gestões do PT para transição

A formação da equipe que está tocando a transição de governo tem se marcado nos primeiros dias pela numerosa presença de ex-ministros das gestões anteriores de Lula e de Dilma Rousseff (PT).

Apenas ontem, seis ex-titulares da Esplanada foram anunciados no time, cada um em sua área de atuação: quatro que comporão o grupo da Saúde (Humberto Costa, Alexandre Padilha, Arthur Chioro e José Gomes Temporão), além de Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura, e Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça.

Lula se elegeu pela terceira vez com um arco de alianças ampliado especialmente no segundo turno, e tem o desafio de encontrar espaço para apoiadores na montagem do governo. Por ora, também tem se apoiado em muitos nomes que já compuseram as gestões petistas, embora nem todos sejam do partido.

Além dos seis de ontem, já foram nomeados na transição ao menos outros seis ex-ministros: Gleisi Hoffmann e Aloizio Mercadante, que estiveram no governo Dilma e chefiam áreas do grupo que atua no CCBB; Nelson Barbosa (Fazenda); Henrique Paim (Educação); e Tereza Campello e Márcia Lopes, ambas ex-titulares do Desenvolvimento Social.

O Globo

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Brasil

Conselho de Ética cancela reunião que votaria quebra de decoro de Wilson Santiago

Foi cancelada por falta de quórum a reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados convocada para esta quarta-feira (9). No encontro seriam analisados processos disciplinares contra o deputado Wilson Santiago (Republicanos) e outros cinco parlamentares. Ainda não foi marcada uma nova data.

O paraibano é acusado por denúncias de crimes de organização criminosa e corrupção passiva. A investigação é oriunda da Operação Pés de Barro, deflagrada no fim de dezembro do ano passado pela Polícia Federal e teve o gabinete revistado por policiais federais.

Segundo a PF, as investigações apuraram pagamentos de “propina” decorrentes do superfaturamento das obras da Adutora Capivara, sistema que se estende do município de São José do Rio do Peixe a Uiraúna, no sertão da Paraíba. As obras, contratadas por mais de R$ 24 milhões, teriam distribuído propinas no valor R$ 1,266 milhão.

O colegiado da Câmara vai apurar se a conduta do parlamentar se enquadra em quebra de decoro. As penalidades previstas vão desde censura (verbal ou escrita) a perda de mandato.

O processo contra Wilson Santiago foi aberto no Conselho de Ética em abril deste ano, a pedido do Novo. O Supremo Tribunal Federal (STF) havia determinado o afastamento do mandato do deputado, mas a Câmara derrubou a decisão em fevereiro de 2020. Além de Wilson Santiago, o Conselho também vai analisar a conduta dos deputados Bia Kicis (PL-DF), Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Éder Mauro (PL-PA) e Soraya Manato (PTB-ES).

Também estava em pauta a instauração de  um processo contra o deputado André Janones (Avante-MG).

Com informações de Jornal da Paraíba

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Brasil

PT vai culpar Bolsonaro por promessas que não conseguirá cumprir

Para justificar promessas que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, não conseguirá cumprir no início do mandato, o PT pretende usar a alegação de que o presidente Jair Bolsonaro (PL) deixará um rombo no Orçamento. Alguns compromissos feitos na campanha terão de ser adiados, e o partido vai tentar apontar Bolsonaro como culpado pelo atraso. O partido decidiu apresentar as propostas aos eleitores apesar da falta de previsão para arcar com essas despesas.

De início, parlamentares petistas articulam a liberação de verbas para bancar para famílias carentes o auxílio de R$ 600 e de R$ 150 extras por filho até 6 anos. Mas o crédito será insuficiente para atender a todos os compromissos de campanha do novo governo.

“Bolsonaro vai deixar para o Brasil uma herança maldita: um rombo gigantesco nas contas públicas e o país em estado de calamidade pública”, declarou o senador Humberto Costa (PT-PE). O líder do PT no Senado, senador Paulo Rocha (PA), também adotou o mesmo discurso. “O rombo deixado pelo atual governo ‘engessa’ a proposta para o ano que vem. Estamos dialogando com todas as forças políticas em busca de soluções”, disse.

Nos bastidores, a ideia é convencer o eleitor de Lula que a “herança maldita” é o motivo para o adiamento de questões como a isenção do Imposto de Renda para pessoas que recebam até R$ 5 mil. Nesse caso, não se trata de negociar recursos, mas de deixar de arrecadá-los. A isenção, prometida por Lula durante a campanha eleitoral, pode tirar até R$ 40 bilhões por ano dos cofres do governo.

R7

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Brasil

Deputados aprovam proposta para tornar pedofilia crime hediondo; Projeto segue para o Senado

Foto: Reprodução

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (9/11), o Projeto de Lei (PL) 1.776/2015, que insere o crime de pedofilia no rol da Lei dos Crimes Hediondos. Apenas o deputado Helder Salomão (PT-ES) votou contra o projeto, que, agora, vai ao Senado Federal.

A medida, se avalizada pelos senadores, acarretará no cumprimento de pena em regime fechado e insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança aos infratores.

Atualmente, a legislação vigente reconhecem, entre condutas caracterizadas por pedofilia, apenas os crimes de estupro de vulnerável e favorecimento da prostituição infantil.

De autoria dos deputados Paulo Freire (PL-SP) e Clarissa Garotinho (União-RJ), a proposta foi relatada em plenário pelo deputado Charlles Evangelista (PP-MG).

“A aprovação do projeto na Câmara foi um grande avanço para proteger a infância. Costumo dizer que a pedofilia é o pior tipo de crime que pode ocorrer, porque é um crime que se comete contra as crianças. É um crime que acaba com a inocência dos nossos pequenos; que prejudica as famílias; que coloca em risco a infância”, defendeu Clarissa Garotinho.

Entenda a proposta

O texto aprovado nesta noite mantém boa parte do relatório do deputado Léo Moraes (Podemos-RO), que relatou a matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Entre as medidas aprovadas pelos deputados está o aumento de pena de um a dois terços, caso praticado por agente que mantém ou tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou com o fim de vingança ou humilhação, podendo assim, a pena máxima atingir 18 anos de reclusão.

“As medidas buscam reforçar a proteção da criança e do adolescente contra todo e qualquer tipo de abuso, principalmente os ligados à pedofilia. Ao considerar hediondo a grande maioria dos crimes que envolvem a pedofilia, a proposta impõe um regime jurídico mais gravoso aos infratores, submetendo-os à exigência de maior lapso temporal para a progressão de regime e a vedação da concessão de indulto e anistia, dentre outras consequências penais”, pontua Moraes.
A proposta também modifica a Lei de Execução Penal para estabelecer que, caso seja autorizada a saída temporária ou a prisão domiciliar para o condenado pela prática de crime relacionado à pedofilia, a monitoração eletrônica será obrigatória e associada à proibição de se aproximar de escolas.

Metrópoles

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Política

MDB indica Renan Calheiros e Jader Barbalho para Conselho Político da transição


O MDB anunciou os nomes dos senadores Renan Calheiros e Jader Barbalho para integrarem o Conselho Político formado pela equipe de transição do novo governo. Até o momento, 13 partidos integram o núcleo.
Além das dez siglas que apoiaram a candidatura do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno, participam do conselho representantes do PSD, PDT e, agora, MDB.

A senadora Simone Tebet (MDB), que ganhou destaque no segundo turno da eleição após terminar a primeira etapa na terceira posição, integra a coordenação da transição na área de assistência social. Ela é cotada para integrar o primeiro escalão do novo governo. A equipe também conta com o secretário-executivo do MDB, Reinaldo Takarabe.

O ex-governador do Rio Grande do Sul Germano Rigotto (MDB) vai integrar a equipe de transição na área de Indústria, Comércio e Serviços.

O Conselho Político, anunciado pelo presidente eleito Geraldo Alckmin na tarde de terça-feira (8), é composto por Antonio Brito (PSD), Carlos Siqueira (PSB), Daniel Tourinho (Agir), Felipe Espirito Santo (Pros), Gleise Hoffmann (PT), Guilherme Ítalo (Avante), Jefferson Coriteac (Solidariedade), José Luiz Penna (PV), Juliano Medeiros (PSol), Luciana Santos (PcdoB), Wesley Diógenes (Rede) e Wolney Queiroz (PDT).

Na terça-feira, o presidente do MDB, Baleia Rossi, teve reunião com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e afirmou que sentia “um espírito colaborativo muito grande” entre os políticos da legenda para ajudar o presidente eleito.

O Globo

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Política

PL na Paraíba segue orientação da nacional e fará oposição a Lula

Ex-líder do PL gasta R$ 1,2 milhão em duas gráficas de fachada - CartaCapital

O deputado federal reeleito, Wellington Roberto (PL-PB), disse, nesta quarta-feira (9), durante entrevista a uma rádio de João Pessoa, que seguirá a orientação da direção nacional da legenda e fazer oposição ao governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com o parlamentar, o PL vai continuar na mesma direção e manter a defesa das pautas do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Ele lembrou que a direção na Paraíba é uma das mais antigas do partido no país, e se manterá firme na defesa da família e contra o aborto. “Vamos acompanhar a decisão de continuar defendendo as pautas que o governo defende, mantendo o que fizemos durante o processo eleitoral”, afirmou.

Paraíba

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Brasil

Deputado bolsonarista pede GLO após ter conta suspensa no Twitter

O deputado José Medeiros (PL-MT) disse ter protocolado um pedido de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) após ter sua conta no Twitter suspensa por decisão judicial. Em vídeo publicado na conta do general Girão Monteiro, o parlamentar afirmou que o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, “passou de todos os limites”.

Medeiros afirmou que sempre questionou a legitimidade de Moraes de conduzir o processo eleitoral pelo fato de o ministro já ter atuado como secretário de Segurança do governo Geraldo Alckmin e destacou que a Constituição lhe garante o direito de se expressar.

“Eu não cometi crime alguém. […] O que tem aí é uma ‘vendetta’. Ele [Moraes] deveria ter se declarado impedido pela ligação que ele tinha com um dos candidatos. Foi isso que eu disse. Agora, eu tenho o direito de dizer isso, assim como o ministro tem o direito de se expressar como ele quiser. Ele não pode me cercear”, disse José Medeiros.

“Nós não vamos aceitar isso e eu pedi agora que o Exército e as Forças Armadas possam garantir ao povo brasileiro o direito de se expressar e que eles entrem em ação para que isso seja garantido. Nós precisamos de uma GLO. Eu nunca pensei que ia ter que pedir ao Exército para garantir os nossos direitos de liberdade”, acrescentou.

Em setembro, o deputado e o senador Lasier Martins (Podemos-RS) apresentaram dois pedidos de impeachment contra Moraes em razão da operação que mirou empresários bolsonaristas que teriam defendido, em mensagens num grupo de WhatsApp, um golpe de Estado em caso de vitória de Lula na eleição presidencial.

O Antagonista

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Judiciário

Cabo Gilberto tem conta do Twitter suspensa pela justiça


O deputado federal  eleito Cabo Gilberto (PL) teve sua conta no Twitter retida por determinação da Justiça, nesta terça-feira (8). Durante sessão na Assembleia Legislativa, Cabo Gilberto criticou a “censura” e a “ditadura da toga”. “Os parlamentares estão sendo cassados das redes sociais”, afirmou.

Cabo Gilberto faz parte da base aliada de Bolsonaro e compartilhou imagens de bolsonaristas que protestam contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No último domingo, o ex-candidato a vice-presidente, Marcos Cintra, que disputou a eleição na chapa de Soraya Thronicke (União Brasil), teve sua conta suspensa no Twitter. No mesmo dia, os deputados federais Coronel Tadeu (PL-SP) e Major Vitor Hugo (PL-GO) também perderam suas contas.

Blog do BG PB

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