Brasil

Moraes manda PRF indicar efetivo policial que atuou nas eleições

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), mandou neste sábado (5) a PRF (Polícia Rodoviária Federal) informar em até 48 horas o efetivo policial, por região do Brasil, que atuou em rodovias nos 2 turnos das eleições de outubro, com a indicação da lotação de origem dos agentes.

“As informações requisitadas deverão ser discriminadas por Região e Estado – inclusive quanto aos eventuais recrutamentos e lotações de origem dos policiais – realizados para cada um dos turnos das eleições de
2022″, diz no curto despacho. A lotação diz respeito ao órgão público ao qual o funcionário público é vinculado administrativamente.

Na sexta, o ministro já havia mandado a PRF informar o efetivo policial mobilizado de 28 de outubro a 4 de novembro. Agora, a decisão é mais ampla e engloba os 2 turnos da disputa. O 1º turno foi em 2 de outubro. O 2º, no último dia 30.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Promessas de Lula e manutenção de programas devem exigir R$ 119 bilhões extras

Para cumprir as principais promessas de campanha do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e incluir programas na área da Saúde e Educação que ficaram de fora da previsão orçamentária para 2023, a equipe de transição precisa garantir uma licença para gastar de pelo menos R$ 119 bilhões. No cálculo entra o auxílio de R$ 600 com o adicional por crianças de até 6 anos, correção do salário mínimo, abatimentos no Imposto de Renda e recursos para os programas Farmácia Popular e Auxílio Merenda.

No planejamento do novo governo, além das promessas de campanha e previsão para bancar programas já existentes, o Orçamento precisará ser reajustado para garantir que obras e serviços não sejam interrompidos. A ideia é aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com os recursos extras, intitulada PEC da Transição. Os articuladores não sugerem, por enquanto, cobrir todo o rombo orçamentário, mas pedir uma licença para gastar que pode chegar a R$ 200 bilhões.

Fora da proposta orçamentária para o próximo ano, manter o auxílio de R$ 600 a mais de 21 milhões de famílias vai custar R$ 52 bilhões pelos cálculos do Tesouro Nacional. Ao acrescentar R$ 150 por filho de até 6 anos, o custo adicional é R$ 18 bilhões, conforme cálculos do relator do Orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI).

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

É falsa a informação de que Lula está internado no Hospital Sírio-Libanês

Tem circulado em grupos que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estaria internado no hospital Sírio-Libanês desde quarta-feira (2). A notícia falsa está sendo compartilhada em mensagens no WhatsApp e no Twitter.
A informação não procede, trata-se de uma fake news. O BLOGDOBG falou na noite deste sábado (5) com uma pessoa dos Partido dos Trabalhadores que está com Lula na Bahia, que é hóspede do ex-governador e atual senador Jaques Wagner.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Propostas de Lula são ‘mentirosas’ e PEC da Transição é ‘estelionato eleitoral’, diz Jordy

O deputado federal reeleito Carlos Jordy (PL-RJ) disse em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, neste sábado (5) que a PEC da Transição – Proposta de Emenda à Constituição que visa custear programas de benefícios sociais fora do teto de gastos – como a ‘PEC do estelionato eleitoral’. Na visão do parlamentar, as propostas apresentadas pelo Partido dos Trabalhadores durante a campanha eleitoral foram mentirosas por serem inexequíveis.

“O relator do orçamento, senador Marcelo Castro, já sinalizou que, para que sejam efetivadas essas propostas, seriam necessários R$ 200 bilhões a mais, ou seja, furando o teto de gastos”, disse.

Ao mencionar a fala da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, após declaração de que o povo brasileiro “contratou” as promessas petistas, Jordy disse que a legenda de esquerda vendeu algo que não tinha. “E agora querem, na atual legislatura, conseguir esses recursos para colocar em prática essas promessas de campanha. É óbvio que vamos votar contra”, declarou.

O parlamentar relembrou que o presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou propostas para furar o teto de gastos durante a pandemia da Covid-19. “Não nos parece prudente que agora, nesse momento, nós façamos uma PEC que irá desvalorizar o real, vai criar inflação e irá gerar endividamento à máquina pública”, opinou.

Jordy também ressaltou que um possível aumento no número de ministério aumentará os gastos públicos, o que terá impacto na economia. A respeito de uma possível aproximação do Partido Liberal – o qual está filiado, bem como o presidente Jair Bolsonaro -, o parlamentar disse que essa possibilidade não existe. “Caso esse cenário seja concretizado, de Lula tomando posse, o PL vai ser o maior partido de oposição da história do país, vai ser um partido que fará uma oposição contundente e firme. Não concordamos com nada do que o próximo presidente propõe ao país”, opinou, após declarar ser favorável a expulsão dos quadros partidários que sinalizarem apoio à futura gestão petista.

Jovem Pan

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Nikolas Ferreira tem conta suspensa no Twitter

O deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL-MG) teve a conta no Twitter suspensa nesta sexta-feira (4.nov.2022). O perfil aparece como “retido” por decisão judicial depois que Nikolas postou alegações que apontariam suposta fraude nas eleições presidenciais.

Pelo Instagram, Nikolas publicou um print com a notificação emitida pelo Twitter. Segundo a mensagem, a conta foi suspensa a pedido do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mais cedo nesta sexta-feira, o deputado eleito postou uma live feita pelo argentino Fernando Cerimedo em que diz que versões anteriores ao modelo 2020 da urna eletrônica não seriam auditáveis e contabilizaram menos votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL). A suspeita também foi mencionada pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no Twitter.

“Eu basicamente transcrevi o que o argentino disse no Twitter e provavelmente foi por isso que derrubaram minha conta, com quase 2 milhões de seguidores”, disse Nikolas no Instagram. Ele definiu a decisão como “surreal” e disse ter entrado em contato com advogados para tomar conhecimento do processo.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

Coordenador da campanha petista defende encontro entre Lula e Bolsonaro

Ao tocar no ombro de Lula, Bolsonaro causa questionamento do público
O coordenador-geral da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem defendido a realização de um encontro entre o presidente eleito e o atual mandatário do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (PL).

Em conversa com a CNN, Edinho Silva defendeu que um encontro entre ambos “ajudaria a pacificar o país” e “geraria estabilidade política para a posse” do presidente eleito, em janeiro.

“Nós temos que fazer gestos importantes para baixar a temperatura do país. Esse seria um gesto importante”, afirmou.

Segundo relatos feitos à CNN, Lula não teria resistência a um possível encontro. Porém, na avaliação desses interlocutores do governo atual, é muito difícil que Bolsonaro aceite um encontro com o petista.

De acordo com esses interlocutores, Jair Bolsonaro vem indicando em conversas reservadas que deve viajar ao exterior e não pretende participar da cerimônia de posse. A tendência é de que fique a cargo do vice-presidente Hamilton Mourão passar a faixa presidencial.

Ainda assim, dirigentes petistas planejam procurar o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, para sugerir o encontro. Ele tem sido o responsável por conduzir o processo de transição.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

MÁGOAS: “É improvável”, diz Governador João Azevêdo afastando reaproximação com Ricardo e Veneziano

João Azevêdo é reeleito governador da Paraíba

O governador João Azevêdo detalhou os rumos de seu novo governo, a partir do dia 1° de janeiro de 2023 durante uma entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo. Entre vários assuntos, João foi questionado se haveria espaço para uma reconciliação com o ex-governador Ricardo Coutinho e com o senador Veneziano Vital do Rêgo.

“Diria que é improvável. O ex-governador tem um rumo completamente diferente daquilo que acredito de fazer política. Não tenho nenhum problema pessoal com o senador, entretanto, (ele) escolheu caminhos diferentes”, disse.

Vitorioso com 52,51% dos votos válidos, o socialista avaliou o cenário político e destacou que vai “governar para todos os paraibanos”. Azêvedo (PSB), disse, ainda, que o presidente Jair Bolsonaro (PL) poderia ter sido reeleito se tivesse postura diferente durante o período mais crítico da pandemia da Covid-19 no Brasil.

Folha

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Paraíba

Pacientes que fugiram do Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira são encontrados

Os dois pacientes que fugiram, na manhã dessa quinta-feira (3), do Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, em João Pessoa foram encontrados. A informação foi confimada pela Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB).

Um dos paciente foi identificado no Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho, no bairro Tambiá. E conduzido pela ambulância de volta para o Complexo Psiquiátrico.

Em nota, a SES disse que os pacientes estavam orientados e em tratamento por dependência química. A internação de um deles era internação compulsória.

Portal T5

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

“É estupro no Orçamento”, diz Mourão sobre PEC para furar teto

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) criticou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Transição, que está sendo criada pela equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para furar o teto de gastos. Segundo o general, o plano econômico é “um estupro no Orçamento”.

“Agora, ele [Lula] tem um pepinaço para descascar, não é? Governar o Brasil não é uma coisa simples. Já estou vendo aí que estão fazendo um movimento no Congresso para fazer um estupro no Orçamento. É um problemão que ele tem pela frente”, afirmou o senador eleito em entrevista à Rádio Gaúcha nesta quinta-feira (4)

Mourão referiu-se à PEC que está sendo desenhada pelo vice-presidente eleito e líder da equipe de transição, Geraldo Alckmin (PSB), em conjunto com o relator do Orçamento, o senador Marcelo Castro (MDB-PI).

A ideia é liberar verba fora do teto de gastos para medidas consideradas prioritárias pela equipe de Lula, como: pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600, com bônus de R$ 150 para cada criança de até 6 anos e cumprimento do mínimo Constitucional de investimento em saúde.

Para isso, a equipe de transição estima que precisará furar o teto em ao menos R$ 85 bilhões em 2023. A liberação seria votada pelo Congresso.

Segundo o deputado Ênio Verri (PT-PR) –que está cuidando da área orçamentária na transição, para custear a manutenção do valor do Auxílio com o adicional no próximo ano, serão necessários R$ 175 bilhões, mas há apenas R$ 105 bilhões previstos no Orçamento enviado pelo atual governo.

Já para o investimento mínimo constitucional em saúde faltam R$ 15 bilhões, de acordo com Verri. Os petistas também querem recursos fora do teto para retomar obras paradas, aumentando ainda mais o custo da emenda.

“A prioridade são as obras paradas. Como é que você recupera o crescimento do PIB? Intervindo. Nós discutimos que recuperar as obras, isso implica em mais investimentos, resolve emprego, aumenta a arrecadação e cresce o PIB. Então a gente quer destinar um valor que vai ser discutido para fazer as obras caminharem, mas esses critérios são políticos”, declarou o deputado.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Ciro Nogueira nomeia Alckmin e oficializa início da transição

A transição do governo Jair Bolsonaro (PL) para o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começou, oficialmente, nesta sexta-feira (4). O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), foi nomeado pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), para o Cargo Especial de Transição Governamental.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Escolhido pela equipe de Lula para coordenar a transição de governo, o ex-governador de São Paulo ganha o status de ministro extraordinário e será responsável por requisitar as informações dos órgãos e entidades da administração pública federal.

Na quinta-feira (3), Alckmin se reuniu com o ministro Ciro Nogueira, que chefia os trabalhos pelo lado do governo Bolsonaro. Este foi o primeiro encontro para tratar do início da transição.

“Entregamos o pedido do presidente Lula nos designando como coordenadores da transição”, disse Alckmin, ao lado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do ex-ministro Aloizio Mercadante. Enquanto o vice-presidente eleito ficará na liderança dos trabalhos, Gleisi vai coordenar a parte política, e Mercadante, a técnica.

Segundo Alckmin, o processo de transição já iniciou, mas é na próxima segunda-feira (7) que os pedidos de informação começam a ser, de fato, repassados. “A conversa foi bastante proveitosa e muito objetiva”, afirmou o pessebista.

Encontro com Bolsonaro

Ainda nesta quinta (3), o vice-presidente eleito se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto pela primeira vez desde a vitória nas urnas de Lula. O encontro não estava na agenda oficial de Bolsonaro, mas o presidente tomou a iniciativa de conversar com Alckmin. Segundo o vice-presidente eleito, Bolsonaro se dispôs a contribuir com o governo de transição.

Transição

Regulamentado pela lei 10.609/2002 e pelo decreto 7.221/2010, o período de transição tem o objetivo de propiciar condições para que o candidato eleito, Lula, possa receber de seu antecessor, Bolsonaro, todos os dados e informações necessárias à implementação do programa do novo governo.

Os membros da equipe de transição serão indicados por Lula e devem ter acesso às diversas informações relacionadas às contas públicas, aos programas e projetos, entre outras informações. O grupo é formado por 50 pessoas, que assumem os cargos especiais de transição governamental (CETG).

A equipe de transição é supervisionada por um coordenador – Alckmin – que ganha o status de ministro extraordinário e a quem competirá requisitar as informações dos órgãos e entidades da administração pública federal.

A ideia é incluir indicações dos nove partidos que formaram aliança no primeiro turno, além de apoios importantes no segundo turno, como o da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que concorreu às eleições para a Presidência da República.

O grupo ficará instalado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, que foi palco de trabalho da equipe de transição do ex-presidente Michel Temer (MDB) para Bolsonaro, em 2018. O espaço fica a cerca de quatro quilômetros do Palácio do Planalto e a oito do Congresso Nacional e da Esplanada dos Ministérios.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.