Paraíba

Julian Lemos xinga família de Bolsonaro e toma invertida de seguidores: “Só foi deputado por causa dele”

O deputado federal de um mandato só, Jullian Lemos (União Brasil), intensificou críticas à família Bolsonaro. Em mensagem nas redes sociais, ele tem postado comentários ácidos e em uma delas, feita na manhã desta quinta-feira (03), chega a fazer acusações e xingamentos.

Ele só não contava que os próprios seguidores fossem refrescar a memória do parlamentar, que foi eleito na onda bolsonarista de 2018. Um deles disse “Só foi deputado por causa dele, o povo deu o troco nas urnas.” Outro afirmou “Invejoso, cuspindo no prato que comeu!” Há seguidores também que reclamaram do parlamentar, após ele ter apagado diversos comentários ‘Não aguenta a verdade.”

Em 2018, com o apoio de Bolsonaro, Julian Lemos, que coordenou a campanha do capitão no nordeste, obteve quase 72.000 votos. Já em 2022, após trair a confiança do presidente, ele viu seus votos caírem pela metade, além de perder o mandato em dezembro próximo.

Blog do BG PB

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Brasil

PT articula PEC para cumprir promessas de Lula, mas encontra resistências

O PT articula uma Proposta de Emenda à Constituição no Congresso Nacional para começar 2023 cumprindo promessas de campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O texto é considerado necessário para viabilizar, por exemplo, o Auxílio Brasil de R$ 600 com despesas fora do teto de gastos. No entanto, nos bastidores, há resistências ao modelo.

Ao longo desta quinta-feira (3), circulou pelo Parlamento a alternativa de que o Auxílio Brasil de R$ 600 para 2023 poderia ter os recursos garantidos por meio da abertura de um crédito extraordinário, com anuência do Tribunal de Contas da União (TCU). Os petistas e aliados de Lula já conversam com o TCU sobre a transição, mas ainda não há um acordo sobre esse tema específico.

No TCU, há quem veja esse caminho como viável, bastaria justificar bem os requisitos da Constituição.

No caso do crédito extraordinário, a tendência é que ele abrangeria somente o Auxílio Brasil, sem torná-lo permanente, e a PEC viria depois, no ano que vem. Na avaliação de alguns senadores, esse é tido como um caminho mais palpável para que as outras ações pretendidas por Lula possam ser discutidas com mais calma e profundidade no ano que vem, apurou a reportagem.

Há bancadas no Senado que estão divididas e que devem se reunir ainda para decidir como se posicionar. O relator-geral do Orçamento de 2023, senador Marcelo Castro (MDB-PI), poderá ser determinante nessas negociações.

CNN Brasil

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Brasil

Equipe de transição terá até 50 cargos com salários de até R$ 17 mil

A transição entre o atual governo de Jair Bolsonaro (PL) e o futuro, de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), começou oficialmente nesta quinta-feira (3/11), com reuniões em Brasília entre membros do grupo vencedor da eleição e autoridades da gestão que está de saída.

Nesta sexta-feira (4/11), o Diário Oficial da União (DOU) deve trazer as primeiras nomeações de aliados de Lula que vão participar dessa transição, a ser coordenada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB).

Essas nomeações são reguladas por uma lei federal de 2002, assinada pelo então presidente, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), com o objetivo de organizar a transição para o primeiro governo Lula – a Lei nº 10.609/2002.

Pelas regras, os vencedores deverão indicar até 50 nomes para que a Casa Civil do governo Bolsonaro, comandada por Ciro Nogueira, os nomeie oficialmente. Os nomeados terão direito a salários que variam de R$ 2.701,46 a R$ 17.327,65. Os cargos são transitórios e valem até 10 de janeiro do ano que vem, 10 dias após a posse do novo presidente.

A sede da transição, como ocorreu em outras trocas de governo federal, será no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que fica a poucos quilômetros da Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Geraldo Alckmin; a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann; e o ex-ministro Aloizio Mercadante deverão visitar as instalações nesta sexta. Os trabalhos devem ser iniciados na próxima segunda-feira (7/11).

O CCBB continuará funcionando como centro cultural durante a transição. A equipe do novo governo trabalhará em uma área interna e isolada das instalações abertas ao público.

Metrópoles

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Política

TRANSIÇÃO DE GOVERNO: Alckmin diz que encontro com Bolsonaro foi positivo

PSD desiste de lançar Alckmin em São Paulo; ex-tucano almeja vaga de vice  de Lula - Jornal O Globo

O vice-presidente da República eleito, Geraldo Alckmin (PSB), se encontrou nesta quinta-feira (3) com o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL), no Palácio do Planalto pela primeira vez desde a vitória nas urnas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O encontro não estava na agenda oficial de Bolsonaro, mas o presidente tomou a iniciativa de conversar com Alckmin. Segundo o vice-presidente eleito, Bolsonaro se dispôs a contribuir com o governo de transição.

“Foi positivo. O presidente convidou para que fosse até lá ao seu gabinete. E reiterou o que disse o ministro [da Casa Civil] Ciro Nogueira e o ministro [da Secretaria-Geral da Presidência da República] Luiz Eduardo Ramos da disposição do governo federal de prestar todas as informações e colaborações, para que se tenha uma transição pautada pelo interesse público”, disse Alckmin em entrevista à imprensa.

À pergunta se Bolsonaro o havia parabenizado pela vitória de Lula, o vice-presidente eleito não quis responder. “O presidente fala depois o teor da conversa. Mas foi, em resumo, reiterar os compromissos em relação à transição. Pautada na transparência, na continuidade dos trabalhos, no planejamento, na previsibilidade”, acrescentou Alckmin.

Alckmin foi escolhido por Lula para coordenar a transição de governo com a equipe de Bolsonaro. Na manhã desta quinta, antes de falar com Bolsonaro, ele conversou com Ciro Nogueira e Luiz Eduardo Ramos.

“Entregamos o pedido do presidente Lula nos designando como coordenadores da transição. A conversa foi bastante proveitosa, muito objetiva. A transição já começou”, destacou o político do PSB. Segundo ele, Ramos o cumprimentou pelo resultado das eleições. “Deu parabéns, desejou ótimo trabalho e se colocou à disposição para a transição”, afirmou.

R7

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Paraíba

Pedro anuncia saída da presidência do PSDB e convida Romero Rodrigues para partido

Romero Rodrigues diz que se fosse candidato ao governo da PB, poderia  apresentar dificuldade em aproximação

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), ex-candidato ao Governo do Estado, anunciou, nesta quinta-feira (3), que deixará a presidência do PSDB na Paraíba. “Eu defendo alternância da presidência do partido e acredito que no ano que vem outro nome assumirá o comando do nosso PSDB”, disse Pedro durante entrevista à imprensa.

Ainda durante a entrevista, Pedro disse que convidou o deputado federal eleito Romero Rodrigues (PSC) para voltar aos quadros do PSDB.

“O convite está feito. Um grande quadro. Ter ele no PSDB será uma grande alegria”, destacou.

Sobre o futuro político, o tucano afirmou  que ainda não pensa nos próximos pleitos como as eleições municipais de 2024. Ele também falou do fato de ficar sem mandato por não conseguir êxito na disputa eleitoral.  “Na vida é sempre muito bom ter espaços para novos caminhos e novas construções”, finalizou.

Blog do BG com informações do MaisPB

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Paraíba

Em coletiva, Pedro diz que será ‘fiscal’ de João: “Faremos essas cobranças para que as coisas aconteçam”

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), candidato derrotado na disputa pelo Governo da Paraíba nas eleições deste ano, disse na manhã desta quinta-feira (3), que será um fiscalizador do segundo mandato do governador João Azevêdo (PSB).

Em coletiva de imprensa, Pedro desejou sorte a João, mas pontuou que estará atento ao que será realizado pelo governador. “Cumprimento a João Azevêdo pela vitória, desejo sucesso. Que ele consiga entregar um bom trabalho. Torço pelo sucesso de João. Questionamos um modelo, mas o modelo prevaleceu. Segue a caminhada, seguimos caminhando firme. Agradecendo a todos que estão conosco”, disse.

Cunha Lima afirmou acreditar que conseguiu “plantar um sentimento na população”, ao agradecer aos mais de 1,1 milhão de votos. “Despertamos um sentimento. A gente continua sonhando. Deus abençoou, deixamos uma semente muito bem plantada. Tenho certeza que nossas ideias têm força. Espero que o Governo compreenda a mensagem”, prosseguiu.

“Estamos aqui para cobrar, fazer as cobranças. Faremos essas cobranças para que as coisas aconteçam”

MaisPB

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Brasil

Ciro Nogueira e Paulo Guedes vão ao TCU para discutir transição de governo

Os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia) se reuniram nesta quinta-feira (3) com ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) para discutir a transição do governo Jair Bolsonaro para o governo do presidente eleito Lula.

Na última segunda (31), um dia após a vitória de Lula nas urnas, o TCU informou que iria acompanhar a transição. O tribunal criou um comitê, formado pelos ministros Bruno Dantas (presidente do TCU), Vital do Rêgo, Jorge Oliveira e Antonio Anastasia.

Após o encontro, Anastasia afirmou que há uma “grande receptividade por parte da equipe do atual governo” em fornecer as informações necessárias. “Eu acredito que, assim, [a transição] vá ocorrer de maneira muito serena e tranquila”, acrescentou.

Segundo ele, o TCU irá atuar para que as informações “fluam de maneira oportuna, no tempo adequado e que sejam de fato aquelas que foram solicitadas”.

Paralelamente à reunião dos ministros do atual governo com os integrantes do TCU, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin fará reuniões nesta quinta-feira em Brasília para discutir a transição.

No Congresso, por exemplo, Alckmin se reuniu com o relator do Orçamento da União, senador Marcelo Castro (MDB-PI). À tarde, o vice-presidente eleito se reunirá com o ministro Ciro Nogueira.

Atuação do TCU na transição

O prazo de funcionamento do comitê do TCU será de 90 dias. A função do grupo será acompanhar:

  • todos os atos da transição;
  • o compartilhamento de informações;
  • analisar eventuais reclamações de sonegação de informações por parte do atual governo.

Um processo também foi aberto para acompanhar e consolidar os resultados do trabalho do comitê. O processo será relatado pelo ministro Antônio Anastasia.

Em nota, o presidente do TCU, Bruno Dantas, afirmou que o tribunal tem “larga tradição na fiscalização do cumprimento da lei”.

“O arcabouço normativo que fixa padrão civilizado para a transição de governos no saudável rito periódico de alternância de poder é um patrimônio da democracia brasileira e merece o máximo de atenção de todas as instituições”, disse.

Na última terça-feira (1º), o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez o primeiro pronunciamento após perder a eleição. Bolsonaro leu um discurso, de dois minutos, em que disse que continuará cumprindo a Constituição. Depois, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou que dará início à transição de governo.

G1

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Paraíba

Republicanos anuncia candidaturas para os próximos biênios na ALPB

A bancada eleita do Republicanos na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) emitiu uma nota na manhã desta quinta-feira (03) informando que vão apresentar uma candidatura para comandar a Casa nos dois biênios na próxima legislatura.

Os nomes cotados são do atual presidente, Adriano Galdino, além de Branco Mendes e Wilson Filho. Em nota, o partido disse que votará “unido”. Veja o texto.

“Com o compromisso de garantir a defesa dos interesses dos paraibanos na Assembleia Legislativa da Paraiba, o partido Republicanos informa que seus oito deputados estaduais, eleitos nas eleições 2022, apresentarão uma candidatura à presidência da instituição para os dois biênios e votarão unidos, tanto na eleição para a direção da casa quanto nas pautas que beneficiem a população do nosso estado”, diz o comunicado.

Integram a bancada do partido Danielle do Vale, Jutay Meneses, Francisca Motta, Michel Henrique, Adriano Galdino, Branco Mendes, Márcio Roberto e Wilson Filho.

MaisPB

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Brasil

“Problema surgiu quando aceitamos manobra que anulou condenação de Lula”, diz Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos), eleito senador pelo Rio Grande do Sul, afirmou nesta quarta-feira (2) que um eventual golpe de Estado promovido pelas Forças Armadas colocaria o Brasil em uma “situação difícil” diante da comunidade internacional.

No Twitter, Mourão disse que a indignação dos manifestantes que protestam contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito presidencial é legítima, mas que os atos precisam ocorrer de maneira pacífica. Para o vice-presidente, o problema foi o Brasil aceitar a anulação das condenações do petista, em março de 2021.

“Brasileiros, há hoje um sentimento de frustração, mas o problema surgiu quando aceitamos passivamente a escandalosa manobra jurídica que, sob um argumento pífio e decorridos 5 anos, anulou os processos e consequentes condenações do Lula”, disse.

“Agora querem que as Forças Armadas deem um golpe e coloquem o país numa situação difícil perante a comunidade internacional”, completou.

Mourão defendeu a divulgação de um manifesto em defesa de protestos pacíficos e que reafirme a capacidade da direita brasileira em barrar pautas “puramente esquerdistas” no Congresso. Segundo o vice-presidente, é possível “retornar muito mais forte em 2026”.

CNN Brasil

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Paraíba

Semob-JP orienta que motoristas evitem Av. Epitácio Pessoa por causa de protestos

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP) orientou a população, que nesta quinta-feira (3), evite a Avenida Epitácio Pessoa, por causa dos protestos organizados pelos bolsonaristas nas imediações do Grupamento de Engenharia.

O órgão sugere rotas alternativas para quem vai se deslocar no sentido Centro/praias, a Avenida Júlia Freire. Já no sentido praias/Centro, uma das opções é trafegar pela Avenida Espírito Santo (Bairro dos Estados).

Na noite desta quarta-feira (2), uma eleitora de Lula, com sintomas de embriaguez, atropelou manifestantes e foi conduzida para uma delegacia. Só não foi linchada porque a polícia agiu rápido.

Blog do BG PB

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