Brasil

Mantega coordena reunião da equipe de transição mesmo impedido de assumir cargos

Mesmo impedido de exercer cargo na administração pública federal, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega coordenou nesta segunda-feira (14) a reunião da equipe técnica que vai tratar da transição do governo na área do Planejamento.

Por decisão do TCU (Tribunal de Contas da União), ele não pode assumir de maneira formal nenhum cargo no grupo nem no futuro governo. No entanto, trabalha como voluntário na equipe técnica.

O nome de Mantega chegou a ser apresentado pelo vice-presidente eleito e coordenador da equipe de transição, Geraldo Alckmin (PSB), para dirigir o grupo técnico — o que não será possível formalmente.

O impedimento ocorre porque Mantega foi condenado pelo TCU no processo das pedaladas fiscais, que resultaram também no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. Com o processo, o ex-ministro está inabilitado para assumir qualquer cargo público até 25 de fevereiro de 2030.

R7

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Política

VÍDEO: Advogado de Lula e ministro Roberto Barroso jantam em Nova York

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso jantou com o advogado do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Cristiano Zanin Martins, nesta segunda-feira (14/11), em Nova York. Barroso está na cidade americana participando do Lide Brazil Conference, no Harvard Club of New York.

Fotos e vídeos circularam nas redes sociais dos dois em um restaurante. O advogado e o ministro conversam com um garçom e fazem a refeição. Zanin ficou conhecido no meio jurídico por ser advogado de Lula, desde 2013. Ele atuou fortemente nas eleições, quando também defendeu o presidente eleito.

O advogado está em Nova York para participar do mesmo evento que o ministro do STF. Procurada, a assessoria do STF confirmou o encontro. “Convidado de evento em Nova York, o ministro Barroso almoçou ou jantou com diversos participantes do encontro, que inclui empresários, políticos e advogados. Cristiano Zanin era um dos participantes”, disse em nota.

Metrópoles

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Política

Alckmin anuncia mais nomes: Ana Moser e Raí estão na transição

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) anunciou, na tarde desta segunda-feira (14), em São Paulo, novos nomes de grupos técnicos do gabinete de transição.

O coordenador-geral do processo nomeou oficialmente a ex-jogadora de vôlei Ana Moser e o ex-jogador de futebol Raí para o grupo técnico (GT) de esporte.

Também vão participar da coordenação dessa área Edinho Silva (PT), prefeito de Araraquara; Isabel Salgado, ex-jogadora de vôlei; e José Luiz Ferrarezi (PT), vereador de São Bernardo do Campo.

Na manhã desta segunda-feira (14/11), os nomes dos médicos Ludhmila Hajjar, Miguel Srougi e Roberto Kalil Filho já tinham sido confirmados para compor a equipe de transição da área da Saúde.

Kalil, que é cardiologista de Lula (PT), informou ao Metrópoles ter sido convidado por Alckmin, assim como Ludhmila e Srougi.

Metrópoles

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Brasil

COP-27: Lula escolhe aeronave mais poluente para ir a evento que combate a poluição

Cerca de 400 jatos particulares pousaram no Egito durante a COP27 (Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), informaram as autoridades egípcias à agência de notícias AFP. O uso de aviões particulares por ativistas do clima tem sido criticado por emitirem mais gases estufas do que os voos comerciais.

Emissão de gases do efeito estufa em aviões particulares é de 5 a 14 vezes maior do que a média por passageiros em aviões de carreira, de acordo com o grupo de defesa europeu Transporte e Meio Ambiente. A liberação de gases estufa, a partir da queima do combustível, é cerca de duas toneladas.

De acordo com a BBC, a partir de dados da FlightRadar24, 36 jatos pousaram em Sharm el-Sheikh entre 4 e 6 de novembro. Outros 64 aviões particulares chegaram no Cairo, dos quais 24 voaram até Sharm el-Sheikh. A emissora britânica também verificou voos privados partindo do Reino Unido, Estados Unidos, Itália, França e Holanda.

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também viaja para o evento em um avião particular, pertencente ao ex-dono da Qualicorp. O modelo Gulfstream G650, usado pelo petista, deve gastar uma média 130,5 toneladas de CO2 para fazer a viagem.

A COP27 teve início em 6 de novembro e segue até o dia 18 desde mês. Um dia antes do início do evento, mais de 500 manifestantes do Greenpeace e do Extinction Rebellion impediram a saída de jatos particulares do Aeroporto Schiphol, em Amsterdã, na Holanda. Eles sentaram ao redor dos aviões para impedir a decolagem, enquanto outros andaram de bicicleta no local.

LULA NA COP27

O presidente eleito viajará ao Egito e será um dos nomes do Brasil na COP27 (Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas). O atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PL), não participará do evento. Haverá representantes da Câmara e do Senado, incluindo o presidente da Casa Alta, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Lula vai na segunda-feira (14) e volta no sábado (19) –antes de retornar, passa por Portugal. A mulher do presidente eleito, a socióloga Rosângela da Silva, conhecida como Janja, acompanha-o na viagem.

A agenda do ex-presidente na COP27 é a seguinte:

4ª feira (16.nov) às 11h — participa do evento “Carta da Amazônia – uma agenda comum para a transição climática” -também participam os governadores Waldez Góes (PDT-AP), Gladson Cameli (PP-AC), Mauro Mendes (União Brasil-MT), Helder Barbalho (MDB-PA), Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO) e Coronel Marcos Rocha (União Brasil-RO);
4ª feira (16.nov) às 17h15 — faz pronunciamento na área da ONU;
5ª feira (17.nov) às 10h — encontro com representantes da sociedade civil brasileira, no Brazil Hub; e
5ª feira (17.nov) às 15h — encontro com o Fórum Internacional dos Povos Indígenas/Fórum dos Povos sobre Mudança Climática.
O Poder360 apurou que, até o momento, 17 deputados e 13 senadores receberam autorização para viajar ao Egito em missão oficial. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, é um deles. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não vai.

A deputada Natália Bonavides (PT-RN) ainda espera autorização. Os deputados Airton Faleiro (PT-PA) e Carlos Veras (PT-PE) vão a convite da CNI.

Apesar da ausência de Bolsonaro, o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, tem presença confirmada na COP27 e chefiará a delegação brasileira. Ele chega ao Egito em 15 de novembro, mas já participou de painéis interativos do evento por videoconferência. Leia aqui (46 KB) a lista de integrantes do governo confirmados no evento, atualizada à 0h08 de 10 de novembro de 2022.

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Paraíba

Julian Lemos é um dos parlamentares que mais gastaram na campanha e não se reelegeram

O deputado federal Julian Lemos, ex-aliado de Bolsonaro, é um dos fortes exemplos de que apenas dinheiro não garante reeleição. Assim como outros sete candidatos do União Brasil, ele recebeu mais de R$ 2,5 milhões do fundo partidário e não se elegeu. Juntando valores de doações, Julian recebeu ao todo R$ 3.186.350,00 e gastou R$3.103.050,56

Em 2018, pelo PSL, foi o décimo parlamentar mais bem votado da Paraíba com quase 72 mil votos. A briga com o presidente ocorreu em 2019, após ficar ao lado do ex-ministro Gustavo Bebianno nas disputas internas de seu antigo partido. Após trair a confiança do presidente, ele viu seus votos caírem pela metade, além de perder o mandato em dezembro próximo.

Mesmo caso é o da campeã de votos em 2018. Quando contava com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), Joice Hasselmannperdeu mais de 1 milhão de eleitores. No entanto, em termos de verba, recebeu 81% a mais de recursos no pleito de 2022: foram R$ 3,2 milhões arrecadados do fundo partidário tucano, conquistando a posição de oitava campanha mais cara entre todos os candidatos. O desempenho não foi tão bom quanto o investimento na candidatura, e ela terminou com pouco mais de 13 mil votos.

”Em geral, candidatos cujos partidos fazem parte de coalizões aumentam a chance de ter mais votos. No entanto, os casos de não reeleição podem estar associados à rejeição desses candidatos ou da falta de proximidade com centros decisórios da política”.explica Carolina Botelho, cientista política da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

No caso de Joice, o rompimento acompanhado do não alinhamento total à oposição pode ter custado a eleição.

Nem a primeira mulher a obter destaque em uma corrida presidencial — em 2006 — escapou da derrota. A alagoana Heloísa Helena (Rede) trocou de domicílio eleitoral para disputar uma vaga pelo Rio e recebeu a confiança do partido: R$ 3,2 milhões do fundo. Como resultado, ela obteve pouco mais de 36 mil votos.

Candidato duas vezes à Presidência, chegando ao segundo turno em ambas, o senador José Serra (PSDB-SP) deu um passo atrás e concorreu à Câmara. Os tucanos apostavam que ele seria um puxador de voto, ou seja, atrairia os eleitores no intuito de fazer com que o partido conquistasse mais cadeiras na Casa pelo quociente eleitoral. Apesar dos 84,4 mil votos, ele ficou de fora da disputa, na qual a sigla elegeu apenas 13 representantes. Vale lembrar que em 2014, o PSDB conquistou 54 vagas. Além de Serra e Hasselmann, outros três tucanos integram a lista de campanhas mais bem financiadas e sem sucesso.

“O PSDB teve uma situação específica de autoimplosão gradativa. O partido fez diversas escolhas ruins nesses quatro anos. O pessoal da nova política não soube fazer o jogo e definhou o partido até a situação em que se encontra”, afirma Carolina Botelho.

Das 37 campanhas mais ricas, quem teve o pior resultado foi a filha do ex-deputado federal Roberto Jefferson. A influência do pai no PTB, do qual é ex-presidente, garantiu a Cristine, a agora Cris Brasil, a maior parcela do fundo eleitoral. Mas os R$ 2,87 milhões resultaram em apenas 6,7 mil votos.

Com informações de O Globo

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Política

VÍDEO: “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”, grita torcida em Interlagos antes do GP do Brasil de F1

Aos gritos de “Lula ladrão, seu lugar é na prisão!”, o público se manifestou na tarde deste domingo (13), no circuito de Interlagos, em São Paulo, antes do início do GP do Brasil de Fórmula 1. A manifestação da torcida contra o presidente eleito aconteceu logo após a execução do Hino Nacional Brasileiro, interpretado pela cantora Iza.

Em outro vídeo gravado em Interlagos, é possível ouvir a torcida presente gritando: “Ei, Lula, vai tomar no c*!”

Recorde 

O GP de São Paulo de Fórmula 1 bateu recorde de público na edição 2022. A organização da corrida confirmou que mais de 236 mil pessoas passaram pelo Autódromo José Carlos Pace ao longo dos três dias do fim de semana de disputa da penúltima etapa da temporada.

O recorde anterior tinha sido registrado justamente no ano passado, mas em 181 pessoas ao longo dos três dias de evento. A organização apontou um aumento de 28% em relação ao ano anterior.

Com informações de Grande Prêmio

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Brasil

EDITORIAL O GLOBO: Ao prometer usar bancos estatais, Lula revive o pior do PT

Entre as declarações do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva que têm despertado tensão nos mercados, está a promessa de retomar os investimentos em obras e projetos de infraestrutura por meio dos bancos estatais. Lula vê a medida como uma oportunidade de retomar a atividade econômica e gerar empregos. Mas o retrospecto do PT no governo justifica a apreensão. Em 14 anos no poder, Caixa, BNDES e Banco do Brasil foram usados sem a menor parcimônia para financiar toda sorte de desvario. Boa parte da crise fiscal que levou o Tesouro à bancarrota e a ex-presidente Dilma Rousseff ao impeachment foi gerada pela incúria com os bancos públicos.

Não bastassem as obras, entre as promessas de campanha de Lula está a ajuda aos 68,4 milhões de endividados junto a concessionários de serviços básicos (água, luz e outros serviços) ou a bancos e redes de varejo. O programa, batizado por enquanto de Desenrola Brasil, constituirá um fundo com recursos de R$ 7 bilhões a R$ 18 bilhões para renegociar essas dívidas e permitir que os devedores voltem a consumir e ajudar a economia a crescer.

Não para por aí. Os bancos públicos também serão convocados a ajudar os microempreendedores individuais (MEIs) a reduzir dívidas. Apoiarão, ainda, programas sociais de construção de cisternas no semiárido nordestino. O Banco do Brasil deverá atuar em projetos sociais por meio da sua fundação, incluindo a ajuda a catadores de resíduos sólidos. Lula tem ainda a seu dispor a Caixa e os Bancos do Nordeste e da Amazônia, para não falar no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), fonte de crédito para grandes projetos que Lula pretende transformar agora em financiador do pequeno empresário. A Caixa, usada pelo presidente Jair Bolsonaro para oferecer o absurdo crédito consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil, tratará do Minha Casa Minha Vida, o Casa Verde e Amarela rebatizado, para também atender famílias com renda abaixo de R$ 1.800, hoje desassistidas.

Tudo isso significa uma enorme mobilização de recursos. Será um retrocesso se for feita sem critério, na base da vontade política, só para fazer bonito diante dos eleitorados que contribuíram para a vitória de Lula. Pior ainda se levar o governo a recorrer mais uma vez ao contribuinte para tapar o rombo. É preciso, acima de tudo, cuidado com o endividamento público.

A experiência acumulada nos anos de poder deveria ajudar Lula a não repetir os erros do passado. Nos governos petistas, sobretudo na gestão Dilma, o viés estatista e intervencionista do PT levou ao aumento dos gastos e a uma crise fiscal de que o país ainda não se recuperou. Os bancos estatais chegaram a ser usados para forçar a queda dos juros no mercado, uma medida delirante que obviamente fracassou. O auge do desatino foi a tentativa de fortalecer os “campeões nacionais”, empresas alimentadas pelo BNDES com crédito barato subsidiado pelo Tesouro. Empresários compadres, próximos do poder, se deram bem. O Brasil se deu mal. Muito mal.

Lula tem feito questão de repetir que seu governo não é do PT, mas da ampla coalizão de forças unidas em defesa da democracia. Politicamente, é um discurso sedutor. Mas na economia a tentativa de agradar a todos não funciona, como ele mesmo deve ter percebido ao ver o poder destruidor que suas declarações tiveram sobre os mercados na semana que passou.

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Brasil

PEC deve ser apenas para auxílio de R$ 600 e salário mínimo, diz Ciro Nogueira

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (foto), defendeu neste domingo (13) que a chamada PEC da Transição seja implementada somente para a manutenção do pagamento dos R$ 600 do Auxílio Brasil, que deverá ser rebatizado de Bolsa Família.

Em mensagem divulgada em grupo de contatos, Ciro Nogueira afirmou que o texto deve se limitar às propostas feitas por Lula e Jair Bolsonaro durante a campanha.

“A PEC da Transição, como o próprio nome diz, é para a TRANSIÇÃO. Deve garantir somente os pontos comuns das duas candidaturas: 600 reais de auxílio e aumento real do salário mínimo em 2023”, escreveu.

“O posicionamento que defenderei no Progressistas é o de aprovar uma PEC, sim, mas para a transição, para garantir estabilidade para o 1º ano do governo.”

Integrantes da equipe de transição, especialmente ligados ao PT, passaram a defender que a excepcionalidade dos recursos destinados ao benefício se estenda por quatro anos.

O assunto foi levado a Lula durante reunião na semana passada. Esse é um ponto de impasse para a consolidação da PEC de Transição, que pretende retirar até R$ 175 bilhões do teto em 2023 para o pagamento do benefício.

O Antagonista

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Paraíba

Veneziano vai compor comitiva de Lula na COP-27

Foto: Reprodução

O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), vai representar o Senado na Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), que acontece em Sharm el-Sheikh, no Egito, até o dia 18. A COP27 também contará com a presença do presidente eleito da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo Veneziano, a COP27 tem uma importância fundamental, pois os representantes desses países debatem sobre adaptação climática, mitigação dos gases do efeito estufa, impacto climático na questão financeira e colaboração para conter o aquecimento global.

Veneziano estará compondo a comissão de senadores que participará da conferência ao lado do do presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O senador paraibano levará à COP27 dados relacionados ao Nordeste, como os impactos no desmatamento na Paraíba nos últimos anos, que servem de parâmetro da real situação da região.

F5 Online

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Brasil

Jornalista da GloboNews é acusada de machismo depois de criticar Janja


A jornalista Eliane Cantanhêde, analista política do canal pago de notícias GloboNews e colunista do jornal O Estado de S. Paulo, foi acusada de machismo por congressistas, celebridades e usuários das redes sociais após criticar a futura-primeira dama, Rosângela Silva, a Janja.

Cantanhêde disse na sexta-feira (11.nov.2022) no programa Em Pauta, da GloboNews, que há um incômodo com o “excesso de espaço” que a mulher do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), “vem ocupando”.

A jornalista também questionou por que Janja esteve sentada ao lado de Lula, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, durante encontro com aliados na quinta-feira (10.nov), no CCBB, em Brasília.

“Ela estava ali sentada, mas ela não é presidente do PT, ela não é líder política, ela não é presidente de partido, enfim, por que ela estava ali? Qual era o papel da primeira-dama?”, disse Cantanhêde.

REAÇÃO NAS REDES SOCIAIS

Gleisi Hoffmann foi uma das figuras alinhadas a Lula que criticou Eliane. Em seu perfil no Twitter, a presidente do PT escreveu que o “machismo incrustado na cabeça de mulheres ditas esclarecidas” a apavora. Chamou a declaração da jornalista de “desprezível”.

Cantanhêde respondeu: “Alguém falar de ‘machismo incrustado’ comigo não é só injusto, é ridículo. Meu feminismo está no DNA e numa vida inteira. Elogiei Janja, apenas separei a relação pessoal com função pública”.

Poder360

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