Política

Após Julian Lemos cogitar integrar governo do PT, senador Efraim diz que União Brasil não está na base de Lula

Deputado Federal Efraim Filho - Portal da Câmara dos Deputados
O senador eleito Efraim Filho (União), comentou nesta terça-feira (22) as declarações do deputado federal Julian Lemos (União), que em entrevista a um programa de rádio em João Pessoa, colocou o nome à disposição para uma eventual indicação ao governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Questionado se uma eventual indicação de Lemos contaria com seu aval, o presidente estadual da legenda disse que o União Brasil estará compondo a oposição e não indicará nomes para a transição ou um futuro governo, apesar da imprensa nacional apontar diálogos entre o presidente nacional da legenda, Luciano Bivar, e o PT.

“O partido não está na base do governo e não tem indicado nomes para sua composição”, garantiu Efraim Filho, que é o único paraibano a compor a Executiva Nacional do União Brasil como 1º secretário.

Paraíba

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Política

Após Veneziano, deputado federal Gervásio Maia é anunciado na equipe de transição de Lula

Gervásio Maia é o deputado federal da Paraíba que menos gastou em 2019 |  Paraíba Já

O deputado federal Gervásio Maia (PSB), foi anunciado nesta terça-feira (22), integrante da equipe responsável pela transição do governo Jair Bolsonaro para o governo Lula. O anúncio foi feito pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin em Brasília, onde trabalha a equipe de transição.

De acordo com o vice-presidente eleito, Gervásio vai integrar o núcleo temático Desenvolvimento Regional. “Os grupos temáticos serão responsáveis pelos relatórios que, por orientação do presidente Lula, farão uma radiografia da gestão com recomendações para recuperarmos as políticas públicas do país”, destacou Geraldo Alckmin.

Integram os núcleos temáticos governadores, ex-governadores, deputados, senadores, ex-parlamentares, ex-ministros, especialistas em diversas áreas e lideranças indígenas.

Os 31 grupos técnicos criados para essa fase de transição do governo são Agricultura, Pecuária e Abastecimento; Assistência Social; Centro de Governo; Cidades; Ciência, Tecnologia e Inovação; Comunicações; Cultura; Defesa; Desenvolvimento Agrário; Desenvolvimento Regional; Direitos Humanos; Economia; Educação; Esporte; Igualdade Racial; Indústria, Comércio e Serviços; Infraestrutura; Inteligência Estratégica; Justiça e Segurança Pública; Meio Ambiente; Minas e Energia; Mulheres; Pesca; Planejamento, Orçamento e Gestão; Povos Originários; Previdência Social; Relações Exteriores; Saúde; Trabalho; Transparência, Integridade e Controle; e Turismo.

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) é uma das principais pastas responsáveis pela condução de políticas públicas nas regiões mais pobres do Brasil.

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Brasil

Amigo de Lula escalado para transição está com direitos suspensos

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva com o ex-ministro Anderson Adauto

Dos nomeados para a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Guido Mantega, que renunciou ao posto na semana passada, não era o único com os direitos políticos suspensos.

O grupo tem pelo menos mais um integrante na mesma condição. Trata-se do também ex-ministro Anderson Adauto, escolhido para ajudar a equipe técnica da área de minas e energia.

Mineiro, Anderson Adauto se gaba de ser amigo de Lula e, em conversas reservadas, atribui ao próprio presidente eleito o convite para participar da transição.

Ex-filiado ao PL de Valdemar Costa Neto, ele foi ministro dos Transportes no primeiro governo do petista. Deixou o cargo para disputar a prefeitura de Uberaba, em 2004. Foi eleito e, quatro anos depois, ganhou mais um mandato.

Metrópoles

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Brasil

Governo de transição quer finalizar texto da PEC do estouro nesta semana

O presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), volta a Brasília nesta semana e tem como principal desafio consolidar apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC) do estouro, que sugere deixar de fora do teto de gastos os recursos necessários para bancar o Auxílio Brasil, que voltará a ser chamado Bolsa Família, e uma série de medidas nas áreas de saúde, educação e investimentos sociais.

Além disso, Lula também quer avançar nas decisões de ocupação de cargos nos ministérios e em empresas estatais, como a Petrobras. Membros do governo de transição fugiram do assunto nas últimas semanas e frisaram que apenas o presidente eleito vai bater o martelo sobre os nomes.

Apoio à PEC

O grande foco nos próximos dias do grupo de transição de Lula e de articuladores do petista no Congresso Nacional é o de fazer com que partidos que hoje estão na base do presidente Jair Bolsonaro (PL) passem a dar respaldo à PEC do estouro. Até quarta-feira (23), a equipe de Lula quer apresentar o texto final da PEC. Nesses dois dias, o grupo terá reuniões com integrantes de partidos como PP e Republicanos para tentar convencer os parlamentares a aderir à matéria.

R7

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Paraíba

Ex-aliado de Bolsonaro, Julian Lemos não descarta compor equipe do governo Lula

O deputado federal, Julian Lemos (União Brasil), admitiu, nessa segunda-feira (21), durante entrevista ao programa Frente a Frente, da TV Arapuan, compor a equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eleito pelo PSL em 2018, Julian tinha uma amizade pessoal do presidente Jair Bolsonaro, de quem era uma espécie de ‘braço direito’.

Alguns meses após o início do governo Bolsonaro, Julian se envolveu em polêmicas com os filhos do presidente e acabou se afastando. Em 2018, com o apoio de Bolsonaro, Julian Lemos, que coordenou a campanha do capitão no Nordeste, obteve quase 72.000 votos. Já em 2022, após trair a confiança do presidente, ele viu seus votos caírem pela metade, além de perder o mandato em dezembro próximo.

De acordo com o próprio Julian Lemos, uma possível participação sua no governo do petista se daria através de uma indicação da direção nacional do União Brasil. A legenda articula integrar a base se sustentação do governo Lula em Brasília.

“O nosso partido é grande, com 59 deputados, que vai ter posições no Governo. E eu estou à disposição, é natural, mas não vou viver disso. Bolsonaro não me chamou para fazer parte do Governo dele, e eu era sua maior base, então nessa política a gente espera o impossível dentro do possível. Dentro do possível, se for possível, eu estou dentro”, afirmou.

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Brasil

Lula tem alta após internação para retirada de lesão na laringe no domingo

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi internado, no domingo (20), para a realização de um procedimento de retirada de lesão na laringe, no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Lula recebeu alta nesta segunda-feira (21), às 7h45, de acordo com o boletim médico (veja a íntegra abaixo). Segundo o Sírio-Libanês, foi realizada uma laringoscopia para retirada de leucoplasia da prega vocal esquerda e não foram detectados sinais de câncer.

As informações também foram confirmadas à CNN pela assessoria do presidente eleito. Com o procedimento, Lula adia a ida a Brasília nesta semana, que poderá definir o desenho do grupo técnico da Defesa na equipe de transição.

No dia 12 de novembro, Lula passou por uma série de exames de rotina no mesmo hospital, que revelaram a presença de leucoplasia na laringe.

Leucoplasias são lesões que se manifestam como placas brancas nas superfícies da mucosa oral. À reportagem da CNN, o médico Roberto Kalil Filho esclareceu que, em sua maioria, os casos de leucoplasia são benignos.

Os demais resultados de exames estão normais e apontaram completa remissão do tumor diagnosticado em 2011.

Boletim médico

O Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva deu entrada ontem, no Hospital Sírio-Libanês, para a realização de uma laringoscopia para retirada de leucoplasia da prega vocal esquerda. O procedimento mostrou ausência de neoplasia.

Ele teve alta hoje, às 7h45, e foi acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, Dr. Artur Katz, Dr. Rubens Brito, Dr. Rui Imamura e Dr. Luiz Paulo Kowalski.

CNN Brasil

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Brasil

PEC da Transição e aliados pressionam Lula a antecipar nomeação de ministros

Depois do giro internacional por Egito e Portugal, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retorna hoje aos trabalhos, no início da quarta semana da transição de governo, sob pressão para anunciar os primeiros nomes de seu futuro ministério.

A ideia inicial de Lula era repetir de alguma forma o calendário de nomeações da primeira vez que foi eleito, em 2022, quando só divulgou os indicados para a Esplanada a partir do dia 10 de dezembro, mas ele tem sido aconselhado a antecipar alguns escolhidos.

Aliados, como pessoas próximas ao vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), gostariam de que o titular da Fazenda fosse logo conhecido, para servir de porta-voz econômico e interlocutor com o mercado, depois de certo estresse nos indicadores a partir de declarações de Lula sobre responsabilidades fiscal e social.

Negociadores políticos têm afirmado que a nomeação de ministros indicados por partidos aliados pode facilitar a aprovação da PEC da Transição, principal batalha que o futuro governo travará no Congresso ainda este ano.

Com informações de O Globo

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Paraíba

Hugo Motta rechaça possibilidade de assumir ministério no governo Lula: “Não há interesse”

Deputado Federal Hugo Motta - Portal da Câmara dos Deputados

Em entrevista à imprensa o deputado federal e presidente estadual do Republicanos Hugo Motta (Republicanos), desmentiu neste final de semana as especulações trazidas pelos seus correligionários Adriano Galdino e Raniery Paulino, de que seu nome estava sendo ventilado para um ministério no governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo Hugo, o Republicanos não deve compor a base do governo e tal tema é só mera especulação.

“Se dá apenas no campo da suposição. Não há interesse de compor o governo”, disse Hugo, destacando que o presidente nacional da sigla Marcos Pereira “já anunciou que a postura do partido será de independência”. Portanto o parlamentar federal que foi o mais votado para a Câmara dos Deputados nestas eleições, obtendo mais de 158 mil votos, não vai comporá base de Lula.

Porém quando questionado como será essa ‘independência’ no parlamento, Hugo Motta afirmou: “O que for bom [para o Brasil], nós votaremos a favor”, disse o deputado, ressaltando que a legenda vai apoiar, por exemplo, a chamada ‘PEC da Transição’.

PB Agora

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Brasil

PT quer tropa de militantes com dinheiro do trabalhador, diz Marinho sobre imposto sindical

Debates internos do novo governo apontam para uma manobra direcionada a ressuscitar o imposto sindical reformulado em 2017 com a reforma trabalhista. A movimentação atrai críticas, uma delas do senador eleito Rogério Marinho (PL-RN), que foi relator da reforma que acabou com o desconto obrigatório. O parlamentar afirmou que essa é uma articulação do PT para “recriar uma tropa de militantes”.

“A proposta de recriação do imposto sindical demonstra as reais preocupações do PT. O que os move contra a modernização das leis trabalhistas é unicamente a intenção de recriar suas tropas de militantes bancadas com o dinheiro do trabalhador. O Congresso Nacional será vigilante contra retrocessos. O trabalhador deve ter o direito de escolher se quer ou não destinar seu dinheiro aos sindicatos”, defendeu o senador eleito.

A Reforma Trabalhista — lei 13.467/2017 — alterou as disposições referentes ao imposto sindical. Uma das mudanças mais importantes foi o pagamento do imposto sindical, que tornou-se facultativo.

Antes da reforma, feita durante o governo de Michel Temer, a contribuição era compulsória, descontada em folha. A retomada da cobrança da taxa sindical é vista pelo PT como uma maneira de fortalecer os sindicatos e as centrais sindicais.

Ainda na pré-campanha, Lula declarou que não descartava a possibilidade de implantar um mecanismo que permitisse aos sindicatos reconstruir um canal de arrecadação — uma nova taxa pode render até R$ 4 bilhões por ano às entidades.

R7

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Brasil

VÍDEO: Valdemar Costa Neto confirma que PL vai propor ao TSE revisão das urnas antigas

Valdemar Costa Neto, presidente do PL

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou neste sábado (19), em São Paulo, que seu partido vai propor ao Tribunal Superior Eleitoral, até a próxima terça-feira, a revisão da apuração de urnas anteriores a 2020 utilizadas no pleito deste ano.

Valdemar disse que a intenção não é pedir a anulação do resultado eleitoral, mas, naturalmente, a constatação eventual de irregularidades em relação a essas urnas poderá alterar o resultado final e colocar o próprio pleito em xeque.

O objetivo do que o cacique chamou de “nova proposta” é não bater de frente com o TSE.

“Nada de ter nova eleição, não vamos propor nada disso, não queremos tumultuar a vida do país. Mas têm umas urnas que têm que ser revistas e nós vamos propor para o Tribunal Superior Eleitoral até a próxima terça-feira essa nova proposta (…) Pelo estudo que fizemos, têm várias urnas que não podem ser consideradas. É no Brasil inteiro, de 2020 para baixo. Todas elas têm o mesmo número, não tem como controlar. Temos a prova e vamos mostrar que essas urnas não podem ser consideradas. Vamos ver o que o TSE vai resolver.”

Segundo ele, aproximadamente 250 mil urnas apresentariam o mesmo problema. Veja o vídeo:

 

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