Brasil

Wilson Santiago é um dos políticos que mais devem à União; Veja ranking

Ao menos 467 políticos eleitos no pleito de 2022 estão devendo cerca de R$ 2 bilhões para a União, segundo levantamento realizado pelo Poder360. Os débitos estão relacionados a empresas ligadas aos políticos ou com dívidas do Imposto de Renda.

O levantamento reúne deputados federais, estaduais, distritais, senadores, governadores e vice-governadores. O maior devedor é o deputado estadual Antônio Pereira (PSB-MA). A dívida é de uma associação que administra hospitais da qual o político é sócio.

Quem figura na nona posição do ranking é o deputado federal paraibano Wilson Santiago (Republicanos-PB). O deputado tem R$ 47,9 milhões em débitos. Cerca de R$ 8 mil são classificados como débitos irregulares e o restante (R$ 47,9 milhões) como regular. As dívidas estão relacionadas a “Construina Construções e Incorporações” (R$47,8 milhões). O congressista figura como corresponsável da dívida da empresa.

Os dados foram obtidos pelo Poder360 junto à PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional).

Dos débitos ligadas aos políticos, R$ 1,1 bilhão é classificado como dívida irregular, e está em processo de cobrança. O restante (R$ 906 milhões) é classificado como dívida regular. Isso significa que está sendo parcelado com benefícios fiscais (R$ 821 milhões), tem garantia do devedor (R$ 67 milhões) ou foi suspenso por liminar (R$ 17 milhões).

Poder360

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Paraíba

“Ser oposição a Lula virou crime” dispara Wallber Virgolino após pedido de cassação de diploma

O deputado estadual Walber Virgolino (Patriota) classificou como “aventura jurídica” a ação de um grupo de advogados que pede a suspensão da diplomação dele ao STF e o TSE.

Os defensores argumentam ao STF e TSE que Walber e outros parlamentares incentivaram, pelas redes sociais, a invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, ocorrida no último domingo.

Nas redes sociais, o parlamentar paraibano ainda afirmou que, no Brasil, ser oposição a Lula virou crime.

Além de Wallber Virgolino, são alvos do grupo Prerrogativas os deputados federais André Fernandes (PL-CE), Clarissa Tércio (PP-PE), Silvia Waiãpi (PL-AP), Carlos Jordy (PL-RJ), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Sargento Rodrigues (PL-MG).

Blog do BG PB 

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Paraíba

Cabo Gilberto diz que país vive “estado de exceção” e teme não assumir mandato

O deputado federal eleito Cabo Gilberto (PL) ao comentou, durante entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação na noite desta quinta-feira (12), as decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

“Parlamentares estão sendo presos de forma inconstitucional, então tudo pode acontecer, eu não sei nem se eu irei tomar posse”.

Questionado sobre o ministro, que de forma monocrática afastou o governador do Distrito Federal e determinou a prisão do ex-ministro de Bolsonaro, Anderson Torres, Cabo Gilberto afirmou que o país está vivendo um “estado de exceção”, quando algumas liberdades individuais são reprimidas

“A gente está nessa vida de passagem e estamos vivendo um estado de exceção onde parte da imprensa está sendo calada, basta só colocar algo contra a esquerda brasileira”, concluiu.

Portal Paraíba

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Brasil

Waldemar Costa Neto que vai expulsar filiados ao PL que depredaram sedes dos Três Poderes

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse que a legenda que abriga o ex-presidente Jair Bolsonaro vai expulsar filiados que participaram da invasão e depredação do Palácio do Planalto e dos prédios do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal no último domingo.

“Se membros do partido foram vistos em vídeos destruindo esses prédios, vamos expulsá-los imediatamente”, afirmou ele, em entrevista à Reuters nesta quarta, ao avaliar que o vandalismo foi causado por extremistas que não representam a legenda.

No final da tarde de domingo, em meio aos atos violentos, Valdemar divulgou um vídeo nas redes sociais em que condenou os ataques aos prédios públicos. Ele disse que o “movimento” daquele dia não representava o partido nem Bolsonaro, embora tenha na ocasião se manifestado a favor daqueles que estavam na frente dos quartéis como “exemplo de educação, confiança e de brasilidade”.

“Lá (referindo-se aos atos nas imediações dos quartéis) havia famílias representando Bolsonaro e a direita. Todos os movimentos foram pacíficos e ordeiros. Esse movimento que assistimos hoje é uma vergonha para todos nós e não representa o nosso partido, não representa o Bolsonaro “, disse ele, no vídeo.

Investigações oficiais, no entanto, apontam que muitos dos que se envolveram nos atos violentos de domingo, inclusive sendo detidos, partiram do acampamento do chamado QG do Exército em Brasília.

Nos acampamentos em frente a várias unidades militares pelo país –desmontados posteriormente por ordem do ministro do Supremo Alexandre de Moraes– se pedia uma intervenção militar ilegal contra a vitória eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Planos Futuros

Valdemar disse à Reuters que espera que Bolsonaro volte dos EUA para liderar a direita e para ajudar na conquista de prefeituras pelo PL nas eleições municipais do próximo ano –ele será presidente de honra do partido. Esse crescimento, destaque, pode ajudar a fortalecer uma nova candidatura presidencial de Bolsonaro em 2026.

“Se o Bolsonaro estiver bem, podemos pular de 350 prefeituras para até 1,5 mil prefeituras”, afirmou Valdemar, ao acrescentar que uma visita do ex-presidente às cidades durante a eleição poderia garantir vitórias nas disputas devido a seu carisma.

“Basta aparecer e ele atraiu”, destacou ele.

O ex-presidente disse a aliados que devem voltar ao Brasil o final do mês, segundo até uma fonte com conhecimento do assunto.

A expectativa é que Bolsonaro adote um papel de liderança tradicional de políticos para disputar novamente a Presidência, auxiliado por sua esposa Michelle, que surpreendeu aliados como trunfo na campanha no ano passado, conforme essa fonte. Bolsonaro e Michelle teriam cargos no partido e jurados da legenda.

Oposição

Em entrevista, Valdemar disse que o PL vai fazer uma “oposição programática”, a favor do país. Segundo ele, quando houver votação de propostas de interesse aos brasileiros, mesmo no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a legenda vai apoiar.

Embalado pela força política de Bolsonaro, o partido saiu da eleição como a maior força do Congresso e terá como maiores bancadas da Câmara, com 99 deputados federais, e do Senado, com 15 senadores. A legenda também contará com um reforço substancial na caixa já neste ano, segundo estimados da fonte ouvida pela Reuters.

Experiente político que ansiosamente concede entrevista e mais afeito aos bastidores, o presidente do PL afirmou que não vê possibilidade de o partido fazer parte do governo Lula neste mandato. O PL foi um importante aliado do petista nos seus dois mandatários, tendo, inclusive, indicado o então vice-presidente, José Alencar, e ministros.

CNN

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Brasil

Advogados pedem ao STF a suspensão da posse de Walber Virgolino e mais cinco

O grupo Prerrogativas, composto por advogados e juristas, ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (11), para pedir a suspensão da posse dos deputados federais eleitos Carlos Jordy (PL-RJ), Silvia Waiãpi (PL-AP), André Fernandes (PL-CE) e Nikolas Ferreira (PL-MG), além dos deputados estaduais eleitos Sargento Rodrigues (PL-MG) e Walber Virgolino (PL-PB).

O argumento é de que os bolsonaristas endossaram publicamente os atos terroristas do último domingo (08), em Brasília. A informação foi dada agora pouco no Jornal da Globo.

A ofensiva do Prerrogativas se soma a medidas tomadas pelas bancada do PT na Câmara e pelo PSOL, que entraram com representações junto ao Supremo Tribunal Federal pedindo que parlamentares que participaram ou incentivaram atos antidemocráticos sejam investigados.

O PT pede que alguns deles sejam impedidos de assumir o cargo na próxima Legislatura e tenham acesso barrado a redes sociais.

Blog do BG PB 

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Política

ALERTA DE TRETA: Prefeito de CG entra de férias e irrita presidente da câmara de vereadores por não repassar cargo

Bruno prestigia posse da nova Mesa da Câmara de Campina Grande – Parlamento PB

O presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Marinaldo Cardoso (Republicanos), anda irritado com o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD). Tudo ISSO porque Bruno tirou férias logo após a virada de ano e deveria ter transmitido o cargo para o primeiro da linha sucessória, que hoje é Marinaldo, após o vice-prefeito Lucas Ribeiro (PP) renunciar para assumir a vice-governadoria do Estado.

Bruno Cunha Lima encarregou a Secretária de Gabinete do prefeito, Kátia Lúcia, para monitorar quem não estava dando expediente neste início de ano.

Bruno pretende promover cortes na PMCG quando voltar.

Com informações do MaurílioJR

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Brasil

Veneziano é alertado sobre risco de ataque cibernético após atos terroristas

Chegou ao gabinete do vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo, a informação de que há um risco potencial de ataque cibernético a sistemas do governo diante da invasão criminosa aos Três Poderes no domingo.

O alerta foi feito por uma empresa que prestou consultoria durante a transição. A avaliação é de que há uma necessidade de mitigar ameaças agindo preventivamente para detectar possíveis ofensivas — modelo de segurança cibernética já adotado em outros países.

Em varredura preliminar, a empresa identificou cerca de 170 mil indicativos de vulnerabilidade em meio a bilhões de informações analisadas. O levantamento foi comunicado a integrantes da equipe de transição à época.

A possibilidade de um ataque leva em conta o histórico recente de ofensivas hackers a sistemas de órgãos públicos, como os do Ministério da Saúde e da Câmara.

Lauro Jardim, O Globo

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Brasil

Após boatos, José Múcio nega saída do Ministério da Defesa

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ministro da Defesa, José Múcio, negou na noite de terça-feira (10.jan.2023) que irá renunciar ao cargo. “É completamente falsa a informação que circula nas redes sociais”, declarou.

O comentário foi em resposta a boatos que circulam na internet. O deputado federal André Janones (Avante-MG) está entre os que compartilharam a informação. “Ministro da Defesa José Múcio deve entregar sua carta de renúncia nas próximas horas”, tuitou na noite de terça-feira (10.jan).

Pouco mais de meia hora depois, escreveu: “Recebi a informação da renúncia do ministro de fonte que, até aqui tem se mostrado segura e confiável. Todavia, o ministro José Múcio nega que irá renunciar”.

Em entrevista a jornalistas depois de sua posse no governo, na semana passada, Múcio disse que tinha amigos e familiares acampados no QG do Exército. Na ocasião, afirmou tratar-se de “uma manifestação da democracia” e avaliou que acabaria em breve.

“A gente tem que entender que nem todos os adversários são inimigos. Eu acho que daqui um pouquinho aquilo vai se esvair e chegar a um lugar que todos nós queremos”, disse o ministro da Defesa na saída do evento.

Fala foi mal vista por integrantes do próprio governo e ganhou repercussão depois dos ataques às sedes dos Três Poderes, no domingo (8.jan).

Apesar de avaliar internamente que o ministro da Defesa errou na avaliação sobre a possível desmobilização pacífica dos acampamentos de extremistas de direita, o Planalto unificou o discurso para protegê-lo.

Poder360

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Brasil

Anderson Torres diz que vai voltar ao Brasil e se apresentar à Justiça

O ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, afirmou nesta terça-feira (10) em sua rede social que vai interromper suas férias, voltar ao Brasil e se entregar à Justiça.

Torres teve a prisão decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por omissão nos ataques e depredação a prédios dos três poderes em Brasília no domingo (8). O pedido foi feito pela Polícia Federal.

“Hoje (10/01), recebi notícia de que o Min Alexandre de Moraes do STF determinou minha prisão e autorizou busca em minha residência. Tomei a decisão de interromper minhas férias e retornar ao Brasil. Irei me apresentar à justiça e cuidar da minha defesa”, afirma Torres.

“Sempre pautei minhas ações pela ética e pela legalidade. Acredito na justiça brasileira e na força das instituições. Estou certo de que a verdade prevalecerá”, declarou. Nesta tarde, viaturas da Polícia Federal foram vistas em frente à casa de Torres, em Brasília.

Com informações de g1

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Brasil

Anderson Torres sabotou segurança do DF, diz interventor sobre atos criminosos

O interventor federal Ricardo Cappelli acusou o ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal (DF) Anderson Torres de sabotar a segurança da capital federal nos atos criminosos nos quais foram atacadas as sedes dos Três Poderes.

Em entrevista à CNN, Cappelli afirmou que Torres, que foi ministro da Justiça do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mudou todo o comando da secretaria e viajou para fora do Brasil.

“No dia 1º, tivemos uma posse com milhares de pessoas e uma operação de segurança extremamente exitosa. O que mudou para o último domingo, dia 8, foi que, no dia 2, Anderson Torres assumiu a Secretaria de Segurança, exonerou todo o comando e viajou. Se isso não é sabotagem eu não sei o que é”, disse o interventor.

O nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir a segurança do DF argumentou que “o problema não estava nos oficiais da Policia Militar e na corporação”.

“Nas últimas 36 horas, estiveram ao meu lado dezenas de oficiais, delegados da Polícia Civil do DF, que cumpriram suas obrigações. O que faltou no domingo foi a liderança da Secretaria de Segurança”, afirmou.

No domingo (8), enquanto criminosos invadiam e depredavam as sedes dos Três Poderes, o então secretário de Segurança do DF estava nos Estados Unidos, em Orlando.

O interventor Rodrigo Cappelli explicou que, desde que foi nomeado ao cargo, o primeiro desafio foi assumir o comando das forças de segurança da capital federal.

Então, foi realizado um esforço para desmobilizar o acampamento bolsonarista no Quartel General do Exército em Brasília, bem como a identificação e prisão daqueles que participaram dos atos de domingo.

Cappelli explicou que agora serão apuradas as responsabilidades. “Há farto material para identificar não só a conduta dos manifestantes, mas também a conduta daqueles que, como agentes da lei, não cumpriram o seu papel”, afirmou.

“Volto a dizer: a responsabilidade central no domingo foi a falta de comando. Foi uma operação estruturada de sabotagem comandada pelo ex-ministro de Bolsonaro Anderson Torres, que deixou a secretaria sem direção, sem liderança e fugiu para o exterior”, concluiu.

Nesta segunda (9), pelo Twitter, o ex-secretário e ex-ministro publicou um pronunciamento dizendo que foi “surpreendido pelas lamentáveis cenas” em Brasília durante seu “segundo dia de férias”.

“Lamento profundamente que sejam levantadas hipóteses absurdas de qualquer tipo de conivência minha com as barbáries que assistimos. Estou certo de que esse execrável episódio será totalmente esclarecido, e seus responsáveis exemplarmente punidos”, escreve o comunicado.

CNN

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