Uma operação conjunta do Grupo de Operações Especiais e a Delegacia de Repreensão ao Crime Organizado, acabou prendendo dois homens e apreendeu mais de 200 quilos de droga, no município de Jataúba, no Agreste de Pernambuco.
A droga foi encontrada na Zona Rural do município pernambucano e a operação só foi feita logo após a prisão de dois envolvidos em Campina Grande/PB.
Após a prisão dos envolvidos na Paraíba, os agentes foram até Pernambuco e chegando no local, encontraram diversos tabletes de maconha, além da droga, também foram encontrados uma espingarda calibre 12 e diversas munições de calibre 380.
Seis adolescentes foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros após ficarem ilhados entre as praias de Jacumã e Carapibus, no município de Conde, no Litoral Sul paraibano, no fim da tarde dessa terça-feira (7).
Segundo os socorristas, a maré ficou mais alta no local onde as vítimas foram encontradas.
A ação de salvamento teve apoio do Grupamento Tático Aéreo que desembarcou um militar da aeronave para acalmar as vítimas até a chegada de um bote inflável para o resgate.
Foi encontrado na madrugada desta quarta-feira (08), às margens do Rio Jaguaribe, no bairro de Miramar, em João Pessoa, o corpo de uma menina de 11 anos. Anielle Teixeira desapareceu, às 5h, do último domingo (05), de um quiosque na orla marítima de João Pessoa.
De acordo com informações da Polícia Militar, o corpo estava em uma região de vegetação próximo a um supermercado da Avenida Epitácio Pessoa, no bairro de Miramar e sem roupas. O Instituto de Polícia Científica (IPC) esteve no local e identificou supostas agressões sexuais e a possibilidade de assassinato por esganadura. “Há suspeita de violência sexual e de morte por asfixia. Tudo ainda será estudado e será feira a necrópsia do cadáver”, disse a perita criminal, Amanda Melo. Para a polícia, o assassinato ocorreu a pelo menos 48 horas.
As buscas por Anielle Teixeira acontecem desde o último domingo, quando a criança foi vista pela última vez deixando um quiosque em Cabo Branco. A mãe da menina disse à polícia que a família estava na praia, no sábado (4), e decidiu se estender um pouco mais. A motivação foi o alto preço de tarifas dos transportes por aplicativo.
A intenção era que, na manhã do domingo (5), elas conseguissem voltar para casa, no Jardim Veneza pagando um menor preço do transporte.
A polícia acredita que a menina desapareceu durante a madrugada após ter sido vista conversando com um homem. Testemunhas disseram que a criança foi vista saindo em uma bicicleta.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Crimes contra a Pessoa da Capital, investiga o caso. O suspeito do crime é procurado e o caso segue em investigação.
Conselheiro de Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos (EUA), Jason Miller prestou depoimento à Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (7). Ele foi detido no Aeroporto Internacional de Brasília quando estava prestes a embarcar de volta para os EUA em um jato particular. Jason Milleré, nome por trás de rede social de direita, e Gerald Brant tem relação com Steve Bannon. A decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que apura a organização de atos antidemocráticos no Brasil.
Miller estava no país para participar da Conferência da Ação Política Conservadora, que ocorreu, em Brasília, na última semana. Ele foi recebido pelo presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto no domingo (5/9). O empresário é fundador do Gettr, criado para levar Donald Trump de volta às redes sociais, após o americano ser banido das grandes plataformas por violar os termos de uso. O Gettr tem 2 milhões de seguidores, dos quais 13,5% são do Brasil.
Além do presidente, Miller também visitou o deputado Eduardo Bolsonaro, o ex-chanceler Ernesto Araújo e o ex-assessor especial da Presidência Felipe Martins. As suspeitas dos órgãos de investigação são de que o “software” da invasão do Capitólio, em Washington, em 6 de janeiro, estaria sendo aplicado no Brasil.
No Brasil, os autores de ameaças que vão às redes sociais têm sido punidos. O ministro Alexandre de Moraes foi ameaçado, nesta segunda-feira (6), pelo ex-policial militar de Minas Gerais Cássio Rodrigues Costa Souza. Em um post publicado nas redes sociais, o ex-PM diz que vai matar o magistrado durante as manifestações do Dia da Independência. Ele foi preso preventivamente. A Polícia Federal também prendeu, nesse domingo (5/9), em Santa Catarina, o militante bolsonarista Márcio Giovani Nique, mais conhecido como professor Marcinho, de forma preventiva. Em uma live nas redes sociais, ele ameaçou de morte de Moraes, e até ofereceu um prêmio para quem atacasse o magistrado.
Uma adolescente de 11 anos, chamada Anielle Teixeira, desapareceu neste domingo (5) da praia do Cabo Branco, em João Pessoa, com um homem em uma bicicleta. De acordo com a mãe, da adolescente, ela estava com os filhos dormindo em um quiosque e a filha desapareceu por volta das 5h.
A irmã mais nova da adolescente teria informado para a mãe que Anielle teria sido convidada a sair com um homem em uma bicicleta e ela não quis ir com a irmã. Depois disso, a menina não apareceu mais e a família não recebeu notícias dela.
De acordo com a mãe da adolescente, ela estava na praia com os sete filhos e ao fim do dia, resolveram dormir no quiosque, cujos donos são conhecidos da mulher. Na madrugada, Anielle saiu e a irmã mais nova acordou a mãe para informar.
Quem tiver notícias sobre a adolescente, é possível denunciar para a polícia por meio do 190 ou 197. A Polícia Civil foi acionada e está investigando o caso.
Morreu neste domingo (5), a mãe que foi baleada três vezes na cabeça ao tentar defender o filho de atiradores no município de Massaranduba, na Paraíba.
Maria Graciete Valdevino Teixeira, de 55 anos estava internada no Hospital de Trauma de Campina Grande, desde a última terça-feira (31).
De acordo com informações, dois homens armados invadiram a casa da mulher atrás do filho dela, que é ex-presidiário. A mulher correu para proteger o filho quando foi atingida pelos disparos.
O filho da vítima, de 30 anos, conseguiu correr até a moto e fugiu do local.
A Delegacia de Repressão a Entorpecentes de Campina Grande apreendeu mais de 70kg de maconha em ações no último final de semana. As ações continuarão a ocorrer ao longo da semana, confirmou a autoridade policial.
Os quatro jogadores argentinos que descumpriram a quarentena contra a disseminação do coronavírus não serão investigados após infringirem a lei sanitária brasileira. Eles foram notificados a deixar o Brasil na noite deste domingo (5) e, segundo a Polícia Federal, não foram deportados.
Os jogadores já deixaram o Brasil e embarcaram para a Argentina.
Os argentinos foram ouvidos por policiais federais no pavilhão de autoridades, na área interna do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Não houve depoimento formal, apenas foram ouvidos sem serem averiguados.
Chegou-se a aventar que eles poderiam ser investigados por falsidade ideológica, já que Emiliano Martínez, Buendía, Cristian Romero e Giovani Lo Celso, os quatro jogadores da seleção da Argentina, fizeram declarações sanitárias falsas no formulário ao entrar no Brasil, segundo a Anvisa.
A Agência divulgou nova nota neste domingo (5), após a suspensão do jogo entre as seleções de futebol da Argentina e do Brasil, e afirmou que cumpriu as leis sanitárias brasileiras e tentou barrar a ida dos quatro jogadores ao estádio.
Mais cedo, agentes da Polícia Federal e da Anvisa entraram no campo da Neo Química Arena, em São Paulo, para retirar os quatro jogadores da Argentina. Depois, a Conmebol suspendeu o jogo pelas eliminatórias da Copa do Mundo, organizadas pela Fifa.
A Anvisa explica que tentou estabelecer a quarentena desses quatro jogadores desde sábado (4).
“Desde a tarde deste sábado (4/9), a Anvisa, em reunião ocorrida com a participação de representantes da CONMEBOL, CBF e da delegação argentina recomendou a quarentena dos quatro jogadores argentinos, ante a confirmação de que os jogadores prestaram informações falsas e descumpriram, inequivocamente, a Portaria Interministerial nº 655, de 2021, a qual estabelece que viajantes estrangeiros que tenham passagem, nos últimos 14 dias, pelo Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia, estão impedidos de ingressar no Brasil”, diz a nota.
Depois, neste domingo pela manhã, a Anvisa acionou a Polícia Federal “a fim de que as providências no âmbito da autoridade policial fossem adotadas de imediato”.
“No exercício de sua missão legal, a Anvisa perseguiu, desde o primeiro momento, o cumprimento à legislação brasileira, que, nesse caso, se restringia à segregação dos quatro jogadores envolvidos e a adoção das medidas sanitárias correspondentes. Desde o instante em que tomou conhecimento da situação irregular dos jogadores – no mesmo dia da chegada da delegação – a Anvisa comunicou o fato às autoridades brasileiras em saúde, por meio do CIEVS – o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde”, diz o texto.
A Agência disse ainda que teve uma reunião com as autoridades envolvidas e voltou a determinar a quarentena neste momento.
“Ainda na tarde do sábado, ocorreu a reunião já referida envolvendo o Ministério da Saúde, secretaria estadual de saúde de São Paulo, representantes da CONMEBOL, CBF e da delegação argentina. Nessa reunião, a Anvisa, em conjunto com a autoridade de saúde local, determinou, no curso da reunião, a quarentena dos jogadores”, diz a nota.
A Polícia Federal tentou buscar os jogadores no hotel e, depois, no vestiário, mas a Argentina não liberou a entrada e, por isso, afirmam que tiveram que entrar no campo.
“Chegamos nesse ponto porque tudo aquilo que a Anvisa orientou, desde o primeiro momento, não foi cumprido. Eles tiveram orientação para permanecer isolados para aguardar a deportação. Mas não foi cumprido. Eles se deslocam até o estádio, entram em campo, há uma sequência de descumprimentos”, afirmou Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa, em entrevista ao locutor Galvão Bueno, na TV Globo.
Segundo o Globo Esporte, um acordo entre governo federal, CBF e Conmebol permitiu que os quatro participassem do jogo e, por isso, chegaram a entrar em campo.
Esses quatro argentinos jogam em clubes ingleses (Emiliano Martínez no Aston Villa, e Cristian Romero e Lo Celso, no Tottenham). Viajantes que estiveram no Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia precisam fazer quarentena de 14 dias antes de entrar no Brasil.
Antes de viajar a São Paulo, eles chegaram a informar que estariam na Venezuela. “Porém, notícias não oficiais chegaram à Anvisa dando conta de supostas declarações falsas prestadas por tais viajantes”, disse a Anvisa.
Para o órgão, trata-se de “notório descumprimento” de uma portaria interministerial e das normas de controle imigratório brasileiro.
Fontes do blog da Ana Flor disseram, no entanto, que os jogadores entrariam em campo neste domingo porque tinham obtido autorização do governo brasileiro. Não foi informado quem do governo teria dado a suposta autorização à participação dos jogadores.
A Polícia Militar apreendeu mais dez equipamentos de som que estavam perturbando o sossego dos moradores nas cidades de João Pessoa, Santa Rita, Cruz do Espírito Santo, São Mamede e Cajazeiras. Da noite da última sexta-feira (3) até a manhã desse domingo (5), foram conduzidas 17 pessoas para a delegacia e aplicados R$ 5.500 em multas pelos militares do BPAmb.
Três festas que aconteciam de maneira irregular foram encerradas pela Polícia Militar, sendo duas delas em Cruz do Espírito Santo e a outra no bairro do Eitel Santiago, em Santa Rita. Os responsáveis pelas festas, juntamente com os aparelhos de som apreendidos foram conduzidos à 6ª Delegacia Distrital.
Denúncias – A população pode fazer denúncias sobre perturbação do sossego pelo número 190. As ocorrências podem ser atendidas por qualquer guarnição da Polícia Militar, que ao constatar a perturbação, conduz o causador para a delegacia.
Quando o volume de som ultrapassa 55 decibéis durante o dia ou 50 à noite, no caso de áreas residenciais, o causador pode responder por crime ambiental de poluição sonora, que prevê R$ 5 mil de multa e apreensão do aparelho sonoro.
O ministro Alexandre de Moraes prestou queixa contra pessoas que o xingaram dentro do clube Pinheiros, em São Paulo, na madrugada de quinta para sexta-feira, 03. Ele não estava no local no momento, mas seus seguranças ouviram as ofensas e fizeram o registro em seu nome.
Segundo o boletim de ocorrência registrado no 14º Distrito Policial da capital paulista e confirmado pelo Poder360, “vigilantes particulares” avisaram a um integrante da escolta pessoal de Alexandre de Moraes que “indivíduos embriagados no interior do clube Pinheiros” estariam “proferindo ameaças e injúrias à pessoa da vítima”.
Alexandre de Moraes é sócio e frequentador assíduo do Pinheiros. Mora bem próximo ao clube. Integrantes de sua escolta pessoal ficam sempre nas imediações do local. Ao saber do que se passava (avisado por funcionários do clube), o segurança do ministro do STF foi ao Pinheiros e “constatou da calçada e por meio da grade do clube 4 indivíduos em uma mesa falando alto e ingerindo bebidas alcoólicas”.
Requereu então que um profissional do estabelecimento orientasse a todos que “cessassem os insultos e a importunação do sossego alheio”. Tudo teria se acalmado logo depois da meia-noite de quinta para sexta-feira, 03.
Mais tarde, porém, as ofensas prosseguiram. O sócio do Pinheiros Alexandre da Nova Forjaz, que se apresenta como agente publicitário, foi identificado como um dos que proferiam ofensas. Ele teria dito “careca ladrão”, “advogado do PCC”, “vamos fechar o STF” e “careca filha da puta” [sic]. A partir daí, ainda que Alexandre de Moraes não estivesse presente, o segurança do ministro “acionou apoio da Polícia Militar, que o apoiou na condução do investigado” até o 14º D.P.
Na delegacia, Alexandre da Nova Forjaz disse que estava no Pinheiros “assistindo a jogo de futebol e que havia [pessoas em] várias mesas insultando a pessoa da vítima [o ministro Alexandre de Moraes]”. Negou, entretanto, que ele estivesse fazendo os xingamentos e que desconhecia quem eram as outras pessoas presentes. O Poder360 tentou entrar em contato com Forjaz, mas ainda não obteve resposta.
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