Polícia

DESAPARECIDA – Menina some após sair com homem de bicicleta, em João Pessoa

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Uma adolescente de 11 anos, chamada Anielle Teixeira, desapareceu neste domingo (5) da praia do Cabo Branco, em João Pessoa, com um homem em uma bicicleta. De acordo com a mãe, da adolescente, ela estava com os filhos dormindo em um quiosque e a filha desapareceu por volta das 5h.

A irmã mais nova da adolescente teria informado para a mãe que Anielle teria sido convidada a sair com um homem em uma bicicleta e ela não quis ir com a irmã. Depois disso, a menina não apareceu mais e a família não recebeu notícias dela.

De acordo com a mãe da adolescente, ela estava na praia com os sete filhos e ao fim do dia, resolveram dormir no quiosque, cujos donos são conhecidos da mulher. Na madrugada, Anielle saiu e a irmã mais nova acordou a mãe para informar.

Quem tiver notícias sobre a adolescente, é possível denunciar para a polícia por meio do 190 ou 197. A Polícia Civil foi acionada e está investigando o caso.

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Polícia

TRAGÉDIA – Morre mãe baleada na cabeça ao tentar defender filho de atiradores no interior da Paraíba

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Morreu neste domingo (5), a mãe que foi baleada três vezes na cabeça ao tentar defender o filho de atiradores no município de Massaranduba, na Paraíba.

Maria Graciete Valdevino Teixeira, de 55 anos estava internada no Hospital de Trauma de Campina Grande, desde a última terça-feira (31).

De acordo com informações, dois homens armados invadiram a casa da mulher atrás do filho dela, que é ex-presidiário. A mulher correu para proteger o filho quando foi atingida pelos disparos.

O filho da vítima, de 30 anos, conseguiu correr até a moto e fugiu do local.

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Polícia

VÍDEO – Delegado mostra mais de 70 kg de Maconha apreendidos em Campina Grande

A Delegacia de Repressão a Entorpecentes de Campina Grande apreendeu mais de 70kg de maconha em ações no último final de semana. As ações continuarão a ocorrer ao longo da semana, confirmou a autoridade policial.

Veja o vídeo.

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Polícia

ZERO INVESTIGAÇÃO – Jogadores argentinos não serão investigados por descumprirem lei sanitária

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Os quatro jogadores argentinos que descumpriram a quarentena contra a disseminação do coronavírus não serão investigados após infringirem a lei sanitária brasileira. Eles foram notificados a deixar o Brasil na noite deste domingo (5) e, segundo a Polícia Federal, não foram deportados.

Os jogadores já deixaram o Brasil e embarcaram para a Argentina.

Os argentinos foram ouvidos por policiais federais no pavilhão de autoridades, na área interna do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Não houve depoimento formal, apenas foram ouvidos sem serem averiguados.

Chegou-se a aventar que eles poderiam ser investigados por falsidade ideológica, já que Emiliano Martínez, Buendía, Cristian Romero e Giovani Lo Celso, os quatro jogadores da seleção da Argentina, fizeram declarações sanitárias falsas no formulário ao entrar no Brasil, segundo a Anvisa.

A Agência divulgou nova nota neste domingo (5), após a suspensão do jogo entre as seleções de futebol da Argentina e do Brasil, e afirmou que cumpriu as leis sanitárias brasileiras e tentou barrar a ida dos quatro jogadores ao estádio.

Mais cedo, agentes da Polícia Federal e da Anvisa entraram no campo da Neo Química Arena, em São Paulo, para retirar os quatro jogadores da Argentina. Depois, a Conmebol suspendeu o jogo pelas eliminatórias da Copa do Mundo, organizadas pela Fifa.

A Anvisa explica que tentou estabelecer a quarentena desses quatro jogadores desde sábado (4).

“Desde a tarde deste sábado (4/9), a Anvisa, em reunião ocorrida com a participação de representantes da CONMEBOL, CBF e da delegação argentina recomendou a quarentena dos quatro jogadores argentinos, ante a confirmação de que os jogadores prestaram informações falsas e descumpriram, inequivocamente, a Portaria Interministerial nº 655, de 2021, a qual estabelece que viajantes estrangeiros que tenham passagem, nos últimos 14 dias, pelo Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia, estão impedidos de ingressar no Brasil”, diz a nota.

Depois, neste domingo pela manhã, a Anvisa acionou a Polícia Federal “a fim de que as providências no âmbito da autoridade policial fossem adotadas de imediato”.

“No exercício de sua missão legal, a Anvisa perseguiu, desde o primeiro momento, o cumprimento à legislação brasileira, que, nesse caso, se restringia à segregação dos quatro jogadores envolvidos e a adoção das medidas sanitárias correspondentes. Desde o instante em que tomou conhecimento da situação irregular dos jogadores – no mesmo dia da chegada da delegação – a Anvisa comunicou o fato às autoridades brasileiras em saúde, por meio do CIEVS – o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde”, diz o texto.

A Agência disse ainda que teve uma reunião com as autoridades envolvidas e voltou a determinar a quarentena neste momento.

“Ainda na tarde do sábado, ocorreu a reunião já referida envolvendo o Ministério da Saúde, secretaria estadual de saúde de São Paulo, representantes da CONMEBOL, CBF e da delegação argentina. Nessa reunião, a Anvisa, em conjunto com a autoridade de saúde local, determinou, no curso da reunião, a quarentena dos jogadores”, diz a nota.

A Polícia Federal tentou buscar os jogadores no hotel e, depois, no vestiário, mas a Argentina não liberou a entrada e, por isso, afirmam que tiveram que entrar no campo.

“Chegamos nesse ponto porque tudo aquilo que a Anvisa orientou, desde o primeiro momento, não foi cumprido. Eles tiveram orientação para permanecer isolados para aguardar a deportação. Mas não foi cumprido. Eles se deslocam até o estádio, entram em campo, há uma sequência de descumprimentos”, afirmou Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa, em entrevista ao locutor Galvão Bueno, na TV Globo.

Segundo o Globo Esporte, um acordo entre governo federal, CBF e Conmebol permitiu que os quatro participassem do jogo e, por isso, chegaram a entrar em campo.

Esses quatro argentinos jogam em clubes ingleses (Emiliano Martínez no Aston Villa, e Cristian Romero e Lo Celso, no Tottenham). Viajantes que estiveram no Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia precisam fazer quarentena de 14 dias antes de entrar no Brasil.

Antes de viajar a São Paulo, eles chegaram a informar que estariam na Venezuela. “Porém, notícias não oficiais chegaram à Anvisa dando conta de supostas declarações falsas prestadas por tais viajantes”, disse a Anvisa.

Para o órgão, trata-se de “notório descumprimento” de uma portaria interministerial e das normas de controle imigratório brasileiro.

Fontes do blog da Ana Flor disseram, no entanto, que os jogadores entrariam em campo neste domingo porque tinham obtido autorização do governo brasileiro. Não foi informado quem do governo teria dado a suposta autorização à participação dos jogadores.

G1

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Polícia

Operação Sossego: Polícia Militar apreende 10 aparelhos de som, encerra três festas e aplica multas

A Polícia Militar apreendeu mais dez equipamentos de som que estavam perturbando o sossego dos moradores nas cidades de João Pessoa, Santa Rita, Cruz do Espírito Santo, São Mamede e Cajazeiras. Da noite da última sexta-feira (3) até a manhã desse domingo (5), foram conduzidas 17 pessoas para a delegacia e aplicados R$ 5.500 em multas pelos militares do BPAmb.

Três festas que aconteciam de maneira irregular foram encerradas pela Polícia Militar, sendo duas delas em Cruz do Espírito Santo e a outra no bairro do Eitel Santiago, em Santa Rita. Os responsáveis pelas festas, juntamente com os aparelhos de som apreendidos foram conduzidos à 6ª Delegacia Distrital.

Denúncias – A população pode fazer denúncias sobre perturbação do sossego pelo número 190. As ocorrências podem ser atendidas por qualquer guarnição da Polícia Militar, que ao constatar a perturbação, conduz o causador para a delegacia.

Quando o volume de som ultrapassa 55 decibéis durante o dia ou 50 à noite, no caso de áreas residenciais, o causador pode responder por crime ambiental de poluição sonora, que prevê R$ 5 mil de multa e apreensão do aparelho sonoro.

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Polícia

Homem ofende Alexandre Moraes em bar, ministro fica sabendo e presta queixa

O ministro Alexandre de Moraes prestou queixa contra pessoas que o xingaram dentro do clube Pinheiros, em São Paulo, na madrugada de quinta para sexta-feira, 03. Ele não estava no local no momento, mas seus seguranças ouviram as ofensas e fizeram o registro em seu nome.

Segundo o boletim de ocorrência registrado no 14º Distrito Policial da capital paulista e confirmado pelo Poder360, “vigilantes particulares” avisaram a um integrante da escolta pessoal de Alexandre de Moraes que “indivíduos embriagados no interior do clube Pinheiros” estariam “proferindo ameaças e injúrias à pessoa da vítima”.

Alexandre de Moraes é sócio e frequentador assíduo do Pinheiros. Mora bem próximo ao clube. Integrantes de sua escolta pessoal ficam sempre nas imediações do local. Ao saber do que se passava (avisado por funcionários do clube), o segurança do ministro do STF foi ao Pinheiros e “constatou da calçada e por meio da grade do clube 4 indivíduos em uma mesa falando alto e ingerindo bebidas alcoólicas”.

Requereu então que um profissional do estabelecimento orientasse a todos que “cessassem os insultos e a importunação do sossego alheio”. Tudo teria se acalmado logo depois da meia-noite de quinta para sexta-feira, 03.

Mais tarde, porém, as ofensas prosseguiram. O sócio do Pinheiros Alexandre da Nova Forjaz, que se apresenta como agente publicitário, foi identificado como um dos que proferiam ofensas. Ele teria dito “careca ladrão”, “advogado do PCC”, “vamos fechar o STF” e “careca filha da puta” [sic]. A partir daí, ainda que Alexandre de Moraes não estivesse presente, o segurança do ministro “acionou apoio da Polícia Militar, que o apoiou na condução do investigado” até o 14º D.P.

Na delegacia, Alexandre da Nova Forjaz disse que estava no Pinheiros “assistindo a jogo de futebol e que havia [pessoas em] várias mesas insultando a pessoa da vítima [o ministro Alexandre de Moraes]”. Negou, entretanto, que ele estivesse fazendo os xingamentos e que desconhecia quem eram as outras pessoas presentes. O Poder360 tentou entrar em contato com Forjaz, mas ainda não obteve resposta.

Poder 360

Opinião dos leitores

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Polícia

“Um ministro do STF está contaminando a democracia”, afirma Bolsonaro

A uma plateia de apoiadores inflamada e com o coro de “eu autorizo” ao fundo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou o STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que um ministro da Corte “está contaminando a democracia”, e falou em “poder moderador” durante o evento CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora, na tradução literal) Brasil 2021 nesse sábado, 04.

A convenção é considerada “o maior evento conservador” do Brasil. O chefe do Executivo criticou mais uma vez o ministro do STF Alexandre de Moraes, contra quem apresentou um pedido de impeachment, sem citá-lo nominalmente.

Bolsonaro disse que 1 ministro do Supremo “está dando um tom completamente errado”. “Com toda certeza temos bons ministros lá. Agora esse um está contaminando a nossa democracia, esse um está ignorando vários incisos do artigo 5º da Constituição, e está ignorando o outro dispositivo que fala da liberdade de expressão”, disse.

Com aplausos e gritos da plateia, o presidente afirmou que o “poder moderador é o povo”. “Não podemos admitir que uma pessoa, com poder da força, jogue fora das 4 linhas da Constituição”, declarou.

Bolsonaro afirmou que ministros do STF e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estão convidados para os atos do 7 de Setembro. Depois da declaração, parte do público aplaudiu e parte vaiou. Ao longo do evento, palestrantes pontuaram a importância de não fazer nada violento nas manifestações.

Estavam no palco com o presidente a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e as seguintes autoridades ou aliados:

Ministro João Roma (Cidadania);

Ministro Gilson Machado (Turismo);

Ministro Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência);

Ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos);

Secretário Jorge Seif (Agricultura e Pesca);

Secretário Mario Frias (Cultura);

Presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo; ex-ministro

Ernesto Araújo; ex-ministro Ricardo Salles; deputado Eduardo

Bolsonaro (PSL-SP); deputado Carlos Jordy (PSL-RJ); o ex-senador e ex-deputado federal Magno Malta.

Quase ninguém na plateia usava máscaras.

Poder360

 

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Polícia

PF abre inquérito para apurar vazamento de investigação sigilosa sobre ataque hacker ao TSE

A PF (Polícia Federal) abriu um inquérito para apurar o vazamento de uma investigação sigilosa do órgão sobre a invasão hacker sofrida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2018.

A investigação busca entender como o deputado federal Filipe Barros (PSL-PR), relator da PEC (proposta de emenda à Constituição) do voto impresso, ficou sabendo da investigação sigilosa tocada pela PF. Também tenta mapear os responsáveis pela divulgação dos documentos.

O inquérito foi aberto por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a pedido do TSE. A decisão foi tomada pelo magistrado em 12 de agosto.

O delegado Victor Neves Feitosa, responsável pela investigação do ataque hacker vazado, acabou afastado do caso. Tanto ele quanto Barros devem prestar depoimento. O ministro também ordenou a exclusão das publicações com os documentos sigilosos. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) divulgou o material em seu perfil no Twitter.

Moraes afirmou que o compartilhamento dos documentos por Bolsonaro e Barros pode configurar o crime de divulgação de segredo com potencial prejuízo à administração pública.

COMPARTILHAMENTO

O compartilhamento do material por Bolsonaro ocorreu depois de sua live de 29 de julho. Na ocasião, o presidente pretendia colocar em dúvida a segurança da urna eletrônica e defender o voto impresso auditável.

Para o TSE, a divulgação dos documentos sigilosos pode configurar o crime de divulgação de segredos. Segundo a Corte Eleitoral, os relatórios e pareceres foram encaminhados à PF em abril de 2020 e a corporação foi informada do sigilo legal das informações contidas nos documentos.

O TSE também afirmou haver indícios de que as informações e dados sigilosos tenham sido divulgados pelo delegado da PF responsável pelo caso e, em seguida, por Bolsonaro e Filipe Barros. A notícia-crime foi assinada por todos os 7 ministros que integram o TSE, incluindo o próprio Alexandre de Moraes.

De acordo com o TSE, o episódio de 2018 não representou risco à integridade da eleição, já que o código-fonte dos programas utilizados passaram por “sucessivas verificações, testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação”.

O Tribunal também ressaltou que as urnas eletrônicas “jamais entram na rede”“Por não serem conectadas à internet, não são passíveis de acesso remoto, o que impede qualquer tipo de interferência externa”. Por essa razão, “é possível afirmar, com margem de certeza, que a invasão investigada não teve qualquer impacto sobre o resultado das eleições”, conclui a nota.

Poder 360

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Polícia

MEGA-ASSALTO: PF diz que bandidos deixaram 200 kg de explosivos espalhados em Araçatuba

Carros com reféns em rua com explosivo instalado em Araçatuba — Foto: Reprodução/Câmera de segurança

Os bandidos que impuseram o terror à população de Araçatuba na madrugada da segunda-feira (30/9), deixaram nada menos que 200 quilos de explosivos espalhados pela cidade após a fuga, segundo a Polícia Federal.

O Gate, grupo especializado da PM, desarmou 98 artefatos na manhã pós-terror e encontrou um caminhão com explosivos. Havia bombas nas ruas, dentro de bancos e em veículos espalhados pela cidade.

A PF está periciando treze veículos utilizados na ação armada, que resultou em três bancos assaltados, carros incendiados, reféns traumatizados, três mortos (dois moradores e um suspeito) e ao menos seis feridos – um deles teve os pés amputados.

De acordo com a PF, vários desses veículos “eram blindados e preparados para receber armamento de grosso calibre”.

Seis suspeitos foram presos – três deles que atuavam como olheiros nas vias que dão acesso à cidade – e um morreu no hospital. Três desses suspeitos foram alvos de mandados de prisão nesta sexta-feira, 3.

A PF informou que “continua seguindo todas as linhas de investigação que estão surgindo”.

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Covid-19

Cerca de 300 PMs seguem sem buscar imunizante contra Covid-19, na Paraíba

Imagem: Reprodução

Pelo menos 300 policiais militares da Paraíba ainda não se vacinaram contra Covid-19. Ao ClickPB, o presidente da Comissão de Ações de Prevenção para Covid-19 da Polícia Militar, coronel José Ronildo Silva, disse que houve uma redução da quantidade de policiais não imunizados. Eram 460 inicialmente. Nesta sexta-feira (03), confirmou que a corporação está realizando um trabalho de convencimento com a categoria.

“Estamos fazendo um trabalhando de convencimento diretamente com cada homem e mulher e dessas 460 nós estamos com uma média de 300”, afirmou o coronel. Ele contou ainda que as principais justificativas de não terem tomado a vacina são vários motivos. “Desde medo, não confiam na vacina, dizem que a China quer dominar o mundo, por problemas de religiosidade, alguns têm doenças, tem medo de tomar e piorar, e outros por convicção política mesmo”, revelou, em conversa com o portal.

Circulou informações de que o Comando Geral da Polícia Militar tinha afastado policiais que não tomaram a vacina contra Covid-19. No entanto, o coronel José Ronildo explicou que isso não aconteceu. “O afastamento se deu aqui em virtude da idade e de alguns policiais que apresentam comorbidades. Isso ocorreu independente deles terem tomado ou não eles foram afastados do serviço”, frisou, destacando que a idade dos afastados foi os que têm 60 anos.

Ainda de acordo com o presidente da Comissão, o Comando aumentou o prazo para retorno. De acordo com os infectologistas, o prazo mínimo para imunização total é de 21 dias após a segunda dose. “Aqueles que tem mais de 60 anos sem comorbidade e tomaram as duas doses da vacina a gente está aumento o prazo de 30 dias para que ele volte para o serviço normal. Quem não tiver nessas condições para o trabalho não volta”, frisou.

Blog do BG com ClickPB

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