A prefeitura de Cuité de Mamanguape emitiu uma nota de esclarecimento após a Operação da PF e CGU que ocorreu no município na manhã desta quinta-feira (9), visando cumprir mandados de busca e apreensão relacionados à investigação de compra de testes para a Covid-19 com valores muito acima do praticado no mercado e com dispensa de licitação.
Leia na íntegra:
A PREFEITURA MUNICIPAL DE CUITÉ DE MAMANGUAPE/PB, vem a público esclarecer que a Operação realizada na manhã de hoje (09/09) pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União visa cumprir mandados de busca e apreensão relacionados a investigação de compra de testes COVID adquiridos no ano de 2020, ou seja, na gestão passada.
Informa-se a todos os cidadãos de Cuité de Mamanguape/PB que a Prefeitura, preza pela transparência e legalidade de todos os atos administrativos, colocando-se à disposição para contribuir efetivamente com as investigações, fornecendo todos os dados requisitados e necessários.
Reitera-se o apoio a atuação da Polícia Federal e demais órgãos de controle que visam resguardar o interesse público, de modo que colocamo-nos à disposição quaisquer esclarecimentos.
Em depoimento prestado na noite dessa quarta-feira (8), José Alex, preso em Pernambuco, confessou ter assassinado Anielle Teixeira, de 11 anos, cujo corpo foi encontrado na madrugada em um matagal do bairro de Miramar.
O suspeito foi interrogado pelo delegado Rodolfo Santa Cruz, mas negou ter estuprado a garota, que foi encontrada sem a parte de baixo da roupa.
José Alex afirmou ter matado a menina por esganadura, no local em que seu corpo foi encontrado. Ele ainda contou que tinha passado o dia ingerindo bebida alcoólica e consumindo drogas.
No depoimento o homem afirmou que ao acordar de madrugada percebeu que Anielle não estava no quiosque com a mãe e a irmã, então saiu à sua procura. Ele afirma ter encontrado a menina perto da mata, a arrastado para dentro e a matado.
Logo após o crime ele foi para casa, no bairro São José, trocou de roupa e depois foi trabalhar.
As investigações têm como objetivo apurar a compra das prefeituras de Caldas Brandão/PB,Mamanguape/PB, Cuité de Mamanguape/PB, Alhandra/PB, Lagoa de Dentro/ PB, Serra da Raiz/PB e Lagoa/PB, nos anos de 2020 e/ou 2021, de Kits de testes rápidos para detecção da Covid-19 com sobrepreço potencial, através de procedimentos de dispensas de licitação, em tese fraudados.
Segundo nota técnica elaborada pela Controladoria Geral da União, uma empresa que não era do ramo de insumos médicos até data próxima ao início da pandemia firmou contratos com diversas prefeituras da Paraíba para fornecimento de testes rápidos para detecção da Covid-19 com sobrepreço no valor devido de até 89% do valor contratado, causando prejuízos ao erário de aproximadamente R$ 2.884.860,50 .
Os recursospara compra desses testes são oriundos do Sistema Único de Saúde- SUS, para o enfrentamento da COVID-19.
A empresa investigada aparece como uma das maiores credoras de municípios paraibanos no ano de 2021 na condição de fornecedora de insumos médicos, embora desempenhasse sua atividade principal em ramo totalmente diverso deste até o início da pandemia.
A Polícia Federal na Paraíba deflagrou, na manhã desta quinta-feira (09/09/2021), a Operação SELECT, que conta com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público Federal e da Controladoria Geral da União.
Policiais Federais procederam ao cumprimento de 28 (vinte e oito) mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa/PB, Santa Rita/PB, Caldas Brandão/PB, Mamanguape/PB, Cuité de Mamanguape/PB,
Alhandra/PB, Lagoa de Dentro/ PB, Serra da Raiz/PB e Lagoa/PB, tendo os mesmos sido expedidos pela 16ª Vara Federal de João Pessoa, 12ª Vara Federal de Guarabira/PB e 8ª Vara Federal de Patos/PB, com pareceres
favoráveis da Procuradoria da República.
O cumprimento de mandados em órgãos públicos e empresas contaram com a participação de servidores da Controladoria Geral da União.
As investigações têm como objetivo apurar a compra das prefeituras de Caldas Brandão/PB, Mamanguape/PB, Cuité de Mamanguape/PB, Alhandra/PB, Lagoa de Dentro/ PB, Serra da Raiz/PB e Lagoa/PB, nos anos de 2020 e/ou 2021, de Kits de testes rápidos para detecção da Covid-19 com sobrepreço potencial, através de procedimentos de dispensas de licitação, em tese fraudados.
Segundo nota técnica elaborada pela Controladoria Geral da União, uma empresa que não era do ramo de insumos médicos até data próxima ao início da pandemia firmou contratos com diversas prefeituras da Paraíba para fornecimento de testes rápidos para detecção da Covid-19 com sobrepreço no valor devido de até 89% do valor contratado, causando prejuízos ao erário de aproximadamente R$ 2.884.860,50 . Os recursos
para compra desses testes são oriundos do Sistema Único de Saúde- SUS, para o enfrentamento da COVID-19.
A empresa investigada aparece como uma das maiores credoras de municípios paraibanos no ano de 2021 na condição de fornecedora de insumos médicos, embora desempenhasse sua atividade principal em ramo totalmente diverso deste até o início da pandemia.
CRIMES INVESTIGADOS
Os investigados responderão pelos crimes previstos nos artigos 89, 90 e 96 da Lei nº 8.666/93 (visto que cometidos antes do advento da lei 14.133/21), artigos 317 e 333 do Código Penal Brasileiro, além de outros
que venham a ser descobertos no bojo da investigação.
Será concedida entrevista coletiva às 11h30 no Auditório da Superintendência da Polícia Federal, em João Pessoa.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram uma operação na manhã desta quinta-feira (08) contra o desvio de recursos destinados para combater à Covid-19.
Dentre os locais visitados pelos agentes da PF para cumprimento dos mandados de busca e apreensão, está uma empresa localizada na Avenida Tabajaras, no centro de João Pessoa.
O suspeito de matar a menina Anielly, de 11 anos, preso na tarde desta quarta-feira (8), em Ferreiros (PE) deve chegar nesta quinta(9) a João Pessoa.
O delegado de Homicídios de João Pessoa, Rodolfo Santa Cruz, afirmou que o rapaz será lavrado por homicídio e ocultação de cadáver. Ele ficará preso na Central de Polícia, em, João Pessoa, e deve ser transferido para o Presídio do Roger, também na capital.
O homem foi a última pessoa a ser vista com a garota. Para os investigadores, ele é o principal suspeito do homicídio. A Polícia Civil acredita que o crime possa ter ocorrido por motivação sexual. Em alguns vídeos que já circulam nas redes sociais, o suspeito nega que tenha cometido o crime.
O corpo de Anielly foi encontrado em um matagal próximo a Avenida Epitácio Pessoa. Ela havia sumido na madrugada do domingo (5) na orla da Capital paraibana.
Policiais Militares do 2º Batalhão acabam de prender, na cidade de Ferreiros, Zona da Mata Norte de Pernambuco, José Alex da Silva, suspeito de cometer um crime bárbaro, em João Pessoa, no último domingo (5), que vitimou uma criança, por estrangulamento. Confira os vídeos abaixo:
A criança foi estrangulada e o corpo apresentava sinais de violência sexual. O acusado foragiu e se escondeu na casa da irmã, em Ferreiros-PE, onde foi preso. O crime muito repercutiu em JP, e provocou revolta popular.
Alex foi preso por policias da operação malhas da lei. A prisão por volta das 14h20 e o suspeito esta sendo apresentado na delegacia de ferreiros neste momento! A delegada responsável pelas investigações do crime aqui na Paraíba, já designou uma equipe de investigadores para ir para ferreiros buscá-lo, também já representou pedido de prisão temporária.
Foi preso no município de Ferreiros, em Pernambuco, suspeito de raptar uma adolescente de 11 anos, chamada Anielle Teixeira, neste domingo (5) da praia do Cabo Branco, em João Pessoa. De acordo com a mãe da adolescente, ela estava na praia com os sete filhos e ao fim do dia, resolveram dormir no quiosque, cujos donos são conhecidos da mulher. Na madrugada, Anielle saiu e a irmã mais nova acordou a mãe para informar.
A irmã mais nova da adolescente teria informado para a mãe que Anielle teria sido convidada a sair com um homem em uma bicicleta e ela não quis ir com a irmã. Depois disso, a menina não apareceu mais e a família não recebeu notícias dela.
O corpo de Anielle foi encontrado às margens do Rio Jaguaribe, na madrugada desta quarta-feira (08), às margens do Rio Jaguaribe, no bairro de Miramar, em João Pessoa. Confira a matéria clicando aqui.
A mãe da menina discutiu, no domingo (05) pela manhã, com o principal suspeito de ter assassinado Anielle, na orla marítima da capital paraibana, após a confirmação do desaparecimento da menina.
Cínthia Teixeira, mãe da jovem Anielle Teixeira, encontrada morta na manhã desta quarta-feira (8), em João Pessoa, após dias desaparecida, relatou detalhes do caso. Ela pediu justiça pela filha e revelou a suspeita de que mais de uma pessoa teria participado do crime. Um dos suspeitos, identificado apenas como Alex, já foi apontado pela Polícia Civil.
“Peço justiça, e a pessoa que fez isso com a minha filha seja encontrada ,porque ele não é gente não, ele é um monstro, fazer isso com uma criança que nunca fez mal a ninguém, uma menina da igreja, uma menina de Deus. A justiça vai ser feita porque se não for pela justiça da terra, mas a de Deus não falha, mas eu creio em nome de Jesus que ele vai ser encontrado, porque Deus não dorme. Eu imagino que ele não esteja só nisso aí não, que ainda esteja outra pessoa envolvida, não tiro de dentro do meu coração, meu coração de mãe sente que tem alguém nesse meio”, disse.
Ela revelou detalhes do momento em que foi encontrado o corpo da filha, em uma mata, no bairro do Miramar. “Recebi um telefonema de que escutaram gritos em uma mata próxima ao Forrozão e Pão de Açúcar, naquelas imediações, aí eu fui lá com os vizinhos no carro e foi lá entrei na mata com pessoal, fiquei gritando por ela, chamando o nome dela, e nada dela responder entendeu, e as pessoas que estavam lá diziam que escutaram gritos, gente pedindo socorro, choro”, declarou.
Cínthia ainda contou como ocorreu o desaparecimento. A família havia passado o sábado em uma praia, e resolveu ficar no local até o amanhecer em um quiosque devido ao preço elevado do transporte no horário da noite.
“No sábado, o dia todo, que infelizmente por conta do fim de semana entendeu os Uber ser as [tarifas] dinâmicas um pouco altas, eu resolvi amanhecer o dia entendeu, e no outro dia vir para casa, só o que que a gente não sabe né o que pode acontecer o que vai acontecer a gente não prevê, entendeu. Se eu soubesse que iria acontecer isso com a minha filha, jamais eu teria ficado lá, tinha dado qualquer tipo de jeito… não sei o que podem estar pensando nesse exato momento, mas não sabem como é que eu tô me sentindo por dentro entendeu, só quem sabe é Deus como é que eu tô me sentindo, ainda tenho que dar força minha mãe que surtou nessa madrugada, meus filhos”, contou.
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