O circuito interno de câmeras de um shopping center registrou o momento da colisão entre o carro e a moto na madrugada deste sábado 11, no Retão de Manaíra, em João Pessoa.
O vídeo mostra o carro desgovernado após atingir a moto e matar o motoboy Kelton Marques.
Com o impacto da batida o carro derrubou ainda o muro de um condomínio.
Kelton Marques, representante comercial, morreu na madrugada deste sábado, 11, vítima de um grave acidente no Retão de Manaíra, em João Pessoa.
No momento da tragédia, ele pilotava uma moto onde fazia uma renda extra como motoboy para complementar o orçamento familiar.
A moto que pilotava para realizar entrega de lanches foi atingida violentamente por um carro em alta velocidade, segundo testemunhas que passavam no local no momento do acidente.
Kelton foi arremessado e morreu na hora. A moto ficou destruída e o condutor do carro fugiu do local.
Kelton deixa duas filhas. Segundo informações, ele era de Várzea Nova, em Santa Rita, Região Metropolitana de João Pessoa.
Um grave acidente envolvendo um carro e uma moto com vítima fatal registrado na manhã deste sábado, 11, na Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho (Retão de Manaíra), no bairro de Manaíra, em João Pessoa, deixou um entregador de delivery morto.
Segundo informações, o condutor do carro acusado de causar o acidente, seria Ruan Ferreira de Oliveira, 28 anos. Ele seria dono de uma loja de celulares em Catolé do Rocha, Sertão Paraibano.
No interior do veículo que Ruan conduzia foram encontradas garrafas de cerveja e uma quantidade de droga semelhante a maconha.
Uma batida entre um carro e uma moto, na manhã deste sábado (11), na Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho (Retão de Manaíra), no bairro de Manaíra, em João Pessoa, deixou uma pessoa morta.
O impacto da colisão foi tão forte que derrubou o muro de um prédio residencial da área.
De acordo com informações apuradas pelo ClickPB, o acidente aconteceu já no início da manhã de hoje, nas proximidade de um shopping da área.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), do Corpo de Bombeiros, Semob-JP e Polícia Militar estiveram no local. Inicialmente, um trecho do Retão de Manaíra foi isolado e o fluxo no trânsito seguiu apenas por uma das faixas.
A moto ficou totalmente destruída e o condutor, um homem morreu no local após ter sido atropelado pelo carro.
O veículo envolvido no acidente, que seguia pelo Retão de Manaíra, também ficou com uma parte destruída.
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira o pedido de habeas corpus apresentado pelos deputados Vitor Hugo (PSL-GO) e Carla Zambelli (PSL-SP) em benefício do caminhoneiro Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão. Ele está foragido no México e ainda não foi preso.
Com a decisão, Fachin não conheceu o habeas corpus apresentado pela defesa do ex-deputado federal e não o analisou. Segundo o ministro, “a via eleita não é adequada”, e o pedido é “manifestamente incabível”.
“Incognoscível habeas corpus voltado contra decisão proferida por Ministro do Supremo Tribunal Federal ou por uma de suas Turmas, seja em recurso ou em ação originária de sua competência”, disse Fachin.
Ainda segundo o ministro, “a aplicação analógica do verbete consolidado na Súmula n. 606 do Supremo Tribunal Federal encontra-se já assentada na jurisprudência do Pleno desta Corte, em julgamentos tanto presenciais quanto virtuais, no sentido, inclusive, de não admitir a impetração de writ originário para o colegiado maior, quando inquinando como ato coator decisum oriundo de seus órgãos fracionários ou de ordem unipessoal de quaisquer dos Ministros integrantes desta Suprema Corte”.
Fachin também lembrou o parecer do procurador-geral da República, Augusto Aras, que se manifestou da mesma forma no habeas corpus que questionava a decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes que decretou a prisão preventiva de Roberto Jefferson.
No habeas corpus, os deputados diziam que “a concessão do salvo-conduto se impõe, pois nada justifica a manutenção da prisão cautelar do paciente, porque não há mais o eventual risco de cometimento de novos crimes por parte do paciente, uma vez que o feriado de 7 de setembro inclusive já passou e transcorreu dentro da normalidade democrática”.
Na quinta-feira, a PF incluiu o nome do bolsonarista na lista de procurados da Interpol, a polícia internacional, após ordem judicial do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Como Zé Trovão está em território estrangeiro, essa ordem internacional de prisão agora precisa ser cumprida pela polícia mexicana. Segundo investigadores, ainda seria necessário uma autorização de um juiz mexicano para validar a ordem de prisão.
As imagens dos vídeos do bolsonarista foram essenciais para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal localizassem o seu paradeiro. Ontem, a defesa de Zé Trovão chegou a dizer que ele cogitava deixar o México para outro país, citando como possível destino os Estados Unidos.
Além de ser necessária uma ação da polícia mexicana, as autoridades brasileiras ainda deverão solicitar ao governo mexicano a extradição de Zé Trovão. Só com a abertura desse processo de extradição é que ele poderia ser enviado de volta ao Brasil para o cumprimento da prisão preventiva determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Esse processo de extradição, porém, tem diversos trâmites burocráticos e deve levar algum tempo para ser finalizado.
Mais uma vítima de estupro compareceu à Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM/zona norte), em João Pessoa, para dizer que também foi estuprada por José Alex, que está preso suspeito de estuprar e assassinar Anielle Teixeira, 11 anos, encontrada morta na madrugada dessa quarta-feira, 8 de setembro, em uma mata no bairro de Miramar.
De acordo com a delegada Amindonzele Carneiro, tanto essa segunda vítima quanto o seu namorado reconheceram José Alex como o autor do crime. O delito já estava sendo investigado pela DEAM/Norte de João Pessoa.
“Com a repercussão do caso Anielle na imprensa, essa vítima veio à delegacia com o seu namorado e fizeram o reconhecimento”, disse a delegada.
É a segunda vítima de estupro que foi até a delegacia apontar José Alex como autor nos respectivos crimes, após a exibição de sua foto nos meios de comunicação.
A Polícia Civil está investigando criteriosamente todos os casos.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (10), a Operação Sierra, que investiga uma série de irregularidades nas administrações regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL). São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.
De acordo com a Polícia Federal, IEL firmou contratos de prestação de serviços com empresas de propriedade de dirigente do Sistema S, o que é proibido pela lei. As investigações apontam que as empresas beneficiadas receberam cerca de R$ 3 milhões.
Os possíveis crimes cometidos são de furto qualificado, falsidade documental e associação criminosa, com penas que podem chegar a 16 anos de reclusão.
Em nota, o IEL disse que recebe com tranquilidade a investigação da PF. De acordo com o Instituto, os mesmos fatos também são apurados internamente e judicialmente, em ações que o IEL busca ressarcimento. “O Instituto Euvaldo Lodi do Distrito Federal está colaborando integralmente com as apurações, pois é o maior interessado no resultado, uma vez que estamos diante de fatos que prejudicaram não só os cofres do Instituto, mas também a sua imagem”, diz a nota
Veja a nota completa
O Instituto Euvaldo Lodi do Distrito Federal (IEL-DF) recebeu com tranquilidade busca e apreensão pela Polícia Federal na manhã desta sexta-feira, dia 10 de setembro de 2021, tendo em vista que o objeto da busca é decorrente também de apuração interna e de ações judiciais de ressarcimento impetradas pelo próprio IEL-DF contra empresas contratadas pelo Instituto nos anos de 2015 e 2016.
As ações de ressarcimento impetradas pelo IEL-DF tramitam em varas cíveis da Justiça do Distrito Federal e estão em fase de instrução. Com as ações, o IEL-DF busca o ressarcimento dos valores pagos às empresas.
O IEL-DF esclarece também que a apuração de todos estes eventos foi devidamente levada à conhecimento do Tribunal de Contas da União (TCU) pelo Instituto e que não há qualquer relação das empresas investigadas com dirigentes do Sistema S.
O Instituto Euvaldo Lodi do Distrito Federal está colaborando integralmente com as apurações, pois é o maior interessado no resultado, uma vez que estamos diante de fatos que prejudicaram não só os cofres do Instituto, mas também a sua imagem.
Um novo detalhe sobre o assassinato da menina Anielle Suelen Teixeira, de 11 anos, foi revelado nesta sexta-feira (11) pela perita Cristiane Helena Freire, chefe do Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de João Pessoa.
Foi encontrada lama nas vias áereas da garota, o que demonstra que depois de ser estrangulada, ela ainda estava viva quando foi jogada em uma poça de lama pelo assassino confesso, José Alex da Silva, de 35 anos. A causa da morte foi confirmada como decorrente do estrangulamento.
“Entre os ferimentos existentes no corpo, encontramos fraturas em duas vértebras cervicais”, acrescentou Cristiane. Segundo ela, os elementos descobertos até agora não são suficientes para afirmar se outra pessoa participou do crime e nem se Anielle sofreu também violência sexual, tese cogitada porque o cadáver foi encontrado seminu numa área de mata no Miramar, ao lado do supermercado Pão de Açúcar da avenida Epitácio Pessoa.
Alex confessou o assassinato e disse que estava sob efeito de drogas e álcool quando matou Anielle. Segundo ele, o crime foi cometido porque a menina teria usado a bicicleta dele sem permissão. Ele, contudo, nega ter estuprado a vítima.
O corpo da menina assassinada foi sepultado por volta das 16h desta quinta-feira (9) no Cemitério São José, em Cruz das Armas, sob forte comoção.
O Crime
Anielle Suelen Teixeira, de 11 anos, estava em um quiosque da praia do Cabo Branco, com a mãe, Cíntia, e mais seis irmãos quando foi abordada por volta das 4h30 do domingo (5,) por Alex. A família havia decidido dormir no local, que pertence a conhecidos de Cíntia, porque a tarifa do Uber estava muito alta na noite de sábado. A intenção era que tomassem banho de mar na manhã de domingo e só então voltassem para casa, no Jardim Veneza.
A chegada de Alex ao quiosque e a conversa dele com a menina foi flagrada por câmeras de segurança. Depois disso, a menina saiu do local com o homem e não foi mais vista.
As informações são de que a mãe de Anielle dormia naquele momento e só foi informada do que havia acontecido por uma filha mais nova. Ela já conhecia José Alex porque ambos trabalhavam informalmente na praia. Ele vendendo cocos e ela, auxiliando nas vendas de um quiosque. Depois de ver as imagens do circuito de câmeras, ela passou a procurar pelo suspeito para ter informações do paradeiro da filha e chegou a encontrá-lo e discutir com ele, que negava envolvimento no crime.
Alex acabou preso na quarta-feira (8) depois que a polícia de Pernambuco recebeu denúncia anônima apontando que ele estava na casa de parentes. O suspeito tentou fugir pulando muros de casas próximas a que ele estava, mas foi detido pelos policiais militares e encaminhado à Central de Polícia de João Pessoa. Ao prestar depoimento, ele finalmente confessou o homicídio, mas negou que tenha praticado violência sexual contra a garota.
Um homem preso suspeito de estuprar uma adolescente de 17 anos foi encontrado morto na quinta-feira (9) dentro da cela do Presídio João Bosco, do município de Guarabira, no Brejo da Paraíba, um dia depois de chegar a penitenciária.
Flávio Davi dos Santos, 36 anos, conhecido como ‘OBA’, foi preso horas depois de ter usado uma faca para abordar, ameaçar a garota a acompanhá-lo até um ginásio da cidade. No local, ele teria cometido o abuso sexual. Ao saber do crime, a mãe da garota a levou para a UPA local, que comprovou o abuso.
A adolescente iniciou tratamento de prevenção das DST´s e outras doenças. O suspeito era conhecido da vítima, já que morava perto da casa dela, segundo a Polícia. A assessoria de imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária informou que há indícios de que Flávio tenha cometido suicídio, já que estava sozinho na cela do isolado inferior. A Polícia Civil investiga o caso.
Uma petição pública, que circula nas redes sociais, manifesta apoio ao delegado da Polícia Federal, Felipe Alcântara Leal, que por anos atuou na Paraíba e foi responsável por investigações importantes no Estado.
Felipe estava à frente de um inquérito que investiga interferências do presidente Jair Bolsonaro no comando da Polícia Federal, mas foi afastado no fim do mês passado por uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Na Paraíba, uma das operações coordenadas por Felipe foi a do caso ‘Jampa Digital’ – que apurou irregularidades em contratos da prefeitura de João Pessoa, em serviços gratuitos de internet.
Ele também atuou em parte das investigações da Calvário, desencadeada em dezembro de 2018 com o objetivo de desarticular uma organização criminosa infiltrada na Cruz Vermelha Brasileira, filial do Rio Grande do Sul, além de outros órgãos governamentais. A operação teve oito fases, resultado na prisão de servidores e ex-servidores de alto escalão na estruturado governo da Paraíba, além do Governador Ricardo Coutinho.
O delegado havia sido designado para conduzir o inquérito que investiga as interferências na PF pelo próprio ministro, em julho.
Mas na avaliação de Moraes o delegado determinou a realização de diligências que investigariam atos do atual diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, e que estariam fora do escopo inicial da investigação.
Felipe Leal é um policial que se dedica há quase vinte anos à corporação, sendo que somente na última década foi o responsável por presidir e coordenar dezenas de investigações sensíveis e de relevo nos diversos estados da federação onde atuou”, diz a nota.
A petição pode ser assinada acessando o link aqui.
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