Polêmica

VÍDEO: Apresentadora Dalu Melo denuncia ter sido vítima de tentativa de estupro em praia de Intermares

A jornalista e apresentadora de televisão, Dalu Melo, denunciou, nesta terça-feira (9), ter sido vítima de uma tentativa de estupro enquanto praticava exercício físico na praia de Intermares, em Cabedelo, na Grande João Pessoa.

Em vídeo postado nas redes sociais, Dalu explicou que o fato ocorreu logo depois de ter ajudado uma senhora a atravessar um canal. A mulher pediu sua ajuda porque já estava cismada com a atitude de homens suspeitos no local.

“Quando eu cheguei perto do meu carro fui abordada por um homem se mastubando… Na mesma hora quando vi eu gritei pedindo socorro e ajuda. E não tinha ninguém na praia porque era 9h da manhã. Porém, ele veio para cima de mim, tentou pegar minha bolsa, porque eu parei gritando. Eu puxei minha bolsa de volta e sai correndo e ele saiu correndo também”, contou a comunicadora.

Dalu esclareceu que, quando percebeu a presença do agressor, chegou a se armar com um pedaço de madeira, o que não foi suficiente para intimidar o suspeito do abuso. Ela ainda disse que outros homens presenciaram a violência e não fizeram nada.

“Sabe onde é que esta a grande raiva disso tudo é que existiam vários homens lá e ninguém fez nada. Ninguém parou esse cara, nem me ouvi=u grintando, ou pedindo socorro. Os homens que estavam na hora foram completamente coniventes ao comportamento desse cara”, lamentou a jornalista.

Apesar da denúncia nas redes sociais, os órgãos de segurança ainda não se posicionaram sobre a tentativa de estupro.

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Polêmica

VÍDEO: “DENEGRIR MINHA IMAGEM” Delegado Morroni, preso por tráfico crítica uso de algemas


Depois da prisão, na audiência de custódia, na última terça-feira (2), o delegado Braz Morroni, negou ter sido violentando pelos policiais que lhe prenderam, porém reclamou do fato de eles terem utilizados algemas no momento da sua prisão.

No vídeo da audiência, ao qual o blog teve acesso com exclusividade, o delegado disse que “estranhou o uso de algemas” e atribuiu a decisão a uma forma lhe expor na imprensa. “Eu queria só acrescentar que em relação a violência, eu disse que não houve violências, mas o que me estranhou foi o uso de algemas só no período em que a mídia teve acesso às minhas imagens.

O escrivão fez contato comigo, falou que eu tinha mandado de prisão, em nenhum momento [fui algemado]. Eu fui com ele [até a delegacia] e quando estava dentro da delegacia já foi determinado, segundo ele através da gestão, que eu fosse algemado justamente nesse trâmite até o [exame de] corpo e delito, não sei se para imprensa filmar”, citou o delegado. Para Braz Morroni, ele foi algemado com intuito de “denegrir” a sua imagem, pois, de acordo com o delegado, em nenhum momento “ofereceu risco” aos policiais. “Eu senti como um intuito de denegrir a minha imagem porque em nenhum momento eu ofereci risco, eu sempre colaborei desde o momento que ele [o policial] chegou sozinho e me informou do mandado de prisão e eu fui com ele [para delegacia]”, complementou Braz Morroni.

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Polêmica

Veja nota da Polícia Militar da PB após afastamento de agente que agrediu homem no Parque do Povo

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O Comando da Polícia Militar da Paraíba afastou preventivamente o policial militar flagrado agredindo um homem com socos e joelhadas no Parque do Povo, em Campina Grande, durante as festividades de São João.
O caso ocorreu na sexta-feira (5), e a corporação instaurou uma investigação na Corregedoria-Geral.
Em nota oficial, a corporação declarou que:
  • Tomou conhecimento do caso pelas gravações que viralizaram nas redes sociais.
  • As cenas registradas não refletem os padrões técnicos, legais e profissionais, tampouco os protocolos de atuação da instituição.
  • Abriu um procedimento apuratório para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e as motivações que antecederam a agressão.
  • O agente foi afastado de suas atividades operacionais enquanto as investigações da Corregedoria ocorrem.

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Polêmica

VÍDEO”GENEBALDO” Maior especialista ambiental do país cita João Pessoa como exemplo de cidade “caótica, poluída e violenta”

Um dos principais nomes da educação ambiental no Brasil, o ecólogo Genebaldo Freire Dias fez um alerta durante entrevista à TV Sergipe ao comentar os desafios do crescimento urbano e da preservação ambiental.

Ao falar sobre a Semana do Meio Ambiente, que teve início ontem (2) em Aracaju, o especialista citou João Pessoa como um exemplo do que, na avaliação dele, deve ser evitado pelas cidades nordestinas.

“Eu deixaria um recado aqui para as pessoas. Não permitam que aconteça com Aracaju o que aconteceu com João Pessoa. João Pessoa hoje se transformou numa cidade caótica, poluída, violenta, perdeu qualidade de vida. Então que a gente fique atento a isso para não repetir os erros”, afirmou.

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VÍDEO: ‘NA MARCHA PARA JESUS TODO MUNDO PODE IR’: Gil do Vigor critica proibição de crianças na Parada LGBT+

 

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O ex-BBB Gil do Vigor causou polêmica após comentar a discussão sobre a presença de crianças e adolescentes na Parada do Orgulho LGBT+. Durante o programa “Papo de Segunda”, do GNT, Gil criticou o que considera um tratamento diferente em relação a outras manifestações populares e religiosas.

“Na Marcha para Jesus todo mundo pode ir. No Carnaval pode. Todo Mundo no Rio pode. Qualquer evento que tenha aglomeração pode. Mas a Parada do Orgulho vai ser um grande problema”, afirmou.

O ex-BBB também defendeu que a proteção de crianças e adolescentes deve estar voltada para outras questões.

“A gente tem que defender as crianças e os jovens, sim. Mas temos que defender do bullying. Temos que defender tantas notícias que saem quase mensalmente sobre jovens que são abusados dentro de instituições religiosas. Os jovens precisam de proteção, mas não é da Parada do Orgulho, não é da diversidade!”, disse.

A declaração ocorre em meio à tramitação do PL nº 50/2025, de autoria do vereador Rubinho Nunes, aprovado em primeira votação pela Câmara Municipal de São Paulo. Segundo o g1, a proposta prevê que eventos com temática LGBTQIA+ sejam realizados apenas em espaços fechados e com controle de entrada, além de proibir a presença de crianças e adolescentes, mesmo acompanhados pelos pais. O texto também estabelece multas de até R$ 1 milhão.

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Polêmica

Veja quais juízes são investigados e quantas ações cada um teve no esquema do “limpa-nome”

Foto: Montagem Polêmica Paraíba
Foto: Montagem Polêmica Paraíba

A Paraíba está no centro das investigações sobre o suposto esquema conhecido como “indústria do limpa-nome”, que apura a atuação de associações, advogados e magistrados em ações judiciais destinadas a suspender temporariamente restrições de crédito de consumidores inadimplentes.

Segundo os dados apresentados na reportagem, dois magistrados paraibanos aparecem entre os investigados por decisões relacionadas ao caso. No entanto, ainda existe um terceiro que não foi mencionado na apuração do Fantástico. Juntos, eles teriam atuado em 66 ações apontadas pelas investigações, conforme apuração do Polêmica Paraíba.

O juiz Glauco Coutinho Marques, responsável pela comarca de Gurinhém, aparece vinculado a duas ações. Já a juíza Daniere Ferreira de Souza, da Vara Única da Comarca de Caaporã, é citada em 17 processos. O maior número de ações está relacionado ao juiz Josivaldo Félix Oliveira, da Vara Cível de João Pessoa, com 47 casos.

Ainda, de acordo com a reportagem do Fantástico, as investigações revelam que associações ingressavam com ações coletivas alegando supostas irregularidades em registros de inadimplência. Com base nesses processos, eram concedidas liminares que determinavam a retirada temporária das restrições dos sistemas de consulta ao crédito, como Serasa e SPC.

No caso de Glauco Coutinho, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) afirma que a associação Grupo Amigos do Consumidor (GAC), sediada em João Pessoa, teria utilizado um endereço de fachada em Caldas Brandão para direcionar processos à Comarca de Gurinhém. Segundo os investigadores, o objetivo seria fazer com que as ações fossem analisadas pelo magistrado.

Santa Luzia abre oficialmente as comemorações dos 84 anos do São João mais tradicional da Paraíba com sanfonada, forró na feira e muita cultura popular

As apurações também investigam a suspeita de concessão sistemática de liminares favoráveis a entidades ligadas aos advogados investigados no caso, além de possíveis vantagens financeiras indevidas.

Já o juiz Josivaldo Félix Oliveira é investigado sob suspeita de recebimento de recursos indevidos em troca de decisões judiciais. Em razão das apurações, ele chegou a ser afastado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba.

Em Caaporã, o Fantástico apontou que a juíza Daniere Ferreira de Souza teria concedido segundo a promotoria, 19 liminares à associação, beneficiando milhares de devedores. O Ministério Público e a Corregedoria do Tribunal de Justiça da Paraíba investigam a juíza.

As investigações seguem em andamento, e os magistrados citados têm direito ao contraditório e à ampla defesa. O espaço fica aberto para manifestação dos citados na matéria.

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Polêmica

Na prisão por golpe bilionário, Antonio Neto Ais lança curso de “como ficar rico”

Antonio Neto Ais lança curso de “como ficar rico”, enquanto cumpre prisão domiciliar por golpe

 

 

Condenado pela Justiça no caso Braiscompany, por desvio de R$ 1,11 bilhão, e atualmente em prisão domiciliar na Argentina, Antônio Neto Ais voltou a chamar atenção nas redes sociais ao anunciar uma mentoria em formato de aula gratuita para seguidores.

 

A divulgação foi feita por meio dos stories do Instagram, após uma série de interações em que Ais respondeu perguntas relacionadas a empreendedorismo, vendas, riqueza, coragem, disciplina e recomeço financeiro.

 

Em uma das publicações, o empresário afirmou que vinha recebendo diversos questionamentos sobre mentorias e informou que abriria uma aula gratuita destinada inicialmente a 50 participantes.

 

Posteriormente, diante do que classificou como uma grande procura pelo conteúdo, Antônio Neto Ais anunciou a ampliação das vagas. Segundo ele, as turmas passariam a ter limite de 100 participantes.

 

De acordo com o material divulgado em seu perfil, os integrantes da primeira turma receberiam o link de acesso em até 24 horas. Já os demais interessados seriam direcionados para as próximas turmas gratuitas que vierem a ser abertas.

 

Caso Braiscompany

Conforme a Polícia Federal, o casal Antônio Neto Ais e Fabrícia Farias Campos teria desviado cerca de R$ 1,11 bilhão por meio da Braiscompany, fazendo mais de 20 mil vítimas na captação de investimentos.

 

A condenação do chamado “casal Braiscompany” e dos demais envolvidos no esquema foi proferida em 13 de fevereiro de 2024. Na ocasião, o juiz Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara Federal de Campina Grande, publicou as sentenças relacionadas ao processo que investigou as fraudes atribuídas à empresa. O casal cumpre prisão domiciliar na Argentina, após meses foragidos.

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Polêmica

VÍDEO: ‘Recém-nascida agredida’ Moradores invadem casa de suspeito em João Pessoa

 

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Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)


Um vídeo que o Blog do BGPB teve acesso mostra o momento em que a criança aparece chorando em cima de uma cama, ao lado de um homem.

Nas imagens, ele pega o bebê de forma violenta. Depois da repercussão do caso, moradores teriam feito justiça com as próprias mãos e invadido a casa do suspeito.

As imagens mostram o imóvel todo revirado e sem ninguém no local.

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Polêmica

Fiscalização apreende carnes sem procedência e alimentos vencidos em padaria em JP

Mais de 300 espetinhos foram apreendidos pela fiscalização (Foto: Divulgação / Assessoria)

O Procon de João Pessoa autuou uma padaria no bairro Expedicionários, na Capital, e apreendeu 302 espetinhos de carnes bovina, suína e frango armazenados sem informações de validade, data de manipulação e origem. A fiscalização também encontrou canjicas, pamonhas e bolos vencidos. Todos os produtos foram destruídos no local. A ação ocorreu após denúncia de um consumidor.

A inspeção seguiu o mesmo modelo de outra operação realizada no início desta semana, quando o Procon-JP apreendeu 759 quilos de carnes e linguiças em um supermercado no bairro Ernani Sátyro. Assim como no caso anterior, a fiscalização foi motivada pela denúncia de um cidadão.

Produtos apreendidos foram descartados no local

Durante a operação, os fiscais recolheram diferentes tipos de espetinhos sem identificação adequada. Entre os produtos apreendidos estavam:

  • 90 unidades de bananinha;
  • 10 unidades de cupim;
  • 26 unidades de carne suína;
  • 100 unidades de frango;
  • 31 unidades de frango com bacon;
  • 45 unidades de coxão mole;
  • 5,240 quilos de tulipa de asa de frango.

Além disso, os fiscais apreenderam:

  • 1 bolo mesclado;
  • 6 pamonhas;
  • 2 canjicas.

Todos os alimentos foram descartados no próprio estabelecimento.

Fiscalização aconteceu após denúncia recebida pelo Procon-JP (Foto: Divulgação / Assessoria)

Procon reforça importância das denúncias

O secretário do Procon-JP, Junior Pires, reforçou a necessidade da participação da população na fiscalização do comércio.

“Ultimamente temos apreendido muitos tipos de alimentos com a validade fora do prazo e/ou sem especificações que garantam a qualidade e a procedência do produto”, afirmou.

Segundo ele, o consumidor atua como um “fiscal natural” e deve denunciar qualquer suspeita de irregularidade imediatamente.

“Quando se deparar com um desses casos, o cidadão, que é um fiscal natural, deve realizar a denúncia de forma imediata. Ao fazer isso, ele está protegendo a si próprio e ao resto da população”, acrescentou o secretário.

Estabelecimento pode receber multa

O estabelecimento autuado poderá sofrer as penalidades previstas na legislação de defesa do consumidor, incluindo a aplicação de multas.

A empresa terá prazo legal de 10 dias, a partir do recebimento do auto de infração, para apresentar defesa.

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MP Eleitoral investiga denúncias de violência política de gênero contra vereadora Fabiana Enfermeira, na PB

O Ministério Público (MP) Eleitoral abriu uma investigação para apurar uma possível violência política de gênero contra a vereadora Maria de Fátima Gonzaga Gomes Honorato, conhecida como “Fabiana Enfermeira” (PSB), em Santa Helena na Paraíba.

A investigação acontece após a vereadora denunciar situações de humilhação, constrangimento e ataques ligados à sua atuação política.

Segundo o MP, ela sofreu desrespeito durante sessões da Câmara, ataques nas redes sociais e em grupos de WhatsApp, além de tentativas de descredibilizar e silenciar seu trabalho. Entre as denúncias estão risadas durante seus discursos e a circulação de memes e comentários ofensivos.

Além disso, a vereadora também afirmou que as agressões afetaram sua saúde emocional. Em depoimento, disse que “nenhum mandato deveria custar a saúde mental de ninguém”.

O MP entende que os fatos podem se enquadrar no crime de violência política de gênero, previsto no artigo 326-B do Código Eleitoral. A lei pune atos de humilhação, ameaça, perseguição ou constrangimento contra mulheres na política quando motivados por discriminação de gênero ou pela tentativa de dificultar o exercício do mandato.

A pena prevista é de um a quatro anos de prisão, além de multa.

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