Médicos contratados pela Prefeitura de Campina Grande estão há três meses sem receber salários, gerando insatisfação e ameaça de abandono dos plantões. No Hospital e Maternidade Isea, profissionais relatam dificuldades financeiras e exigem respostas.
“É muito difícil trabalhar e só receber após três meses. As contas não esperam”, desabafou uma médica. Outra profissional destacou que notas fiscais de setembro e retroativos de dezembro e janeiro ainda não foram solicitados.
Em um grupo de WhatsApp, Tito Lívio, cunhado do prefeito Bruno Cunha Lima e médico influente na gestão municipal, afirmou que os atrasos seriam causados por recursos federais em atraso há dois meses.
Ele informou que o secretário de Saúde, Carlos Dunga, esteve em Brasília buscando recursos e prometeu iniciar os pagamentos até esta sexta-feira (29).
A revitalização do Centro Histórico de João Pessoa é um tema que gera muitos debates. No entanto, esses esforços ainda não resultaram nas melhorias esperadas, especialmente na recuperação de áreas degradadas.
Um exemplo é a situação das escadarias que conectam a Avenida General Osório e Rua da Areia, no Centro da Capital. O equipamento, que liga duas importantes vias, está abandonado e se tornou local inseguro e frequentado por pessoas envolvidas no consumo e tráfico de drogas.
Foto: Sindjor-PB
Relatos também indicam que o local serve de rota de fuga para criminosos e facilita arrombamentos a prédios comerciais e residenciais, como os casos registrado na sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Paraíba (Sindjor-PB), que alvo de diversos arrombamentos nos últimos meses. Durante os ataques, equipamentos foram roubados, documentos danificados e instalações destruídas. “Nosso vizinho também teve o prédio arrombado, desistiu do negócio e entregou o prédio. Hoje lá funciona um bar. Na próxima semana vamos começar a aumentar o muro dos fundos do Sindicato, vamos transformar o muro em um verdadeiro paredão, como já fizeram os vizinhos, para evitar arrombamentos”, afirmou Jorge Galdino, presidente do Sindjor-PB.
Foto: Sindjor-PB
De acordo com o arquiteto e professor do IFPB, Eudes Raony, as escadarias que ligam a General Osório até a Rua da Areia foram feitas na época da construção do viaduto em 1973. “Quando abriram o viaduto, nenhuma edificação ficou voltada para a escaradia. Toda a área ao redor da via é quase como um ‘não-lugar’. São pedaços de lotes fechados, paredes fechadas, uma área que foi rasgada pelo viaduto e não está inserida direito na cidade”, disse. Ainda segundo o arquiteto, todo equipamento urbano é necessario, indepentemente de história. “Seria necessário fazer um estudo que envolvesse toda a área para que a região passasse a ser usada pela população local”, reforçou.
No fim de 2023, a Câmara Municipal de João Pessoa intensificou as conversas sobre o assunto e os governos estadual e municipal anunciaram ações e investimentos para dar uma nova vida e promover o resgate econômico da região. Medidas de incentivo fiscal, recuperação de prédios públicos e a transferência de atividades governamentais para a região foram algumas das estratégias adotadas para atrair moradores e turistas.
O que dizem as autoridades
Em nota, a Câmara Municipal de João Pessoa explicou que os vereadores da Casa encamparam nos últimos anos uma discussão forte em torno da revitalização e resgate econômico do Centro Histórico. Este trabalho tem rendido não só maior visibilidade sobre as potencialidades da região, mas também medidas com potencial de reverter o quadro atual.
Em dezembro 2023, o governador João Azevêdo e o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, lançaram o programa “Viva o Centro”, que reúne um conjunto de medidas e projetos para revitalizar o Centro Histórico da Capital paraibana, com ações nas áreas da habitação, infraestrutura, cultura, segurança, trânsito e incentivos e isenções fiscais. Na ocasião, o chefe do Executivo estadual ressaltou que a parceria com a Prefeitura representa investimentos de R$ 400 milhões para o Centro Histórico. Por sua vez, o prefeito Cícero Lucena evidenciou a união de esforços para garantir a revitalização do Centro de João Pessoa.
A Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra) informou que vai enviar uma equipe no local para que seja feita uma vistoria. Só após a limpeza do local é que poderá ser realizado algum serviço de pintura da grade e algum reparo que seja necessário. A secretaria lembrou ainda que, no início deste mês, o prefeito anunciou a requalificação da escadaria Montrosa, no Roger. Porém, ainda não existe um projeto de requalificação para esta escadaria em específico.
A Polícia Militar informou que tem reforçado não só a segurança na região, com rondas e abordagens, mas também a presença com projetos sociais, a exemplo do projeto CoMvida, que tem o objetivo de revitalizar a região do Centro com itervenção artística e a forte participação da comunidade, oferecendo segurança aos moradores e aos comerciantes da área.
Um atraso na entrega de materiais motivou o adiamento da solenidade de abertura do Natal Iluminado 2024, no Parque Evaldo Cruz, principal polo deste ano em Campina Grande. Os pisca-piscas da decoração natalina também foram alvo de furtos na cidade. A solenidade, que estava prevista para ocorrer nesta quarta-feira (27), foi adiada para segunda-feira (2).
A empresa EIP Serviços de Iluminação solicitou a mudança na data de entrega da decoração do Parque Evaldo Cruz. Segundo a prefeitura, o fornecedor responsável por alguns adornos do Açude Novo não enviou o material no prazo previsto.
Ainda de acordo com a Prefeitura de Campina Grande, um boletim de ocorrência também foi registrado na Polícia Civil devido a um furto. Um vídeo registra o momento em que um homem furta pisca-piscas de uma árvore, e, em outra gravação, pessoas mostram fios de equipamentos cortados.
Apesar do adiamento no Açude Novo, a prefeitura decidiu manter a solenidade de inauguração da decoração natalina e da Vila Gastronômica nesta quarta-feira (27), no calçadão às margens do Açude Velho. Previsto para começar às 18h, o evento contará com apresentações musicais, recitais, corais, além de ações com a trupe natalina e de dança.
O Ministério Público Federal (MPF) realizou, no último dia 21 de novembro, uma audiência pública para tratar da regulamentação das atividades turísticas nos recifes costeiros de João Pessoa (PB).
O evento reuniu representantes de órgãos públicos, pesquisadores, operadores turísticos, ativistas ambientais e membros da sociedade civil para discutir medidas que garantam a preservação ambiental e a sustentabilidade do turismo na região.
Os recifes são formações rochosas submersas, localizadas em águas oceânicas, próximas ou ligadas à costa. Essas estruturas são essenciais para o equilíbrio biológico, abrigando uma grande diversidade marinha, e atuam como barreiras que protegem a costa de tempestades e erosões.O procurador da República Renan Paes Félix destacou a importância de estudos científicos para orientar políticas públicas, como o mapeamento dos recifes e a análise da biodiversidade marinha.
Durante o evento, foi apresentado um panorama das práticas turísticas locais e debatidos os impactos ambientais causados pela alta demanda de visitantes.
A professora Cristiane Sassi, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), compartilhou dados de pesquisas que apontam os danos causados aos recifes por práticas inadequadas de turismo. Entre as propostas apresentadas, destacou-se a necessidade de estudos para determinar a capacidade de visitação e a criação de medidas para regulamentar o uso dos recifes.
Principais propostas discutidas
Entre os temas debatidos, foram destacados:
Estudos para controle de fluxo: Definir limites diários de visitantes e embarcações para reduzir impactos ambientais.
Educação ambiental: Orientar visitantes e operadores turísticos sobre práticas de preservação.
Fiscalização e regulamentação: Fortalecer a atuação de órgãos ambientais, como Sudema e Ibama, para garantir o cumprimento das normas.
Capacitação de operadores turísticos: Promover treinamentos para unificar as informações repassadas aos visitantes.
Plano emergencial
Representantes da Sudema apresentaram um plano de ação emergencial, que deverá entrar em vigor no verão de 2024/2025. As medidas incluem:
Delimitação de áreas para embarcações.
Sinalização informativa.
Treinamento de operadores turísticos.
Monitoramento dos recifes.
Encaminhamentos
Como resultado da audiência, foram estabelecidas ações prioritárias, como:
Finalizar e publicar o plano emergencial até janeiro de 2025.
Implementar sinalizações e identificação de embarcações licenciadas.
Promover a educação ambiental e intensificar a fiscalização.
Dar continuidade às pesquisas sobre os recifes pela UFPB.
Criar um fórum permanente para debates sobre o tema.
O MPF reforçou o compromisso de acompanhar a execução das medidas e realizar novas discussões para assegurar o equilíbrio entre o turismo e a preservação dos recifes costeiros de João Pessoa.
O pediatra Fernando Cunha Lima completou 20 dias foragido, nesta segunda-feira (25), desde que foi alvo de mandado de prisão expedido pela Justiça da Paraíba no último dia 5 de novembro. Um dos familiares de uma das possíveis vítimas do médico investigado por estupro de crianças em consultório lançou uma oferta de recompensa para quem ajudar a encontrar o pediatra foragido.
O professor Felipe Pontes ofereceu US$ 1.000 (mil dólares) para quem ajudar a localizar e prender o pediatra. Felipe defende que Fernando Cunha Lima não passe o fim de ano solto “como se fosse um cidadão de bem”. Ele desabafou dizendo que “deixaram esse verme fugir”.
“Fernando Cunha Lima não pode passar o final do ano como se fosse um cidadão de bem. Ele precisa estar enjaulado, como o animal perigoso e desprovido de respeito que ele é!
Infelizmente, já são 20 dias que ele está foragido. 20 dias que DEIXARAM ESSE VERME FUGIR. Quando digo deixaram, é porque deixaram mesmo. Vocês sabem quem deixou.
Então temos que usar ainda mais recursos próprios para fazer o que determinadas pessoas deveriam ter feito, antes de deixá-lo fugir.
Vamos ajudar a pegá-lo?!”
O professor divulgou regras para o recebimento da recompensa:
“Regras para Receber a Recompensa:
1) Identifique onde o criminoso está escondido.
2) Leve a polícia até o local e registre uma foto dele algemado dentro da viatura policial.
3) A recompensa será paga via PIX, convertida para R$ com base na cotação do dólar no dia da prisão, após a chegada do criminoso à delegacia.
Para garantir o pagamento:
– Avise com antecedência para qual delegacia ele será encaminhado.
– Envie uma foto adicional comprovando a chegada dele na delegacia.
– Certifique-se de acompanhar até a delegacia para evitar fugas. Não confie em ninguém. Ele é ardiloso.
– O pagamento será feito somente após a confirmação prisão pela polícia.
– Recompensa válida para a primeira pessoa que conseguir cumprir com todos os requisitos e me informar aqui no Instagram por mensagem.”
Aproximadamente 70 municípios da Paraíba estão com serviços de abastecimento de água potável por carros-pipa suspensos a partir desta segunda-feira (25).
O anúncio da suspensão foi feito na semana passada, por meio de um comunicado enviado aos coordenadores da Defesa Civil dos municípios pelo escritório do 1º Grupamento de Engenharia do Exército.
A suspensão acontece devido à falta de descentralização de recursos por parte do Governo Federal.
Atualmente, a operação abastece 34 mil cisternas coletivas, atendendo aproximadamente 1,5 milhão de pessoas, distribuídas por 466 municípios em todo o Brasil.
A Polícia Federal e o Gaeco têm aprofundado as investigações no âmbito da Operação ‘En Passant’, em Cabedelo. E além da prática de aliciamento violento de eleitores, a apuração tem outras frentes. Uma delas a investigação em torno do crime de corrupção eleitoral, ou compra de votos.
Os indícios começaram a ser vasculhados após a análise do aparelho celular de Flávia Monteiro, ex-servidora do município, depois da primeira fase mês passado. Ela foi presa na segunda fase da investigação.
No aparelho os investigadores encontraram comprovantes de votação e pix realizados, o que indicariam uma suposta compra de votos.
Fontes da investigação revelaram ao Blog que esse foi um dos motivos determinantes para o pedido de prisão, atendido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Flávia seria um dos elos entre a facção investigada, liderada pelo traficante Flávio de Lima Monteiro, conhecido como ‘Fatoka’, e o poder público municipal. O grupo chegou a cogitar a possibilidade de lançar uma candidatura ao Legislativo para representar a ‘facção’ – conforme apura a PF.
As suspeitas são de que ‘Fatoka’ tenha fugido para o Rio de Janeiro.
No inquérito ainda consta a apreensão, na primeira fase, de listas de pessoas nomeadas na gestão municipal e os nomes dos autores das indicações. Em alguns há, conforme os investigadores relataram ao Blog, as letras “FTK” – que seriam uma referência ao traficante.
No total 8 pessoas foram desligadas da prefeitura após a primeira fase da Operação. Entre elas a investigada Flávia Monteiro.
A segunda fase e as cautelares
Semana passada a Polícia Federal e o Gaeco cumpriram mandados de busca e um de prisão, expedido contra Flávia Monteiro. As buscas tiveram entre os alvos o atual prefeito do município, Victor Hugo (Avante); o prefeito eleito André Coutinho (Avante); e o vereador Márcio Silva (União Brasil).
Em nota, os três negaram qualquer envolvimento com as práticas investigadas e disseram estar à disposição da Justiça – para colaborar com as apurações.
Aliados de Victor Hugo dizem que a gestão não possui relações com a facção investigada. Eles afirmam que as nomeações atenderam a pedidos de vereadores, estes ligados a ‘Fatoka’.
Em decorrência da segunda fase o TRE determinou o cumprimento de três medidas cautelares para os investigados: a proibição de deixar a Comarca sem comunicação ao juízo, recolhimento domiciliar e a proibição de manter contato com outros investigados.
O blog ainda não conseguiu contato com a defesa de Flávia Monteiro.
Outros fatos
Em uma representação feita pela PF, ainda na primeira fase da apuração, consta o relato de um vereador da cidade que foi ameaçado pelo grupo de ‘Fatoka’.
O parlamentar teria se negado a nomear pessoas indicadas pelo traficante para o seu gabinete na Câmara.
Tempos depois, conforme a PF, essas pessoas foram nomeadas na prefeitura. Como consequência da recusa a facção teria feito ameaças e até destruído a casa de familiares do parlamentar. Pessoas que teriam sido ameaçadas chegaram a deixar a cidade, por conta da ação do grupo.
O ‘modelo’ investigado em Cabedelo, em linhas gerais, é semelhante ao que teria sido encontrado no âmbito das operações Território Livre e Mandare, em João Pessoa.
O deputado Murilo Galdino (Republicanos), coordenador bancada paraibana no Congresso Nacional, afirmou na tarde deste sábado (23), que a ausência de recursos, por parte do Governo Federal, para Operação Carro-Pipa trata-se de uma questão orçamentária e será resolvida o mais rápido possível.
“É uma questão de rubrica orçamentária e será resolvido mais rápido possível. Assim que pousar em Brasília vou no Ministério do Desenvolvimento Regional pessoalmente na terça-feira (26). A bancada está atenta e irá cobrar o retorno das atividades”, garantiu Galdino.
Qual o problema?
A Operação Carro-Pipa, responsável por levar abastecimento de água a pelo menos 70 municípios da Paraíba, foi suspensa no estado. O comunicado foi emitido hoje pelo Escritório Regional do Primeiro Grupamento de Engenharia do Exército e enviado aos coordenadores da Defesa Civil.
“Informo a Vossa Senhoria que a Operação Carro-Pipa (OCP) está suspensa temporariamente devido a falta de descentralização de recursos financeiros pelo Governo Federal. Em consequência, a partir do dia 25 de novembro, não haverá distribuição de água às comunidades dos municípios”, diz o aviso.
O coordenador da Defesa Civil de Junco do Seridó, Gerôncio Neto, informou que as gestões já começaram a contactar os parlamentares para tentar solucionar o problema. As administrações apontam que a suspensão nesse momento de tendência de aumento da temperatura pode trazer consequências graves à população.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional disse que “aguarda a liberação de crédito suplementar para garantir a continuidade da operação”.
Veja a nota do Ministério:
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional informa que já comunicou o Ministério do Planejamento e Orçamento e o Ministério da Fazenda sobre a possibilidade de paralisação do serviço e aguarda a liberação de crédito suplementar para garantir a continuidade da operação.
A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, interditou nesta quarta-feira (20) a boate Casarão Sul no bairro dos Bancários, em João Pessoa. A decisão foi motivada pela ausência do projeto acústico exigido para o funcionamento do estabelecimento.
Em contato com o secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, ele informou que a casa de shows ficará interditada até que o projeto acústico seja instalado, como determina a legislação.
A interdição ocorre em meio a protestos dos moradores da região, que têm relatado diversas irregularidades relacionadas à boate. Entre as principais reclamações estão a perturbação do sossego, episódios de violência, tiroteios e até tentativas de homicídio nas proximidades.
Na última segunda-feira (18), um incidente motivou as denúncias da comunidade. Uma jovem de 24 anos morreu após cair de um carro em movimento nas proximidades do estabelecimento, onde estava acompanhada por amigas.
No mesmo dia, houve um intenso tiroteio nas imediações da boate, agravando a sensação de insegurança no bairro.
A decoração natalina instalada desde outubro pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), que vem recebendo elogios da população e de turistas, foi alvo de vandalismo na última segunda-feira (18), prejudicando o funcionamento e trazendo prejuízo aos cofres públicos.
A depredação aconteceu na decoração do Parque Solon de Lucena, no túnel iluminado dançante, que tem 25 metros de extensão, e teve os fios cortados. A Seinfra foi acionada ainda na noite de segunda-feira e já está tomando as providências para resolver o problema. “Esse túnel tem uma programação, um sistema tecnológico para funcionar e cortaram os fios desse equipamento prejudica seu funcionamento”, explicou a diretora de Iluminação da Seinfra, Joyce Alves. “Estamos calculando o prejuízo e começaremos os reparos assim que possível”, informou.
De acordo com a diretora de Iluminação da Seinfra, já foi feito um Boletim de Ocorrência para que a polícia possa tomar as medidas cabíveis e o pedido da Secretaria é que a população denuncie esse tipo de depredação, caso observe alguma movimentação estranha, ligando para Polícia Militar, através do número 190 ou para a Guarda Civil Metropolitana pelo 153.
A iluminação natalina de João Pessoa traz diversos elementos e está instalada em pontos turísticos da cidade, como Parque Solon de Lucena, Avenida Getúlio Vargas, Praça da Independência, Avenida Beira Rio, Epitácio Pessoa, Busto de Tamandaré e no Parque das Três Ruas, nos Bancários.
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