O prefeito de Coxixola, Nelsinho Honorato (União Brasil), disse, nesta segunda-feira (9), que vai acionar a Justiça para pedir reparação contra a fala do cantor Ramon, da Banda Cavaleiros do Forró, que chamou o município de “cidade ruim do cão”.
Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, o gestor disse que o fato repercutiu muito não só na cidade, mas na região como um todo, e machucou muito a população coxixolense.
“Estamos acionando o Ministério Público e também com uma ação tipificada com o crime de xenofobia, tendo em vista as falas preconceituosas do vocalista da banda Cavaleiros do Forró, fala essa que feriu todo cidadão de Coxixola, como também o Cariri”, disse.
Entenda
O cantor Ramon gravou um vídeo onde aparece zombando da cidade de Coxixola, no Cariri Paraibano. Nas imagens, o artista chama o município de “cidade ruim do cão” e ironiza o fato do local não ter shopping center.
O vídeo tem causado muita repercussão nas redes sociais desde o sábado (7) e gerou indignação dos moradores de Coxixola e nota de repúdio da Prefeitura local, da Federação das Associações dos Municípios paraibanos e de vários municípios do Estado.
No Instagram, Ramon disse que tudo não passou de uma brincadeira que ele fez com um dos integrantes da banda, que é de Coxixola. Ele pediu desculpa ao prefeito e a população.
“O pessoal está levando para o lado da maldade, da mídia. A gente fez uma simples brincadeira com Gilvaldo e ele entendeu super bem. O pessoal tá repercutindo essa brincadeira e a gente está se explicando. Fizemos uma brincadeira e o povo está levando para o lado da maldade”, destacou.
O cantor Ramon da Banda Cavaleiros do Forró gravou um vídeo onde aparece zombando da cidade de Coxixola, no Cariri Paraibano. Nas imagens, o artista chama o município de “cidade ruim do cão” e ironiza o fato do local não ter shopping center.
O vídeo tem causado muita repercussão nas redes sociais desde o sábado (7) e gerou indignação dos moradores de Coxixola e nota de repúdio da Prefeitura local, da Federação das Associações dos Municípios paraibanos e de vários municípios do Estado.
“A grandeza de uma cidade não está em shoppings ou em estruturas de consumo, mas na força de sua gente, no orgulho de suas raízes e na capacidade de superar desafios com dignidade”, afirmou o prefeito Nelsinho Honorato em nota divulgada a imprensa.
Da mesma forma, a Famup reforçou o valor de Coxixola destacou que a cidade é rica em cultura e história e elogiou a população trabalhadora e acolhedora. Além de Coxixola, Camalaú, São João do Tigre, Capim, Caiçara, Maturéia, Riachão do Poço, Alcantil, Jacaraú, São Sebastião do Umbuzeiro, Serra Branca, Alagoinha, Belém do Brejo do Cruz, São José de Princesa, São José de Caiana, Juripiranga, Santa Cecília, Mogeiro, Ouro Velho, Salgadinho, Amparo, Gado Bravo, São Domingos do Cariri e Olho D’água manifestaram solidariedade ao povo da cidade e assinaram a nota de repúdio.
No Instagram, Ramon disse que tudo não passou de uma brincadeira que ele fez com um dos integrantes da banda, que é de Coxixola. Ele pediu desculpa ao prefeito e a população.
“O pessoal está levando para o lado da maldade, da mídia. A gente fez uma simples brincadeira com Gilvaldo e ele entendeu super bem. O pessoal tá repercutindo essa brincadeira e a gente está se explicando. Fizemos uma brincadeira e o povo está levando para o lado da maldade”, destacou.
Um homem está sendo acusado de agredir uma mulher dentro da academia Korpus, no bairro do Altiplano, em João Pessoa. Ambos eram alunos da academia e o aluno teve a matrícula cancelada pela empresa, a qual confirmou a agressão. O caso aconteceu nessa sexta-feira (6).
A situação repercutiu nas redes sociais e, segundo os relatos preliminares, houve uma briga pelo uso de um aparelho de exercícios da academia.
A academia Korpus informou que prestou assistência à aluna agredida. “É uma aluna que está 8 anos na Korpus, e temos por ela muito respeito e carinho (sic)”, declarou a academia.
Aluno teve matrícula cancelada
Ainda segundo a Korpus, o aluno agressor teve o pagamento estornado e o contrato cancelado e ele “foi expulso permanentemente de todas as unidades Korpus”. A Korpus também declarou que “todas as imagens e informações relevantes foram resguardadas e estão à disposição das autoridades competentes.”
Academia tem imagens das agressões
Em nota, a Korpus informou ter acontecido “uma discussão verbal entre os dois envolvidos que culminou em agressões físicas. Imediatamente, colaboradores, alunos e personal trainers interviram, contendo o agressor. No entanto, a situação gerou tumulto e, para evitar uma tragédia maior, algumas pessoas do local orientaram que o agressor fosse solto, já que tínhamos seus dados cadastrais, bem como filmagens que respaldam a defesa da aluna agredida.”
Ainda segundo a Korpus, um de seus pilares “é a transparência, tanto para compartilhar conquistas quanto para esclarecer situações delicadas, que outras empresas poderiam evitar abordar. Para nós, posicionar-se de maneira íntegra e direta é essencial”.
Antônia Fontenelle e Hytalo Santos. (foto: reprodução/redes sociais)
A Justiça da Paraíba, por meio do 1º juizado especial cível da capital, determinou que a atriz e apresentadora Antônia Fontenelle suspenda de suas redes sociais um vídeo em que fala do influenciador digital paraibano Hytalo Santos. A decisão foi assinada ontem (5), pela juíza Silvana Carvalho de Soares.
Ela deferiu em parte ruma antecipação de tutela solicitada pela equipe jurídica do influenciador, liderada pelo advogado Rinaldo Mouzalas, do Mouzalas Azevêdo Advocacia.
No vídeo, intitulado ‘CHEGAMOS AO FUNDO DO POÇO! O QUE ESTÁ ACONTECENDO?’, Fontenelle insinua que o influenciador paraibano sexualiza crianças e que pretende acionar o Ministério Público. Ao longo do conteúdo, ela chama os vídeos do paraibano de ‘bizarro’.
O conteúdo foi publicado no dia 04 de outubro de 2024 e conta, até o momento, com mais de 42 mil visualizações.
No processo movido pela equipe jurídica do influencer, é citado que o conteúdo publicado por Antônia viola a imagem, honra e dignidade de Santos e de sua família.
Com a decisão, o vídeo deverá ter a veiculação suspensa em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, que poderá ser acumulada em até R$ 20 mil.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou, nessa quarta-feira (4/12), uma ação civil pública de obrigação de fazer e dano moral coletivo em face da empresa Uber do Brasil Tecnologia Ltda, por racismo religioso praticado por motoristas do aplicativo contra usuários de religião de matriz africana. Na ação, o MPPB requer que a empresa seja condenada a promover capacitações aos seus motoristas para combater essa prática discriminatória e que também seja condenada a pagar indenização de R$ 3 milhões por dano moral coletivo, a ser revertido ao Fundo Estadual de Direitos Difusos da Paraíba (FDD-PB).
A Ação 0875862-24-2024.8.15.2001 proposta pela 46ª promotora de Justiça de João Pessoa, Fabiana Lobo, é um desdobramento do Inquérito Civil Público 002.2024.016457, instaurado para apurar notícia veiculada na imprensa local sobre racismo religioso cometido, no dia 25 de março deste ano, por um motorista da empresa Uber Brasil contra uma usuária. Ela tramita na 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital.
De acordo com a promotora de Justiça, foi constatado que o motorista da Uber se negou a transportar a consumidora a um terreiro de Candomblé, tendo cancelado a corrida, após enviar a ela uma mensagem de conteúdo racista religioso. A vítima registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Homofóbicos, Étnico-Raciais e Delitos de Intolerância Religiosa da Capital, ocasião em que informou ser costumeira a prática de racismo religioso por motoristas da empresa Uber, que costumam cancelar corridas quando a origem e/ou destino é um local de prática de religião de matriz africana.
“Quem vai é outro, tô fora!”
Lobo destacou que, no decorrer do inquérito, foi constatado que mais usuários foram discriminados e vítimas de racismo religioso por parte de motoristas da empresa de aplicativo. “Apesar de assegurada por documentos internacionais de direitos humanos e pela própria Constituição brasileira, o direito fundamental à liberdade religiosa continua sendo, diuturnamente, vilipendiado. Um matéria publicada no Jornal da USP, em novembro, destacou que a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos registrou, no primeiro semestre deste ano, 1.940 denúncias de violações de liberdade religiosa no País e que as religiões de matriz africana são os principais alvos de discriminação. Dos 575 casos em que houve identificação da vítima, 276 envolveram adeptos de religiões afro-brasileiras”, disse.
No inquérito, as vítimas ouvidas relataram ter passado por situações discriminatórias e constrangedoras, durante a prestação do serviço prestado pela Uber. “Há relatos de que um motorista colocou música de louvor cristã em alto volume, embora a usuária tivesse solicitado que não fosse ligado o som e pedido para ele baixar o volume. O motorista chegou a dizer que a música era para Jesus e quando ela disse que colocaria música para Oxalá no celular dela mesma, ele parou o carro e a mandou descer. Outro motorista perguntou a uma usuária ‘que moléstia era Ilê Axé Omidewá’ e quando ela informou que era a casa de culto de matriz africana, ele também a mandou descer do carro. Em outra situação, a negativa se deu por meio de mensagem jocosa e preconceituosa, dizendo ‘sangue de Jesus tem poder! Quem vai é outro, tô fora’”, exemplificou.
Segundo a promotora de Justiça, têm sido recorrentes os registros de casos de ofensas à liberdade religiosa – sobretudo relacionada às religiões de matriz africana – na Promotoria de Justiça de defesa da cidadania de João Pessoa. “Discriminações, preconceitos, violências físicas, humilhações, são, lamentavelmente, rotina para as pessoas que professam as denominadas ‘religiões de terreiro’, comumente associadas, por pura ignorância ou má-fé, a algo de natureza maligna. O racismo religioso atravessa violentamente a vida dos praticantes de religião afro-brasileiras, gerando medo de que sofram violências ao utilizar suas indumentárias religiosas em público, da demonização de suas práticas e da vandalização de seus locais de culto. Por isso, é necessária a adoção de medidas eficazes pelo Poder Público, incluindo o Poder Judiciário, para frear, não apenas no campo penal, essas violações de direito fundamental que persistem em pleno século XXI”, defendeu.
O médico Fernando Paredes Cunha Lima, de 81 anos, completa nesta quinta-feira (5) um mês foragido.
A Polícia Civil tentou cumprir um mandado de prisão contra o pediatra em 5 de novembro, mas ele não foi encontrado em sua residência e, desde então, é considerado foragido.
O profissional responde judicialmente por acusações de estupro envolvendo seis crianças.
A delegada Andrea Lima informou que as investigações continuam, mas, para não prejudicar o andamento dos trabalhos, não há como revelar detalhes sobre as ações em curso. Ela destacou que a situação é delicada, e que a equipe de inteligência está em campo para localizar o acusado.
A defesa do médico, por meio do advogado Lucas Mendes, informou que recorreu da última decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve a prisão, e acredita que a decisão será revista. O advogado ainda afirmou que Fernando Cunha Lima não representa risco à ordem pública nem à instrução criminal. Segundo ele, o processo encontra-se no Ministério Público, aguardando a apresentação de contrarrazões ao recurso.
A ordem de prisão em segunda instância foi emitida pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A tentativa de prisão ocorreu no mesmo dia da decisão. Na ocasião, o advogado declarou que considerava a decisão “equivocada” e afirmou que tentaria um habeas corpus no STJ.
Ao analisar o caso, a ministra Daniela Teixeira, do STJ, decidiu manter a prisão preventiva de Fernando Cunha Lima, destacando a gravidade das acusações e a necessidade de preservar a ordem pública como razões fundamentais para essa medida.
No habeas corpus, a defesa argumentou que a prisão preventiva era desnecessária, alegando que a decisão que a decretou carecia de fundamentação, além de mencionar que pedidos de prisão anteriores haviam sido negados. A defesa também apontou que o médico é idoso e possui problemas de saúde, e que os crimes investigados não seriam recentes.
Contudo, a ministra afirmou que a idade do réu não impede a prisão e ressaltou o modus operandi do investigado, que foi descrito como “ardiloso, corriqueiro, dissimulado e desprovido de respeito”..
Pediatra foi incluído na lista de procurados da Paraíba
Fernando Cunha Lima é incluído em lista de procurados da Paraíba. Captura de tela/Site Procurados PB
O nome do pediatra Fernando Cunha Lima foi incluído na lista de procurados da Paraíba. Ele está foragido desde que a Polícia Civil tentou cumprir um mandado de prisão na residência do médico. No entanto, um mandado de busca e apreensão foi cumprido na residência.
“A gente aprendeu um material bastante volumoso, isso vai para a perícia e ele agora é considerado foragido”, afirmou a delegada Caroline Adisse.
O médico pediatra investigado por estuprar crianças, em João Pessoa, atendia a maioria das vítimas desde bebês e tinha a confiança das famílias. Fernando Paredes Cunha Lima é um pediatra famoso na capital paraibana e tinha uma clínica particular no bairro de Tambauzinho.
O Ministério Público pediu a condenação do acusado por quatro crimes cometidos contra três crianças, uma vez que uma das vítimas foi abusada duas vezes. Porém, o número de vítimas foi recalculado.
O médico responde judicialmente por estupro contra seis crianças. Em um primeiro processo, são quatro vítimas, e em um segundo, há mais duas.
Réu desde agosto
A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu o pediatra Fernando Paredes Cunha Lima, mas negou a prisão preventiva do médico, solicitada pela polícia. A decisão judicial foi divulgada no dia 26 de agosto.
De acordo com a decisão do juiz José Guedes Cavalcanti Neto, a prisão preventiva de Fernando Cunha Lima não foi aprovada porque as suspeitas levantadas contra ele se caracterizam como “indício suficiente de autoria” e, por se tratarem de indícios, não contam como provas concretas e aniquilam a representação por prisão preventiva.
Desde o início das investigações, a polícia e o Ministério Público estadual pediram a prisão dele em cinco ocasiões, todas negadas.
Em uma série de depoimentos dados à Polícia Civil, as mães narram que os abusos aconteciam dentro do consultório, com as vítimas em cima de uma maca, quando o médico obstruía a visão delas ou fazia a ausculta do pulmão das crianças.
Duas sobrinhas também relataram ter sofrido abusos de Fernando Cunha Lima quando eram crianças. Porém, como o crime já prescreveu, elas vão atuar como testemunhas no processo.
Além de comprovantes de votação, pix e listas com nomes de pessoas nomeadas na administração municipal que tinham ao lado menções a pessoas ligadas a facções em Cabedelo, a Polícia Federal e o Gaeco acreditam ter provas de um encontro entre um vereador investigado, o prefeito eleito da cidade André Coutinho (Avante) e uma das principais investigadas na Operação ‘En Passant’ – Flávia Monteiro.
O encontro teria ocorrido na tarde do dia 21 de outubro, no apartamento que seria de propriedade do vereador Marcos Silva, que faz parte da base do prefeito Vitor Hugo (Avante). A primeira fase da operação já tinha ocorrido com Flávia sendo alvo de buscas no dia 18 de outubro.
Márcio é do União Brasil e foi eleito este ano com 1.507 votos. Ele, assim como André Coutinho e Vitor Hugo, foram alvos de busca semanas atrás (2ª fase).
Fontes da investigação afirmaram ao Blog que o nome de Márcio Silva entrou na mira da PF e do Gaeco exatamente por conta desse episódio.
“Analisando as cenas acima percebe-se que Flávia, alvo da Operação En Passant encontrou-se André Coutinho, atual presidente da Câmara Municipal de Cabedelo apoiado por Vitor Hugo, Márcio Silva, vereador da base do prefeito. A reunião teve também como finalidade acalmar os ânimos de Flávia, já que em 21 de outubro, por voltas das 17 horas, a nacional foi ao Hospital Municipal de Cabedelo e gritou ameaças de denuncias caso o contrato de sua nora fosse rescindido”, narra a representação encaminhada pela Polícia Federal à Justiça.
Foto 1João Paulo MedeirosFoto 3Encontro PFFoto 5
No documento a PF chegou a pedir a prisão de Vitor Hugo e o afastamento dele do cargo. O pedido, contudo, não teve a concordância da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) e também da relatora do caso, a desembargadora do TRE, Maria Cristina Santiago.
Ela entendeu que não havia elementos suficientes para as medidas e decidiu determinar a realização de buscas, seguidas da imposição de algumas medidas cautelares – como a proibição de deixar a Comarca sem comunicação ao juízo, recolhimento domiciliar e a proibição de manter contato com outros investigados
Apenas Flávia Monteiro foi presa. Ela permanece detida em prisão preventiva. A investigada é apontada como elo entre os agentes públicos e o grupo liderado pelo traficante ‘Fatoka’.
‘Fatoka’, conforme a investigação, teria atuado para indicação de pessoas junto a Gabinetes de vereadores e, posteriormente, na prefeitura de Cabedelo. As suspeitas são realçadas pela PF porque durante as buscas, realizadas na prefeitura, foram encontradas listas com nomes e, ao lado, o termo “Marcela FTKA” – que seria uma referência à irmã do traficante.
A segunda fase e as cautelares
A Polícia Federal e o Gaeco cumpriram mandados de busca e um de prisão, expedido contra Flávia Monteiro. As buscas tiveram entre os alvos o atual prefeito do município, Victor Hugo (Avante); o prefeito eleito André Coutinho (Avante); e o vereador Márcio Silva (União Brasil).
Em nota, os três negaram qualquer envolvimento com as práticas investigadas e disseram estar à disposição da Justiça – para colaborar com as apurações.
Aliados de Victor Hugo dizem que a gestão não possui relações com a facção investigada. Eles afirmam que as nomeações atenderam a pedidos de vereadores, estes ligados a ‘Fatoka’.
O blog ainda não conseguiu contato com a defesa de Flávia Monteiro.
Veja as notas, na íntegra, dos investigados
André Coutinho
Considerando a Operação da Policia Federal ocorrida hoje na cidade de Cabedelo, o presidente da Câmara Municipal, Ver. André Coutinho, reafirma a sua confiança na Polícia Federal e na Justiça Eleitoral, se colocando à disposição para contribuir com as autoridades na busca pela verdade e esclarecimento de todos os fatos sob investigação.
No tempo oportuno e nos autos do processo, espera-se que todas as dúvidas sejam sanadas.
Por fim, reafirma a legalidade e correção dos seus atos e o seu interesse inafastável de continuar fazendo história na cidade de Cabedelo-PB, com a melhor gestão da história da Câmara Municipal de Cabedelo, pautada na eficiência e transparência, honrando a confiança dos cabedelenses.
Vitor Hugo
O Prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano, vem a público esclarecer os fatos com relação à operação realizada na manhã desta terça-feira (19), pela Polícia Federal e Gaeco.
1. Apoia e confia integralmente nas ações realizadas por todo e qualquer órgão de Justiça.
2. Está tranquilo e à disposição para quaisquer esclarecimentos.
3. Nega envolvimento com os fatos investigados. 4. Está há quase 07 anos trabalhando incansavelmente pela transformação do município sem que nenhuma denúncia ou situação tenha respingado na credibilidade da sua gestão.
Márcio Silva
Em virtude das recentes informações divulgadas envolvendo investigações da Polícia Federal acerca de supostas irregularidades nas eleições de 2024, venho, na condição de vereador do município de Cabedelo, esclarecer à população e aos órgãos competentes que estou à disposição para contribuir com o que for necessário, sempre em respeito à transparência e à legalidade.
Reafirmo meu compromisso com os princípios democráticos e com a verdade, reiterando que não compactuo com quaisquer práticas que contrariem a ética e o respeito ao processo eleitoral.
Confio plenamente no trabalho das autoridades competentes e acredito que a apuração dos fatos será conduzida de forma imparcial e célere, garantindo o esclarecimento completo à sociedade.
Seguirei desempenhando minhas funções públicas com a mesma responsabilidade e dedicação de sempre, em prol do bem-estar da nossa comunidade.
O promotor Levi Emanuel Monteiro de Sobral, do Ministério Público Eleitoral, encaminhou, nesta terça-feira (03), um parecer à 41° Zona Eleitoral, no qual opina pela cassação do prefeito reeleito de Conceição, Samuel Lacerda (Solidariedade), e da vice, Nena Diniz.
O processo leva em consideração a ação, promovida pelo tio do gestor e candidato a prefeito, Marcílio Lacerda. A denúncia aponta gastos irregulares com o pagamento de empresa privada com recursos públicos que, teria atuado para promover o prefeito reeleito durante a campanha política, extrapolando os limites da publicidade institucional.
Além disso, o processo cita abuso de contratações temporárias em período vedado. O promotor diz, que apesar da justificativa de problemas financeiros apresentados pela própria gestão em 2023, houve aumento significativo no número de servidores.
“Anunciava-se, assim, que a Prefeitura de Conceição sofria com severos “golpes” financeiros dados pelo Governo Federal, que reduzia cada vez mais os montantes repassados aos Municípios. De um modo estranho, porém, o número de servidores contratados temporariamente e comissionados cresceu no ano seguinte. Esse aspecto foi diagnosticado pelo Ministério Público, que instaurou procedimento próprio e específico para a fiscalização desses atos administrativos”, diz o promotor.
No parecer, o Ministério Público Eleitoral opina pela cassação dos diplomas do prefeito e da vice, aplicação de pena de inelegibilidade e multa no valor máximo estimado pela Justiça Eleitoral.
Dois investigados de fraudes na Defensoria Publica do Estado da Paraíba (DPE-PB) foram presos na manhã desta terça-feira (3) suspeitos de ameaçar testemunhas e destruir provas. As prisões foram cumpridas durante a segunda fase da Operação Integridade, que apura a existência de um esquema criminoso de desvio de finalidade no âmbito da Defensoria Pública e de outras organizações.
Esta segunda fase foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público da Paraíba, com o apoio da Polícia Civil e da Corregedoria da DPE. De acordo com o Gaeco, essa etapa foi desencadeada após a identificação de elementos que indicam que dois dos investigados estavam ameaçando testemunhas e destruindo provas essenciais para a continuidade das investigações.
“As ameaças e a destruição de provas configuram tentativas evidentes de obstrução da Justiça, atos que violam gravemente o devido processo legal e o Estado Democrático de Direito”, frisou o Gaeco em nota.
As investigações continuam e, segundo o Gaeco, novas fases da operação poderão ser realizadas para elucidação completa dos fatos e responsabilização dos envolvidos.
Operação Integridade
As investigações apontam a existência de um esquema fraudulento envolvendo a judicialização de ações em massa, incluindo a utilização indevida da estrutura da Defensoria Pública. Entre as práticas identificadas estão a inclusão de autores falecidos em ações, a movimentação de processos sem o conhecimento dos legítimos autores e a montagem de documentos falsificados para dar respaldo a demandas fraudulentas. A operação também investiga o recebimento irregular de valores liberados por alvarás judiciais, com a possível finalidade de enriquecimento ilícito.
O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena denunciou nesta segunda-feira (02/12), a existência de um esquema de trabalho escravo e exploração de trabalhadores na orla da Capital paraibana.
Ao ser questionado sobre o ordenamento da orla, Cícero afirmou ser um movimento necessário e imposto pela obrigação de cumprir um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), do Ministério Público, que proíbe a permanência de vendedor ambulante fixo na região.
Ainda segundo Cícero, também sustenta a necessidade do reordenamento da orla a necessidade de combater existência da manutenção de um esquema de trabalho escravo que seria mantido por alguns empresários “gananciosos que querem tirar proveito de pessoas que nem carteira assinada têm e bagunçar a nossa orla trazendo prejuízos para todos nós porque se nós não preservarmos a nossa qualidade quem vai ficar desempregado são os trabalhadores dos hotéis, bares e restaurantes e receptivos da nossa cidade“.
Comente aqui