Judiciário

SOB SIGILO: Juiz e advogados são alvos de operação do Ministério Público da Paraíba

Foto: Reprodução

Os endereços ligados a um Juiz e a advogados em Itaporanga no sertão paraibano foram alvos de uma operação hoje (01) coordenada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco)

O motivo, no entanto, não foi revelado porque o caso está sob segredo de Justiça. A Associação dos Magistrados da Paraíba (AMPB), está acompanhando as apurações. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB), Harisson Targino, informou que a entidade também está acompanhando as investigações já que um representante da ordem acompanhou o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na cidade de Itaporanga.

Os mandados foram autorizados pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. Além disso, o Fórum municipal Juiz João Espínola Neto também foi alvo de mandados de busca e apreensão.

Blog do BG

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

VÍDEO: “Você é quase negra na pele, mas inteligente”, diz candidato a jornalista

O candidato ao governo do Piauí Sílvio Mendes (União Brasil) fez uma fala com teor racista nessa quarta-feira (31) em sabatina do jornal Meio Norte, do Grupo Meio Norte de Comunicação.

Ao ser questionado pela jornalista Katya D’Angelles sobre planos para proteger as mulheres e minorias, o candidato disse que “você que é quase negra na pele, mas é uma pessoa inteligente, teve a oportunidade que a maioria não teve e aproveitou”.

“Eu que te conheço há tantos anos imagino quantas discriminações você não sofreu”, pontuou Mendes. Com a ampla repercussão do vídeo, a assessoria dele foi ao Twitter esclarecer que ele havia pedido desculpas e “reconhecido o erro”.

“Sílvio tem profunda admiração, respeito e carinho à jornalista Katya Dangeles, quem considera uma amiga desde os tempos que ela trabalhava no jornal Diário do Povo cobrindo matérias políticas quando ele era prefeito de Teresina. Após a entrevista, Sílvio entrou em contato com Katya e pediu suas sinceras desculpas, reconhecendo o erro.”, disse a assessoria.

Com informações de UOL

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

FOTOS: Réplica da cabeça de Bolsonaro é chutada e rasgada em São Paulo

Fotos: Zanone Fraissat/Folhapress

Com dois quilos e meio, uma réplica ultrarrealista da cabeça do presidente Jair Bolsonaro (PL) foi usada como bola de futebol no começo da tarde deste domingo, dia 21, no Minhocão, o elevado Presidente João Goulart, em São Paulo. O evento, organizado pelo coletivo americano Indecline, foi uma mistura de performance e protesto contra o governante, que neste ano tenta reeleição.

“Vamos chutar a cabeça desse verme”, dizia uma mulher, apontando para a bola com o rosto de Bolsonaro, que era jogada de um lado para o outro. “Venham, pessoal, é gostoso demais. É terapêutico.”

O evento reuniu um número pequeno de pessoas. Os termômetros não passavam dos 19 ºC na capital. Mas a pelada atraía a atenção de quem passava ao redor, fosse andando, correndo ou pedalando. Surpresos com a réplica, muitos paravam para fotografar o jogo, que ocorreu sobre um tapete de grama artificial, estendida sobre o asfalto.

Palavras de ordem como “fora, Bolsonaro” eram ouvidas. E quem quisesse entrar em campo para marcar gols tinha a vida fácil, já que não havia goleiros para defender a réplica do presidente.

“Filha, é aqui que você deve fazer cocô”, disse uma das jogadoras à sua cadela, indicando a bola. Outros cachorros também foram incentivados a urinar e defecar sobre ela, que terminou o jogo descabelada, esfolada e com a carcaça rasgada.

A ação é parte do projeto “Freedom Kick”, ou chute da liberdade, e já havia gerado o video “Brazil”. Publicado em 2020, ele mostra uma réplica parecida da cabeça de Bolsonaro sendo colocada num saco de lixo, usada como bola de futebol e mordida por um cachorro.

“A gente quer mostrar que esse cara realmente não presta”, afirmou Tiely, um dos que chutaram a réplica. Com meião com as cores da bandeira LGBTQIA+, ele é um jogador transexual, atleta do time Tamanduás Bandeiras e preferiu ser identificado apenas pelo nome. Apoiador do Indecline, jogou tanto na partida de 2020 como na deste domingo.

“Nós estamos aqui fazendo algo lúdico. Enquanto isso, tem gente que invade festa dos outros para dar tiro”, diz Tiely, em referência ao assassinato do guarda municipal petista Marcelo Arruda pelo policial bolsonarista Jorge Guaranho, no mês passado.

“Tenho certeza de que quem parou hoje no Minhocão para chutar essa bola melhorou o seu estado de espírito”, completa.

Fundado em 2001 por grafiteiros, fotógrafos e ativistas, o coletivo americano coleciona polêmicas com projetos que cutucam personalidades e líderes políticos que são, segundo o grupo, fascistas. Nomes como o russo Vladimir Putin e o americano Donald Trump, por exemplo, também já tiveram suas cabeças replicadas e chutadas.

Além disso, o coletivo já pendurou bonecos vestidos com a roupa da Ku Klux Klan em árvores, como se estivessem enforcados, e fez uma estátua de Trump nu, com um micropênis e sem testículos, por exemplo.

Um porta-voz americano do coletivo acompanhou a ação em São Paulo. Ele se manteve anônimo —o Indecline não revela a identidade de seus integrantes. Na opinião do representante, o presidente brasileiro é comparável a Donald Trump e flerta com o fascismo. E diz que, nesta eleição presidencial, o país deve ter em mente que votar no Lula não significa idolatrá-lo, mas escolher um candidato possível.

Ele afirma que o jogo com a réplica da cabeça é uma metáfora. E que, se Bolsonaro der um golpe para permanecer no cargo, as pessoas de verdade vão se machucar —não as réplicas.

Em 2020, pouco após o Indecline publicar o vídeo “Brazil”, mais de 3.000 comentários brotaram na publicação do Instagram —o perfil hoje está extinto. Muitos deles afirmavam que a obra desrespeitava o presidente, incitava o ódio e cometia crime.

Um inquérito chegou até a ser aberto, mas foi arquivado pelo Ministério Público Federal, que alegou que a Constituição Federal garante a liberdade de expressão da atividade artística.

Além disso, membros do Indecline disseram ter sofrido ameaças de morte, algo que ocorre com frequência no coletivo. Mesmo assim, seus membros afirmam que continuarão a promover as ações.

FolhaPress

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

VÍDEO: Alcymar Monteiro humilha músicos durante show: “Quem tem que aparecer sou eu”

Um vídeo do show do cantor Alcymar Monteiro, um dos nomes mais tradicionais da música nordestina, está chamando a atenção dos internautas nas redes sociais.

Durante a apresentação, o cantor interrompe o show para discutir com seus músicos.

“Aqui quem tem que aparecer sou eu, 36 anos de luta!”, reclamou o cantor com a banda.

Veja:

Com a repercussão do vídeo, Alcymar publicou um pedido de desculpas.

“Tem músico que toca comigo há mais de 30 anos, pede desculpas, não faz parte da minha personalidade. É muito estresse, muita viagem, muito show, muito assédio… e uma hora a gente fica exausto”, disse Alcymar se desculpando.

Mas já era tarde, integrantes da banda anunciaram a saída da equipe do cantor. O trompetista da banda, Jefferson Silveira disse que os assédios do músico vem acontecendo há tempos e que o pedido de desculpas não é suficiente.

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Política

VÍDEO: CALVÁRIO X VITRINE: João e Nilvan trocam farpas sobre operações policiais

Durante o duelo entre Nilvan Ferreira (PL) e João Azevedo do (PSB), sobrou até para as operações policiais. Ao ser questionado sobre a operação Calvário, que investiga desvios de recursos da Saúde e Educação no governo do ex-aliado de João, o ex-governador Ricardo Coutinho, Azevedo retrucou e mencionou a operação Vitrine, que investigou falsificação de uma loja de roupas que pertencia a Nilvan Ferreira.

“O seu costume de falsificar as coisas parece que não muda nunca.” disse João Azevedo. Já Nilvan Ferreira afirmou que João muda de assunto toda vez que se menciona a Operação Calvário.

Veja:

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

[VÍDEO] BARRADO NO BAILE: Suplicy interrompe evento de Lula e Alckmin e abre o bocão

Um episódio envolvendo o vereador Eduardo Suplicy (PT- SP) causou constrangimento no evento de lançamento das diretrizes do programa de governo da chapa Lula-Alckmin nesta terça-feira.

Alegando não ter sido convidado, Suplicy reclamou que uma proposta de renda básica de cidadania formulada por ele não tinha sido incluída no documento apresentado em São Paulo.

Na mesa estavam o pré-candidato a vice pelo PT, o ex-governador Geraldo Alckmin, e o pré-candidato à Presidência, o ex-presidente Lula, que permaneceu com a cabeça baixa enquanto Suplicy falava, com um papel em mãos.

— A proposta não foi considerada, infelizmente, entreguei por e-mail há dez dias e não foi considerada ainda, entre os itens principais, a instituição da renda básica de cidadania, aprovada por todos os partidos e sancionada pelo presidente Lula. Está no programa do PT há muitos anos. Ele (Mercadante) tem alguma coisa comigo, não me convidou para essa reunião! Mas hoje estou aqui e continuarei trabalhando para que Lula e Alckmin instituam a renda básica de cidadania enquanto eu estiver vivo — disse Suplicy, cortando uma fala do ex-senador Aloizio Mercadante, presidente da Fundação Perseu Abramo e um dos coordenadores da campanha de Lula.

Sem passar o microfone a Suplicy, que permaneceu de pé em frente à mesa, Mercadante respondeu que não era sua “função” acompanhar a lista de convidados:

— De fato não tive como acompanhar o convite de todas as pessoas. É só olhar o tamanho do plenário. Nem era minha função — respondeu o ex-senador e ex-ministro.

Em seguida, Mercadante explicou que a proposta de renda básica de cidadania, motivo de reclamação de Suplicy e uma de suas principais pautas na vida política, seria discutida “em debate aprofundado” e “em momento oportuno” com as demais propostas que serão recebidas na plataforma recém-lançada pelo PT. Afirmou, ainda, que a reclamação era injusta:

— Cometeu duas graves injustiças aqui. Mas estou acostumado, fui líder com vossa excelência na bancada, sei que é assim mesmo.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

Advogado aciona Justiça para barrar motociata de Bolsonaro na Paraíba

Divulgação

O advogado Olímpio Rocha (PSOL) ajuizou ação popular contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) pedindo à Justiça Federal que proíba a realização de “motociata” em Campina Grande, prevista para acontecer na próxima sexta-feira (24), data em que Bolsonaro estará na Rainha da Borborema para participar do Maior São João do Mundo.

Na ação, Olímpio Rocha alega que a organização e realização do ato ferem a lei eleitoral, configurando verdadeira propaganda antecipada, além de macular as normas federais, estaduais e municipais que protegem a saúde pública, considerando que a pandemia de Covid-19 não acabou no país, estando numa crescente, com pessoas ainda sendo internadas nos hospitais da cidade.

Rocha afirma que “não se pode, minimamente, compactuar com a política de morte perpetrada pelo ‘despresidente’ da república, que ri da dor alheia, faz pouco caso do sofrimento das pessoas que perderam seus entes queridos e que, como é público e notório, boicotou a vinda da vacina, sendo diretamente responsável pela morte dos mais de 600 mil brasileiros e brasileiras, entre eles e elas mais de 10.000 paraibanos e paraibanas, e mais de 1.000 campinenses acometidos pela COVID-19!”

A ação popular (nº 0805079-17.2022.4.05.8200) foi distribuída para a 2ª Vara Federal, em João Pessoa, já que o Supremo Tribunal Federal (STF) determina que ações que versem sobre a defesa da saúde pública, em caráter nacional, devem tramitar na capital do Estado em que são ajuizadas, estando conclusa para decisão liminar do juízo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Cultura

Campina Grande e Caruaru vão barrar manifestações políticas nas festas juninas

Foto: Divulgação

As cidades de Campina Grande e Caruaru, que disputam o título de Maior e melhor de São João do país, não querem ser palco de manifestações políticas como o Lollapalooza.

O evento foi marcado por uma disputa judicial sobre campanha eleitoral antecipada, após a cantora Pablo Vittar exibir uma toalha com o rosto do ex-presidente Lula.

Nos editais, as organizadoras dos eventos afirmaram que qualquer atração “que expresse conteúdo político de qualquer natureza” não seriam contratadas.

Em Campina, a Medow Promo colocou uma cláusula neste sentido, que também foi acompanhada pela Fundação de Cultura de Caruaru, onde a cláusula do edital se trata de uma “recomendação” aos artistas.

“O que que a gente está contratando não é a posição política do artista. Se ele faz isso num teatro, as pessoas pagam para assistir ao show dele. Eu mesmo vou e bato palma quando é a meu favor e vaio quando é contra a minha posição política. Mas é um show privado. Um show com recursos públicos a gente tem que ter essas precauções.” disse o presidente da fundação, Rubens Júnior.

Em Campina Grande, vários nomes, como Juliette, Elba RamalhoAlok e Wesley Safadão, estão no calendário de shows do Parque do Povo. A festa vai acontecer de 10 de junho a 10 de julho.

Já em Caruaru além dos artistas locais, boa parte deles inscritos por meio do edital, devem se apresentar na festa Luan Santana, Mari Fernandez, Felipe Amorim, Dorgival Dantas e Bell Marques.

O evento começa em 4 de junho e vai até 2 de julho. 

Blog do BG PB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

NUDES: Vereador Cipó de Ingá, vaza foto do “Cipó” em grupo de whatsapp

Foto: Reprodução/Redes sociais

O vereador Cipó, da Câmara Municipal de Ingá, vazou uma foto íntima em um grupo de WhatsApp, nesta segunda-feira (16). Ele disse que foi sem querer e que foi surpreendido por amigos.

Na imagem, vereador é visto de baixo para cima, estando em evidência o pênis, o braço atravessado sobre a barriga e o rosto dele.

Após o ‘nude’ vazar no grupo no WhatsApp, o vereador Cipó explicou que a foto foi enviada sem a vontade dele. O parlamentar contou que foi provocado por amigos que disseram que ele “não tinha nada” em relação ao tamanho do pênis.

O vereador, então, segundo versão relatada por ele em áudios ainda no WhatsApp, teria mostrado o pênis ereto e os amigos o teriam surpreendido fazendo a foto no momento em que ele mostrava o genital.

Foto: reprodução

“Qualquer coisa dá um alô aí no grupo dizendo que o menino bateu sem querer, bateu de sacanagem e saiu sem querer a foto”, pede o vereador em um dos áudios que o ClickPB teve acesso.

ClickPB

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polêmica

“NÃO TENHO NADA A PERDER”: Ex-mulher de DJ Ivis ameaça ex-assessor e caso vai parar na delegacia

Foto: Instagram/pamellaholanda

A ex-mulher de Dj Ivis, Pâmella Holanda, está sendo acusada pelo ex-assessor, Patric Reis de agressão verbal e homofobia. Segundo Patric, que prestou um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil do Ceará, Pâmella teria chamado o produtor de conteúdo e ex-assessor de viadinh*, filho da put* e irresponsável. Em uma das confusões e ataques verbais de forma virtual, a blogueira teria dito: “Você é viad*, mas tem um pau. Honre o pau que você tem no meio das pernas”.

O cearense também teria sido humilhado na frente de outras pessoas em eventos públicos. Em um dos áudios com tom de ameaça, ela pede que o assessor não fale sobre o que aconteceu entre ela e DJ Íviss durante o relacionamento conturbado.

 

Patric também postou o print de uma conversa em que Pâmella faz um pedido inusitado por “balas”.

 

No instagram, DJ Ívis afirmou que vai acionar o Conselho Tutelar de Fortaleza, para ter a guarda da filha após as confusões.

Em julho do ano passado, Ívis foi parar nas manchetes após a divulgação de vídeos de câmera de segurança em que ele aparecia agredindo brutalmente Pamela Hollanda, com socos, chutes e pontapés, na frente da filha dos dois, uma bebê de 9 meses.

Ele passou cem dias preso no Centro de Triagem e Observação Criminológica (CTOC), na Região Metropolitana de Fortaleza, acusado de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

 

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.