Polêmica

SEXO, DROGAS E ROCK: Após polêmica, prefeito paraibano Ricardo Pereira diz que repercussão é fruto de hipocrisia e que não vai pedir desculpas

O prefeito de Princesa Isabel, Ricardo Pereira (Cidadania), se defendeu nesta segunda-feira (14), em entrevista a uma rádio após a repercussão da live feita ontem (13) no Instagram onde ele diz que “hoje é dia de sexo, drogas e rock n’ roll” e que “não é todo dia que uma p%$& de um prefeito aparece em uma live”.

Durante a entrevista, o prefeito explicou que se tratava de uma “brincadeira”, pois estava em uma confraternização com amigos.

“Qual o problema? Acho que é falta do que a pessoas tem de fazer, hipocrisia daqueles que estão pegando isso e levando para a sociedade”, disse o prefeito, citando uma possível ação da oposição para denegrir sua imagem.

O prefeito também adiantou que não iria se desculpar e deixou claro que continua “trabalhando” por sua cidade.

“Não vou pedir desculpas, não vou ser hipócrita. O que eu fiz, eu fiz e continuo trabalhando pela minha cidade”, afirmou.

Blog do BG PB com PolíticaETC

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Paraíba

VÍDEO: Em live, prefeito paraibano diz que “hoje é dia do sexo, drogas e rock’n roll!”

Aqui na Paraíba não se fala em outra coisa: a live do prefeito de Princesa Isabel, Ricardo Pereira. Isso porque no vídeo, o chefe do executivo local apareceu com vários amigos e gritando em alto e bom som: “hoje é dia de sexo, drogas e rock’n roll”.

“Não é todo dia que uma p*rra de um prefeito aparece numa live ao vivo, né?”, diz em outro trecho. Na mesa em que o gestor está com os amigos é possível ver latas de cerveja, cachaça e outras bebidas.


Segundo o que foi noticiado pelo ClickPB, o gestor estava na residência de um amigo se confraternizando quando iniciou a transmissão. Em entrevista à imprensa, na manhã desta segunda-feira (14), o gestor confirmou que no momento da live ele estava ingerindo bebidas alcoólica.

“Nesse caso específico estávamos tomando uma cachacinha, e por fim curtimos e ouvimos música”, disse. Porém, para ele o caso tomou uma superexposição, já que segundo ele não há problema com a situação, pois estava em um momento particular. “Qual o problema de eu estar na casa de um amigo, de forma privativa, e dizer ‘sexo, drogas e rock’n roll?”, questionou.

Portal 96 FM

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Polêmica

CASO BRAISCOMPANY: Em depoimento Empresário Aluízio Calado revela rombo milionário de mais de R$ 20 milhões

Desde fevereiro, após ser deflagrada a primeira etapa da Operação Halving e quando foi divulgada a fuga dos empresários Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias, nenhuma pergunta é tão repetida quanto a interrogação sobre o paradeiro dos dois donos da empresa Braiscompany.

Além disso, outro questionamento para as testemunhas é sobre o valor investido e perdido na empresa de criptoativos.

Nesta semana, o BLOG DO BG PB teve acesso ao depoimento do empresário Aluízio Calado na Polícia  Federal em que ele diz ter tido um prejuízo de mais de R$ 20 milhões de reais.

Confira o depoimento aqui

Em tom de lamento, Aluízio ainda diz que caiu na “lábia de Toin” porque ele deu como garantia de negócio o avião que estaria em posse dele.

Entenda o caso

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 2 bilhões feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos. Os dois continuam foragidos.

Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Blog do BG PB

Opinião dos leitores

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Polêmica

Relator apresenta PL da remuneração a artistas e a jornalismo

Relator apresenta PL da remuneração a artistas e a jornalismo

O deputado Elmar Nascimento (União Brasil; foto) enviou no sábado (12) seu relatório sobre o projeto de lei que estabelece pagamento de direitos autorais a artistas e remuneração de veículos de imprensa.

O texto ainda propõe que as plataformas sejam obrigadas a pagar os direitos autorais de pastores e líderes religiosos por “sermões” e “pregações” compartilhados nas redes.

Com essa alteração, o texto passa a reconhecer os “artistas intérpretes ou executantes” como detentores de direitos autorais. Essa mudança implica que atores, cantores, músicos, bailarinos e outras pessoas que desempenham papéis em obras religiosas passariam a ter o direito de receber compensação por suas contribuições.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, indicou que, se houver consenso, o relatório deve ser votado em plenário na próxima terça-feira (15).

A remuneração a artistas e empresas de jornalismo foram retiradas da PL das fake news por enfrentar resistência na Câmara.

O Antagonista

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Polêmica

Defensoria contesta Prefeitura de João Pessoa no STF para manter moradores no Centro Histórico

Ação será relatada pela ministra Cármen Lúcia, do STF

A Defensoria Pública da União apresentou, na última quinta-feira (10), uma contestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) no recurso apresentado pela Prefeitura de João Pessoa no caso envolvendo a habitação de pessoas no Porto do Capim, no Centro Histórico da Capital.

A gestão pede para ser autorizada a remover moradores que habitam em área de risco nas imediações do Porto do Capim, no Centro da Capital. A ação, que o Portal MaisPB teve acesso, será relatada pela ministra Cármen Lúcia.

Por determinação do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, a administração municipal só pode fazer a retirada da população mediante acordo prévio. A Prefeitura, no entanto, argumenta que é impossível manter os moradores em condições precárias, por mais que eles insistam.

A Defensoria alega, no entanto, que o “sossego” na região vem sendo afetado desde que a Prefeitura decidiu, ainda na gestão Luciano Cartaxo (PT), revitalizar o local.

“A verdade é que a Comunidade do Porto do Capim está bem estabelecida no seu território há mais de 70 anos e não está sob risco, a não ser pelas condutas ilegais que vinham sendo praticadas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa e que ameaçam o sossego e a existência da Comunidade Tradicional em questão, mas que foram paralisadas a partir do pronunciamento judicial que o Município pretende reverter por intermédio da presente Reclamação”, disse a defensoria.

sugestão da gestão Cícero Lucena (PP) é que, em a reclamação sendo acatada, essas pessoas passem a receber o auxílio aluguel no valor de R$ 350 e posteriormente sejam beneficiadas com uma casa ou apartamento no residencial que será construído próximo ao Centro Histórico da Capital, onde antes funcionava uma concessionária de veículos.

Das 124 casas habitadas no Porto do Capim, 65 já haviam acordado, inclusive durante a gestão Luciano Cartaxo (PT) para sair voluntariamente do local considerado perigoso para manter moradia. Essa população foi deslocada para o novo Residencial Saturnino de Brito, no Bairro do Varadouro, localizado no raio de 2 km da Vila Nassau e Praça 15 de Novembro.

O Ministério Público Federal foi quem lutou para evitar a retirada dos moradores sob o argumento de que as casas deveriam ser mantidas no local já que a “comunidade estaria enquadrada como tradicional”

Já um estudo realizado pela Prefeitura de João Pessoa não identificou nenhum reconhecimento das referências culturais da comunidade Porto do Capim e Vila Nassau, como parte de patrimônio imaterial protegido, ou salvaguardado pelo IPHAN.

“A comunidade não apresentou continuidade histórica, visto que não ocupa e usa o território e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição, e dessa forma não julgamos relevância para a memória, não havendo, até o presente momento, qualquer reconhecimento oficial sobre a tradicionalidade da comunidade situado no Porto do Capim”, diz a análise.

A prefeitura também argumenta que não pode deixar que as pessoas continuem morando em áreas de riscos, mesmo mediante as determinações da justiça.

“A área é considerada de alto risco sendo a intervenção do poder público fundamental para evitar a omissão estatal e preservar a vida das pessoas que alí habitam. Nos autos do processo, nós mostramos que o STF impôs algumas condicionantes para retirada de algumas pessoas que ocupam áreas irregulares ou da risco  mas coloca essa necessidade de concordância para retirada. Mas  não imperativa  nas situações que os próprios moradores encontram-se habitando uma área de risco”, enfatizou a procuradora do município, Thais Ferreira, em entrevista.

MaisPB

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Polêmica

(VÍDEO) TUMULTO: Festa termina com briga entre seguranças e jovens na Priscylla’s Hall, em João Pessoa

Após uma briga envolvendo vários jovens dentro da casa de show, Pricylla’s Hall, na madrugada deste domingo (13), um vídeo mostra o momento em que um dos seguranças toma o celular de uma das envolvidas na briga, foi divulgado afirmando que a jovem teria sido agredida pelo profissional, e teria saído com o nariz sangrando.

A afirmação foi feita pelo paparazzo Walter, que divulgou o vídeo, e que pede que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) tome conhecimento do caso. O paparazzo afirmou ainda que já presenciou várias agressões no local.

Procurado pelo Polêmica Paraíba, José Nilton, proprietário da casa de show, relatou que uma briga teve início dentro da pista de dança, por volta das 04h, quando cerca de 8 celulares caíram no chão, e foram recolhidos pelos seguranças, que também retiraram os envolvidos de dentro do local.

Ao serem levados para fora, foi necessário que cada pessoa dona do celular, o desbloqueasse para garantir que era seu e tê-lo de volta. A jovem que foi filmada e teve o celular tomado da mão se recusou a desbloquear o celular e por isso teve o celular tomado novamente, como mostra o vídeo.

PolêmicaPB

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Polêmica

Documentos mostram que governador nordestino financia MST; confira

Documentos mostram que governo de Alagoas financia MST

Parlamentares que integram a CPI do MST realizaram na quinta-feira (10) diligências em Alagoas e concluíram que diversos eventos do MST foram pagos com dinheiro público.

Documentos coletados pelos parlamentares mostram que manifestações no estado foram financiadas pelo Instituto de Terras e Reforma Agrária (Iteral) de Alagoas.

Contratos e notas fiscais indicam pagamento de ônibus, aluguel de lonas, equipamentos de som e cestas básicas para subsidiar protestos. A maior parte é de 2018.

Naquele ano, o Iteral desembolsou R$ 19,9 mil para comprar lonas destinadas a manifestantes que estavam acampados na Praça dos Martírios, em Maceió. Outra nota fiscal de R$ 8,3 mil é relativa a compra de cestas básicas para manifestantes que acamparam na Usina Laginha e Usina Guaxuma. O Iteral também pagou aluguel de ônibus para transportar manifestantes em ato na Praça Sinimbu, em Maceió.

Participaram da diligência o presidente da comissão, tenente- coronel Zucco, o deputado federal Delegado Fábio Costa (PP-AL) e o relator, deputado federal Ricardo Salles (PL-SP).

O governo de Alagoas classificou como “distorcidas” as informações de que houve financiamento ao MST:

“Quando os movimentos sociais realizam seus eventos e manifestações, eles solicitam do Instituto de Terras o fornecimento de lonas, alimentos e banheiros químicos, entre outros insumos. Isso, portanto, não quer dizer sob forma nenhuma que o governo alagoano financie invasões de terras ou quaisquer irregularidades”.

O Antagonista

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Polêmica

(VÍDEO) Assessor narra fuga e cotidiano dos donos da Braiscompany na Argentina

Desde fevereiro, quando foi deflagrada a primeira etapa da Operação Halving e quando foi divulgada a existência de mandados de prisão tendo como alvos os empresários Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias, nenhuma pergunta é tão repetida quanto a interrogação sobre o paradeiro dos dois donos da empresa Braiscompany.

Os dois continuam foragidos, mas a rota de fuga e a forma como eles passaram a viver fora do Brasil foram descobertas pela Polícia Federal.

Parte das revelações foi obtida através do depoimento de um assessor próximo do casal, Arthur Barbosa da Silva. Ele continua preso e é um dos 13 denunciados pelo MPF à Justiça.

Arthur teria, conforme a Polícia Federal, participado da fuga do casal, juntamente com a esposa, Sabrina Lima; e também do denunciado Victor Hugo Duarte.

Ele afirmou em depoimento à PF que foi dirigindo a Van que levou o grupo para a Fronteira da Argentina. Ao chegarem na fronteira, Antônio Neto e Fabrícia entraram no país em um taxi; enquanto os demais ultrapassaram os limites entre os dois países na Van.

Para deixar o país Arthur afirmou que o casal usou como argumento o risco para segurança da família – diante das cobranças feitas por milhares de clientes que perderam milhões em investimentos feitos junto à empresa.

Confira depoimento clicando aqui

De início o grupo seguiu para o bairro de Palermo, em Buenos Aires, Capital da Argentina. Depois deslocou-se para a cidade de San Fernando e, por fim, para San Isidro. Sempre em imóveis alugados.

“Para não ficar parado mesmo era uma questão de contribuir com as tarefas de casa. Eles (Antônio Neto e Fabrícia) evitavam estar se expondo em público. Hora ou outra realmente saíam, iam ao mercado”, disse, acrescentando que as compras eram feitas em dinheiro em espécie”.

Arthur e a esposa foram presos quando tentavam retornar para a fronteira levando malas para o casal Braiscompany. Ele afirmou, porém, que após isso os planos com a esposa eram de “retornar para casa, para nossa família”.

O que diz a denúncia do MPF sobre Arthur

Conforme o MPF, Arthur Barbosa fazia parte do núcleo de marketing e tecnologia da Braiscompany. De início ele atuou como trader da empresa, mas posteriormente passou a ser videomaker de Antônio Neto e da empresa.

“Entretanto, na verdade, SABRINA LIMA e ARTHUR BARBOSA eram assessores pessoais do casal ANTÔNIO NETO e FABRÍCIA CAMPOS, cumprindo tarefas por eles determinadas”, afirma a denúncia do MPF.

“Enquanto isso, ARTHUR BARBOSA assessorava o casal com a publicidade e o marketing, sendo o seu videomaker, o cérebro por detrás das falas, das frases de efeito e dos vídeos motivacionais fraudulentos que eram constantemente divulgados por ANTÔNIO NETO em suas redes sociais visando conquistar novos investidores”, relata outro trecho do documento.

Arthur Barbosa foi denunciado pelo MPF por organização criminosa, também por embaraçar a investigação, lavagem de dinheiro e ainda enquadrado com base na lei 7.492/86, que define os crimes contra o sistema financeiro.

Em nota, a defesa dele afirmou à TV Paraíba que “ainda não teve acesso à integra do processo”, mas adiantou que “os acusados não têm qualquer envolvimento, sendo apenas vítimas da situação, sendo certo que toda a verdade e inocência dos acusados restará evidente no decorrer da instrução processual”.

Jornal da PB

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Polêmica

SENTENÇA REVOGADA: Justiça decide soltar Bueno Aires, dono da Fiji preso por pornografia infantil

 

WhatsApp Image 2023 07 11 at 20.06.54 - Desembargador manda soltar Bueno Aires no caso FIJI, mas ele continua preso acusado de uso de pornografia infantil - LEIA DECISÃO

A Justiça da Paraíba rejeitou um pedido dos investigadores que solicitaram a prisão preventiva do empresário Bueno Aires, sócio da Fiji Solutions, no âmbito da investigação relacionada ao armazenamento de pornografia infantil, e determinou nesta sexta-feira (11) a soltura dele. A decisão é da Vara da Infância e da Juventude de Campina Grande.

No dia 11 de julho, uma decisão do desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Paulo Cordeiro, tinha determinado a soltura do empresário, no âmbito da investigação relacionada a irregularidades com a gestão de criptomoedas.

Apesar da decisão de 11 de julho, ele seguia preso por força de outro mandado de prisão, relacionado ao suposto crime de abuso sexual. Essa prisão foi revogada agora.

O empresário foi preso no dia 14 de junho, no Rio de Janeiro, em operação deflagrada pela Delegacia de Crimes Cibernéticos – DECC. Ele estava no Rio de Janeiro e foi capturado pela Polícia Civil carioca, que deu apoio às investigações da PC paraibana. O trabalho teve a participação também da Polícia Rodoviária Federal e do Gaeco.

A polícia investiga o armazenamento de imagens contendo sexo explícito envolvendo menores, o que teria levado ao bloqueio de um e-mail utilizado pelo empresário para gerir a tecnologia responsável pela gestão de criptoativos. A polícia ainda investiga quem é o autor das imagens.

O Caso Fiji

A Fiji Solutions tem como fundadores Bueno Aires José Soares Souza, Emilene Marília Lima do Nascimento e Breno de Vasconcelos Azevedo, com sede em Campina Grande. A empresa trabalhava com locação de criptoativos e prometia pagamentos mensais fixos.

Com Agenda Política

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Polêmica

Prefeitura de Alhandra exonera servidores investigados por desvio de recursos

A Prefeitura de Alhandra exonerou os servidores alvo de operação realizada pelo  Ministério Público da Paraíba e Polícia Civil, que investiga o desvio de recursos públicos e fraudes em procedimentos licitatórios. Os desligamentos aconteceram ainda na quinta-feira (10).

As exonerações do chefe do controle de abastecimento do município, Kennery Ricardo; o secretário municipal de transporte, Clóvis Ferreira; e o secretário adjunto de transporte, Luiz Lourenço, foram publicadas no Diário Oficial dos Municípios desta sexta-feira (11).

O prefeito Marcelo Rodrigues (MDB) informou, em entrevista ao programa F5 da Rádio Pop, que está fazendo uma “rígida apuração interna” sobre o caso.

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