Polêmica

E TOME PREJUÍZO: Presidente da Câmara de Campina Grande investiu na Braiscompany em meio a denúncias; confira valores

O presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Marinaldo Cardoso (Republicanos), é uma das vítimas da empresa de criptomoedas Braiscompany. O nome do político consta na denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal à Justiça.

De acordo com o relatório que a reportagem do @blogmauriliojunior e Paraíba Já teve acesso, Marinaldo celebrou contrato em 30/12/22, no valor de R$ 30.011,75, por intermédio de Clélio Cabral, tendo feito transferência para a conta pessoal do broker via Pix.

Em dezembro de 2022, a empresa de Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos já atravessa um momento delicado, com atrasos de pagamentos e denúncias, a principal delas partiu do humorista Lucas Veloso. Mesmo assim, Marinaldo topou entrar no negócio.

À Polícia Federal, Marinaldo disse que teria dito a Clélio que não realizaria o contrato naquela oportunidade, pois não tinha conseguido enviar o valor em real para a corretora Binance.

Foi quando, segundo o presidente da CMCG, Clélio ligou por volta das 19h50 sugerindo que ele enviasse um Pix para sua conta física. Clélio, segundo informou Marinaldo, tinha o valor convertido em criptomoedas na Binance.

Com MaurílioJR e PBJá

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Polêmica

(VÍDEO) Prefeito paraibano comenta prisão de ex-diretor da PRF que o acusou de mentir nas eleições

O prefeito da cidade de Cuité, Charles Camaraense, comentou, na manhã desta quarta-feira (09), em Brasília, a prisão do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, que o acusou de ter mentido sobre a operação realizada no segundo turno das Eleições de 2022.

Ex-diretor da PRF Silvinei Vasques é preso em operação que investiga interferência no 2º turno das eleiçõe

Silvinei Vasquesfoi preso pela Polícia Federal (PF), na manhã desta quarta-feira (9), em Santa Catarina, acusado de ter promovido, no segundo turno das eleições, blitze ostensiva e direcionada no Nordeste, região em que Lula tinha vantagem sobre Bolsonaro nas pesquisas. A PF instaurou investigação contra ele ainda em novembro do ano passado, após pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Em Brasília, Charles Camaraense publicou um vídeo nas redes sociais falando sobre a prisão de Silvinei e sobre ter sido acusado injustamente.

Blog do BG PB com PBJá

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Polêmica

INSEGURANÇA: Professora é vítima de sequestro relâmpago dentro da UFPB em João Pessoa

A professora Melânia Lopes, do Centro de Tecnologia (CT) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), foi vítima de um sequestro relâmpago nessa terça-feira (08) dentro do Campus de João Pessoa. A vítima foi abordada pelos suspeitos por volta das 12h no estacionamento da instituição.

Com a docente rendida, os suspeitos obrigaram ela a dirigir até uma agência bancária para que fosse feito saque da conta da professora. Ela ainda foi obrigada a dirigir para os suspeitos.

Em nota, a Direção do Centro de Tecnologia (CT) lamentou a insegurança e cobrou medidas imediatas por parte da Reitoria. Veja a nota:

Prezada Comunidade da UFPB,

Chegou ao conhecimento da Direção do Centro de Tecnologia (CT) de que a Prof.ª Melânia Lopes, lotada no Departamento de Engenharia Química (DEQ/CT), sofreu neste dia 08 de agosto de 2023, próximo às 12h, uma abordagem ao entrar no seu carro saindo de CT. Uma pessoa entrou no veículo e forçou-a a dirigir até uma agência bancária para sacar um valor em dinheiro. Após isso, Melânia foi forçada a dirigir até um local em que o sujeito solicitou parada e fugiu.

Diante dos fatos ocorridos, foi solicitado apoio da Superintendência de Segurança Institucional (SSI) da UFPB que comprometeu-se com um aumento da segurança no Centro de Tecnologia. Cabe-nos ressaltar que é notória a ausência de Agentes de Segurança em quantidade suficiente para as necessidades das áreas da UFPB, quaisquer que sejam os centros e os campi da instituição. Ressalta-se a urgência na solução destes problemas por parte da administração central, por meio da contratação de efetivo e da busca de soluções de tecnologia com uso de câmeras, controles de acesso e outras medidas pertinentes.

Outrossim, a SSI informa que todas as pessoas da comunidade podem registrar o número (83) 3216-7120 em suas agendas telefônicas de modo a ter um contato direto e via whatsapp para o caso de denúncias, reclamações e sugestões.

A Direção do CT manifesta total solidariedade com a Prof.ª Melânia Lopes, destacando nosso alívio de que não tenha havido nenhum ferimento ou algo ainda mais sério à sua integridade física. Destacamos a altíssima gravidade dos fatos e que providências de investigação e punição devem ser realizadas juntos às instâncias competentes, internamente e externamente à UFPB. Toda a assistência que for dada à nossa colega não cobre os riscos enfrentados por ela.

Por essa razão, a UFPB precisa garantir a segurança de todas as pessoas que nela trabalham, sejam estudantes, docentes, técnicos administrativos ou mesmo visitantes. Mudanças precisam ocorrer para que não tenhamos novas ocorrências tais como essas ou ainda mais graves.

Blog do BG PB com MaisPB

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(ÁUDIOS) Dono da Braiscompany previa ação da PF e teria usado família da mulher para ocultar patrimônio

Antônio Inácio da Silva Neto, o Antônio Neto Ais, e Fabricia Ais, fundadores da Braiscompany

A denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra sócios e funcionários da Braiscompany, recebida nesta terça-feira (8), pela 4ª Vara da Justiça Federal na Paraíba, mostra uma sofisticada articulação do casal Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias para esconder os bens fruto do suposto esquema de corrupção. Áudios em poder da Polícia Federal indicam que dias antes de serem alvos de operação da PF, eles orientaram parentes a quitarem bens supostamente com dinheiro do esquema, para proteger o patrimônio do casal. As informações foram publicadas no blog do jornalista João Paulo Medeiros, do Jornal da Paraíba.

A denúncia tem 330 páginas e implica, além do casal, o grupo formado por Victor Hugo Lima Duarte, Mizael Moreira Silva, Sabrina Mikaelle Lacerda Lima, Arthur Barbosa da Silva, Flávia Farias Campos, Fernanda Farias Campos, Clélio Fernando Cabral do Ó, Felipe Guilherme da Silva Souza, Gesana Rayane Silva, Fabiano Gomes da Silva e Deyverson Rocha Serafim. Todos foram tornados réus na investigação. Antônio Neto e Fabrícia estão foragidos há vários meses e são procurados em outros países, além do Brasil.

Em um dos áudios, Antônio Neto conversa com Flávia Farias Campos, irmã de Fabrícia, e passa orientações sobre como ela deve proceder para quitar o veículo BMW usado por ela. Ele diz para a cunhada procurar o banco e pagar antecipadamente pelo veículo. A pressa é para que ele esteja regularizado e no nome dela antes da operação da Polícia Federal. O diálogo teria ocorrido, conforme a PF, no dia 10 de fevereiro. De acordo com a investigação, o veículo em questão é avaliado em R$ 180 mil.

Confira aqui um dos trechos

Em outro áudio, a Antônio Neto fala com Felipe Souza, marido de Fernanda Farias Campos, também irmã de Fabrícia. Neste caso, a orientação é para que seja quitado o pagamento de uma fazenda e que ela seja passada para o nome do casal. Neste momento, ele antecipa a previsão de “turbulências” que terão pela frente, em clara referência às operações da Polícia Federal. O grupo foi alvo das operações Halving, Select e Select II, deflagradas, respectivamente, em 16 de fevereiro, 18 de abril e 18 de maio de 2023.

Confira outro trecho aqui

A operação investiga uma movimentação financeira de R$ 2 bilhões feita pela Braiscompany em criptoativos. Dois mandados de prisão foram expedidos tendo como alvos o empresário, Antônio Neto, e a esposa dele, Fabrícia Farias Campos. Os dois continuam foragidos. Na operação a Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens e a suspensão parcial das atividades da empresa.

Com SuetoniSoutoMaior

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Polêmica

Ex–marido é preso após furar os olhos da mulher para ela não enxergar outros homens

Homem É Preso Após Furar Olhos Da Mulher Para Ela Não Ver Outros Homens

 

Um homem foi preso em João Pessoa, capital da Paraíba, sob suspeita de ter furado os olhos da ex-esposa para que ela não enxergasse outros homens. O suspeito se entregou à polícia na manhã desta segunda-feira (7).

A tentativa de feminicídio ocorreu em frente aos dois filhos, na semana passada, dentro de um apartamento no bairro Água Fria.

“Um erro não justifica o outro. Estou aqui para me entregar, e não sou um monstro”, disse o homem. Segundo ele, o crime não foi premeditado, e ele a “pegou no flagra” em conversa com outra pessoa.

O suspeito, de 30 anos, se entregou na delegacia e se responsabilizou pelo ato. Em depoimento, a vítima, de 23, contou que vivia um relacionamento abusivo.

Segundo ela, o ex era muito ciumento e agressivo. O casal havia se separado, e, desde 2020, a mulher possuía uma medida protetiva contra o suspeito.

A vítima foi atacada com diversos golpes de faca no rosto e ficou bastante ferida. Até a publicação da reportagem, ela continuava internada em um hospital da região.

Como denunciar casos de violência contra mulher?

O principal serviço para comunicar um caso de violência doméstica é o Ligue 180. O telefone é de abrangência nacional. As denúncias podem ser feitas de forma gratuita e confidencial. A central funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive nos fins de semana e feriados.

R7

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Universitária paraibana é dopada e estuprada ao sair de festa em Fortaleza

Uma estudante do curso de Medicina, de 24 anos, relatou ter sido vítima de estupro na saída de uma festa em Fortaleza, Capital do Ceará. A universitária, natural de João Pessoa, foi dopada com o “boa noite cinderela”, como concluiu exames feitos da vítima.

A jovem disse que estava com um copo de água de coco, mas deixou o recipiente para fazer fotos. Ao voltar, pegou o copo e bebeu. Logo em seguida, sentiu-se um pouco desorientada e de despediu de amigos. Ao sair da festa, um homem se ofereceu para deixá-la em casa. Apesar de ter passado o endereço correto, foi levada para outro local, onde foi vítima de estupro.

“Ele entrou no carro comigo. Lembro-me ainda dele falar o seu endereço ao taxista. Eu já fraca e desorientada, dizia o meu endereço”, relata a jovem, segundo o g1 Ceará.

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Braiscompany: Justiça aceita denúncia contra Antônio Neto, Fabrícia Farias e mais 11 pessoas

Fabrícia Campos e Antônio Neto Ais, donos da Braiscompany (Foto: Reprodução/ Instagram)

O juiz Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara da Justiça Federal, aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias, o casal Braiscompany, e mais 11 pessoas pelos crimes no esquema de ‘pirâmide financeira’ envolvendo criptomoedas.

O magistrado considerou que “tendo em conta que os réus ANTÔNIO INÁCIO DA SILVA NETO, FABRÍCIA FARIAS CAMPOS encontram-se, atualmente, em local incerto e não sabido, tendo se evadido do cumprimento do mandado de prisão expedido em seu desfavor, bem como considerando que há notícia de que ocultaram-se no exterior, expeça-se, desde logo, edital para a sua citação”.

Também foram denunciados Victor Hugo Lima Duarte, Mizael Moreira Silva, Sabrina Mikaelle Lacerda Lima, Arthur Barbosa da Silva, Flávia Farias Campos, Fernanda Farias Campos, Clélio Fernando Cabral do Ó, Felipe Guilherme da Silva Souza, Gesana Rayane Silva, Fabiano Gomes da Silva e Deyverson Rocha Serafim.

Com MaurílioJR

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FOTO: Segue o extrato da demissão de José Vandalberto de Carvalho a bem do serviço público por acúmulo ilegal de cargo

Conforme a publicação no Diário Eletrônico do Ministério Público da Paraíba, o ex-procurador de João Pessoa e ex- servidor do MP, José Vandalberto infringiu os incisos VII e IX do artigo 138 e o inciso XII do artigo 151 da Lei 10.432/2015, de autoria do MPPB por acumulo ilegal de cargos e tentativa de tirar proveito pessoal do cargo que exercia.

Confira abaixo a publicação:

Já o inciso VII do artigo 138 fala sobre o servidor valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública.

O inciso IX é sobre o servidor atuar, como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro.

Em sua defesa, Vandalberto afirmou que ele já havia pedido exoneração do Ministério Público da Paraíba, já que o trabalho no órgão vinha atrapalhando sua atuação com advogado.

Blog do BG PB

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Maqueiros e recepcionistas atuavam em ‘esquema de cirurgias privadas’ no Trauminha de JP

Maqueiros, recepcionistas e pessoal de apoio atuavam no esquema que indicava cirurgias privadas para pacientes do Hospital Ortotrauma de Mangabeira, conhecido como Trauminha, em João Pessoa. Conforme a direção da unidade hospitalar, mais de 20 profissionais que participavam do esquema já foram exonerados.

Os internados eram manipulados e extorquidos por profissionais da unidade de saúde a pagar uma média de R$ 4 mil para realizar os procedimentos, conforme relatou o diretor do hospital, Alexandre Cesar da Cruz.

Segundo o diretor, os profissionais chegavam até os pacientes e mentiam a respeito dos procedimentos, a exemplo de que as cirurgias poderiam demorar para acontecer. Preocupados com a possibilidade de demora, as vítimas eram manipuladas a pedir a própria alta e realizar o procedimento de forma particular.

“O que acontecia? Chegava um paciente, ele era internado, e quando o paciente era internado um ou outro funcionário, seja ele da recepção, seja ele do apoio ou maqueiro, chegava pro paciente e dizia: ‘sua cirurgia vai demorar dois meses, não tem material’. Paciente na angústia, né? Ficava mal, ficava triste e ele chegava imediato com a solução: ‘olhe, eu tenho alguém [profissional privado] que vai fazer sua cirurgia’”, explicou o diretor.

PBJá

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CRIME: Participação de médicos em extorsão em João Pessoa deve ser denunciada, diz CRM-PB

O Conselho Regional de Medicina na Paraíba (CRM-PB) afirmou que até o momento não existem denúncias sobre a participação de médicos no esquema de extorsão denunciado pelo diretor do Trauminha, Alexandre César, para que pacientes pagassem por cirurgias.

Segundo a denúncia, profissionais aliciavam pacientes para agilizar alta e fazer o procedimento em clínica privada. O CRM afirma que em um ano e meio foram afastados 20 profissionais por este motivo, nenhum deles médico.

“O Conselho Regional de Medicina acompanhou a fala do doutor Alexandre César, diretor do Trauminha, e reafirma: cobrar por um procedimento a um paciente que está internado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é crime. Qualquer pessoa, independente da profissão, que esteja fazendo isso, aliciando ou coagindo pacientes para fazer esse tipo de procedimento privado, quer seja em um hospital ou clínica, onde o hospital público deveria dar assistência, essas pessoas precisam ser denunciadas”, explicou o diretor de Fiscalização do CRM-PB, Bruno Leandro de Souza.

Em caso de envolvimento de médicos ele alerta para que a denúncia seja feita também ao CRM-PB para que seja apurada a parte ética.

“Até agora não chegou nenhum nome de médico que tivesse participando de qualquer tipo de procedimento dessa natureza, mas se acontecer será aberto uma sindicância e um processo ético profissional para avaliação do caso”, concluiu.

MaISPB

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