Polêmica

Prefeitura aciona STF para remover moradores do Porto do Capim em João Pessoa; entenda

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A Prefeitura de João Pessoa ingressou com uma reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF) para ser autorizada a remover moradores que habitam em área de risco nas imediações do Porto do Capim, no Centro da Capital. A ação, desta quinta-feira (03), será relatada pela ministra Cármen Lúcia.

Por determinação do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, a administração municipal só pode fazer a retirada da população mediante acordo prévio. A Prefeitura, no entanto, argumenta que é impossível manter os moradores em condições precárias, por mais que eles insistam.

A sugestão da gestão Cícero Lucena (PP) é que, em a reclamação sendo acatada, essas pessoas passem a receber o auxílio aluguel no valor de R$ 350 e posteriormente sejam beneficiadas com uma casa ou apartamento no residencial que será construído próximo ao Centro Histórico da Capital, onde antes funcionava uma concessionária de veículos.

Das 124 casas habitadas no Porto do Capim, 65 já haviam acordado, inclusive durante a gestão Luciano Cartaxo (PT) para sair voluntariamente do local considerado perigoso para manter moradia. Essa população foi deslocada para o novo Residencial Saturnino de Brito, no Bairro do Varadouro, localizado no raio de 2 km da Vila Nassau e Praça 15 de Novembro.

O Ministério Público Federal foi quem lutou para evitar a retirada dos moradores sob o argumento de que as casas deveriam ser mantidas no local já que a “comunidade estaria enquadrada como tradicional”

Já um estudo realizado pela Prefeitura de João Pessoa não identificou nenhum reconhecimento das referências culturais da comunidade Porto do Capim e Vila Nassau, como parte de patrimônio imaterial protegido, ou salvaguardado pelo IPHAN.

“A comunidade não apresentou continuidade histórica, visto que não ocupa e usa o território e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição, e dessa forma não julgamos relevância para a memória, não havendo, até o presente momento, qualquer reconhecimento oficial sobre a tradicionalidade da comunidade situado no Porto do Capim”, diz a análise.

A prefeitura também argumenta que não pode deixar que as pessoas continuem morando em áreas de riscos, mesmo mediante as determinações da justiça.

“A área é considerada de alto risco sendo a intervenção do poder público fundamental para evitar a omissão estatal e preservar a vida das pessoas que alí habitam. Nos autos do processo, nós mostramos que o STF impôs algumas condicionantes para retirada de algumas pessoas que ocupam áreas irregulares ou da risco  mas coloca essa necessidade de concordância para retirada. Mas  não imperativa  nas situações que os próprios moradores encontram-se habitando uma área de risco”, enfatizou a procuradora do município, Thais Ferreira.

MaisPB

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Polêmica

Caso BraisCompany: Clélio Cabral, ex-gerente de Antônio Ais é convocado para depor na CPI das Criptomoedas

(Foto: Reprodução/Instagram)

O ex-broker e gerente select da BraisCompany, Clélio Fernando Cabral está convocado para depor na CPI das Criptomoedas, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Pedido foi realizado pelo deputado Ricardo Silva (PSD/SP) e aprovado nesta quarta-feira (2).

O antigo braço direito de Antônio Neto Ais irá prestar esclarecimentos, sob a qualidade de testemunha, com relação as suspeitas de envolvimento em fraudes com investimentos em criptomoedas na corretora de criptoativos que era sediada em Campina Grande.

“‘Aprovado o requerimento n. 80/2023 do Sr. Ricardo Silva que requer que seja convocado o senhor Clélio Fernando Cabral para, na qualidade de testemunha, prestar esclarecimentos acerca das suspeitas de envolvimento em fraudes com investimentos em criptomoedas envolvendo a empresa “Braiscompany”, diz trâmite da CPI.

Clélio é apontado pelo parlamentar que apresentou o pedido como “principal divulgador e broker da referida empresa”, e apontou que ele pode “ter informações sobre os fatos potencialmente criminosos apurados por esta CPI”.

Ainda conforme ação na Câmara, “em seu perfil no site Instagram, Clélio afirma que confiou na Braiscompany totalmente, e que, por isso promovia a divulgação da empresa”.

Com PBJá

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Polêmica

REPERCUSSÃO: Manaíra Shopping divulga nota após psicopedagoga sofrer racismo na loja Ri Happy

 

Em nota de duas linhas, o Manaíra Shopping repudiou o suposto caso de racismo contra uma psicopedagoga na loja Rihappy. O Shopping diz que a loja “está tomando as atitudes cabíveis”.

A loja Ri Happy do Manaíra Shopping se pronunciou após o caso da abordagem racista de uma funcionária da empresa ser denunciada pela psicopedagoga Alice Fidelis na noite de terça-feira (01).

De acordo com a loja, a empresa já contatou a psicopedagoga e pediu desculpas pelo possível crime.

Além disso, a Ri Happy Manaíra informou que “está tomando as medidas cabíveis sobre o caso”, mas não detalhou quais seriam.

A vítima informou que fez um boletim de ocorrência sobre o caso relatado de racismo.

Leia nota da Ri Happy do Manaíra Shopping na íntegra

O Grupo Ri Happy informa que a Ri Happy Manaíra entrou em contato com a consumidora, pedindo desculpas pelo fato ocorrido no dia 01 de agosto de 2023. A empresa rechaça veementemente qualquer tipo de atitude de preconceito e discriminação, por isso está tomando as medidas cabíveis sobre o caso, além de reforçar o treinamento sobre as políticas de atendimento da loja.

Nota divulgada pela Ri Happy Manaíra na manhã desta quinta (3) (Foto: Reprodução/Instagram)

Entenda o caso

Uma psicopedagoga recorreu às redes sociais na quarta-feira (2) para expor um caso de racismo que vivenciou dentro de uma loja Rihappy, no Manaíra Shopping, localizado em João Pessoa.

Alice Fidelis compartilhou um vídeo online relatando que estava na loja Rihappy, adquirindo um brinquedo para ser utilizado em suas aulas de terapia com crianças. Ao deixar a loja, foi abordada por uma vendedora.

(VÍDEO) Denúncia: Psicopedagoga diz que sofreu racismo em loja Rihappy no Manaíra Shopping

“Fui chamada pela moça, parei e ela solicitou que eu mostrasse minha bolsa. Após eu abrir, ela questionou sobre um brinquedo que eu estava carregando. Expliquei que o havia adquirido em outro estabelecimento há algum tempo. Nesse momento, dois seguranças do shopping se aproximaram. Foi uma experiência terrível”, relatou emocionada.

Alice afirmou sua intenção de formalizar uma denúncia junto às autoridades policiais. Além de pedir auxílio às autoridades na investigação do caso.

Até a publicação desta matéria, tanto o Manaíra Shopping quanto a Rihappy ainda não se manifestaram publicamente a respeito do ocorrido.

Blog do BG PB com PBJá

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Polêmica

Prefeito paraibano vira réu por fazer festa para celebrar vitória política na pandemia

Prefeito de Nova Floresta, Jarson Santos Silva

O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba recebeu denúncia contra o prefeito e a vice-prefeita do município de Nova Floresta, Jarson Santos Silva e Eliene Maria da Silva, respectivamente, por terem durante a pandemia da Covid-19 realizado evento público com grande aglomeração de pessoas para comemorar a vitória nas eleições de 2020. A ação foi relatada pelo desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos.

Os gestores de Nova Floresta foram denunciados pelo Ministério Público pela suposta prática do crime previsto no artigo 268 do Código Penal (infração de medida sanitária preventiva).

Para o MPPB, houve desobediência aos atos normativos em vigor ao tempo dos fatos, tais como o Decreto nº 40.304/2020, que disciplina sobre a adoção do plano Novo Normal Paraíba, apresentando medidas temporárias e emergenciais de prevenção de contágio pela Covid-19, no âmbito da Administração Pública direta e indireta, bem como sobre recomendações aos municípios e ao setor privado estadual, existindo vedação à realização de comícios e eventos festivos.

“Após detida análise dos autos, entendo que a denúncia deve ser recebida, tendo em vista a existência de prova da materialidade e indícios de autoria em relação aos denunciados, havendo, portanto, justa causa para o início da ação penal”, afirmou o relator do processo.

Ao apresentarem defesa os denunciados alegaram que não tinham ciência de que, naquele momento, tal tipo de manifestação popular não era possível, tendo ambos se limitado a afirmar que o comportamento deles decorreu de atos de terceiros que os levaram àquela situação.

Para o relator do processo, a denúncia “Não se trata, aqui, ressalto, de externar qualquer juízo sobre a procedência do mérito da ação penal, mas sim, de reconhecer a existência de indícios que poderão muito bem, no tempo correto, após a produção de provas e sua validação sob o contraditório, ser eventualmente esclarecidos ou confirmados, tudo a desafiar a instauração da ação penal”, pontuou.

 

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Polêmica

(VÍDEO) Denúncia: Psicopedagoga diz que sofreu racismo em loja Rihappy no Manaíra Shopping

Uma psicopedagoga recorreu às redes sociais na quarta-feira (2) para expor um caso de racismo que vivenciou dentro de uma loja Rihappy, no Manaíra Shopping, localizado em João Pessoa.

Alice Fidelis compartilhou um vídeo online relatando que estava na loja Rihappy, adquirindo um brinquedo para ser utilizado em suas aulas de terapia com crianças. Ao deixar a loja, foi abordada por uma vendedora.

“Fui chamada pela moça, parei e ela solicitou que eu mostrasse minha bolsa. Após eu abrir, ela questionou sobre um brinquedo que eu estava carregando. Expliquei que o havia adquirido em outro estabelecimento há algum tempo. Nesse momento, dois seguranças do shopping se aproximaram. Foi uma experiência terrível”, relatou emocionada.

Alice afirmou sua intenção de formalizar uma denúncia junto às autoridades policiais. Além de pedir auxílio às autoridades na investigação do caso.

Até a publicação desta matéria, tanto o Manaíra Shopping quanto a Rihappy ainda não se manifestaram publicamente a respeito do ocorrido.

Ontem (02), o perfil do Instagram da loja Rihappy Manaíra fechou os comentários nas publicações, onde já constavam algumas reclamações sobre o episódio racista.

Com PBJá

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Judiciário

OPERAÇÃO XEQUE-MATE: Jornalista paraibano é condenado a nove meses de prisão por comentários a delegado; veja decisão

Imagem do WhatsApp de 2023 08 03 as 11.12.55 - Jornalista paraibano é condenado a nove meses por ataques a delegado da Operação Xeque-Mate - VEJA DOCUMENTO

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

Nesta quarta-feira (02), o primeiro dos três processos movidos contra o jornalista Marcos Matias chegou ao fim com uma condenação de 9 meses de prisão em regime aberto por difamação.

A ação penal foi iniciada pelo delegado Fabiano Emidio, que atuou na Operação Xeque-mate e foi vítima de manipulação e mentiras infundadas.

Por ser sua primeira condenação, a pena do réu foi substituída por uma restritiva de direitos, mas essa situação pode mudar caso ele seja condenado novamente nos demais processos da mesma natureza.

Em caso de novas condenações, a privação da liberdade terá que ser efetiva.

Confira a sentença clicando aqui

De acordo com a sentença, a postagem do jornalista não se tratou de um conteúdo crítico de viés técnico ou jornalístico, mas sim de uma declaração irresponsável e ofensiva que questionou a ética na condução da colaboração premiada pelo delegado Fabiano, sem qualquer base ou influência.

Com PolêmicaPB

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Polêmica

Com 4 a 0 no placar, STF suspende julgamento da descriminalização do porte de drogas

 

Foi suspenso por uma semana o julgamento do Recurso Extraordinário, que discute a possibilidade de descriminalizar o porte de drogas no Brasil. O placar está 4 a 0 pela descriminalização.

O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, pediu o adiamento do julgamento por uma semana para que ele pudesse amarrar uma tese sobre a quantidade permitida aos usuários de drogas.

No seu voto pela descriminalização do porte de maconha para uso pessoal, o ministro Alexandre de Moraes sugeriu a limitação de 25 a 60 gramas.

Autora do recurso, a Defensoria Pública de São Paulo alega que a conduta não representa afronta à saúde pública, mas apenas à saúde pessoal do próprio usuário e, por isso, o STF precisa descriminalizar o porte de drogas para consumo próprio.

O principal argumento é o de que o dispositivo contraria o princípio da intimidade e da vida privada, uma vez que ação não implicaria em danos a bens jurídicos alheios.

Agência Brasil

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Polêmica

STF abre sessão para julgar descriminalização do porte de drogas

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu a sessão para julgar a descriminalização do porte de pequenas quantidades de drogas para consumo pessoal.

A análise do processo foi retomada com o voto do ministro Alexandre de Moraes que, em 2015, pediu vista (mais tempo para analisar o caso) e suspendeu o julgamento. A possibilidade de um novo pedido de vista não está descartada.

O caso trata da posse e do porte de drogas para consumo pessoal, infração penal de baixa gravidade que consta no Artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006). As penas previstas são advertência sobre os efeitos das drogas, serviços comunitários e medida educativa de comparecimento a programa ou curso sobre uso de drogas.

Até o momento, três ministros – Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Gilmar Mendes – votaram, todos a favor de algum tipo de descriminalização da posse de drogas.

O recurso sobre o assunto tem repercussão geral reconhecida, devendo servir de parâmetro para todo o Judiciário brasileiro.

Agência Brasil

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Polêmica

ESTUPRO: Daniel Alves é formalmente acusado pela Justiça da Espanha e vira réu; defesa não vai recorrer

Daniel Alves em imagem de dezembro de 2022, durante a Copa do Mundo do Catar (Foto: Andre PennerAP)

 

Brasileiro irá agora a julgamento, que deve ocorrer no fim do ano. Ele é acusado de ter estuprado mulher em boate em Barcelona e está preso preventivamente desde 20 de janeiro. Advogado anunciou que não recorrerá para que caso chegue mais rápido ao juiz.

A Justiça espanhola acusou formalmente nesta quarta-feira (2) o ex-lateral da seleção brasileira Daniel Alves pelo crime de agressão sexual cometido contra uma mulher em uma boate em Barcelona. Ele nega.

Com a formalização da acusação, o brasileiro vira réu no caso, que agora irá a julgamento. Ele seguirá preso. Seu advogado, Cristóbal Martell, disse que ele não recorrerá – por lei, a defesa tem direito a recorrer da conclusão das investigações que a Justiça espanhola realiza antes de levar casos a julgamento.

Na saída da sessão em um tribunal de Barcelona nesta quarta para comunicar a acusação formal a Alves, Martell alegou que a defesa decidiu não recorrer para economizar tempo. A estratégia agora, segundo ele, é chegar o mais rápido possível a julgamento – que inicialmente ocorrerá em setembro deste ano.

“Ele está contrariado e não concorda com as conclusões, mas manifestou à juíza que não recorrerá por seu desejo de agilizar o processo”, declarou o advogado a jornalistas.
Desde janeiro, quando foi ouvido pela polícia pela segunda vez e se contradisse, Daniel Alves está em prisão preventiva, sob a alegação de risco de fuga. Ele não tem direito a fiança e seguirá no mesmo presídio, nos arredores de Barcelona, enquanto aguarda o julgamento.

A juíza responsável pela investigação disse que encontrou evidências de irregularidades por parte do jogador, que alega ter feito sexo consensual com a mulher que o acusa de estupro (leia mais sobre o caso abaixo).
O brasileiro mudou sua versão pelo menos três vezes. Na primeira vez em que falou sobre o caso, em um programa de TV da Espanha, ele afirmou que não conhecida a denunciante.

Em abril, já preso, ele declarou à juíza responsável pelo caso que manteve relações sexuais consensuais com a jovem sem penetração. Ele argumentou ter mentido em um primeiro momento para ocultar a relação extraconjugal da esposa, a modelo espanhola Joanna Sanz, que posteriormente pediu a separação.

Em uma última versão, Alves reconheceu que houve penetração, mas repetiu que a relação foi consensual, o que a suposta vítima nega.

Na Espanha, denúncias de estupro são investigadas sob a acusação geral de agressão sexual, e as condenações podem levar a penas de prisão de 4 a 15 anos.

Se for condenado, Alves também precisará pagar 150 mil euros (cerca de R$ 784 mil) para cobrir eventuais danos e prejuízos (esse dinheiro não será pago para que ele possa sair em liberdade condicional).

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Polêmica

(VÍDEO) Moradores acusam médico do Samu de Sapé de negar ambulância e mulher é socorrida em carroceria

Um vídeo publicado nas redes sociais mostra a população socorrendo uma mulher que havia passado mal e teve ajuda médica negada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Sapé, município da Zona da Mata paraibana.

No vídeo, um homem afirma que um médico do Samu de Sapé se negou a socorrer a mulher porque ela estava perto do hospital, sem necessidade de envio de uma ambulância.

O prefeito de Sapé, Sidnei Paiva, ainda não se pronunciou nesta quarta-feira (02) sobre o procedimento seguido pelo Samu.

Com Clickpb

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