
De acordo com o MPT, que trabalha com causas coletivas, o procedimento foi instaurado para investigar as condições de trabalho dos motoristas, e evitar que outros trabalhadores também sejam vítimas – como Silvano da Silva. A investigação parte do princípio de que houve um acidente de trabalho, já que o motorista morreu enquanto exercia a função.

Ônibus ficou destruído após incêndio criminoso em João Pessoa. (Foto: Portal T5)
Sem adicional
O Sindicato dos Motoristas informou que os trabalhadores do transporte coletivo em João Pessoa não recebem um adicional de periculosidade, que é um benefício pago ao empregado exposto a riscos durante a atividade profissional.

Incêndio criminoso
Silvano da Silva, de 48 anos, morreu no último sábado (29) após passar 11 dias internado em estado grave no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Ele dirigia o ônibus que foi incendiado por criminosos no último dia 18 de julho no bairro Padre Zé, em João Pessoa. Silvano teve mais de 50% do corpo queimado.
Investigações
Um homem suspeito de participar do incêndio criminoso foi preso no último domingo (30). A prisão dele foi determinada após a morte do motorista. Ele foi localizado e detido em Bayeux, pela Tropa de Choque da Polícia Militar.
De acordo com o secretário de Segurança Pública, Jean Nunes, o suspeito preso confessou participação no crime. Com o homem, a Polícia Federal apreendeu um galão para gasolina que deve ser periciado.
T5



Pablo Fernandez, na época em que estava junto de Sampaoli no Sevilla




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