O Grupo beMais de supermercados se pronunciou sobre a morte da funcionária, Ednalda da Silva Fontes, conhecida como Dona Flor, no local de trabalho. Ela morreu na manhã deste sábado (27), atropelada por um carro que invadiu a calçada, no bairro de Oitizeiro, em João Pessoa.
Ednalda estava indo trabalhar e seguia para o ponto de ônibus com o marido, Joaquim, que também foi atingido pelo veículo, foi internado, passou por cirurgia e segue em quadro estável no Hospital de Trauma de João Pessoa.
O Grupo beMais manifestou “o mais profundo pesar pelo falecimento de Ednalda da Silva Fontes, funcionária da unidade beMais do Valentina, na manhã deste sábado (27). Ednalda foi vítima de uma fatalidade, em um ponto de ônibus na Avenida principal de Oitizeiro, que também deixou outras pessoas feridas.”
Ainda em nota, o Grupo beMais declarou “solidariedade e condolência aos familiares, amigos e colaboradores que trabalhavam diariamente com a querida Dona Flor, carinhosamente apelidada por todos que a conheciam”.
Ednalda deixa dois filhos e quatro netos, segundo informou o ex-marido dela em entrevista à TV Arapuan.
Uma mulher foi atropelada e morreu enquanto estava a caminho do trabalho com o esposo no bairro de Oitizeiro, em João Pessoa. O casal caminhava na calçada. O acidente aconteceu na manhã deste sábado (27), na Avenida Cruz das Armas.
De acordo com informações de testemunhas, o condutor do veículo estaria em alta velocidade quando perdeu o controle do carro, subiu a calçada, bateu no casal e colidiu com a grade de uma loja. O carro chegou a capotar.
A Polícia Militar (PM) também esteve no local. Segundo o sargento Silvio, o condutor vinha no sentido centro-bairro. O homem foi detido.
“Ele acabou subindo na calçada e atingiu as vítimas”. Quando perguntado sobre as motivações sobre o acidente, o homem disse que “retornava do trabalho”. O motorista deve ser encaminhado à Central de Polícia.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas e prestaram atendimento ao marido da vítima, que foi levado ao Hospital de Emergência e Trauma da cidade.
A via foi interditada no sentido em que o acidente aconteceu. Agentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semoj-JP) também foram designados ao local para auxiliar motoristas com desvios na rota. Pó de serra foi jogado na via em razão de óleo que se espalhou.
O ex-prefeito de Sousa e candidato a deputado estadual André Gadelha (MDB) foi vítima de um acidente de carro, no final da noite dessa sexta-feira (26), na BR-230, entre os municípios de Patos e Pombal. Não houve feridos.
André havia participado de um evento político na cidade de Emas, no Vale do Piancó, e no momento do acidente retornava para Sousa.
“Só tenho a agradecer a Deus, eu tenho certeza que é o poder das orações. Um livramento como esse é Deus agindo. Graças a Deus tudo bem, quem tava comigo no carro também”, disse o André em vídeo postado nas redes sociais.
De acordo com o Blog do Levi, o motorista de um veículo Corsa de cor vinho teria batido em um ônibus e, em seguida, na caminhonete S-10 em que estava o político. No veículo, além de André Gadelha, estava o motorista Robson e os assessores Gabriel e Antônio Neto.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou por feminicídio João Raimundo Vieira da Silva de Araújo, namorado da administradora Renata Alves Costa, morta com um tiro dentro do apartamento em que morava, na Zona Norte do Recife.
O crime ocorreu no dia 6 de agosto e, nesta sexta-feira (26), o processo foi remetido à Justiça. No Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), constam ainda contra João Raimundo os crimes de feminicídio, sequestro e cárcere privado.
João Raimundo Vieira da Silva de Araújo era ex-funcionário do Tribunal de Justiça da Paraíba. Ele atuou no juizado de violência doméstica e familiar da Comarca de Guarabira e foi demitido da função em abril deste ano.
Após uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), a Brisanet Serviços de Telecomunicações S.A foi condenada por morte de trabalhador e deverá pagar R$ 1 milhão de indenização por danos morais coletivos.
Além disso, deverá cumprir obrigações para evitar que outros acidentes de trabalho ocorram. O Inquérito Civil do MPT concluiu que o trabalhador, de 26 anos, morreu eletrocutado em João Pessoa, em razão do não fornecimento de Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado, bem como da falta de treinamento adequado e que o acidente poderia ter sido evitado.
As investigações revelaram alta incidência de acidentes de trabalho graves na empresa, inclusive com mortes: em dois anos, foram pelo menos 35 acidentes registrados, mas o número deve ser maior porque nem todas as ocorrências são devidamente notificadas. Em alguns casos, a empresa deixou de emitir a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), o que é obrigatório. Foi comprovado que “pelo menos três trabalhadores tiveram suas vidas ceifadas” em acidentes de trabalho porque a empresa desrespeita normas de segurança e saúde do trabalho.
Conforme apurou o MPT, essa conduta da empresa e o não investimento adequado na segurança dos seus trabalhadores já acontece há mais de cinco anos, o que é grave e injustificada, pois de 2021 para 2022 a receita líquida da Brisanet aumentou 32,2%, passando de R$ 164,1 milhões (1º trimestre/2021) para R$ 216,9 milhões (1º trimestre/2022).
“A lesividade à saúde do trabalhador e ao meio ambiente do trabalho tem forte carga degradante, merecendo a sanção jurídica. Todos os procedimentos adotados contra os trabalhadores conduzem a que se reconheça o dano moral coletivo, porque atingido o complexo social em seus valores íntimos, em especial a própria dignidade humana”, diz um trecho da sentença, proferida pelo juiz do Trabalho Arnaldo José Duarte do Amaral, do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT 13). O acidente ocorreu em abril de 2019. O trabalhador morreu vítima de uma descarga elétrica, enquanto fazia um serviço da empresa de internet, em João Pessoa.
“Ante o exposto, decido condenar a demandada na obrigação de pagar indenização em dano moral coletivo no valor de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais), devidamente atualizados”, sentenciou o magistrado.
“Além deste trágico evento, há notícia nos autos da existência de outros três acidentes de trabalho decorrentes de labor junto à rede elétrica a indicar que os empregados da demandada, de fato, submetem-se a riscos, riscos passíveis de neutralização mediante o fornecimento de uma luva adequada”, diz a sentença do juiz. Ele também pontuou que a empresa não submete trabalhadores a ‘cursos de segurança em carga horária mínima e nem a cursos de reciclagem’, que deve ser feito a cada dois anos. Destacou que a situação retratada sucedia a outros empregados. “Nesse sentido, aponto que pelo menos outros três acidentes de trabalho de tal natureza, decorrentes de choques elétricos, sucederam”, afirmou o magistrado na sentença.
Multa
A empresa também deverá pagar multa caso descumpra as obrigações. A multa foi fixada em R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por cada constatação de descumprimento e também R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por cada trabalhador prejudicado e a cada vez em que houver a constatação de descumprimento.
Uma mulher foi assassinada com golpes de facão nesta sexta-feira (26) em Campina Grande. De acordo com a Polícia Civil, Juliete Alves da Silva, 32 anos, foi morta pelo marido, obreiro de uma igreja evangélica, que está foragido.
A delegada Elisabeth Beckman disse que o após o crime, o homem limpou a arma usada para matar a esposa em uma bíblia.
“Eles têm várias bíblias abertas dentro de casa, e ele limpa [a arma do crime] em um capítulo da Bíblia logo após cometer o crime, no Salmo 102”, disse a investigadora em entrevista exibida pela TV Paraíba.
De acordo com amigos do casal, o crime foi motivado por ciúmes. O agressor teria demonstrado mudança no comportamento durante os últimos dias. A PM, cuja base fica a cerca de 200 metros do local do crime, foi acionada por vizinhos após uma filha do casal, de 13 anos, denunciar a morte da mãe. Além dos filhos, a vítima ainda cuidava dos sobrinhos do suspeito.
Denuncie
Se você sofre ou presenciou algum tipo de violência contra as mulheres, denuncie. Em caso de emergência, a mulher ou alguém que presencie alguma agressão, pode pedir ajuda por meio do telefone 190, da Polícia Militar.
Um homem, de 20 anos, foi preso na madrugada desta sexta-feira (26) após agredir a avó e fazer ameaças de colocar fogo na casa dela no bairro de Cruz das Armas, em João Pessoa.
De acordo com a delegada da Mulher, Paula Monalisa, o jovem havia sido preso em flagrante no em junho por agredir, ameaçar e injuriar a avó. Ele foi solto no dia 11 de agosto.
Ele usa tornozeleira eletrônica e durante a madrugada cometeu os mesmos crimes, sendo preso depois que os vizinhos chamaram a polícia.
Ainda segundo Paula, o homem chegou a dizer que colocaria fogo na casa da avó. “Essa mesma ameaça ele já tinha feito em junho, no dia 4, quando foi detido no Róger. Ele saiu com alvará”.
O suspeito deve passar por audiência de custódia e a expectativa, segundo a delegada, é de que o jovem seja reconduzido ao presídio.
Moradores da zona sul de João Pessoa acordaram no susto na madrugada desta sexa-feira (26), após um grupo de motoqueiros sair pelas ruas durante a madrugada, fazendo muito barulho nos motores.
Um dos locais escolhidos pelos baderneiros para manobras arriscadas foi o estacionamento da loja Havan, às margens da BR-230 no bairro de Água Fria, um verdadeiro circo dos horrores. Veja:
Há relatos que a “turminha”, ainda passou pelos bairros Cristo Redentor, Rangel, Bancários, Mangabeira e José Américo.
A maioria das motos tinha alteração no cano de escape e ausência de itens obrigatórios, como retrovisor, o que poderia gerar multas e apreensões.
A Romaria da Penha retorna após dois anos de restrições devido a pandemia de Covid-19. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25), pelo reitor do Santuário da Penha, Mons. Nereudo Freire.
A Romaria da Penha será realizada no dia 26 de novembro, celebrando sua 259ª edição.
Este ano a Romaria – e a Festa da Penha – tem o tema “Senhora da Penha, dá-nos sabedoria e amor; ensina-nos a construir uma sociedade justa, fraterna e de paz”.
A Festa acontece de 19 a 27 de novembro e a tradicional Romaria na noite do sábado, dia 26. “Estamos voltando a tomar as ruas de João Pessoa e este é um momento muito aguardado pela centena de milhares de pessoas que caminham, todos os anos, numa demonstração de fé, de esperança. A Romaria traz muitos elementos da fé do povo e, sem dúvida, a emoção do reencontro esse ano tornará tudo ainda mais especial”, diz Mons. Nereudo.
A Festa da Penha 2022 tem uma vasta programação de celebrações para acolher o alto número de pessoas que comparecem para pagar promessas. “São muitos devotos pagando promessas na semana da festa. Por isso melhoramos a estrutura do Santuário para receber estas pessoas e hoje contamos com a Capela das Velas, a Sala dos Milagres e o recém inaugurado monumento em homenagem aos trabalhadores que estiveram na linha de frente do combate à pandemia”, explica o Reitor.
A abertura da festa acontece às 19h30 do sábado, dia 19. No domingo (20) acontecem missas às 7h, 9h e 17h. De segunda a sexta, de 21 a 25 de novembro, as missas acontecem às 19h30.
A Romaria acontece no dia 26 de novembro e tem a seguinte programação: às 17h a imagem de Nossa Senhora da Penha sairá em carreata do Santuário até a Igreja de Nossa Senhora de Lourdes, no Centro, que é o local de concentração e saída da Romaria. Às 22h é iniciada a caminhada com destino ao Santuário onde, por volta das 3h30 da manhã, é celebrada a missa solene campal de encerramento após os 14km do trajeto.
O candidato a deputado federal pelo PMN Francisco Ronaldo Euflaziano dos Santos, tem a candidatura impugnada pelo Ministério Público Eleitoral após ter sido excluídos pelo Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), pela prática de infração ético-disciplinar.
No ato da inscrição, Euflaziano apresentou um falso diploma de advogado.
“No caso, o requerido foi excluído do exercício profissional, após decisão da Primeira Câmara do Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional do Estado da Paraíba, na Representação nº 15.0000.2015.001320-8, proferida em 07/04/2017 e publicada em 27/04/2017, no mural eletrônico, por ter instruído o pedido de inscrição na ordem com diploma falso de conclusão do curso de direito, violando a lei” diz o processo.
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