A atividade econômica do país registrou alta de 1,17% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta quinta-feira (15) pela autoridade monetária.
Em relação a julho do ano passado, a alta é de 3,87% e, em 12 meses, de 2,09%. A mediana das expectativas do mercado apontavam para uma alta de 0,30%. Na comparação anual, a previsão era de avanço de 2,60%.
Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor.
Um homem de 25 anos foi detido, na noite dessa quarta-feira (14), no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, após roubar o celular de um adolescente.
No vídeo, o homem nega o crime e implora pra ser solto:
Segundo a PM, a vítima caminhava pela Rua Caetano Figueiredo quando foi abordada por dois homens. Um dos suspeitos apontou uma arma para o adolescente, enquanto o outro tomou o celular da vítima.
O adolescente a princípio não reagiu à abordagem, mas desconfiou que a arma não era de verdade e gritou por ajuda assim que a dupla se afastou dele. Pessoas que passavam pela área conseguiram alcançar um dos homens, que foi contido e amarrado.
A Polícia Militar foi acionada e levou o suspeito para a Central de Flagrantes, no bairro do Geisel. O celular da vítima foi recuperado. O assaltante que estava supostamente armado ainda não foi localizado.
Até esta quinta-feira (15), a Paraíba contabilizou 181 denúncias de propaganda eleitoral irregular durante a campanha eleitoral deste ano.
Com 51 registros, João Pessoa segue liderando o ranking e a cidade de Campina Grande continua em segundo lugar, com 40. Completam o Top 5 as cidades de Catolé do Rocha (12), Santa Rita (14) e Itapororoca (8)
Além de irregularidades na propaganda, é possível denunciar atraves do aplicativo Pardal, outras práticas proibidas pela legislação eleitoral, tais como: compra de votos; abuso de poder econômico; abuso de poder político; uso da máquina pública para fins eleitorais; e uso indevido dos meios de comunicação social. A apuração de todas essas irregularidades compete ao Ministério Público Eleitoral.
Mesmo inelegível, o ex-governador Ricardo Coutinho (PT), segue em ritmo de campanha como candidato ao Senado pela Paraíba e já acumula uma dívida de R$1.422.396,18.
As informações são do TSE através do Sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais.
De acordo com os dados, até a madrugada desta quinta-feira (15), Ricardo só dispunha do total de R$241.850,00 (duzentos e quarenta e um mil e oitocentos e cinquenta reais) para realizar a sua campanha, desse total R$231.850,00 (duzentos e trinta e um mil, oitocentos e cinquenta reais) eram de recursos financeiros; R$10.000,00 (dez mil reais), de recursos estimáveis; R$174.350,00 (cento e setenta e quatro mil, trezentos e cinquenta reais) oriundos de doação de pessoas físicas; e R$67.500,00 (sessenta e sete mil e quinhentos reais), vindos de recursos próprios.
Ainda de acordo com a Justiça Eleitoral, do total de despesas contratadas, Ricardo só pagou, até o momento, R$187.766,18 (cento e oitenta e sete mil, setecentos e sessenta e seis reais e dezoito centavos).
Coutinho, como se sabe, teve os recursos bloqueados pelo TRE-PB, após ser impugnado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), dada a sua condição de inelegibilidade, confirmada, inclusive, pela ministra Rosa Weber, do STF.
Situação esta que obrigou o presidente estadual do PT na Paraíba, Jackson Macedo, a admitir a possibilidade de alocar recursos para o 1º suplente do ex-governador, Jeová Campos, que é filiado ao PT e que pode receber os recursos da campanha.
Na sexta-feira (09), a candidatura de Ricardo foi impugnada por unanimidade pelo TRE-PB e, portanto, o Sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais disponibilizou ao eleitorado, de modo oficial, o indeferimento da candidatura do ex-governador ao Senado Federal nas Eleições 2022.
Por fim, o ex-gestor estadual sofreu mais uma derrota na Justiça Eleitoral, na tarde da quarta-feira (14/09), quando o TRE-PB rejeitou, por unanimidade, o recurso apresentado pela defesa de Coutinho contra o indeferimento de sua candidatura ao Senado.
Ricardo está inelegível em virtude da decisão do TRE estadual que o condenou por abuso de poder político nas eleições de 2014, quando concorreu à reeleição. A decisão foi mantida, também de forma unanime, pelo TSE, em 2020 quando Coutinho tentou concorrer a prefeitura de João Pessoa.
Está circulando nas redes sociais a aposta inusitada de dois eleitores da cidade de Ingá no interior da Paraíba, que resolveram tornar a disputa ao palácio do Planalto mais acirrada ainda.
O homem que se apresentou apenas como Joelson apostou na vitória do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), já a mulher apostou no ex-presidente Lula (PT).
Segundo relatos no vídeo, os dois colocaram em jogo uma casa no valor de R$ 40 mil e como acordo firmado entre os dois, o resultado final que conta, independente da eleição acontecer em primeiro ou segundo turno.
O candidato ao Senado pela Paraíba, Bruno Roberto (PL), prestou solidariedade aos enfermeiros, chamou a suspensão do piso pelo STF de “ativismo judicial” e prometeu “expurgar” conduta dentro do judiciário brasileiro se eleito. Segundo ele, o piso da categoria é um direito que foi perseguido e defenderá sua implementação.
“Presto minha solidariedade à categoria dos enfermeiros. Tendo em visto que foram vítimas desse ativismo judicial que determinou a suspensão do piso da categoria que presta um serviço essencial de saúde ao país”, disse em debate, nesta quarta-feira (14), entre os candidatos ao Senado Federal da Paraíba.
O empresário disse que a interferência do Supremo Tribunal Federal cria desarmonia entre os poderes. “Como Senador da República, ao lado do presidente Bolsonaro, nós iremos fazer o confronto necessário para expurgar o ativismo judicial praticado por alguns daqueles que prestam jurisdição e quem tem gerado instabilidade na democracia e na harmonia entre os poderes”, disse.
O comércio e consumo de bebida alcoólica nos estádios da Paraíba está proibido após o governador, João Azevêdo, vetar o projeto de lei do deputado Lindolfo Pires. A publicação consta no Diário Oficial desta quarta-feira (14).
Segundo a medida, o objetivo era autorizar o comércio e consumo de bebida alcoólica, cujo teor alcoólico não fosse superior a 15%, por meio de fornecedores devidamente cadastrados, autorizados e regulamentados junto à Federação Paraibana de Futebol.
O projeto de lei havia sido enviado pelo presidente da assembleia, o deputado Adriano Galdino (Republicanos), após aprovação da casa legislativa.
Câmeras de segurança registraram um acidente ocorrido na madrugada da última segunda-feira (12), na localidade conhecida como Cinco Bocas, no bairro de Mandacaru, em João Pessoa.
O vídeo mostra quando a moto vinha e não faz a rotatória para ter acesso ao outro lado da avenida. Ao passar direto na contramão, o veículo bate no canteiro e a mulher de 42 anos, que pilotava a moto, foi arremessada.
Pessoas que estavam no local acionaram o Samu. Ela foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma da capital onde continua internada.
O Supremo Tribunal Federal (STF) derruba leis da Paraíba, do Ceará e do Rio Grande do Sul que fixavam a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para energia elétrica e telecomunicações, em patamar superior ao estabelecido para as operações em geral.
“No caso, a Lei 6.379, de 02.12.1996, do Estado da Paraíba fixou a alíquota do ICMS incidente sobre os serviços de energia elétrica em 25%, enquanto a alíquota incidente sobre os serviços de comunicação foi fixada em 28%. Já a alíquota geral do ICMS adotada no Estado foi fixada em 18% por aquele mesmo diploma, no art. 11, I, com redação dada pela Lei estadual 10.507/2015”, relata a ação da PGR.
Serviço essencial
O relator das ações, o ministro Ricardo Lewandowski, destacou que o Supremo fixou a tese de repercussão geral de que, em razão da essencialidade do serviço, a alíquota de ICMS sobre operações de fornecimento de energia elétrica não pode ser superior à cobrada sobre as operações em geral.
Ele salientou que, em nome da segurança jurídica, os precedentes constitucionais devem ter eficácia obrigatória e que esse entendimento tem sido aplicado em outras ações contra normas semelhantes de outros estados.
Eficácia
A decisão terá eficácia a partir do exercício financeiro de 2024. Nesse caso, o colegiado levou em consideração a segurança jurídica e o interesse social envolvido na questão, em razão das repercussões aos contribuintes e à Fazenda Pública dos três estados, que terão queda na sua arrecadação e ainda poderão ser compelidos a devolver os valores pagos a mais.
A Polícia Civil da Paraíba está investigando a participação de uma suposta quadrilha que agiria na emissão de documentos falsos, após a prisão de uma mulher acusada atuar como psicóloga no atendimento de crianças autistas, em Campina Grande.
Nesta terça-feira (13) advogado de defesa disse que ela também foi vítima de golpe. Ele relatou que ela adquiriu um curso de pós-graduação via internet e quando descobriu que se tratava de uma fraude, cancelou. O advogado afirmou que a versão foi comunicada à polícia.
A acusada teria falsificado uma série de documentos de formação profissional e seria credenciada por um plano de saúde para atuar no atendimento desses pacientes.
Nas redes sociais, a mulher exibia uma lista de cursos de formação na área, incluindo técnicas desenvolvidas fora do país. Ela se apresentava como psicóloga e doutora em psicologia experimental e análise do comportamento aplicada (Aba), pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Além de atender, ela atuava supervisionando terapeutas, ministrava aulas em uma instituição de cursos técnicos e costumava dar entrevistas como especialista.
As investigações foram auxiliadas por mães que desconfiaram de inconsistências nos diplomas e falta de evolução das crianças atendidas. Os atendimentos teriam começado no final de 2021.
Agora, a polícia quer descobrir como a mulher fraudou os documentos e os responsáveis por ajudar nas falsificações.
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