O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta quinta-feira (9), um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 39 municípios da Paraíba. O aviso é válido das 12h às 18h.
Segundo o instituto, a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 30%, com baixo risco de incêndios florestais e de impactos à saúde.
O Inmet orienta que a população das cidades afetadas mantenha a hidratação constante, evite atividades físicas intensas nas horas mais secas do dia e reduza a exposição ao sol nos períodos de maior calor.
Em caso de necessidade, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199, e o Corpo de Bombeiros pelo número 193.
João Pessoa foi a capital brasileira que teve a maior redução no custo da cesta básica em junho, segundo pesquisa do Dieese em parceria com a Conab. De acordo com o levantamento, o valor médio da cesta caiu 3,97% na capital paraibana, chegando a R$ 689,95.
Depois de João Pessoa, as maiores quedas foram registradas em Recife (-3,62%) e Maceió (-3,61%). Enquanto isso, os preços aumentaram em 17 capitais. As maiores altas ocorreram em Boa Vista (3,28%), Palmas (3,01%), Rio Branco (2,20%) e Porto Alegre (2,18%).
Segundo o Dieese, um dos principais responsáveis pelo aumento no custo da cesta no mês passado foi o feijão, que teve alta em todas as cidades analisadas. Também houve aumentos nos preços do arroz agulhinha, da carne bovina de primeira e do leite integral.
Já a capital com a cesta básica mais cara do país foi São Paulo, com custo médio de R$ 965,47 em junho. Em seguida, vêm Cuiabá (R$ 937,93), Rio de Janeiro (R$ 920,94) e Florianópolis (R$ 918,42).
O Dieese também calculou que o salário mínimo necessário para atender às necessidades básicas de uma família deveria ser de R$ 8.110,92, cerca de cinco vezes o valor do salário mínimo atual, de R$ 1.621.
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) decidiu, nesta quarta-feira (8), tornar réu o prefeito de Sapé, Major Sidney Paiva de Freitas, pelo crime de frustrar o caráter competitivo de uma licitação.
Com o recebimento da denúncia, o prefeito passa à condição de réu e responderá à ação penal no Tribunal de Justiça.
Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, as investigações apontam que um pregão, destinado à contratação de empresa para fornecimento de combustíveis à frota do município de Sapé, teria sido direcionado para beneficiar uma empresa específica, comprometendo a livre concorrência.
A denúncia aponta que a sessão foi suspensa por supostos problemas de saúde do pregoeiro, sem comprovação técnica. Depois, uma nova convocação foi publicada no mesmo dia da sessão, desrespeitando o prazo previsto em lei e impedindo a participação de outras empresas.
Ainda conforme o MPPB, apenas a empresa vencedora participou da licitação. O órgão também informou que dados do Núcleo de Apoio Técnico (NAT) indicam que a empresa teria fornecido materiais para a campanha eleitoral de Sidney Paiva, reforçando os indícios de direcionamento.
Relator do processo, o desembargador Ricardo Vital rejeitou os argumentos da defesa e votou pelo recebimento da denúncia. A decisão foi unânime.
Um eletricista morreu após sofrer uma descarga elétrica no fim da manhã desta quarta-feira (8), no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.
A vítima, identificada como Jeferson Soares, de 45 anos, realizava em serviço de vistoria em um prédio comercial. A suspeita é que ele tenha entrado em contato com um fio desencapado e, por estar sobre um telhado de alumínio, sofreu uma descarga elétrica e morreu no local.
A perícia realizará os procedimentos no local para esclarecer as circunstâncias do acidente.
O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizaram uma ação na Justiça Federal para regularizar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) na Paraíba. A medida foi divulgada nesta terça-feira (7).
Segundo os órgãos, a rede apresenta falhas que comprometem o atendimento de pessoas com transtornos mentais pelo SUS, a continuidade do tratamento e a desinternação de pacientes que ainda permanecem em hospitais psiquiátricos ou na Penitenciária de Psiquiatria Forense de João Pessoa.
A ação informa que pelo menos 17 pessoas já têm autorização da Justiça para deixar a penitenciária, mas continuam internadas por falta de vagas em residências terapêuticas para pacientes que não podem voltar ao convívio familiar.
Falhas apontadas na rede de saúde mental
As investigações apontaram três problemas principais: falta de comprovação do funcionamento dos leitos de saúde mental, ausência da quarta Residência Terapêutica Tipo II prevista para a região e falhas no planejamento, monitoramento e organização da RAPS.
Durante a investigação, o município informou que os serviços estavam em implantação ou próximos da habilitação. No entanto, segundo a ação, “não apresentou documentos capazes de comprovar o efetivo funcionamento dos leitos nem a regular habilitação junto ao Ministério da Saúde”.
Ainda de acordo com o MPF, uma vistoria realizada em junho de 2026 pela Secretaria de Estado da Saúde, com participação do Ministério da Saúde e da Prefeitura de João Pessoa, confirmou as irregularidades. O relatório concluiu que nenhum dos leitos de saúde mental da capital estava habilitado pelo Ministério da Saúde e recomendou adequações na rede.
Pedidos do MP à Justiça
Na ação, o MPF e o MPPB pedem, em caráter de urgência, a implantação da quarta Residência Terapêutica Tipo II prevista para a região, além da entrada em funcionamento dos leitos de saúde mental em hospitais gerais, pactuados desde 2013 e 2015.
Os órgãos também solicitam que as pessoas com decisão de desinternação sejam acolhidas em até 15 dias e incluídas na RAPS, além de medidas temporárias para garantir o atendimento pelo SUS enquanto a estrutura não for concluída.
Também foram pedidos a habilitação das residências terapêuticas e dos leitos junto ao Ministério da Saúde, a criação do Grupo Condutor Municipal da RAPS, um cronograma para corrigir as irregularidades apontadas pelo Denasus e apoio técnico da União e do Estado ao município. Em caso de descumprimento, a ação prevê multa diária de R$ 10 mil.
Ao fim do processo, os Ministérios Públicos pedem que União, Estado e município mantenham de forma permanente a estrutura da RAPS e que seja paga indenização por dano moral coletivo de, no mínimo, R$ 1 milhão.
Uma operação conjunta de forças de segurança foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (08), contra uma organização investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Paraíba.
A operação ocorre simultaneamente na Paraíba, Mato Grosso do Sul e São Paulo, cumprindo um total de 59 mandados judiciais. Destes, 46 são de busca domiciliar e 13 de prisão temporária, autorizados pelo Poder Judiciário da Paraíba. O cumprimento dos mandados busca desarticular a estrutura da organização no âmbito nacional.
Até a última atualização, 16 pessoas foram presas na Paraíba, em cidades como João Pessoa, Campina Grande e Conde. Durante as ações, as forças de segurança também apreenderam armas e drogas, embora as quantidades ainda não tenham sido divulgadas. A operação segue em andamento, com possibilidade de novos desdobramentos.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta terça-feira (7), um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 92 cidades da Paraíba. O aviso é válido das 12h às 18h do mesmo dia.
Durante o período, a umidade relativa do ar deve ficar entre 30% e 20%. Segundo o órgão, há baixo risco de incêndios florestais e de problemas de saúde.
O Inmet recomenda que a população beba bastante água, evite atividades físicas intensas nas horas mais quentes e se proteja do sol. Em caso de necessidade, a Defesa Civil pode ser acionada pelo 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.
A Polícia Civil da Paraíba prendeu, nesta segunda-feira (6), o segundo suspeito de envolvimento na morte do empresário Bruno Silva de Melo, morto durante um assalto no bairro José Américo, em João Pessoa.
O homem, de 32 anos, conhecido como “Ninja”, foi localizado no bairro de Oitizeiro, na Capital. Segundo a polícia, ele foi reconhecido por duas testemunhas oculares do crime.
Durante a ação, os agentes também apreenderam as vestimentas utilizadas pelo suspeito no dia do crime. (Arraste para o lado)
Ele foi encaminhado para a Cidade da Polícia Civil de João Pessoa, onde permanece preso e vai passar por audiência de custódia.
A Prefeitura de João Pessoa determinou a paralisação imediata das obras de recuperação e requalificação ambiental do antigo Lixão do Roger. A primeira etapa do Parque Ambiental do Roger estava sendo executada pelo Consórcio Cetus Lomacon João Pessoa, como parte do Programa João Pessoa Sustentável.
Segundo a gestão municipal, a obra foi paralisada para preservar o interesse público e evitar a continuidade de irregularidades apontadas em pareceres técnicos da Unidade Executora do Programa João Pessoa Sustentável (UEP).
De acordo com a documento, publicado no Diário Oficial do Município da sexta-feira (3), a fiscalização constatou inadimplemento contratual grave, contínuo e considerado material por parte da empresa, incluindo:
descumprimento do cronograma físico-financeiro
atraso na execução das metas ambientais previstas no contrato
falhas no cumprimento das obrigações relacionadas à recuperação da área.
O documento também afirma que as irregularidades representam risco iminente de dano ambiental e de prejuízo ao erário, caso a execução da obra permanecesse nas condições atuais.
A administração municipal informou que a paralisação decorre do início do processo administrativo de rescisão do contrato, previsto na Lei de Licitações e no próprio instrumento contratual.
Resposta da empresa
Ao Conversa Política, o Consórcio Cetus Lomacon João Pessoa informou que existem medições em aberto que ainda estão em processo de análise e tratativas junto à administração municipal. “Além disso, a empresa está em negociação com a atual gestão para a finalização da obra em um prazo estimado de dois meses, aguardando a aprovação e o alinhamento necessários para a retomada e conclusão dos serviços. Reafirmamos nosso compromisso com a execução do contrato e permanecemos à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários”, diz a nota.
O que acontece a partir de agora
Enquanto durar a suspensão, o consórcio deverá manter os sistemas de controle ambiental funcionando para evitar impactos decorrentes da área do antigo lixão, preservar a vigilância do canteiro de obras, garantir a segurança do local e colaborar com a fiscalização municipal.
Além disso, a Prefeitura encaminhou o caso à comissão processante competente para apuração de eventual aplicação de penalidades administrativas, que podem incluir multas, rescisão unilateral do contrato e declaração de inidoneidade para contratar com o poder público, assegurados o contraditório e a ampla defesa.
A ordem administrativa estabelece ainda que ficam suspensos a execução do contrato e todos os prazos contratuais até decisão definitiva sobre o processo de rescisão.
A Operação São João 2026 consolida o modelo de atuação da Segurança Pública da Paraíba, baseado na integração entre inteligência, tecnologia, policiamento ostensivo e resposta operacional. Durante 33 dias de festejos, as forças de segurança (Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros de Militar) atuaram de forma coordenada com os Centros Integrados de Comando e Controle (CICC) em 1.979 eventos realizados em 174 municípios, garantindo tranquilidade para milhões de pessoas e alcançando resultados expressivos na prevenção e no enfrentamento da criminalidade.
Entre os principais resultados está a prisão de 122 pessoas durante os festejos realizados em todo o Estado. Desse total, 90 prisões ocorreram na 2ª Região Integrada de Segurança Pública (Parque do Povo e Galante) e 32 na 3ª Região Integrada de Segurança Pública, durante o São João de Patos.
Na 2ª Reisp, onde acontece o Maior São João do Mundo, 53 prisões tiveram apoio direto das tecnologias utilizadas pelo CICC, entre elas o reconhecimento facial, videomonitoramento e monitoramento eletrônico de pessoas submetidas a medidas judiciais, enquanto 37 prisões foram realizadas pela atuação ostensiva da Polícia Militar.
Na 3ª Reisp, em Patos, quatro das 32 prisões também tiveram apoio das tecnologias empregadas pelo Centro Integrado de Comando e Controle, evidenciando a expansão do modelo de segurança integrada adotado pela Secretaria da Segurança e da Defesa Social em todo o Estado.
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