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Armas foram apreendidas em várias cidades da Paraíba — Foto: PMPB/Divulgação
O governador João Azevêdo (PSB) anunciou, nesta terça-feira (21), aumento na bonificação paga a policiais por armas apreendidas na Paraíba. De acordo com o decreto assinado pelo gestor, haverá aumento de 33% para apreensão de revólveres, 25% para escopetas calibre12, 88% para pistolas e 67% para fuzis. Os valores em reais ainda não foram detalhados.
Segundo o governador, entre 2019 e 2023 o Estado já pagou quase R$ 14 milhões a policiais que apreenderam armas no território paraibano.
Além do reajuste nos valores, o governador também anunciou a criação da Delegacia Especializada de Combate à Circulação e Comercialização Ilegal de Armas de Fogo, Munições e Explosivos (Desarme).
“Nós estamos aprimorando um serviço. Na verdade, a Paraíba já desenvolve um programa muito forte de apreensão de armas, e isso faz uma diferença significativa. Mas, é preciso avançar. Sempre digo que não tem nenhuma política pública que esteja totalmente pronta, que não precise de melhoria. Nessa questão do desarmamento é fundamental que a gente continue avançando. Por isso, criamos a Delegacia e estamos assinando um decreto que altera os valores que são pagos pela apreensão de armas. Conjunto de ações que faz com que esse estado avançando com sua segurança”, afirmou Azevêdo.
Até agora, três estados possuíam delegacias especializadas de combate ao tráfico e a posse ilegal de armas, localizadas no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia.
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil



No mês passado, a Paraíba registrou 52 acidentes envolvendo colisões de veículos em postes. As informações foram divulgadas neste domingo (13), pela Energisa.
De acordo com a concessionária, embora o número represente uma queda de 5% em relação ao mesmo período de 2023, a situação ainda exige atenção. Ao longo de 2024, já foram contabilizadas mais de 400 ocorrências desse tipo, incluindo as da primeira semana de outubro.
João Pessoa se destaca como a cidade com mais incidentes, somando 109 casos, seguida por Campina Grande (59), Esperança (51) e Monteiro, Mamanguape e Patos, empatadas com 39 ocorrências, cada. Esses acidentes não apenas oferecem riscos à vida, como também provocam interrupções no fornecimento de energia em residências, comércios, escolas e hospitais, além de impactar o trânsito local.
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