Paraíba

Paraíba tem 16 trechos de praias impróprios para banho; veja lista

Praias
Foto: Divulgação/Secom-JP

A Paraíba tem dezesseis trechos de praias impróprios para banho, conforme relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). A edição atual do documento vale até 5 de abril, data da nova divulgação do relatório.

De acordo com a Sudema, são nove trechos João Pessoa, três em Cabedelo e quatro em Pitimbu que devem ser evitados. Os demais pontos sob monitoramento, Mataraca, Baía da Traição, Rio Tinto, Lucena e Conde, estão liberados para banho.

Veja lista

Praias em João Pessoa

  • Bessa I, em frente à desembocadura do Maceió do Bessa
  • Manaíra, em frente a quadra de Manaíra
  • Manaíra, no final da Av. Ruy Carneiro
  • Manaíra, em frente ao N° 315 da Av. João Maurício
  • Cabo Branco, em frente a rotatória do Cabo Branco
  • Farol do Cabo Branco, em frente a galeria de águas pluviais
  • Penha, em frente à desembocadura do Rio Aratu
  • Jacarapé, em frente a Rua do Centro de Convenções
  • Arraial, em frente à desembocadura do Rio Cuiá

Cabedelo

  • Miramar, no final da Av. Cassiano da Cunha Nóbrega
  • Ponta de Campina, em frente a galeria de águas pluviais
  • Intermares, em frente ao Maceió de intermares

Pitimbu

  • Pitimbú, no final da Rua da Paz
  • Maceió, em frente à desembocadura do riacho Engenho Velho
  • Guarita, em frente à desembocadura da Lagoa
  • Acaú/Pontinha, em frente à desembocadura do Rio Goiana

BG com Portal Correio

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Paraíba

Presidente da FIEP, José Willian divulga carta e propõe fim da reeleição na federação

Presidente José Willian divulga carta propondo o fim da reeleição na Fiep

O presidente José Willian da Federação das Indústrias da Paraíba (Fiep), divulgou uma carta propondo acabar com as reeleições nas instituições.

Recentemente,  José Willian assumiu o comanda da Fiep, após o afastamento do presidente eleito da entidade, Francisco de Assis Buega Gadelha, que estava à frente da federação há quase três décadas.

José William é presidente interino e deve disputar a eleição que será definida pelos 26 delegados da entidade.

Confira Carta:

José William anuncia Carta Programa de compromissos para fortalecer a FIEPB

O presidente em exercício da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, José William Montenegro Leal, tornou público, na condição de candidato à Presidência da entidade, uma Carta Programa com dez compromissos para fortalecer a FIEPB.

O documento é endereçado aos industriais, industriários e à sociedade paraibana.

Veja na íntegra:

Carta Programa
Dez Compromissos para Fortalecer a FIEPB

1. Revisar o Estatuto e as normativas da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba, com plena participação do Conselho da entidade.
2. Acabar com a permissão de reeleição indefinida para o cargo de presidente; e, ao mesmo tempo, fixar nos termos da reformulação estatutária um mandato de 4 anos, com direito a apenas uma reeleição consecutiva.
3. Manter a sede da FIEPB em Campina Grande, num compromisso inegociável e inarredável de respeito à localização histórica da sede central da entidade e de reconhecimento ao papel e relevância da cidade no desenvolvimento da Paraíba e do Nordeste.
4. Estreitar os laços com o poder público e com agentes econômicos para ampliar parcerias estratégicas, defendendo os interesses da indústria, mas envolvendo também no processo de desenvolvimento os segmentos do micro empreendedorismo e da pequena e média empresa.
5. Ampliar, para toda a área de jurisdição da federação e por meio de suas entidades vinculadas – SESI, SENAI e IEL-, a prestação de serviços de qualificação profissional e de incentivo à inovação.
6. Criar e seguir um calendário anual de reuniões do Conselho e das demais instâncias deliberativas da federação.
7. Elaborar um Manual de Compliance, com participação de consultoria de notória competência na área, buscando a padronização de condutas e posturas funcionais em todos os níveis e setores do Sistema – da Presidência, aos conselhos, diretores, coordenadores e servidores.
8. Adotar um Guia de Transparência para uso por todas as instâncias deliberativas da instituição, de forma a facilitar e colaborar com as ações fiscalizadoras dos órgãos de controle.
9. Valorizar o quadro funcional da federação, criando condições reais de progressão na escala profissional por mérito e antiguidade, inclusive para os atuais servidores; e aplicando, de fato, a meritocracia na ocupação das funções requeridas pelo Sistema.
10. Aprimorar a comunicação interna, com melhor uso das novas tecnologias e ferramentas digitais. E ampliar a comunicação externa, para que a entidade fortaleça, não só sua imagem de defesa da indústria paraibana, mas também de uma instituição indispensável à indução do desenvolvimento do Estado.

José William Montenegro Leal
Candidato à Presidência da FIEPB

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Paraíba

Inmet aumenta risco de chuvas intensas para toda a Paraíba, até esta sexta-feira (29)

João Pessoa, Acumulado de chuvas
Foto: Arquivo
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aumentou a probabilidade de chuvas intensas para todo o território paraibano. Até esta quinta-feira (28), o aviso amarelo (perigo potencial), estava vigente. No entanto, o instituto alterou o alerta para laranja, válido até amanhã, a Sexta-feira Santa (29), data em que os cristãos celebram a Paixão de Cristo.
De acordo com o comunicado, deve chover entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia. O mau tempo pode ser acompanhado por ventos fortes, com intensidade de até 100 km/h. Há um alto risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas. O Inmet orienta que moradores das áreas afetadas evitem usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada e não se abriguem debaixo de árvores, nem estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. A população deve acionar o Corpo de Bombeiros (telefone 193) ou a Defesa Civil (telefone 199) em caso de emergência. BG com Portal Correio

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Paraíba

Paraíba atinge média de 88% de ocupação hoteleira no feriado da Semana Santa

A Paraíba segue entre os destinos preferidos por muitos que buscam descansar e desfrutar de experiências únicas do Litoral ao Sertão, durante o feriado da Semana Santa. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e das secretarias municipais de Turismo, a taxa média de ocupação hoteleira no estado, entre os dias 29 e 31 de março, é de 88%.

Segundo o presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ferdinando Lucena, o objetivo do setor é manter a taxa de ocupação hoteleira elevada. Para alcançar essa meta, o Governo do Estado vem implementando diversas ações, incluindo a expansão da malha aérea tanto na Capital quanto no interior. “Essas iniciativas visam estimular o turismo e atrair mais visitantes para conhecer o Destino Paraíba”, pontuou.

De acordo com a secretária de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rosália Lucas, esses números refletem o trabalho realizado pelo Governo do Estado com apoio do trade turístico, que visa a ampliação do fluxo de turistas na Paraíba.

Paraíba, destino em alta – A plataforma Booking.com divulgou um levantamento, realizado entre os dias 15 e 25 de fevereiro de 2024, que destacou a capital paraibana com o status de um dos destinos mais cobiçados por viajantes brasileiros durante o feriado da Páscoa, no período entre 29 de março e 1º de abril deste ano.

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Paraíba

Paraíba é o 5º estado que mais registra casamentos no Nordeste; confira taxa de divórcio

Paraíba registrou registrou 16.700 casamentos, conforme dados de 2022 (Foto: Freepik)

A Paraíba é o quinto estado que mais registra casamentos no Nordeste. Os dados são da Pesquisa de Registros Civis divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referentes ao ano de 2022. No país, foram registrados 970 mil casamentos e dos 420 mil divórcios.

estado paraibano registrou 16.700 casamentos, conforme dados de 2022. A Paraíba fica atrás da Bahia (60,5 mil), Pernambuco (42,1 mil), Ceará (34,5 mil) e Maranhão (23,5 mil). 

Ranking de casamentos nos estados do Nordeste (2022)

  1. Bahia: 60.534
  2. Pernambuco: 42.103
  3. Ceará: 34.535
  4. Maranhão: 23.534
  5. Paraíba: 16.700
  6. Rio Grande do Norte: 13.247
  7. Alagoas: 13.046
  8. Piauí: 8.770
  9. Sergipe: 7.466

João Pessoa registrou 5.350 casamentos. Enquanto a Região Metropolitana da capital paraibana teve 7.472 no geral. Em João Pessoa a taxa de nupcialidade é de 7,96 a cada 100 mil habitantes.

Campina Grande registrou 2.142 casamentos. Já a Região Metropolitana da Rainha da Borborema apresentou 2.807 casamentos nos registros civis. Em Campina Grande a taxa de nupcialidade é 6,38 a cada 100 mil habitantes.

O índice nacional de casamentos é de 6 a cada mil habitantes com mais de 15 anos (idade mínima legal para casar). Por outro lado, o índice de divórcios é de 2,5 a cada mil habitantes.

Divórcios na Paraíba

Estado paraibano é o 6º colocado no ranking de divórcios na região (Foto: Freepik)

A Paraíba é o quarto estado que menos separa no Nordeste, ocupando a 6º colocação no ranking de divórcios da região, conforme dados do IBGE.

Em João Pessoa a taxa de divórcio é de 0,31 a cada 100 mil habitantes. Por outro lado, em Campina Grande a taxa de divórcio é de 0,26.

Ranking de divórcios nos estados do Nordeste (2022)

  1. Bahia: 20.188
  2. Pernambuco: 13.482
  3. Ceará: 11.035
  4. Maranhão: 8.310
  5. Alagoas: 6.627
  6. Paraíba: 5.189
  7. Rio Grande do Norte: 3.771
  8. Sergipe: 2.174
  9. Piauí: 2.133

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Paraíba

Paraíba tem a maior redução do país nos registros de nascimentos

Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil

A Paraíba apresentou a maior queda do país nos registros de nascimentos ocorridos em 2022, com um percentual de -9,9%, segundo as Estatísticas do Registro Civil, divulgadas nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Brasil registrou 2,54 milhões de nascimentos em 2022, uma queda de 3,5% na comparação com 2021, quando o número foi de 2,63 milhões. Este é o quarto recuo consecutivo no total de nascimentos do país, que chegou ao menor nível desde 1977. Nordeste (-6,7%) e Norte (-3,8%) tiveram os recuos mais intensos.

Em 2018, o Brasil havia registrado 2,89 milhões de nascimentos. Em comparação com a média dos cinco anos anteriores à pandemia de COVID-19 (2015 a 2019), há uma diminuição de 326,18 mil nascimentos, ou 11,4%. “A redução da natalidade e da fecundidade no país, já sinalizada pelos últimos Censos Demográficos, somada, em alguma medida, aos efeitos da pandemia, são elementos a serem considerados no estudo sobre a evolução dos nascimentos ocorridos no Brasil nos últimos anos”, explica a gerente da pesquisa, Klívia Brayner.

Ao todo, 2,62 milhões de nascimentos foram registrados em 2022, sendo que 2,54 milhões são relativos a crianças nascidas em 2022 e registradas até o primeiro trimestre de 2023, em conformidade com a legislação, enquanto outros 78,7 mil registros foram de nascimentos que ocorreram em anos anteriores ou com ano de nascimento ignorado.

Todas as regiões apresentaram queda nos registros de nascimentos ocorridos em 2022. Porém, o percentual foi superior à média nacional no Nordeste (-6,7%) e no Norte (-3,8%). Sudeste (-2,6%), Centro-Oeste (-1,6%) e Sul (-0,7%) completam a lista. Entre as Unidades da Federação, a Paraíba apresentou a maior queda (-9,9%), seguida pelo Maranhão (-8,5%), Sergipe (-7,8%) e Rio Grande do Norte (-7,3%). Santa Catarina (2,0%) e Mato Grosso (1,8%) foram os únicos estados que apresentaram aumento de registros de nascimentos.

Março foi o mês com mais nascimentos, com 233,17 mil, seguido por maio (230,79 mil), enquanto outubro teve o menor número, 189 mil. “Esse comportamento confirma a tendência de anos anteriores de um maior volume de nascimentos ocorridos no primeiro semestre do ano, especialmente no mês de março”, afirma a pesquisadora.

Na análise dos registros de nascimentos ocorridos em 2022, de acordo com a idade das mães, a pesquisa confirma a tendência de mulheres tendo filhos mais tarde, embora a predominância ainda seja na faixa de 20 a 29 anos (49,2%). Entretanto, em 2010, esse percentual era de 53,1%. A tendência de queda na faixa de menos de 20 anos também se manteve: o percentual, que era de 18,5% em 2010, foi para 13,2% em 2021 e caiu para 12,1% em 2022.

“Os dados evidenciam o aumento da representatividade dos nascidos vivos cujas mães pertenciam ao grupo etário de 30 a 39 anos”, complementa Klívia. Esse percentual aumentou de 26,1% em 2010 para 33,8% em 2021 e chegou a 34,5% em 2022. As regiões Sudeste (38,0%) e Sul (37,6%) apresentaram os maiores percentuais de nascimentos cujas mães tinham idades entre 30 e 39 anos na ocasião do parto.

Em 2022, óbitos caíram 15,8% em comparação com 2021, mas as mortes de crianças e adolescentes até 14 nos aumentaram

O país registrou, em 2022, 1,50 milhão de óbitos, uma queda de 15,8% (281,5 mil a menos) em comparação com o ano anterior. Ao todo, foram registrados 1,52 milhão de óbitos no ano, sendo esses 1,50 milhão correspondente aos que ocorreram em 2022 e foram registrados até o primeiro trimestre de 2023, em acordo com a legislação atual. Os demais 19,9 mil registros ocorreram em anos anteriores ou o ano do óbito foi ignorado.

“Esse resultado acompanha o recuo das mortes ocasionadas pela Covid-19, com a ampliação do número de pessoas que completaram o esquema vacinal”, justifica Klívia, lembrando que o resultado de 2021 (1,78 milhão), no auge da pandemia, foi o recorde da série histórica, iniciada em 1974. Entretanto, o número de óbitos de 2022 foi 14,2% superior ao de 2019 (1,31 milhão), último ano pré-pandemia.

No resultado mensal, chama a atenção que janeiro de 2022 foi o único com aumento em relação ao mesmo mês de 2021: o número de óbitos cresceu 10,7%, chegando a 161,18 mil, marcando o quinto maior da série após o início da pandemia (março de 2020), ficando atrás apenas dos meses de março a junho de 2021.

“De fato, o início de 2022 foi marcado pela terceira onda de COVID-19 no Brasil, provocada pela variante Ômicron, além de uma epidemia de Influenza A, também responsável pelo aumento das mortes entre idosos no período”, relembra a gerente da pesquisa. “Apesar da redução das mortes por COVID-19 em um contexto de aumento da cobertura da população vacinada, o vírus seguia bastante letal ainda no primeiro semestre do ano de 2022”, complementa. Cabe lembrar que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) somente em maio de 2023. O segundo mês com mais óbitos em 2022 foi julho, com 134,33 mil.

A redução do número de óbitos entre 2021 e 2022 foi verificada em todas as regiões e UFs, com as maiores quedas no Centro-Oeste (-21,7%) e Norte (-21,1%), e a menor, no Nordeste (-9,3%). Os cinco estados que apresentaram a maior queda percentual foram Amazonas (-29,9%), Rondônia (-26,6%), Acre (-25,0%), Distrito Federal (-24,0%) e Roraima (-23,6%). Por outro lado, Piauí (-6,3%), Bahia (-6,9%), Paraíba (-6,9%), Alagoas (-7,2%) e Rio Grande do Norte (-8,8%) tiveram os menores recuos.

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Paraíba

Feriado da Sexta-feira Santa deve ser de chuvas intensas em 119 municípios paraibanos; veja previsão

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta amarelo (perigo potencial) de chuvas intensas para João Pessoa e outras 118 cidades da Paraíba. O aviso é válido até a próxima Sexta-feira Santa (29), data em que os cristãos celebram a Paixão de Cristo.

Veja no mapa abaixo as regiões que devem ser afetadas:

De acordo com o comunicado, deve chover entre 20 e 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia. O mau tempo pode ser acompanhado por ventos fortes, com intensidade de até 60 km/h.

Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

O Inmet orienta que moradores das áreas afetadas evitem usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada e não se abriguem debaixo de árvores, nem estacionem veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

A população deve acionar o Corpo de Bombeiros (telefone 193) ou a Defesa Civil (telefone 199) em caso de emergência.

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Paraíba

Mulheres ganham 14,8% a menos que os homens na Paraíba, diz pesquisa

As mulheres ganham 14,8% a menos do que os homens no estado da Paraíba, é isso que aponta o 1º Relatório de Transparência Salarial com recorte de gênero. O documento, apresentado nesta segunda-feira (25), pelos ministérios das Mulheres e do Trabalho e Emprego (MTE), contém os principais dados extraídos das informações enviadas pelas empresas com 100 ou mais funcionários da Paraíba.

No total, 443 empresas paraibanas responderam ao questionário. Juntas, elas somam 165.381 empregados. A diferença de remuneração entre homens e mulheres varia de acordo com o grande grupo ocupacional. Na Paraíba, em cargos de dirigentes e gerentes, por exemplo, chega a 25,9% de disparidade.

Raça

No recorte por raça, o relatório aponta que as mulheres negras, embora sejam maioria no mercado de trabalho paraibano, recebem menos do que as mulheres brancas. Enquanto a remuneração média da mulher negra é de R$ 1.984,68, a da não negra é de R$ 2.640,44. No caso dos homens, os negros recebem em média R$ 2.414,05 e os não negros, R$ 3.059,05.

Política de contratações

O relatório também contém informações que indicam se as empresas têm políticas efetivas de incentivo à contratação de mulheres, como flexibilização do regime de trabalho para apoio à parentalidade, entre outros critérios vistos como de incentivo à entrada, permanência e ascensão profissional das mulheres.

No caso da Paraíba, o relatório registrou que 37,4% das empresas possuem planos de cargos e salários; 31,7% adotam políticas para promoção de mulheres a cargos de direção e gerência; 24,5% têm políticas de apoio à contratação de mulheres; e 18,5% adotam incentivos para contratação de mulheres negras.

Apenas 14,3% possuem políticas de incentivo à contratação de mulheres LGBTQIAP+, 20% incentivam o ingresso de mulheres com deficiência, e apenas 7,2% têm programas específicos de incentivo à contratação de mulheres vítimas de violência. Poucas empresas ainda adotam políticas como licença maternidade/paternidade estendida (12,8%) e auxílio-creche (12,8%).

Números nacionais

No Brasil, as mulheres ganham 19,4% a menos do que os homens, de acordo com o 1º Relatório de Transparência Salarial. No total, 49.587 empresas responderam ao questionário – quase 100% do universo de companhias com 100 ou mais funcionários no Brasil. Destas, 73% têm 10 anos ou mais de existência. Juntas, elas somam quase 17,7 milhões de empregados.

A diferença de remuneração entre homens e mulheres varia de acordo com o grande grupo ocupacional. Em cargos de dirigentes e gerentes, por exemplo, chega a 25,2%.

No recorte por raça, o relatório aponta que as mulheres negras, além de estarem em menor número no mercado de trabalho, também recebem menos do que as mulheres brancas. Enquanto a remuneração média da mulher negra é de R$ 3.040,89, a da não negra é de R$ 4.552,45, diferença de 49,7%. No caso dos homens, os negros recebem em média R$ 3.843,74 e os não negros, R$ 5.718,40, o equivalente a 48,77%.

Políticas de incentivo

O relatório registrou que, em todo o país, 51,6% das empresas possuem planos de cargos e salários, políticas de incentivos às mulheres; 38,3% adotam políticas para promoção de mulheres a cargos de direção e gerência; 32,6% têm políticas de apoio à contratação de mulheres; e 26,4% adotam incentivos para contratação de mulheres negras.

Apenas 20,6% possuem políticas de incentivo à contratação de mulheres LGBTQIAP+, 23,3% incentivam o ingresso de mulheres com deficiência, e apenas 5,4% têm programas específicos de incentivo à contratação de mulheres vítimas de violência. Poucas empresas ainda adotam políticas como flexibilização de regime de trabalho, como licença maternidade/paternidade estendida (17,7%) e auxílio-creche (21,4%).

Estados

Os dados mostram diferenças significativas por Unidade da Federação. O estado do Piauí, por exemplo, tem a menor desigualdade salarial entre homens e mulheres: elas recebem 6,3% a menos do que eles, em um universo de 323 empresas, que totalizam 96.817 ocupados. A remuneração média é de R$ 2.845,85.

Na sequência das UFs com menor desigualdade salarial entre homens e mulheres aparecem Sergipe e Distrito Federal, com elas recebendo 7,1% e 8% menos do que os homens, respectivamente. Em Sergipe, a remuneração média é de 2.975,77. No DF é a maior do país: R$ 6.326,24.

A maior desigualdade salarial no Brasil ocorre no Espírito Santo, onde as mulheres recebem 35,1% menos do que os homens. Na sequência dos estados mais desiguais, aparecem Paraná (66,2%), Mato Grosso do Sul (67,4%) e Mato Grosso (68,6%).

São Paulo é o estado com maior número de empresas participantes, um total de 16.536, e maior diversidade de situações. As mulheres recebem 19,1% a menos do que os homens, praticamente espelhando a desigualdade média nacional. A remuneração média é de R$ 5.387.

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Paraíba

Governo anuncia instalação de montadora de motos elétricas e Centro de Distribuição de ar-condicionado em Campina Grande

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O governador João Azevêdo anunciou, nesta segunda-feira (25), durante o programa Conversa com o Governador, na rádio Tabajara, uma excelente notícia para Campina Grande: a instalação de uma montadora de motos elétricas e um Centro de Distribuição de ar-condicionado. A ação faz parte do Programa de Desenvolvimento Econômico que contempla a interiorização de ações voltadas à industrialização.

O protocolo de intenções para instalação da montadora e do Centro de Distribuição será assinado na próxima quarta-feira (27), na sede da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep), na Rainha da Borborema, quando serão repassadas as informações relativas ao processo.

De acordo com o governador, a chegada da empresa abre mais uma grande frente de negócios, com o compromisso de grandes investimentos no estado. “Trata-se de um grupo que vem somar e impulsionar o nosso desenvolvimento, começando pela montadora de motos elétricas e pelo centro de distribuição de ar-condicionado, que distribuirá para todo o Brasil”.

O grupo atua na área de equipamentos de energias renováveis e está entre os 10 maiores fornecedores do Brasil em equipamentos de geração solar, com diversos produtos no segmento.

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Paraíba

Bradesco fecha agência em João Pessoa e mais três devem ser desativadas até abril na Paraíba

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O Bradesco anunciou nesta sexta-feira (22), o  fechamento da sua agencia localizada no bairro de Tambaú na Capital paraibana. De acordo com o banco, o fechamento faz parte de um programa de reestruturação. Em toda a Paraíba, mais três agências terão suas atividades encerradas: Jaguaribe, Floriano Peixoto em Campina Grande, e também uma agência no município de Mari. A previsão é que todas essas agências serão encerradas até abril.

De acordo com o Sindicato dos Bancários da Paraíba, ano passado, um total de 10 estabelecimentos entre agências e unidades de atendimento do Bradesco tiveram suas atividades encerradas na Paraíba. Até 2022, o estado chegou a ter uma média de 52 agências e 122 Posto Avançado de Serviços. Com o fechamento, restarão 42 agências no estado.

Em 2023, mesmo registando lucro de R$ 16,3 bilhões, o Bradesco cortou 2.159 postos de trabalho e fechou 169 agências, 173 postos de atendimento e 77 unidades de negócios em todo o pais.

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