Mundo

Guerra na Ucrânia: míssil do Reino Unido derruba 1° helicóptero russo

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O sistema de mísseis portátil mais avançado da Grã-Bretanha teria derrubado um helicóptero da Rússia, ao ser usado pela primeira vez no campo de batalha da Ucrânia. As informações são do jornal The Times, em publicação nessa sexta-feira (1°).

Starstreak, um projétil de alta velocidade que destrói alvos com três dardos cinéticos, foi filmado cortando a aeronave em duas partes. O ataque teria ocorrido sobre a região de Luhansk, no leste do país. As imagens viralizaram rapidamente nas redes sociais.

Imagens do ataque mostram as lanças de tungstênio quebrando a cauda do Mi-28N, depois que ucranianos, usando técnicas britânicas, abriram fogo.

Uma fonte do Ministério da Defesa acrescentou que o sistema antiaéreo está implantado no país há quase uma semana. Fontes seniores da indústria de defesa que examinaram o filme também acreditam que se trate realmente do uso de um projétil Starstreak.

Metrópoles

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Brasil

PETROLÃO: EUA oferecem até US$ 5 milhões por informações sobre destino de propina da Odebrecht

Foto: Reprodução

O Departamento de Justiça dos EUA e o FBI estão oferecendo recompensa de até US$ 5 milhões (cerca de R$ 24 milhões) a quem fornecer informações que levem à identificação de destinatários de propinas da Odebrecht e da Brasken.

A iniciativa faz parte do chamado “Programa de Recompensas de Recuperação de Ativos da Cleptocracia”, aprovado pelo Congresso com objetivo de promover o compromisso do governo americano no combate à corrupção de governos estrangeiros.

A Odebrecht admitiu em seu acordo de confissão de culpa, com o Departamento de Justiça dos EUA, que pagou US$ 788 milhões em propinas para ou em benefício de funcionários do governo em 12 países, incluindo Angola, Argentina, Brasil, Colômbia , República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela entre 2001 e 2016.

Foto: Reprodução

A Braskem SA, por sua vez, é a petroquímica criada pela Petrobras em sociedade com a Odebrecht, e também usada no “Petrolão”, um esquema bilionário de corrupção na Petrobras, ocorrido durante o governo Lula e Dilma, que envolvia cobrança de propina das empreiteiras, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e superfaturamentos de obras contratadas para abastecer os cofres de partidos, funcionários da estatal e políticos. Esse esquema foi alvo de investigações da Polícia Federal durante a operação Lava Jato.

Em 2016, o então procurador da República e coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, classificou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como “comandante máximo” do esquema criminoso descoberto pela operação.

O Antagonista

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Mundo

GUERRA PERTO DO FIM: Rússia anuncia diminuição de ataques à Ucrânia

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As tropas russas vão parar de atacar Kiev e os arredores da capital ucraniana, segundo anunciou nesta terça-feira (29) o vice-ministro da Defesa russo, Alexander Fomin. O anúncio foi feito após o final da nova rodada de negociações que Rússia e Ucrânia realizaram nesta manhã em Istambul, na Turquia, para tentar colocar fim a mais de um mês de ataques russos ao território ucraniano.

No encontro, a Ucrânia propôs adotar a neutralidade, segundo informaram membros da delegação na saída da reunião. O status neutro significa que o país não pode fazer parte de alianças militares, como a Otan, nem hospedar bases militares em seu território.

Em troca, Kiev pediu garantias de segurança, disseram negociadores ucranianos. As propostas também incluiriam um período de consulta de 15 anos sobre o status da Crimeia anexada e poderiam entrar em vigor apenas no caso de um cessar-fogo completo, segundo a agência de notícias Reuters.

Os negociadores divulgarão ainda nesta terça-feira um documento comum com as conclusões do encontro. A Rússia informou que falará sobre o encontro quando os membros de sua delegação chegarem de volta a Moscou.

Reunidas em Istambul, na Turquia, as delegações dos dois países debateram nesta manhã os dois principais pontos impostos pelos ucranianos: garantias de segurança e a organização de um cessar-fogo por questões humanitárias.

As delegações dos dois países foram recebidas pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que pediu o fim imediato da guerra.

“As conversas que acontecem agora focam em questões importantes. Uma delas são as garantias internacionais de segurança para a Ucrânia e a segunda é o cessar-fogo para que possamos resolver problemas humanitários que se acumularam no país”, disse o conselheiro político do governo da Ucrânia Mykhailo Podolyak. “Com esse acordo seremos capazes de dar um fim à guerra”.

Do lado russo, o negociador Vladimir Medinsky afirmou na televisão estatal do país que os dois lados devem produzir uma declaração conjunta já nesta terça-feira. A delegação enviada pelo Kremlin vai exigir da Ucrânia garantias de neutralidade.

No início da sessão, o presidente turco pediu colaboração das duas partes. “As partes têm preocupações legítimas, é possível chegar a uma solução que seja aceitável para a comunidade internacional. A prorrogação do conflito não interessa a ninguém”, afirmou Erdogan, que pediu pressa às delegações.

“O mundo inteiro espera boas notícias”, disse o líder turco aos negociadores.

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Mundo

COVID-19: China anuncia lockdown após aumento de casos em Xangai

Foto: Reprodução

Autoridades chinesas anunciaram neste domingo (27) o maior lockdown já realizado no país.

A partir desta segunda (28), o lado Leste da cidade ficará isolado e os moradores ser testados detecção do coronavírus até o próximo dia 1º de abril.

A partir de sexta-feira (1), o lado Oeste será isolado e os moradores passarão por exames.

O bloqueio na região financeira da China aconteceu no momento em que a cidade bateu recorde nos casos de Covid-19 desde o início da pandemia.

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Política

Sem avanços, Rússia diz ter encerrado “primeira etapa” da guerra na Ucrânia

Foto: REUTERS/Bernadett Szabo

Um alto general russo afirmou nesta sexta-feira (25) que a “primeira etapa” do plano militar da Rússia na Ucrânia está concluída e que, agora, o foco é atingir o leste do país vizinho.

“Em geral, as principais tarefas da primeira etapa da operação foram concluídas”, disse o coronel-general Sergei Rudskoy, primeiro vice-chefe do Estado-Maior da Rússia, em um pronunciamento nesta sexta.

“O potencial de combate das forças armadas da Ucrânia foi significativamente reduzido, permitindo-nos, enfatizo novamente, concentrar os principais esforços em alcançar o objetivo principal – a libertação de Donbass”, disse o militar, referindo-se à região ucraniana controlada por separatistas.

Os comentários de Rudskoy ocorrem no momento em que os avanços da Rússia parecem ter parado nas principais cidades ucranianas, como Kiev e Kharkiv. A Rússia também não conseguiu alcançar a superioridade aérea na Ucrânia e sofreu grandes perdas de pessoal desde o início da invasão.

CNN Brasil

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Mundo

GUERRA NA EUROPA: Biden diz que EUA vão responder se Rússia usar armas químicas

Foto: reprodução

Nesta quinta-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que se a Rússia utilizar armas químicas na Ucrânia terá “resposta à altura”. A declaração foi dada em entrevista coletiva após a reunião da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Biden ainda afirmou que, no caso de uso de armas químicas, “a resposta da Otan, obviamente, dependeria da natureza do uso dessas armas”.

Além disso, durante o evento, o presidente anunciou um novo pacote de medidas em favor da Ucrânia, que inclui ajuda financeira e mais sanções a oligarcas russos.

Segundo Biden, o presidente russo, Vladimir Putin, está recebendo o contrário do que esperava com a invasão. “A Otan nunca esteve mais unida do que hoje”, defendeu.

CNN Brasil

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Mundo

GUERRA NA EUROPA: Mais de 3,5 milhões de pessoas já deixaram a Ucrânia, diz ONU

Divulgação

Cerca de 3,5 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro, informou a agência nas Nações Unidas para refugiados, o Acnur, nesta terça-feira (22). O número exato divulgado pela organização foi de 3,528,346.

Deste total, mais de 2 milhões teriam se deslocado para a Polônia, país destino da maioria dos refugiados da guerra.

A quantidade de civis deslocados em decorrência da guerra é ainda maior, e se somam aos que deixaram o país. A agência de migração da ONU disse que quase 6,5 milhões de pessoas foram deslocadas dentro da Ucrânia como resultado direto da guerra, superando suas piores previsões.

Muitos dos deslocados são particularmente vulneráveis, incluindo mulheres grávidas, idosos e pessoas com doenças crônicas, disse a OIM. A agência reiterou um apelo à cessação das hostilidades e à criação de corredores humanitários para permitir a fuga de civis.

Na segunda (21), o Banco Central polonês anunciou que, em acordo com o Banco Nacional da Ucrânia, iria permitir que todos os refugiados ucranianos convertessem até 10 mil hryvnias — cerca de R$ 1683 — para a moeda polonesa zloty.

A medida passa a valer a partir da sexta-feira (25) e tem como contexto o fato de muitos refugiados não conseguirem utilizar de suas economias fora do país.

CNN

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Paraíba

“JÁ PASSOU MUITO TEMPO”: Filho de paraibana desaparecida pretende viajar para a Ucrânia

Foto: Reprodução

Há quase 20 dias sem notícias da mãe, o filho da paraibana Silvana Vicente, Gabriel Pilipenko, de 26 anos, busca notícias sobre os pais na Ucrânia. A cidade onde eles residem, Mariupol, é uma das mais atingidas desde que os conflitos contra a Rússia tiveram início, em 24 de fevereiro. O jovem está na Alemanha, onde permanece à espera de notícias da família.

Quando ficou sem informações sobre os pais, o marinheiro mercante deixou a embarcação na qual trabalhava em Taiwan. “Não conseguiria continuar trabalhando tranquilamente sem notícias dos meus pais. Estava pensando nisso toda hora. Seria perigoso continuar embarcado, porque é um trabalho que requer muita responsabilidade e seria difícil continuar enquanto estava com a mente ocupada por problemas pessoais”, diz à BBC News Brasil.

Desde o início da invasão russa a cidade, que tem cerca de 400 mil habitantes, tem sido duramente atingida. Para Gabriel, cada dia sem notícias dos pais aumenta ainda mais a angústia que tem vivido. “Já passou muito tempo. A cidade está com problemas com abastecimento de água, sem água para beber, e sem comida. Isso me deixa muito preocupado, porque mesmo que eles estejam bem, podem estar passando por dificuldades”, diz.

“Ainda não tenho certeza, estou pensando sobre ir para a Ucrânia. Mas para sair daqui (na Alemanha) para chegar a Mariupol teria que passar por muitas estradas perigosas, então fico receoso de ficar preso em algum lugar e não poder ajudar os meus pais”, diz.

O marinheiro tem mantido contato com pessoas que também têm parentes em Mariupol. Ele diz que tem feito ligações para pessoas que estão em áreas próximas à cidade e que talvez possam procurar a família dele.

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Mundo

SEM SOBREVIVENTES: Avião com 132 pessoas a bordo cai na China

Foto: Reuters

Um jato Boeing-737 da China Eastern Airlines que transportava 132 pessoas caiu nas montanhas da região de Guangxi, no sul da China, nesta segunda-feira (21), segundo a Administração de Aviação Civil da China (CAAC).

Segundo a mídia estatal chinesa CCTV, as equipes de resgate não encontraram sinais de sobreviventes.

O avião estava a caminho da cidade de Kunming, no sudoeste do país, para Guangzhou, quando perdeu contato sobre a cidade de Wuzhou. A bordo estavam 123 passageiros e nove tripulantes, disse a CAAC em um comunicado publicado online.

Equipes de resgate estão no local do acidente, onde há fogo visível. “A Administração de Aviação Civil das companhias aéreas da China Eastern ativou o mecanismo de resposta de emergência após a queda de um Boeing 737”, declarou a CAAC.

A aviação civil da China é considerada uma das mais seguras do mundo, e o último acidente no país ocorreu em 2010, quando 44 pessoas morreram na queda de um Embraer E-190, da Henan Airlines, quando o voo se aproximava do aeroporto de Yichun.

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Mundo

Negocie paz agora ou sofra por gerações, diz presidente da Ucrânia

Foto: reprodução

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, pediu neste sábado (19) negociações de paz abrangentes com Moscou para interromper a invasão da Ucrânia. Acrescentou que isso não for feito, a Rússia levará “várias gerações” para se recuperar de suas perdas na guerra.

As forças russas têm sofrido duras perdas e seu avanço tem ficado, em grande parte, estagnado desde que o presidente Vladimir Putin iniciou o ataque em 24 de fevereiro, com longas colunas de tropas que cercaram Kiev e pararam em seus subúrbios.

Forças russas têm cercado cidades, transformando áreas urbanas em escombros, e nos últimos dias, intensificado os ataques com mísseis contra alvos dispersos no Oeste da Ucrânia, longe dos principais campos de batalha no Norte e Leste do país.

Hoje, a Rússia disse que seus mísseis hipersônicos destruíram grande depósito subterrâneo de mísseis e munição de aeronaves na região ocidental de Ivano-Frankivsk. Armas hipersônicas podem viajar cinco vezes mais rápido que a velocidade do som e, segundo a agência de notícias Interfax, essa foi a primeira vez que a Rússia usou essas armas na Ucrânia.

Um porta-voz do Comando da Força Aérea da Ucrânia confirmou o ataque, mas disse que o lado ucraniano não tinha informações sobre o tipo de míssil usado.

Autoridades ucranianas afirmaram não ter visto mudanças significativas nas últimas 24 horas nas zonas da linha de frente, ressaltando que as cidades de Mariupol, Mykolaiv e Kherson, no Sul, e Izium, no Leste, continuam observando os combates mais pesados.

Mais de 3,3 milhões de refugiados já saíram da Ucrânia pela fronteira ocidental, com cerca de mais 2 milhões deslocados dentro do país. Os esforços para retirar civis de cidades sitiadas por meio de “corredores humanitários” continuam.

As autoridades ucranianas disseram que dez dessas rotas de fuga devem ser abertas. Zelenskiy afirmou que a recusa em fazer concessões terá um preço alto para a Rússia.

“Quero que todos me ouçam agora, especialmente em Moscou. Chegou a hora de uma reunião, é hora de conversar”, disse ele em um vídeo. “Chegou a hora de restaurar a integridade territorial e a justiça para a Ucrânia. Do contrário, as perdas da Rússia serão tais que o país levará várias gerações para se recuperar.”

Agência Brasil

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