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Ataque com míssil mata cinco e deixa 18 feridos em Odessa, na Ucrânia, diz oficial

Foto: Reuters/Gleb Garanich

Pelo menos cinco pessoas morreram e 18 ficaram feridas em um ataque com mísseis na cidade portuária de Odessa, no sul da Ucrânia, neste sábado (23), disse o chefe de gabinete do presidente, Andriy Yermak, em um post online.

“Um ataque com mísseis foi lançado em Odessa”, disse o comunicado. “As instalações de infraestrutura foram atingidas. Não compartilhe fotos e vídeos, não ajude o inimigo. A informação está sendo esclarecida.

O comando aéreo do sul da Ucrânia havia dito anteriormente que dois mísseis atingiram uma instalação militar e dois edifícios residenciais em Odessa.

O suposto ataque ocorre no momento em que altos oficiais militares russos revelaram que o objetivo da invasão da Ucrânia é assumir o “controle total” do sul da Ucrânia, bem como da região leste de Donbas.

O major-general Rustam Minnekaev, comandante interino do Distrito Militar Central da Rússia, disse que o controle sobre o sul da Ucrânia daria às forças russas acesso à Transnístria – um estado separatista na Moldávia, onde um contingente de forças russas está estacionado desde o início dos anos 1990 – de acordo com a TASS, uma agência de notícias estatal russa.

CNN Brasil com Reuters

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Secretário-geral da ONU, António Guterres, marca reuniões com Putin e Zelensky

Foto: Michael Sohn/Pool/AFP

O secretário-geral da ONU, António Guterres, viajará para a Ucrânia na próxima semana, onde deverá se encontrar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na quinta-feira, de acordo com um porta-voz da ONU.

Guterres também se reunirá com o ministro das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, bem como com funcionários da agência da ONU para discutir a ampliação da assistência humanitária à Ucrânia.

Neste sábado (23), a ONU disse que Guterres “será recebido pelo presidente Vladimir Putin” na terça-feira, depois de ter uma reunião de trabalho e almoço com o ministro das Relações Exteriores da Rússia.

Um porta-voz da ONU disse na quarta-feira que Guterres estava solicitando audiências separadas com Putin em Moscou e Zelensky na Ucrânia para discutir a necessidade urgente de trazer a paz.

Esta será a primeira vez que o secretário-geral da ONU vai falar com Vladimir Putin desde 24 de fevereiro, dia em que se iniciou a guerra na Ucrânia.

Críticas a Guterres

A viagem de Guterres à Rússia acontece em um momento em que o secretário-geral da ONU está sendo duramente criticado pelo que os críticos consideram como uma passividade em tomar medidas concretas para travar a guerra na Ucrânia.

Nesta semana, mais de 200 antigos dirigentes da ONU dirigiram uma carta a António Guterres, com um apelo para que seja mais proativo em relação a este conflito.

Os signatários alertaram que, a menos que Guterres atue de forma mais pessoal para assumir a liderança na tentativa de mediar a paz na Ucrânia, as Nações Unidas arriscam não apenas a irrelevância, mas a sua existência continuada.

CNN Brasil

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GUERRA NA EUROPA: Russos afirmam ter conquistado cidade portuária de Mariupol

Foto: Stringer/Anadolu Agency via Getty Images

A Rússia anunciou ter conquistado a cidade portuária de Mariupol, na Ucrânia, considerada estratégica pelos invasores. O relato foi feito pelo ministro da Defesa, Sergei Shoigu, ao próprio presidente Vladimir Putin.

Segundo a agência Interfax, Shoigu afirmou que os militares ucranianos restantes estão na zona industrial da siderúrgica Azovstal, enquanto o restante da cidade está vazia. Por esse motivo, Putin proibiu as forças russas de invadir o local, mas ordenou que os caminhos para lá fossem bloqueados.

“Não há necessidade de escalar essas catacumbas e rastejar no subsolo por essas instalações industriais. Bloqueie a zona industrial para que nem mesmo uma mosca possa passar”, disse Putin ao ministro, de acordo com a Interfax. Nos bastidores, o discurso é de defender as vidas dos militares russos, mas, na verdade, a resistência dos ucranianos fez com que os invasores desistissem.

Cerca de 2 mil combatentes ucranianos estariam na usina. Shoigu ainda teria informado a Putin que a Rússia está tirando de Mariupol mais de 142 mil civis, enquanto 1.478 militares se entregaram.

Nenhuma outra fonte independente ou os próprios ucranianos se pronunciaram sobre o assunto.

Evacuação

A vice-primeiro-ministro ucraniano e ministra da Reintegração dos Territórios Temporariamente Ocupados, Iryna Vereshchuk, afirmou que quatro ônibus de evacuação deixaram Mariupol na quarta-feira (20). Os civis passaram a noite em Berdyansk e estão a caminho de Zaporizhzhya.

“No que diz respeito a Mariupol, quatro ônibus de evacuação conseguiram sair da cidade pelo corredor humanitário de ontem. Eles passaram a noite em Berdyansk e agora estão indo para Vasylivka. Esperamos que cheguem a Zaporizhzhya em breve”, escreveu Vereshchuk na sua conta do Telegram, na manhã desta quinta-feira (21).

Também nesta quinta, os ucranianos tentam manter em segurança um corredor humanitário da região de Kherson.

Metrópoles

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Putin promete entregar “míssil mais destrutivo do mundo” ainda em 2022

Foto: AFP/Divulgação

As forças nucleares da Rússia começarão a receber o novo míssil balístico intercontinental Sarmat ainda este ano, prometeu o presidente russo, Vladimir Putin.

Segundo a agência russa de notícias TASS, o governo confirmou, nesta quarta-feira (20/4), que o armamento será distribuído assim que os testes terminarem.

O chefe da agência espacial Roscosmos, Dmitry Rogozin, adiantou que as entregas do míssil, com capacidade para 10 ogivas, começariam “no outono deste ano”, ou seja, no fim do ano.

Putin ameaçou atacar países inimigos com o novo míssil balístico intercontinental. Segundo o Kremlin, esse é o míssil com maior poder de destruição do mundo.

Para o líder russo, o poderio do armamento fará os inimigos da Rússia “pensarem duas vezes” antes de atacar o país.

Metrópoles

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CRISE ECONÔMICA: Inflação chega a 55,1% na Argentina e quase metade da população passa fome

Foto: reprodução

A Argentina é aquele país onde a inflação não é mais um mero problema monetário. É parte integrante da cultura nacional.

Buenos Aires convive há quase um século com taxas de inflação de dois ou até três dígitos. Tanto que a inflação média na Argentina entre 1944 e 2022 foi de 191,73%.

Um descontrole dos preços que devastou a economia argentina, transformando um dos países mais ricos do mundo em um lugar onde 44% da população vive abaixo da linha de pobreza. Dessa vez, todavia, a inflação está superando qualquer previsão.

Começando a disparar. Ou, melhor, a galopar.

Inflação galopante na Argentina

Os preços na Argentina subiram 6,7% em março, atingindo uma média anual de 55,1%.

Uma alta que não acontecia desde 2002, ano após a derrocada provocada pelo calote que o governo de Buenos Aires deu aos detentores de títulos da dívida pública.

O espectro do “corralito”, a grande crise cambial e econômica que abalou o país vizinho, arrasando as poupanças de quem investiu no “Tesouro Direto” local, volta a pairar.

O aumento dos preços atinge principalmente o setor de alimentos, com 7,2% de alta. E isso se reflete sobre os bens de consumo básicos.

Consequência direta: dados oficiais mostram que quase metade dos argentinos passa fome. E outro 25% luta para chegar ao final do mês. O peso, a moeda local, não para de se desvalorizar.

Os protestos populares estão crescendo. Os sindicatos da oposição voltaram às ruas, ocupando por horas a famosa Calle 9 de Julio, a principal avenida que atravessa o centro de Buenos Aires, e divide a Casa Rosada, sede da Presidência da República, do palácio do Congresso Nacional.

Crise econômica e crise política

Além de ser assolada por uma crise econômica endêmica, a Argentina tem que lidar com uma crise política.

O governo está dividido. Desde novembro passado, quando a esquerda governista registrou uma pesada derrota nas eleições regionais, as tensões entre o presidente, Alberto Fernández, e sua vice, Cristina Kirchner, não param de subir.

Segundo fontes da EXAME Invest em Buenos Aires, os dois não se falariam há meses.

E Fernández já considera a Kirchner sua principal inimiga interna. Isso pois a ex-presidente não perde ocasião de apontar sua decepção com o aliado.

Ela não esconde seu arrependimento de ter oferecido à seu ex-chefe de gabinete a possibilidade de alcançar a Presidência da República. Algo impensável até poucas semanas antes da eleição.

Para ela, se a Fernández está no comando do país, é apenas mérito seu.

Por isso, Cristina joga gasolina em cima do descontentamento da base peronista, e a estimula mais protestos com discursos inflamados.

Inflação descontrolada piora o cenário

A distância entre os dois se tornou sideral por causa da inflação descontrolada.

O presidente não se considera um fantoche de ninguém, e reivindica sua ação. Mas pede que ala rival dos peronistas não atrapalhe. Mas é justamente essa linha que divide os dois rivais no comando da Argentina.

Os economistas ligados ao kichrnerismo, estão convencidos de estar diante da chamada “oferta distributiva”.

Uma extravagante sub-teoria econômica, desconhecida mundo afora, cuja popularidade se limita, basicamente, à um só país: a própria Argentina.

Essa contorção intelectual tem como ponto de chegada o mesmo objetivo de sempre: controlar os preços por decreto do governo.

A receita econômica desastrosa que já deixou a economia da Argentina em frangalhos nas última décadas. Mas que, regularmente, volta a ser reapresentada pelos “economistas” kirchneristas.

Com informações Exame

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Rússia anuncia que tropas tomaram todas as áreas urbanas de Mariupol

Foto: Satellite image (c) 2022 Maxar Technologies

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, anunciou que tropas do país tomaram toda a área urbana de Mariupol.

Na tarde deste sábado (16), segundo comunicado divulgado pela agência russa de notícias RIA, “alguns soldados ucranianos ainda estariam ocupando uma fábrica na periferia da cidade”.

Pressionando pela rendição de militares em Mariupol, o líder separatista pró-Rússia de Donetsk, Denis Pushilin, ameaçou “eliminar” todos os soldados na cidade casa continuem impedindo o avanço das tropas russas.

Neste sábado, Pushilin afirmou que a tomada da cidade parece mais próxima. Contudo, ainda há forças ucranianas resistindo.

“Os membros do exército regular, como os fuzileiros, que estavam preparados para se render, renderam-se. Já os nacionalistas, ou seja, os membros do batalhões nacionalistas, parecem não ter intenção de se renderem. É por isso que serão eliminados”, frisou Pushilin em Mariupol.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em entrevista ao portal de notícias Ukrainska Pravda, classificou a situação na cidade como “muito difícil”.

“Nossos soldados estão bloqueados, os feridos estão bloqueados. Há uma crise humanitária… No entanto, eles estão se defendendo”, frisou.

Metrópoles

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Após sanções, Rússia proíbe entrada de Boris Johnson no país por “posições russofóbicas”

Foto: Johnson Andrew/ Nº 10 Downing Street

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa anunciou, neste sábado (16), a proibição de entrada na Rússia do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, da ministra britânica dos Negócios Estrangeiros, Elizabeht Truss, do ministro da Defesa, Ben Wallace, e de mais de uma dezena de outros políticos britânicos.

A medida foi tomada tendo por base a “ação hostil e sem precedentes do governo britânico – em particular a imposição de sanções contra altos funcionários russos”, justificou o ministério russo, em comunicado, informando que ainda vai aumentar a lista.

No comunicado, o ministério acrescentou que “as informações desenfreadas de Londres e a campanha política destinada a isolar a Rússia internacionalmente, criando condições para conter o nosso país e estrangular a nossa economia interna”, assim como as posições “russofóbicas das autoridades britânicas”, estiveram na base da decisão.

“Consideramos que a liderança britânica agravando, deliberadamente, a situação em torno da Ucrânia, inundando o regime de Kiev com armas letais e coordenando esforços semelhantes por parte da Otan”, diz a nota do governo russo.

Em Março, o Kremlin já havia imposto uma proibição semelhante ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

No início desta semana, os governos do Reino Unido e dos EUA anunciaram novas sanções à Rússia, que incluem medidas financeiras destinadas a prejudicar a economia russa e a atingir o presidente Vladmir Putin, funcionários de topo da política nacional e internacional e pessoas que beneficia do regime.

A lista de sancionados do Reino Unido inclui ainda: Theresa May, ex-primeira-ministra e deputada conservadora; Dominic Raab, vice-primeiro ministro e ministro da Justiça; Nicola Sturgeon, primeira-ministra da Escócia; Suella Braverman, procuradora-geral da Inglaterra e do País de Gales; James Heappey, vice-ministro da Defesa; Priti Patel, ministra do Interior; Rishi Sunak, ministro das Finanças; Kwasi Kwarteng, ministro do Comércio; Nadine Dorries, ministra da Cultura.

Com informações da Band UOL

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Mais de 900 corpos de civis foram descobertos nos arredores de Kiev, diz polícia local

Foto: REUTERS/Gleb Garanich

Mais de 900 corpos de civis foram descobertos desde que o exército russo se retirou da área de Kiev, na Ucrânia, disse o chefe da polícia regional em uma entrevista nessa sexta-feira (15).

Andrii Niebytov afirmou que os corpos foram examinados e transferidos para instituições médicas forenses para exames detalhados.

Niebytov também disse que os corpos de algumas pessoas na vila de Shevchenko foram identificados, acrescentando que “eram moradores comuns, infelizmente também torturados, e vemos que foram baleados”.

Niebytov disse que algumas das pessoas que foram baleadas tinham braçadeiras brancas para tentar se proteger das forças russas.

“Durante a ocupação de nossas cidades, os militares obrigaram os cidadãos a usarem braçadeiras brancas como se essa pessoa já tivesse sido revistada e, portanto, não fosse tratada com tanto cuidado. Portanto, para salvar suas vidas, nossos cidadãos usavam essas bandagens para se proteger de tiros”, disse.

CNN Brasil

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Rússia confirma o naufrágio de seu maior navio de combate após explosão e incêndio

Foto: Mil.ru

O Ministério da Defesa da Rússia disse nesta quinta-feira (14) que o cruzador de mísseis Moskva, principal navio da frota russa do Mar Negro, afundou ao ser rebocado de volta ao porto em meio a uma condição climática ruim após uma explosão e um incêndio.

O governo da Rússia havia dito mais cedo que o navio da era soviética havia sido gravemente danificado pelo incêndio, que a Ucrânia disse ter sido resultado de seu ataque com mísseis. Horas antes, russos haviam dito que as chamas na embarcação teriam sido controladas.

“O foco do incêndio foi contido, não há mais chamas. As explosões de munição cessaram. O Moskva mantém sua flutuabilidade”, ressaltou o ministério, que diz estar investigando as causas do incidente. A Ucrânia, por sua vez, afirma ter atacado o navio.

A Rússia deslocou para o sul os navios que tinha no norte do mar Negro, após os danos sofridos pelo cruzador Moskva, segundo indicou um funcionário de alto escalão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

O Moskva tem cerca de 600 pés de comprimento (183 metros) e uma tripulação de mais de 400, quase 500 marinheiros, detalhou o porta-voz do Pentágono, John Kirby.

Ucrânia diz ter atingido navio russo com mísseis

O prefeito de Odessa, cidade ucraniana próxima ao mar Negro, disse em seu canal do Telegram que mísseis do modelo Neptune, de fabricação ucraniana, atacaram a embarcação.

Eles [Rússia] confirmaram que o cruzador de mísseis Moskva foi enviado para as Ilhas Zmіiny. Os mísseis Neptune deram ao navio russo problemas ainda mais sérios. Glória à Ucrânia!”, disse.

Com informações de R7 e Poder 360

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SUSPEITO FUGIU: Tiroteio deixa ao menos 13 pessoas feridas no metrô de Nova York

Foto: Reprodução

Várias pessoas foram baleadas em uma estação de metrô do Brooklyn na manhã de terça-feira (12), disse o Corpo de Bombeiros de Nova York (FDNY). Relatos iniciais falam em 13 feridos, sendo 5 atingidos pelos disparos.

Os bombeiros foram chamados para a estação de metrô da 36th Street, no bairro de Sunset Park, no Brooklyn, por causa de uma condição de fumaça por volta das 8h30. Lá, várias pessoas foram encontradas baleadas, disse o FDNY.

A polícia de Nova York (NYPD) disse que não há dispositivos explosivos ativos “no momento” na estação de metrô do Brooklyn. Relatos iniciais dos bombeiros falavam em “vários dispositivos não detonados” encontrados após os disparos.

A Metropolitan Transit Authority, que opera os metrôs, diz que também está investigando o incidente e que os trens D, N e R estão parados em ambas as direções no Brooklyn.

Uma investigação preliminar mostra que cinco pessoas foram baleadas e um possível dispositivo de fumaça foi detonado na estação de metrô do Brooklyn, de acordo com um oficial sênior da polícia local.

Uma segunda fonte disse à CNN que cinco pessoas foram baleadas e uma pessoa está em estado crítico após o incidente na estação de metrô do Brooklyn.

A polícia disse que de acordo com informações preliminares, um homem, possivelmente usando uma máscara de gás e colete laranja, fugiu do local.

Os investigadores também disseram que não têm certeza de que tipo de dispositivo foi detonado, mas os primeiros relatórios dizem que pode ter sido uma bomba de fumaça, segundo a autoridade policial.

A energia foi cortada para as linhas de trem N e R enquanto a polícia investiga.

CNN

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