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LENTIDÃO: WhatsApp apresenta instabilidade nesta quinta

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Usuários ao redor do mundo estão com dificuldades para enviar mensagens no WhatsApp nesta quinta-feira (28). O site Downdetector, que reúne relatos sobre falhas em plataformas, registrou uma alta nas notificações sobre o aplicativo.

Por volta das 17h40 (horário de Brasília), eram mais de 3.300 reclamações entre usuários no Brasil. Nos Estados Unidos, a ferramenta registrou cerca de 4.200 notificações relacionadas ao mensageiro.

O Facebook, que, assim como o WhatsApp, é controlado pela Meta, também registrou uma alta na quantidade de reclamações no Downdetector dos EUA, chegando a cerca de 190 relatos de falha. No Brasil, houve em torno de 20 notificações sobre a rede social.

A empresa ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

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Políticos e economistas repercutem a compra do Twitter por Elon Musk

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A compra do Twitter pelo bilionário Elon Musk está repercutindo no mundo todo, especialmente nos Estados Unidos, onde fica a empresa. A principal preocupação é com o controle de conteúdo.

O novo dono da plataforma era um crítico da plataforma. Musk era contra as regras de moderação da empresa e dizia que a rede impedia o que ele considera ser a liberdade de expressão.

A Anistia Internacional expressou preocupação. O diretor de tecnologia e direitos humanos da organização, Michael Kleinman, escreveu: “a última coisa que precisamos é de um Twitter que voluntariamente feche os olhos para discursos violentos e abusivos contra usuários, particularmente aqueles desproporcionalmente mais impactados, incluindo mulheres, pessoas não-binárias e outros”.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, afirmou: “liberdade de expressão é vital, mas não significa um passe livre para o ódio. Discurso de ódio on-line bota lenha na fogueira do preconceito e leva a violência trágica e terrível no mundo real”.

Nos Estados Unidos, a venda do Twitter levou à retomada das discussões sobre a necessidade de criar regras claras para as redes sociais. Políticos dos partidos Republicano e Democrata, além da Casa Branca, falaram sobre o assunto.

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GUERRA: Ucranianas podem ter sido estupradas antes de serem mortas, dizem médicos

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Médicos forenses dizem que há evidências de que mulheres ucranianas estão sendo estupradas antes de serem mortas pelas tropas russas, segundo reportagem do jornal The Guardian.

De acordo com Vladyslav Perovskyi, um dos médicos que falou com o jornal, a Ucrânia tem “alguns casos que sugerem que essas mulheres foram estupradas antes de serem mortas a tiros”. Perovskyi diz ter feito dezenas de autópsias em moradores das cidades de Bucha, Irpin e Borodianka que morreram durante a ofensiva da Rússia.

“Nós não podemos dar mais detalhes porque meus colegas ainda estão coletando dados e temos centenas de corpos para avaliar”, acrescentou o médico.

A equipe de Perovskyi examina cerca de 15 corpos por dia, muitos deles mutilados.
“Há muitos corpos queimados e corpos fortemente desfigurados que são simplesmente impossíveis de identificar”, disse. “O rosto pode ser esmagado em pedaços, você não pode montá-lo novamente, às vezes não há cabeça nenhuma.”

Alguns dos corpos, segundo o médico, tinham sinais de que as vítimas foram mortas por tiros automáticos, com mais de seis buracos de bala nas costas.

Oleh Tkalenko, promotor sênior da região de Kiev, disse ao Guardian que detalhes de supostos estupros foram encaminhados ao seu escritório, que investiga circunstâncias como locais e idades das vítimas.

“Os casos de estupro são um assunto muito delicado e sensível”, afirmou Tkalenko. “Os médicos forenses têm uma tarefa específica de verificar a genitália das vítimas do sexo feminino e procurar sinais de estupro.”

Um legista estrangeiro trabalhando ao norte de Kiev, que pediu para permanecer anônimo, disse que alguns corpos “estão em tão mau estado” que não é fácil encontrar sinais de estupros e abusos sexuais: “Mas estamos coletando evidências em alguns casos de mulheres que acreditamos terem sido estupradas antes de ser assassinadas.”

Após a retirada das tropas russas de cidades e subúrbios ao redor da capital, dezenas de mulheres contaram à polícia, à mídia e a organizações de direitos humanos sobre as atrocidades que elas dizem ter sofrido nas mãos de soldados russos. Os investigadores ouviram testemunhos de estupros coletivos, assaltos à mão armada e estupros cometidos na frente de crianças.

Com informações FolhaPress

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Zelensky diz não ter medo de Putin e pede reunião com líder russo para ‘pôr fim à guerra’

Fotos: EFE/EPA/Ukrainian Presidential Press Service Handout

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu, neste sábado (23), uma reunião com o seu homólogo russo, Vladimir Putin. O líder de Kiev declarou que o encontro seria importante para “pôr fim à guerra” e disse não temer o representante de Moscou.

“Acredito que quem começou a guerra poderá pôr fim nela”, disse Zelensky em uma coletiva de imprensa em uma estação de metrô no centro de Kiev. O líder ucraniano reiterou que não tinha “medo” de se reunir com Putin, se isso permitisse alcançar um acordo de paz entre os dois países.

“Eu insisti desde o início sobre [a importância de] negociações com o presidente russo”, disse o líder ucraniano. “Não é que eu queira [encontrá-lo], e sim que devo encontrá-lo para resolver esse conflito pela via diplomática”, completou.

Porém, ao mesmo tempo em que pediu para se reunir com Putin, Zelensky também advertiu à Rússia que encerrará todas as negociações de paz caso soldados ucranianos sejam mortos em Mariupol, no sudeste do país.

“Se nossos homens forem assassinados em Mariupol e se forem organizados supostos referendos na região de Kherson (sul), a Ucrânia vai se retirar de todo processo de negociação”, afirmou Zelensky.

Com informações g1

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Ataque com míssil mata cinco e deixa 18 feridos em Odessa, na Ucrânia, diz oficial

Foto: Reuters/Gleb Garanich

Pelo menos cinco pessoas morreram e 18 ficaram feridas em um ataque com mísseis na cidade portuária de Odessa, no sul da Ucrânia, neste sábado (23), disse o chefe de gabinete do presidente, Andriy Yermak, em um post online.

“Um ataque com mísseis foi lançado em Odessa”, disse o comunicado. “As instalações de infraestrutura foram atingidas. Não compartilhe fotos e vídeos, não ajude o inimigo. A informação está sendo esclarecida.

O comando aéreo do sul da Ucrânia havia dito anteriormente que dois mísseis atingiram uma instalação militar e dois edifícios residenciais em Odessa.

O suposto ataque ocorre no momento em que altos oficiais militares russos revelaram que o objetivo da invasão da Ucrânia é assumir o “controle total” do sul da Ucrânia, bem como da região leste de Donbas.

O major-general Rustam Minnekaev, comandante interino do Distrito Militar Central da Rússia, disse que o controle sobre o sul da Ucrânia daria às forças russas acesso à Transnístria – um estado separatista na Moldávia, onde um contingente de forças russas está estacionado desde o início dos anos 1990 – de acordo com a TASS, uma agência de notícias estatal russa.

CNN Brasil com Reuters

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Secretário-geral da ONU, António Guterres, marca reuniões com Putin e Zelensky

Foto: Michael Sohn/Pool/AFP

O secretário-geral da ONU, António Guterres, viajará para a Ucrânia na próxima semana, onde deverá se encontrar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na quinta-feira, de acordo com um porta-voz da ONU.

Guterres também se reunirá com o ministro das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, bem como com funcionários da agência da ONU para discutir a ampliação da assistência humanitária à Ucrânia.

Neste sábado (23), a ONU disse que Guterres “será recebido pelo presidente Vladimir Putin” na terça-feira, depois de ter uma reunião de trabalho e almoço com o ministro das Relações Exteriores da Rússia.

Um porta-voz da ONU disse na quarta-feira que Guterres estava solicitando audiências separadas com Putin em Moscou e Zelensky na Ucrânia para discutir a necessidade urgente de trazer a paz.

Esta será a primeira vez que o secretário-geral da ONU vai falar com Vladimir Putin desde 24 de fevereiro, dia em que se iniciou a guerra na Ucrânia.

Críticas a Guterres

A viagem de Guterres à Rússia acontece em um momento em que o secretário-geral da ONU está sendo duramente criticado pelo que os críticos consideram como uma passividade em tomar medidas concretas para travar a guerra na Ucrânia.

Nesta semana, mais de 200 antigos dirigentes da ONU dirigiram uma carta a António Guterres, com um apelo para que seja mais proativo em relação a este conflito.

Os signatários alertaram que, a menos que Guterres atue de forma mais pessoal para assumir a liderança na tentativa de mediar a paz na Ucrânia, as Nações Unidas arriscam não apenas a irrelevância, mas a sua existência continuada.

CNN Brasil

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GUERRA NA EUROPA: Russos afirmam ter conquistado cidade portuária de Mariupol

Foto: Stringer/Anadolu Agency via Getty Images

A Rússia anunciou ter conquistado a cidade portuária de Mariupol, na Ucrânia, considerada estratégica pelos invasores. O relato foi feito pelo ministro da Defesa, Sergei Shoigu, ao próprio presidente Vladimir Putin.

Segundo a agência Interfax, Shoigu afirmou que os militares ucranianos restantes estão na zona industrial da siderúrgica Azovstal, enquanto o restante da cidade está vazia. Por esse motivo, Putin proibiu as forças russas de invadir o local, mas ordenou que os caminhos para lá fossem bloqueados.

“Não há necessidade de escalar essas catacumbas e rastejar no subsolo por essas instalações industriais. Bloqueie a zona industrial para que nem mesmo uma mosca possa passar”, disse Putin ao ministro, de acordo com a Interfax. Nos bastidores, o discurso é de defender as vidas dos militares russos, mas, na verdade, a resistência dos ucranianos fez com que os invasores desistissem.

Cerca de 2 mil combatentes ucranianos estariam na usina. Shoigu ainda teria informado a Putin que a Rússia está tirando de Mariupol mais de 142 mil civis, enquanto 1.478 militares se entregaram.

Nenhuma outra fonte independente ou os próprios ucranianos se pronunciaram sobre o assunto.

Evacuação

A vice-primeiro-ministro ucraniano e ministra da Reintegração dos Territórios Temporariamente Ocupados, Iryna Vereshchuk, afirmou que quatro ônibus de evacuação deixaram Mariupol na quarta-feira (20). Os civis passaram a noite em Berdyansk e estão a caminho de Zaporizhzhya.

“No que diz respeito a Mariupol, quatro ônibus de evacuação conseguiram sair da cidade pelo corredor humanitário de ontem. Eles passaram a noite em Berdyansk e agora estão indo para Vasylivka. Esperamos que cheguem a Zaporizhzhya em breve”, escreveu Vereshchuk na sua conta do Telegram, na manhã desta quinta-feira (21).

Também nesta quinta, os ucranianos tentam manter em segurança um corredor humanitário da região de Kherson.

Metrópoles

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Putin promete entregar “míssil mais destrutivo do mundo” ainda em 2022

Foto: AFP/Divulgação

As forças nucleares da Rússia começarão a receber o novo míssil balístico intercontinental Sarmat ainda este ano, prometeu o presidente russo, Vladimir Putin.

Segundo a agência russa de notícias TASS, o governo confirmou, nesta quarta-feira (20/4), que o armamento será distribuído assim que os testes terminarem.

O chefe da agência espacial Roscosmos, Dmitry Rogozin, adiantou que as entregas do míssil, com capacidade para 10 ogivas, começariam “no outono deste ano”, ou seja, no fim do ano.

Putin ameaçou atacar países inimigos com o novo míssil balístico intercontinental. Segundo o Kremlin, esse é o míssil com maior poder de destruição do mundo.

Para o líder russo, o poderio do armamento fará os inimigos da Rússia “pensarem duas vezes” antes de atacar o país.

Metrópoles

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CRISE ECONÔMICA: Inflação chega a 55,1% na Argentina e quase metade da população passa fome

Foto: reprodução

A Argentina é aquele país onde a inflação não é mais um mero problema monetário. É parte integrante da cultura nacional.

Buenos Aires convive há quase um século com taxas de inflação de dois ou até três dígitos. Tanto que a inflação média na Argentina entre 1944 e 2022 foi de 191,73%.

Um descontrole dos preços que devastou a economia argentina, transformando um dos países mais ricos do mundo em um lugar onde 44% da população vive abaixo da linha de pobreza. Dessa vez, todavia, a inflação está superando qualquer previsão.

Começando a disparar. Ou, melhor, a galopar.

Inflação galopante na Argentina

Os preços na Argentina subiram 6,7% em março, atingindo uma média anual de 55,1%.

Uma alta que não acontecia desde 2002, ano após a derrocada provocada pelo calote que o governo de Buenos Aires deu aos detentores de títulos da dívida pública.

O espectro do “corralito”, a grande crise cambial e econômica que abalou o país vizinho, arrasando as poupanças de quem investiu no “Tesouro Direto” local, volta a pairar.

O aumento dos preços atinge principalmente o setor de alimentos, com 7,2% de alta. E isso se reflete sobre os bens de consumo básicos.

Consequência direta: dados oficiais mostram que quase metade dos argentinos passa fome. E outro 25% luta para chegar ao final do mês. O peso, a moeda local, não para de se desvalorizar.

Os protestos populares estão crescendo. Os sindicatos da oposição voltaram às ruas, ocupando por horas a famosa Calle 9 de Julio, a principal avenida que atravessa o centro de Buenos Aires, e divide a Casa Rosada, sede da Presidência da República, do palácio do Congresso Nacional.

Crise econômica e crise política

Além de ser assolada por uma crise econômica endêmica, a Argentina tem que lidar com uma crise política.

O governo está dividido. Desde novembro passado, quando a esquerda governista registrou uma pesada derrota nas eleições regionais, as tensões entre o presidente, Alberto Fernández, e sua vice, Cristina Kirchner, não param de subir.

Segundo fontes da EXAME Invest em Buenos Aires, os dois não se falariam há meses.

E Fernández já considera a Kirchner sua principal inimiga interna. Isso pois a ex-presidente não perde ocasião de apontar sua decepção com o aliado.

Ela não esconde seu arrependimento de ter oferecido à seu ex-chefe de gabinete a possibilidade de alcançar a Presidência da República. Algo impensável até poucas semanas antes da eleição.

Para ela, se a Fernández está no comando do país, é apenas mérito seu.

Por isso, Cristina joga gasolina em cima do descontentamento da base peronista, e a estimula mais protestos com discursos inflamados.

Inflação descontrolada piora o cenário

A distância entre os dois se tornou sideral por causa da inflação descontrolada.

O presidente não se considera um fantoche de ninguém, e reivindica sua ação. Mas pede que ala rival dos peronistas não atrapalhe. Mas é justamente essa linha que divide os dois rivais no comando da Argentina.

Os economistas ligados ao kichrnerismo, estão convencidos de estar diante da chamada “oferta distributiva”.

Uma extravagante sub-teoria econômica, desconhecida mundo afora, cuja popularidade se limita, basicamente, à um só país: a própria Argentina.

Essa contorção intelectual tem como ponto de chegada o mesmo objetivo de sempre: controlar os preços por decreto do governo.

A receita econômica desastrosa que já deixou a economia da Argentina em frangalhos nas última décadas. Mas que, regularmente, volta a ser reapresentada pelos “economistas” kirchneristas.

Com informações Exame

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Rússia anuncia que tropas tomaram todas as áreas urbanas de Mariupol

Foto: Satellite image (c) 2022 Maxar Technologies

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, anunciou que tropas do país tomaram toda a área urbana de Mariupol.

Na tarde deste sábado (16), segundo comunicado divulgado pela agência russa de notícias RIA, “alguns soldados ucranianos ainda estariam ocupando uma fábrica na periferia da cidade”.

Pressionando pela rendição de militares em Mariupol, o líder separatista pró-Rússia de Donetsk, Denis Pushilin, ameaçou “eliminar” todos os soldados na cidade casa continuem impedindo o avanço das tropas russas.

Neste sábado, Pushilin afirmou que a tomada da cidade parece mais próxima. Contudo, ainda há forças ucranianas resistindo.

“Os membros do exército regular, como os fuzileiros, que estavam preparados para se render, renderam-se. Já os nacionalistas, ou seja, os membros do batalhões nacionalistas, parecem não ter intenção de se renderem. É por isso que serão eliminados”, frisou Pushilin em Mariupol.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, em entrevista ao portal de notícias Ukrainska Pravda, classificou a situação na cidade como “muito difícil”.

“Nossos soldados estão bloqueados, os feridos estão bloqueados. Há uma crise humanitária… No entanto, eles estão se defendendo”, frisou.

Metrópoles

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