Mundo

Ucrânia afirma que 10 mil soldados do país já morreram desde o início da guerra

Foto: EPA / Ansa – Brasil

Cerca de 10 mil soldados ucranianos morreram desde o início da invasão russa, segundo informou neste sábado (11) o assessor do presidente Volodmir Zelenski, Oleksiy Arestovych, por meio do YouTube.

O ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov, havia estimado em mensagem recente que o número de seus próprios soldados mortos a cada dia em combate era de cerca de cem.

Este é o primeiro número relatado por Kiev do total de soldados ucranianos mortos desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, embora o próprio Arestovych o tenha descrito como “aproximado”.

O Estado-Maior ucraniano calcula, por outro lado, que o Exército russo tenha sofrido cerca de 32 mil baixas entre seus soldados, cerca de 150 das quais nas últimas 24 horas.

Fontes militares ucranianas também informaram que bombardeios pesados ​​continuam na região de Kherson, bem como em toda a frente do Donbass, e pediram a seus aliados ocidentais que acelerem o envio de munição e o fornecimento de armamento pesado.

Em sua habitual mensagem noturna ao país, Zelenski descreveu como “muito feroz” a luta no Donbass contra o Exército russo, que, segundo o presidente ucraniano, está tentando destruir todas as cidades do leste do país.

“A luta muito feroz continua no Donbass. Repito estes nomes todos os dias: Severodonetsk, Lysychansk, Bakhmut, Sloviansk”, disse.

O presidente ucraniano acusou a Rússia de querer “destruir todas as cidades do Donbass, ‘todas’, não é exagero. Como Volnovakha, como Mariupol”.

Esse é provavelmente, acrescentou, “o exemplo mais rápido da completa degradação de qualquer país: o caminho que o Estado russo percorreu em 107 dias” desde a invasão da Ucrânia.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Inflação dos EUA chega a 8,6% em maio, maior nível desde 1981

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A inflação dos Estados Unidos chegou a 8,6% no acumulado de 12 meses até maio. Os dados foram divulgados nesta 6ª feira (10.jun.2022) pelo Bureau of Labor Statistics, responsável pelo índice de preços do país. Eis a íntegra do relatório (181 KB, em inglês).

A taxa registrada no período foi a maior em 40 anos. Em dezembro de 1981, o índice registrou 8,9% no acumulado de 12 meses.

O CPI (Índice de Preços ao Consumidor, na sigla em inglês) subiu 1% em maio contra abril. Acelerou em relação ao resultado anterior, quando teve alta de 0,3%.

Segundo o Bureau of Labor Statistics, a inflação norte-americana de maio foi impactada pelos preços dos combustíveis, alimentação e moradia. O índice de comida aumentou 1,2% no mês. Em 12 meses, a alta é de 11,9%, o que representa a maior taxa desde abril de 1979, ou 43 anos.

Já os preços no grupo de energia –que engloba os combustíveis– subiram 3,9% em maio. A gasolina avançou 4,1%. Em 12 meses, o grupo de energia acumula alta de 34,6%. Só a gasolina disparou 48,7% no período. O diesel registrou a maior taxa da série histórica no período, iniciada em 1935. Mais que dobrou em 12 meses: 106,7%.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Primeiro-ministro Boris Johnson enfrenta voto de desconfiança e pode perder cargo

Foto: Johnson Andrew/ Nº 10 Downing Street

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson enfrentará um voto de desconfiança nesta segunda-feira (6), desencadeado por legisladores descontentes em seu próprio partido.

Sir Graham Brady, presidente do Comitê de 1922, disse em comunicado que o número de parlamentares do Partido Conservador pedindo a votação atingiu o limite necessário, de 54 legisladores. A votação está prevista para acontecer entre às 18h e 20h do horário local (entre 14h e 16h no horário de Brasília).

A liderança de Johnson foi abalada pelo chamado escândalo “Partygate”, com meses de alegações de festas e reuniões na sede de seu governo durante vários estágios de lockdown durante a pandemia, corroendo a confiança da população. O premiê também foi criticado por sua resposta à alta inflação.

Os índices de aprovação do primeiro-ministro têm caído, com sentimento crescente entre algumas partes de seu Partido Conservador de que Johnson está se tornando passivo aos problemas. O partido enfrenta duas difíceis eleições parlamentares no fim deste mês.

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Papa diz que se reunirá com autoridades ucranianas para discutir possível viagem ao país

Foto: Reuters/Remo Casilli

O papa Francisco afirmou neste sábado (4) que se reunirá em breve com autoridades ucranianas para discutir a possibilidade de uma visita ao país.

Francisco revelou a futura reunião em uma sessão de perguntas e respostas com crianças em um dos principais pátios do Vaticano.

Um garoto ucraniano chamado Sachar perguntou: “Você pode vir à Ucrânia para salvar todas as crianças que estão sofrendo lá agora?”.

Francisco, 85 anos, que tem usado uma cadeira de rodas por causa de dores no joelho, respondeu que pensa com frequência nas crianças ucranianas e que queria visitar o país, mas tinha que escolher a hora certa.

“Não é fácil tomar uma decisão que pode causar mais danos do que fazer o bem ao resto do mundo. Tenho que encontrar o momento certo de fazê-la”, disse, segundo a transcrição do Vaticano sobre o evento.

“Na próxima semana, receberei representantes do governo ucraniano, que virão aqui conversar, e falar até sobre uma possível visita minha. Vamos ver o que acontece”, disse Francisco.

A guerra na Ucrânia forçou o Vaticano a realizar um equilíbrio diplomático delicado, muitas vezes oferecendo mediar o fim do conflito.

Francisco criticou implicitamente o presidente russo, Vladimir Putin, várias vezes por causa da invasão, mas sem citá-lo. Ele também tem usado termos como “agressão injustificada” e “invasão” e lamentou as atrocidades contra civis.

Francisco foi convidado pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, pelo prefeito de Kiev, Vitaliy Klitschko, pelo arcebispo Sviatoslav Shevchuk, da Igreja Católica Bizantina da Ucrânia, e pelo embaixador da Ucrânia ao Vaticano, Andriy Yurash.

Reuters

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Bolsonaro confirma participação na Cúpula das Américas nos EUA, diz Itamaraty

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro aceitou o convite do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para participar da Cúpula das Américas entre os próximos dia 6 e 10, em Los Angeles, informou o Ministério das Relações Exteriores.

Ainda de acordo com o MRE, existe a previsão de que Bolsonaro e Biden se encontrem em uma reunião bilateral durante a Cúpula. A pasta não informou, entretanto, quando ela aconteceria.

A decisão de Bolsonaro de participar foi anunciada dois dias depois de o presidente ter recebido no Planalto o enviado especial para a Cúpula das Américas, Christopher Dodd, e o encarregado de negócios da embaixada dos EUA no Brasil, Douglas Koneff.

O objetivo da Cúpula das Américas é reunir os líderes do continente para discutir o fortalecimento da democracia na região.

O governo norte-americano, que organiza a nona edição do encontro, não convidou Nicarágua, Venezuela e Cuba. Como reação, México, Bolívia, Honduras e algumas nações do Caribe anunciaram que não participarão se não forem convidados todos os países do hemisfério. 

Em nota emitida nesta terça pela Embaixada dos Estados Unidos, Christopher Dodd declarou ter manifestado a Bolsonaro durante a reunião o “desejo de que o Brasil seja um participante ativo da Cúpula, pois reconhecemos a responsabilidade coletiva de avançar para um futuro mais inclusivo e próspero”.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

NA PRÁTICA: Autora de ‘Como matar seu marido’ é acusada de matar o marido nos EUA

Foto: Reprodução

A autora de “How to Murder Your Husband” (“Como matar seu marido” em tradução livre) começou a ser julgada nos Estados Unidos, sob a acusação de matar o próprio marido. Nancy Crampton Brophy escreveu o ensaio que está sendo considerado bastante sugestivo sobre um possível crime anos antes da morte do cônjuge Daniel Brophy, de 63 anos.

Autora da saga intitulada “Wrong Never Felt So Right” (O errado nunca foi tão certo, em tradução livre), que inclui “The Wrong Husband” (O marido errado) e “The Wrong Lover” (O amante errado), ela é acusada de atirar em Daniel quando ele se preparava para dar aula no Instituto de Culinária do Oregon em 2 de junho de 2018. O corpo foi encontrado por alunos na sala de aula.

Crampton assegurou ao tribunal que não se lembra de ter estado lá, embora reconheça que deve ter estado, insistindo que as imagens das câmeras de segurança a mostram na área porque ela estava dirigindo enquanto procurava inspiração para histórias.

Os investigadores determinaram que não havia sinais de resistência ou luta e nenhum sinal de roubo. Brophy ainda estava com a carteira, o celular e as chaves do carro, segundo documentos. As autoridades americanas nunca divulgaram um outro suspeito.

O julgamento deve durar sete semanas e a acusada declarou inocência.

Com informações do UOL

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Putin sofreu tentativa de assassinato, diz Inteligência da Ucrânia

Foto: Sputnik/Aleksey Nikolskyi/Kremlin via Reuters

O presidente russo, Vladimir Putin, teria sofrido uma tentativa de assassinato há 2 meses, segundo informações do chefe da Diretoria de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia, Kyrylo Budanov. O suposto ataque teria acontecido na região do Cáucaso, território que abrange Armênia, Azerbaijão, Geórgia e o sul da Rússia.

“Ele foi até atacado na linha de, como dizem, representantes do Cáucaso, não muito tempo atrás. Esta é uma informação não pública. Tentativa absolutamente mal-sucedida, mas realmente aconteceu. Foi cerca de 2 meses atrás”, disse Budanov.

A tentativa de assassinato teria acontecido nos primeiros dias da invasão na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro. O Kremlin ainda não comentou as informações divulgadas por Budanov.

Recentemente, o chefe de Inteligência do governo ucraniano disse que o presidente russo estaria “gravemente doente” em decorrência de um câncer e que um golpe já estaria planejado para tirá-lo do poder. O governo russo negou os rumores.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Pandemia “certamente não acabou”, diz diretor-geral da OMS

Foto: Christopher Black/World Health Organization/Reuters

A pandemia de Covid-19 “certamente não acabou”, alertou nesse domingo (22) o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a sessão de abertura da assembleia anual da agência da entidade.

Mais de 100 ministros da Saúde de todo o mundo se reúnem em Genebra, na Suíça, nesta semana para a primeira Assembleia Mundial da Saúde da OMS em três anos.

Falando às autoridades de Saúde, Tedros reconheceu que “os casos relatados [de Covid] diminuíram significativamente desde o pico da onda [da variante] Ômicron, em janeiro deste ano”. “E as mortes relatadas são as mais baixas desde março de 2020”, acrescentou.

“Em muitos países, todas as restrições foram suspensas e a vida se parece muito com antes da pandemia. Então acabou? Não, certamente não acabou. Eu sei que essa não é a mensagem que você quer ouvir, e definitivamente não é a mensagem que eu quero entregar”, alertou o diretor-geral da OMS.

Por fim, o diretor-geral da OMS criticou o relaxamento das medidas de proteção contra o coronavírus adotadas por diversos países do mundo. “Abaixamos a guarda por nossa conta e risco. O aumento da transmissão significa mais mortes, especialmente entre os não vacinados, e mais risco de surgimento de uma nova variante. Recusar testes e sequenciamento significa que estamos nos cegando para a evolução do vírus”, salientou.

 

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

ONU reduz para 3,1% a previsão de crescimento da economia global

Foto: Reprodução

A Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu a expectativa de crescimento da economia global de 4% para 3,1%, alegando que a guerra na Ucrânia causou um aumento mundial no preço de alimentos e commodities e na pressão inflacionária, o que dificultou a retomada econômica da pandemia de covid-19.

O relatório elaborado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (DESA) ainda alertou que o crescimento de 3,1% “enfrenta risco significante de uma intensificação da guerra da Ucrânia e de potenciais novas ondas da pandemia”.

A ONU ainda estima que a inflação global vai aumentar 6,7% neste ano, mais do que o dobro do crescimento médio da inflação entre 2010 e 2020, que foi de 2,9% ao ano.

O cenário fez com que o secretário-geral da ONU, António Guterres, pedisse por uma ação “rápida e decisiva” para garantir um fluxo constante de alimentos e energia no mercado mundial. Ele sugeriu o fim de barreiras de importação e a venda de excedentes para lidar com os preços e “acalmar a volatilidade dos mercados”.

O relatório disse ainda que a guerra da Ucrânia não afeta só o país, mas a Ásia Central e a Europa. 

Valor Investe

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Mundo

Chanceler russo diz que adesão de Finlândia e Suécia à Otan terá consequências

Foto: REUTERS/Thomas Peter/Pool

O vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, disse nesta segunda-feira (16) que a Finlândia e a Suécia não devem ter acreditar que Moscou vai tolerar sua adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), chamando a decisão de um erro que teria consequências abrangentes.

A mudança de postura de duas potências historicamente neutras seria uma das maiores transformações da arquitetura de segurança da Europa em décadas, refletindo uma mudança radical nas percepções na região nórdica desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro.

“É claro que a situação está mudando radicalmente à luz do que está acontecendo”, disse Ryabkov, segundo a agência de notícias Interfax. “O fato de que a segurança da Suécia e da Finlândia não será reforçada como resultado desta decisão é muito claro para nós”.

“Eles não devem ter ilusões de que simplesmente vamos tolerar isso”, afirmou Ryabkov. “O nível geral de tensão militar aumentará, a previsibilidade nessa esfera diminuirá. É uma pena que o bom senso esteja sendo sacrificado por alguma disposição fantasma sobre o que deve ser feito nessa situação”, declarou o vice-chanceler.

A Otan e os Estados Unidos disseram no domingo (15) que estavam confiantes de que a Turquia, que tem boas relações com a Rússia, não suspenderia a adesão dos dois Estados nórdicos à aliança militar ocidental.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.