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América Latina está ficando menos católica; Veja os possíveis motivos

Tradicionalmente, a Igreja Católica foi predominante entre os latino-americanos, influenciando esses povos de aspectos culturais a políticos. Os números mostram, no entanto, que o catolicismo está perdendo força na região. Nos últimos 10 anos, o número de pessoas que não se identificam com nenhuma religião cresceu 6% na América Latina.

No gráfico abaixo, é possível ver como o percentual daqueles que se consideram católicos diminuiu nesses países.

Foto: Reprodução

Em alguns países, a queda foi mais brusca que em outros. Na Argentina, por exemplo, o percentual passou de 76% para 49% em apenas 10 anos. Além disso, as religiões evangélicas ganharam força. No Brasil, por exemplo, o percentual de evangélicos passou de 3% em 2000 para 22% em 2020.

Os jovens parecem ter mais religiões para escolher, com mais formas alternativas de espiritualismo — “eu acredito em energia”. Em nações como o Chile, a confiança na instituição caiu depois de casos de abuso sexual.

O declínio da Igreja Católica está sendo relacionado com algumas mudanças políticas na América Latina, envolvendo pautas como aborto, casamento gay e direitos dos transgêneros.

Expandindo o foco

Considerando o mundo todo, o número de católicos batizados aumentou, com a participação da religião se mantendo na casa dos 17% de toda a população.

 

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Ônibus que retiravam civis de Lugansk, na Ucrânia, são atingidos por tropas russas

Foto: Mykhaylo Palinchak/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Soldados russos dispararam contra dois ônibus que estavam evacuando civis na cidade de Popasna, na parte oriental de Lugansk, acusou o prefeito da cidade, Mykola Khanatov, ao jornal “Kyiv Independent” neste sábado (30). É o segundo ataque do tipo na região.

Conforme o líder municipal, desde a ação, a comunicação com os organizadores do comboio foi perdida e não se sabe se há feridos ou vítimas. Khanatov informou que cada vez mais chegam relatos de ações do tipo em várias áreas de Lugansk, que tem forte atuação de grupos separatistas pró-Rússia e militares de Moscou.

Já o chefe da administração militar regional de Lugansk, Sergii Gaidai, afirmou ao portal “Unian” que um carro de polícia que estava entregando itens médicos a um hospital em Severodonetsk foi atacado por soldados russos. Um outro veículo de voluntários, que estava fazendo o mesmo trabalho, também foi atingido. Não se sabe se há vítimas.

Lugansk e Donetsk ficam na região do Donbass, área que agora é um dos principais focos da guerra da Rússia juntamente com o sul do país. As duas regiões têm grupos separatistas que se autodeclaram independentes da Ucrânia, mas grande parte dos territórios ainda estavam sob controle de Kiev antes do início do conflito.

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Brasil é um dos países mais buscados por imigrantes venezuelanos em busca de vida melhor

Foto: EFE/Edinsson Figueroa

Entre olhares desconfiados e cansados, crianças brincando e malas que se amontoam, filas se formam nas tendas da Operação Acolhida, com centenas de venezuelanos que ainda buscam no Brasil um local para recomeçar a vida.

Na fronteira entre Santa Elena de Uairén e Pacaraima, cerca de 750 pessoas por dia, em média, atravessam para o lado brasileiro, carregando o que coube em malas e trazendo também expectativas: de encontrar parentes e amigos que já estão no país, de conseguir emprego e de uma nova vida.

Nas tendas da Operação Acolhida, criada em 2018, os atendimentos não param. Há guichês para pedidos de residência e refúgio, para emissão de documentos, como CPF e cartão SUS, para cadastro no sistema de emprego. Uma força-tarefa atua nesse primeiro contato do migrante com o Brasil para facilitar a entrada e interiorização dos venezuelanos.

O país é o quinto destino mais procurado por esses migrantes para viver. De janeiro de 2017 a março de 2022, o Brasil recebeu 325.763 venezuelanos que permaneceram aqui.

Em primeiro lugar está a Colômbia, com 1.842.390 refugiados venezuelanos; seguida pelo Peru, com 1.286.464. Equador (513.903) e Chile (448.138) ocupam a terceira e quarta posição, respectivamente. Os dados são da plataforma R4V, que reúne informações do sistema das Nações Unidas e do governo brasileiro.

Em uma das filas, Yurisbel Lopes aguardava atendimento acompanhada pelos dois filhos pequenos. Havia chegado naquele dia de San Félix, no norte da Venezuela, depois de 12 horas em um ônibus, percorrendo cerca de 600 quilômetros (km) até ali.

Mas ela sabe que a fronteira é apenas uma das etapas até conseguir chegar no local em que o marido a espera, em Santa Catarina, a mais de 5,2 mil km dali. Deixou para trás os outros familiares e trouxe em três malas o que restou da vida no país natal.

Agência Brasil

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LENTIDÃO: WhatsApp apresenta instabilidade nesta quinta

Foto: Reprodução

Usuários ao redor do mundo estão com dificuldades para enviar mensagens no WhatsApp nesta quinta-feira (28). O site Downdetector, que reúne relatos sobre falhas em plataformas, registrou uma alta nas notificações sobre o aplicativo.

Por volta das 17h40 (horário de Brasília), eram mais de 3.300 reclamações entre usuários no Brasil. Nos Estados Unidos, a ferramenta registrou cerca de 4.200 notificações relacionadas ao mensageiro.

O Facebook, que, assim como o WhatsApp, é controlado pela Meta, também registrou uma alta na quantidade de reclamações no Downdetector dos EUA, chegando a cerca de 190 relatos de falha. No Brasil, houve em torno de 20 notificações sobre a rede social.

A empresa ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

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Políticos e economistas repercutem a compra do Twitter por Elon Musk

Foto: reprodução

A compra do Twitter pelo bilionário Elon Musk está repercutindo no mundo todo, especialmente nos Estados Unidos, onde fica a empresa. A principal preocupação é com o controle de conteúdo.

O novo dono da plataforma era um crítico da plataforma. Musk era contra as regras de moderação da empresa e dizia que a rede impedia o que ele considera ser a liberdade de expressão.

A Anistia Internacional expressou preocupação. O diretor de tecnologia e direitos humanos da organização, Michael Kleinman, escreveu: “a última coisa que precisamos é de um Twitter que voluntariamente feche os olhos para discursos violentos e abusivos contra usuários, particularmente aqueles desproporcionalmente mais impactados, incluindo mulheres, pessoas não-binárias e outros”.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, afirmou: “liberdade de expressão é vital, mas não significa um passe livre para o ódio. Discurso de ódio on-line bota lenha na fogueira do preconceito e leva a violência trágica e terrível no mundo real”.

Nos Estados Unidos, a venda do Twitter levou à retomada das discussões sobre a necessidade de criar regras claras para as redes sociais. Políticos dos partidos Republicano e Democrata, além da Casa Branca, falaram sobre o assunto.

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GUERRA: Ucranianas podem ter sido estupradas antes de serem mortas, dizem médicos

Foto: Reprodução

Médicos forenses dizem que há evidências de que mulheres ucranianas estão sendo estupradas antes de serem mortas pelas tropas russas, segundo reportagem do jornal The Guardian.

De acordo com Vladyslav Perovskyi, um dos médicos que falou com o jornal, a Ucrânia tem “alguns casos que sugerem que essas mulheres foram estupradas antes de serem mortas a tiros”. Perovskyi diz ter feito dezenas de autópsias em moradores das cidades de Bucha, Irpin e Borodianka que morreram durante a ofensiva da Rússia.

“Nós não podemos dar mais detalhes porque meus colegas ainda estão coletando dados e temos centenas de corpos para avaliar”, acrescentou o médico.

A equipe de Perovskyi examina cerca de 15 corpos por dia, muitos deles mutilados.
“Há muitos corpos queimados e corpos fortemente desfigurados que são simplesmente impossíveis de identificar”, disse. “O rosto pode ser esmagado em pedaços, você não pode montá-lo novamente, às vezes não há cabeça nenhuma.”

Alguns dos corpos, segundo o médico, tinham sinais de que as vítimas foram mortas por tiros automáticos, com mais de seis buracos de bala nas costas.

Oleh Tkalenko, promotor sênior da região de Kiev, disse ao Guardian que detalhes de supostos estupros foram encaminhados ao seu escritório, que investiga circunstâncias como locais e idades das vítimas.

“Os casos de estupro são um assunto muito delicado e sensível”, afirmou Tkalenko. “Os médicos forenses têm uma tarefa específica de verificar a genitália das vítimas do sexo feminino e procurar sinais de estupro.”

Um legista estrangeiro trabalhando ao norte de Kiev, que pediu para permanecer anônimo, disse que alguns corpos “estão em tão mau estado” que não é fácil encontrar sinais de estupros e abusos sexuais: “Mas estamos coletando evidências em alguns casos de mulheres que acreditamos terem sido estupradas antes de ser assassinadas.”

Após a retirada das tropas russas de cidades e subúrbios ao redor da capital, dezenas de mulheres contaram à polícia, à mídia e a organizações de direitos humanos sobre as atrocidades que elas dizem ter sofrido nas mãos de soldados russos. Os investigadores ouviram testemunhos de estupros coletivos, assaltos à mão armada e estupros cometidos na frente de crianças.

Com informações FolhaPress

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Zelensky diz não ter medo de Putin e pede reunião com líder russo para ‘pôr fim à guerra’

Fotos: EFE/EPA/Ukrainian Presidential Press Service Handout

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu, neste sábado (23), uma reunião com o seu homólogo russo, Vladimir Putin. O líder de Kiev declarou que o encontro seria importante para “pôr fim à guerra” e disse não temer o representante de Moscou.

“Acredito que quem começou a guerra poderá pôr fim nela”, disse Zelensky em uma coletiva de imprensa em uma estação de metrô no centro de Kiev. O líder ucraniano reiterou que não tinha “medo” de se reunir com Putin, se isso permitisse alcançar um acordo de paz entre os dois países.

“Eu insisti desde o início sobre [a importância de] negociações com o presidente russo”, disse o líder ucraniano. “Não é que eu queira [encontrá-lo], e sim que devo encontrá-lo para resolver esse conflito pela via diplomática”, completou.

Porém, ao mesmo tempo em que pediu para se reunir com Putin, Zelensky também advertiu à Rússia que encerrará todas as negociações de paz caso soldados ucranianos sejam mortos em Mariupol, no sudeste do país.

“Se nossos homens forem assassinados em Mariupol e se forem organizados supostos referendos na região de Kherson (sul), a Ucrânia vai se retirar de todo processo de negociação”, afirmou Zelensky.

Com informações g1

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Ataque com míssil mata cinco e deixa 18 feridos em Odessa, na Ucrânia, diz oficial

Foto: Reuters/Gleb Garanich

Pelo menos cinco pessoas morreram e 18 ficaram feridas em um ataque com mísseis na cidade portuária de Odessa, no sul da Ucrânia, neste sábado (23), disse o chefe de gabinete do presidente, Andriy Yermak, em um post online.

“Um ataque com mísseis foi lançado em Odessa”, disse o comunicado. “As instalações de infraestrutura foram atingidas. Não compartilhe fotos e vídeos, não ajude o inimigo. A informação está sendo esclarecida.

O comando aéreo do sul da Ucrânia havia dito anteriormente que dois mísseis atingiram uma instalação militar e dois edifícios residenciais em Odessa.

O suposto ataque ocorre no momento em que altos oficiais militares russos revelaram que o objetivo da invasão da Ucrânia é assumir o “controle total” do sul da Ucrânia, bem como da região leste de Donbas.

O major-general Rustam Minnekaev, comandante interino do Distrito Militar Central da Rússia, disse que o controle sobre o sul da Ucrânia daria às forças russas acesso à Transnístria – um estado separatista na Moldávia, onde um contingente de forças russas está estacionado desde o início dos anos 1990 – de acordo com a TASS, uma agência de notícias estatal russa.

CNN Brasil com Reuters

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Secretário-geral da ONU, António Guterres, marca reuniões com Putin e Zelensky

Foto: Michael Sohn/Pool/AFP

O secretário-geral da ONU, António Guterres, viajará para a Ucrânia na próxima semana, onde deverá se encontrar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na quinta-feira, de acordo com um porta-voz da ONU.

Guterres também se reunirá com o ministro das Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, bem como com funcionários da agência da ONU para discutir a ampliação da assistência humanitária à Ucrânia.

Neste sábado (23), a ONU disse que Guterres “será recebido pelo presidente Vladimir Putin” na terça-feira, depois de ter uma reunião de trabalho e almoço com o ministro das Relações Exteriores da Rússia.

Um porta-voz da ONU disse na quarta-feira que Guterres estava solicitando audiências separadas com Putin em Moscou e Zelensky na Ucrânia para discutir a necessidade urgente de trazer a paz.

Esta será a primeira vez que o secretário-geral da ONU vai falar com Vladimir Putin desde 24 de fevereiro, dia em que se iniciou a guerra na Ucrânia.

Críticas a Guterres

A viagem de Guterres à Rússia acontece em um momento em que o secretário-geral da ONU está sendo duramente criticado pelo que os críticos consideram como uma passividade em tomar medidas concretas para travar a guerra na Ucrânia.

Nesta semana, mais de 200 antigos dirigentes da ONU dirigiram uma carta a António Guterres, com um apelo para que seja mais proativo em relação a este conflito.

Os signatários alertaram que, a menos que Guterres atue de forma mais pessoal para assumir a liderança na tentativa de mediar a paz na Ucrânia, as Nações Unidas arriscam não apenas a irrelevância, mas a sua existência continuada.

CNN Brasil

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GUERRA NA EUROPA: Russos afirmam ter conquistado cidade portuária de Mariupol

Foto: Stringer/Anadolu Agency via Getty Images

A Rússia anunciou ter conquistado a cidade portuária de Mariupol, na Ucrânia, considerada estratégica pelos invasores. O relato foi feito pelo ministro da Defesa, Sergei Shoigu, ao próprio presidente Vladimir Putin.

Segundo a agência Interfax, Shoigu afirmou que os militares ucranianos restantes estão na zona industrial da siderúrgica Azovstal, enquanto o restante da cidade está vazia. Por esse motivo, Putin proibiu as forças russas de invadir o local, mas ordenou que os caminhos para lá fossem bloqueados.

“Não há necessidade de escalar essas catacumbas e rastejar no subsolo por essas instalações industriais. Bloqueie a zona industrial para que nem mesmo uma mosca possa passar”, disse Putin ao ministro, de acordo com a Interfax. Nos bastidores, o discurso é de defender as vidas dos militares russos, mas, na verdade, a resistência dos ucranianos fez com que os invasores desistissem.

Cerca de 2 mil combatentes ucranianos estariam na usina. Shoigu ainda teria informado a Putin que a Rússia está tirando de Mariupol mais de 142 mil civis, enquanto 1.478 militares se entregaram.

Nenhuma outra fonte independente ou os próprios ucranianos se pronunciaram sobre o assunto.

Evacuação

A vice-primeiro-ministro ucraniano e ministra da Reintegração dos Territórios Temporariamente Ocupados, Iryna Vereshchuk, afirmou que quatro ônibus de evacuação deixaram Mariupol na quarta-feira (20). Os civis passaram a noite em Berdyansk e estão a caminho de Zaporizhzhya.

“No que diz respeito a Mariupol, quatro ônibus de evacuação conseguiram sair da cidade pelo corredor humanitário de ontem. Eles passaram a noite em Berdyansk e agora estão indo para Vasylivka. Esperamos que cheguem a Zaporizhzhya em breve”, escreveu Vereshchuk na sua conta do Telegram, na manhã desta quinta-feira (21).

Também nesta quinta, os ucranianos tentam manter em segurança um corredor humanitário da região de Kherson.

Metrópoles

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