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Putin sofreu tentativa de assassinato, diz Inteligência da Ucrânia

Foto: Sputnik/Aleksey Nikolskyi/Kremlin via Reuters

O presidente russo, Vladimir Putin, teria sofrido uma tentativa de assassinato há 2 meses, segundo informações do chefe da Diretoria de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia, Kyrylo Budanov. O suposto ataque teria acontecido na região do Cáucaso, território que abrange Armênia, Azerbaijão, Geórgia e o sul da Rússia.

“Ele foi até atacado na linha de, como dizem, representantes do Cáucaso, não muito tempo atrás. Esta é uma informação não pública. Tentativa absolutamente mal-sucedida, mas realmente aconteceu. Foi cerca de 2 meses atrás”, disse Budanov.

A tentativa de assassinato teria acontecido nos primeiros dias da invasão na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro. O Kremlin ainda não comentou as informações divulgadas por Budanov.

Recentemente, o chefe de Inteligência do governo ucraniano disse que o presidente russo estaria “gravemente doente” em decorrência de um câncer e que um golpe já estaria planejado para tirá-lo do poder. O governo russo negou os rumores.

Poder360

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Pandemia “certamente não acabou”, diz diretor-geral da OMS

Foto: Christopher Black/World Health Organization/Reuters

A pandemia de Covid-19 “certamente não acabou”, alertou nesse domingo (22) o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a sessão de abertura da assembleia anual da agência da entidade.

Mais de 100 ministros da Saúde de todo o mundo se reúnem em Genebra, na Suíça, nesta semana para a primeira Assembleia Mundial da Saúde da OMS em três anos.

Falando às autoridades de Saúde, Tedros reconheceu que “os casos relatados [de Covid] diminuíram significativamente desde o pico da onda [da variante] Ômicron, em janeiro deste ano”. “E as mortes relatadas são as mais baixas desde março de 2020”, acrescentou.

“Em muitos países, todas as restrições foram suspensas e a vida se parece muito com antes da pandemia. Então acabou? Não, certamente não acabou. Eu sei que essa não é a mensagem que você quer ouvir, e definitivamente não é a mensagem que eu quero entregar”, alertou o diretor-geral da OMS.

Por fim, o diretor-geral da OMS criticou o relaxamento das medidas de proteção contra o coronavírus adotadas por diversos países do mundo. “Abaixamos a guarda por nossa conta e risco. O aumento da transmissão significa mais mortes, especialmente entre os não vacinados, e mais risco de surgimento de uma nova variante. Recusar testes e sequenciamento significa que estamos nos cegando para a evolução do vírus”, salientou.

 

CNN Brasil

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ONU reduz para 3,1% a previsão de crescimento da economia global

Foto: Reprodução

A Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu a expectativa de crescimento da economia global de 4% para 3,1%, alegando que a guerra na Ucrânia causou um aumento mundial no preço de alimentos e commodities e na pressão inflacionária, o que dificultou a retomada econômica da pandemia de covid-19.

O relatório elaborado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (DESA) ainda alertou que o crescimento de 3,1% “enfrenta risco significante de uma intensificação da guerra da Ucrânia e de potenciais novas ondas da pandemia”.

A ONU ainda estima que a inflação global vai aumentar 6,7% neste ano, mais do que o dobro do crescimento médio da inflação entre 2010 e 2020, que foi de 2,9% ao ano.

O cenário fez com que o secretário-geral da ONU, António Guterres, pedisse por uma ação “rápida e decisiva” para garantir um fluxo constante de alimentos e energia no mercado mundial. Ele sugeriu o fim de barreiras de importação e a venda de excedentes para lidar com os preços e “acalmar a volatilidade dos mercados”.

O relatório disse ainda que a guerra da Ucrânia não afeta só o país, mas a Ásia Central e a Europa. 

Valor Investe

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Chanceler russo diz que adesão de Finlândia e Suécia à Otan terá consequências

Foto: REUTERS/Thomas Peter/Pool

O vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, disse nesta segunda-feira (16) que a Finlândia e a Suécia não devem ter acreditar que Moscou vai tolerar sua adesão à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), chamando a decisão de um erro que teria consequências abrangentes.

A mudança de postura de duas potências historicamente neutras seria uma das maiores transformações da arquitetura de segurança da Europa em décadas, refletindo uma mudança radical nas percepções na região nórdica desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro.

“É claro que a situação está mudando radicalmente à luz do que está acontecendo”, disse Ryabkov, segundo a agência de notícias Interfax. “O fato de que a segurança da Suécia e da Finlândia não será reforçada como resultado desta decisão é muito claro para nós”.

“Eles não devem ter ilusões de que simplesmente vamos tolerar isso”, afirmou Ryabkov. “O nível geral de tensão militar aumentará, a previsibilidade nessa esfera diminuirá. É uma pena que o bom senso esteja sendo sacrificado por alguma disposição fantasma sobre o que deve ser feito nessa situação”, declarou o vice-chanceler.

A Otan e os Estados Unidos disseram no domingo (15) que estavam confiantes de que a Turquia, que tem boas relações com a Rússia, não suspenderia a adesão dos dois Estados nórdicos à aliança militar ocidental.

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Após suspender negociações, Musk afirma estar ‘comprometido’ com compra do Twitter

Foto: Reprodução

O bilionário Elon Musk disse que ainda está comprometido com a compra do Twitter. A declaração foi dada pelo empresário horas depois de anunciar que a negociação para a aquisição da empresa está temporariamente suspensa.

“O acordo do Twitter está temporariamente suspenso por pendências em detalhes que sustentam que contas falsas de fato representam menos de 5% dos usuários”, disse Musk em seu perfil.

Em seguida, completou: “Ainda comprometido com a compra”. Em outros momentos, Musk já havia afirmado que remover “bots de spam” do Twitter era uma de suas prioridades.

Após confirmar a compra da rede social, o bilionário disse que queria “tornar o Twitter melhor do que nunca, aprimorando o produto com novos recursos, tornando os algoritmos de código aberto para aumentar a confiança, derrotando os bots de spam e autenticando todos os humanos”.

Jovem Pan

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Estados Unidos ultrapassam um milhão de mortes por Covid-19

Foto: MARK FELIX / AFP

Os Estados Unidos ultrapassam a marca de um milhão de mortes relacionadas a Covid-19. A informação foi confirmada pela Casa Branca nesta quinta-feira. O total é o mais alto já registrado no mundo, embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) acredite que o verdadeiro número de vítimas possa ser muito maior em diversos países com subnotificação de casos.

“Hoje, chegamos a um trágico marco: um milhão de vidas americanas perdidas para a Covid-19. Um milhão de cadeiras vazias ao redor da mesa de jantar. Cada uma delas uma perda irreparável. Cada uma delas deixando para trás uma família, uma comunidade, e uma nação que mudou para sempre por causa dessa pandemia. Jill e eu rezaremos por cada uma delas”, disse o preside Joe Biden em comunicado.

Biden também ordenou que bandeiras sejam hasteadas a meio mastro para registrar o marco. O número de hoje supera as 675 mil mortes estimadas durante o surto de gripe espanhola de 1918-19, a pandemia mais grave dos últimos tempos.

“Devemos permanecer vigilantes contra essa pandemia e fazer tudo o que pudermos para salvar o maior número possível de vidas, como fizemos com mais testes, vacinas e tratamentos do que nunca”, ressaltou Biden.

80 milhões de casos

O primeiro caso confirmado no país foi relatado em 20 de janeiro de 2020, quando um homem voltou para casa, em Seattle, após um voo que saiu de Wuhan, na China. Desde então, os EUA já registraram mais de 80 milhões de casos da doença.

Conforme especialistas em saúde pública o alto número de mortos nos EUA pode ser resultado de diversos fatores, como altas taxas de obesidade e hipertensão; sistemas hospitalares sobrecarregados; hesitação para tomar as vacinas e grande população idosa.

O Globo

 

 

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Itália apreende iate avaliado em US$ 700 milhões vinculado a Putin

Autoridades italianas anunciaram na sexta-feira (6) a apreensão de um iate avaliado em US$ 700 milhões. Segundo o Ministério das Finanças da Itália, o dono da embarcação tem “ligações econômicas e comerciais significativas” com “elementos proeminentes do governo russo sujeitos a sanções da UE”. Há rumores de que o proprietário do iate seja o próprio presidente da Rússia, Vladimir Putin.

Batizado de Scheherazade, o iate atracado na Marina di Carrara, na Toscana, tem 140 metros de comprimento. Acomoda 2 heliportos, academia de ginástica e piscina que vira pista de dança. A embarcação tinha acabado de passar por uma reforma e se preparava para deixar o local.

O Ministério das Finanças italiano também disse ter constatado em investigação que o dono da embarcação é um indivíduo que “ameaça a paz e a segurança internacional” ao “minar ou ameaçar a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia”. A pessoa, no entanto, não foi nomeada.

Formalmente, o veículo pertence à offshore Beilor Asset Limited, com sede nas Ilhas Marshall.

Aliados do ativista russo Alexei Navalny, preso em Moscou, têm afirmado que o iate pertence ao próprio Putin. Paralelamente, um integrante da tripulação do Scheherazade disse ao New York Times que ele e os demais funcionários da embarcação sempre acreditaram que o verdadeiro dono é o presidente russo.

Daniele Franco, ministro das Finanças da Itália, falou que o ativo ficará congelado enquanto aguarda decisões da União Europeia.

Poder 360

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América Latina está ficando menos católica; Veja os possíveis motivos

Tradicionalmente, a Igreja Católica foi predominante entre os latino-americanos, influenciando esses povos de aspectos culturais a políticos. Os números mostram, no entanto, que o catolicismo está perdendo força na região. Nos últimos 10 anos, o número de pessoas que não se identificam com nenhuma religião cresceu 6% na América Latina.

No gráfico abaixo, é possível ver como o percentual daqueles que se consideram católicos diminuiu nesses países.

Foto: Reprodução

Em alguns países, a queda foi mais brusca que em outros. Na Argentina, por exemplo, o percentual passou de 76% para 49% em apenas 10 anos. Além disso, as religiões evangélicas ganharam força. No Brasil, por exemplo, o percentual de evangélicos passou de 3% em 2000 para 22% em 2020.

Os jovens parecem ter mais religiões para escolher, com mais formas alternativas de espiritualismo — “eu acredito em energia”. Em nações como o Chile, a confiança na instituição caiu depois de casos de abuso sexual.

O declínio da Igreja Católica está sendo relacionado com algumas mudanças políticas na América Latina, envolvendo pautas como aborto, casamento gay e direitos dos transgêneros.

Expandindo o foco

Considerando o mundo todo, o número de católicos batizados aumentou, com a participação da religião se mantendo na casa dos 17% de toda a população.

 

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Ônibus que retiravam civis de Lugansk, na Ucrânia, são atingidos por tropas russas

Foto: Mykhaylo Palinchak/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Soldados russos dispararam contra dois ônibus que estavam evacuando civis na cidade de Popasna, na parte oriental de Lugansk, acusou o prefeito da cidade, Mykola Khanatov, ao jornal “Kyiv Independent” neste sábado (30). É o segundo ataque do tipo na região.

Conforme o líder municipal, desde a ação, a comunicação com os organizadores do comboio foi perdida e não se sabe se há feridos ou vítimas. Khanatov informou que cada vez mais chegam relatos de ações do tipo em várias áreas de Lugansk, que tem forte atuação de grupos separatistas pró-Rússia e militares de Moscou.

Já o chefe da administração militar regional de Lugansk, Sergii Gaidai, afirmou ao portal “Unian” que um carro de polícia que estava entregando itens médicos a um hospital em Severodonetsk foi atacado por soldados russos. Um outro veículo de voluntários, que estava fazendo o mesmo trabalho, também foi atingido. Não se sabe se há vítimas.

Lugansk e Donetsk ficam na região do Donbass, área que agora é um dos principais focos da guerra da Rússia juntamente com o sul do país. As duas regiões têm grupos separatistas que se autodeclaram independentes da Ucrânia, mas grande parte dos territórios ainda estavam sob controle de Kiev antes do início do conflito.

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Brasil é um dos países mais buscados por imigrantes venezuelanos em busca de vida melhor

Foto: EFE/Edinsson Figueroa

Entre olhares desconfiados e cansados, crianças brincando e malas que se amontoam, filas se formam nas tendas da Operação Acolhida, com centenas de venezuelanos que ainda buscam no Brasil um local para recomeçar a vida.

Na fronteira entre Santa Elena de Uairén e Pacaraima, cerca de 750 pessoas por dia, em média, atravessam para o lado brasileiro, carregando o que coube em malas e trazendo também expectativas: de encontrar parentes e amigos que já estão no país, de conseguir emprego e de uma nova vida.

Nas tendas da Operação Acolhida, criada em 2018, os atendimentos não param. Há guichês para pedidos de residência e refúgio, para emissão de documentos, como CPF e cartão SUS, para cadastro no sistema de emprego. Uma força-tarefa atua nesse primeiro contato do migrante com o Brasil para facilitar a entrada e interiorização dos venezuelanos.

O país é o quinto destino mais procurado por esses migrantes para viver. De janeiro de 2017 a março de 2022, o Brasil recebeu 325.763 venezuelanos que permaneceram aqui.

Em primeiro lugar está a Colômbia, com 1.842.390 refugiados venezuelanos; seguida pelo Peru, com 1.286.464. Equador (513.903) e Chile (448.138) ocupam a terceira e quarta posição, respectivamente. Os dados são da plataforma R4V, que reúne informações do sistema das Nações Unidas e do governo brasileiro.

Em uma das filas, Yurisbel Lopes aguardava atendimento acompanhada pelos dois filhos pequenos. Havia chegado naquele dia de San Félix, no norte da Venezuela, depois de 12 horas em um ônibus, percorrendo cerca de 600 quilômetros (km) até ali.

Mas ela sabe que a fronteira é apenas uma das etapas até conseguir chegar no local em que o marido a espera, em Santa Catarina, a mais de 5,2 mil km dali. Deixou para trás os outros familiares e trouxe em três malas o que restou da vida no país natal.

Agência Brasil

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