Mundo

Paraibana fica presa em bar por duas horas em Halloween na Coreia do Sul: ‘até que os corpos fossem levados’

Yoranne Silvera com seus amigos, na festa de Hallowen do último sábado (29), na Coreia do Sul. Fotos foram feitas antes da tragédia.   — Foto: Arquivo pessoal

A estudante paraibana Yoranne Silveira, de 19 anos, que mora há 6 meses na Coreia do Sul, esteve na festa de Halloween, em Itaewon, que terminou com mais de 150 mortos no sábado (29). Durante o ocorrido, ela ficou presa em um bar e só conseguiu sair duas horas depois, quando o Corpo de Bombeiros já havia retirado os corpos. Segundo a estudante, o que aconteceu foi um ‘efeito dominó’, pois, por não conseguirem se mover no espaço, as pessoas começaram a empurrar umas às outras e foram pisoteadas.

“Chegou um momento em que as pessoas não conseguiam se locomover por espontânea vontade, muitas pessoas começaram a ser empurradas e isso causou um efeito dominó à medida que foram se formando pilhas de corpos. Quem estava embaixo ia sendo esmagado, pisoteado. Foi esse o motivo de muitas pessoas terem tido parada cardíaca”, explica Yoranne.

A tragédia aconteceu na noite de sábado em Seul, capital sul-coreana, em um bairro que é muito conhecido por seus bares e restaurantes. “Todo ano é comemorada essa festa de Halloween neste bairro que fica localizado na capital Sul Coreana. É um bairro muito conhecido por suas ‘nights’, um dos bairros mais famosos, procurados por turistas”, afirma a estudante.

G1

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Mundo

Pelo menos 120 pessoas morrem em festa de Halloween na Coreia do Sul

Uma comemoração de Halloween na capital da Coréia do Sul, Seul, terminou com pelo menos 120 mortes neste sábado (29). O evento reuniu mais de 100 mil pessoas às ruas da cidade, sendo que algumas sofreram paradas cardíacas e dificuldades respiratórias.

De acordo com os relatos da imprensa estrangeira, havia mais pessoas que espaço na comemoração. Uma das ruas, que era bem estreita, encurralou parte da multidão, que além de alguns sofrerem infartos ou dificuldades de respiração, também foram pisoteadas por outros.

Além das mortes, mais de 100 pessoas ficaram feridas e que podem chegar a falecer posteriormente, como relatou o bombeiro Choi Seong-beom, chefe dos bombeiros do distrito de Yongsan. O presidente do país, Yoon Suk-yeol, ordenou o envio de uma equipe médica de emergência para a área e disse que os leitos hospitalares devem estar prontos para tratar os doentes.

Essa festa de Halloween é tradicional nas ruas de Seul há cerca de dez anos, e foi a primeira sem a utilização de máscaras desde o início da pandemia de Covid-19. A tragédia ocupa a segunda colocação na Coréia do Sul, ficando atrás do afundamento de uma embarcação em 2014, que matou mais de 300 pessoas.

G1

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Mundo

Polícia paraguaia prende segundo suspeito de participar da morte de estudante paraibano


A polícia paraguaia prendeu, nessa segunda-feira (24), mais um suspeito de envolvimento na morte do estudante paraibano Anderson Hugo Pereira Félix, de 29 anos.

Anderson Hugo foi encontrado morto no dia 16 de outubro em uma estrada de terra na cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira do Paraguai com o Brasil. Exames feitos pelas autoridades locais indicaram que a morte do jovem teria sido provocada por uma forte pancada na cabeça. Ele voltava de uma festa em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, quando foi vítima da violência.

Imagens de circuitos de segurança mostram quando Anderson Hugo encontra um rapaz, identificado como Moroni Denner Rodríguez Romero, de 22 anos, na saída da festa. O paraibano parece estar grogue e é conduzido pelo colega até um carro. Na quinta-feira (20), Moroni recebeu voz de prisão durante depoimento à polícia. Ele nega ter participação no crime.

Já o suspeito preso nessa segunda (24) seria Silvano Meires Araújo, de 35 anos. Segundo apuração da TV Correio, ele é apontado pela polícia como um dos ocupantes do carro que levou Anderson Hugo até a estrada de terra onde aconteceu o assassinato. Assim como Moroni, Silvano foi preso enquanto prestava depoimento à polícia.

Autoridades do Paraguai e do Brasil ainda não falaram sobre possíveis motivações do crime. Um terceiro suspeito ainda é procurado.

Natural de Tavares, no Sertão da Paraíba, Anderson Hugo Pereira Félix era enfermeiro e estudava Medicina na Universidad Autonoma San Sebastian (UASS). Ele iniciou o curso durante a pandemia, de forma remota, e passou a morar no Paraguai somente em junho deste ano, quando a instituição retomou as atividades presenciais.

Portal Correio

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WhatsApp apresenta instabilidade em todo o mundo nesta terça

O mais popular aplicativo de mensagens WhatsApp parou de funcionar em várias partes do mundo nesta terça-feira (25).

Usuários na América do Sul, Europa, Ásia e África relatam instabilidade na plataforma em outras redes sociais, especialmente no Twitter, desde o meio desta madrugada. Os usuários reclamam que não conseguem enviar nem receber mensagens.

O pico de reclamações ocorreu por volta das 4h desta terça, segundo o site “Downdetector”, que reúne relatos de falhas no serviço. Até por volta de 5h20, a plataforma seguia sem funcionar.

Os primeiros relatos foram registrados na Índia (Ásia), Reino Unido, França e Portugual (Europa), África do Sul (África) e no Brasil (América do Sul).

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para enviar mensagens e estamos trabalhando para restaurar o WhatsApp para todos o mais rápido possível”, disse um porta-voz da Meta Platforms, empresa controladora do WhatsApp, à Reuters.

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Mundo

Ucrânia fala em 1 milhão sem energia após acusar Rússia de novos ataques

Foto: Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images

Usinas de abastecimento elétrico em toda a Ucrânia foram atingidas por mísseis russos neste sábado (22), de acordo com a Força Aérea de Kiev. Várias regiões do país relataram queda de energia, e, segundo o assessor do presidente Volodimir Zelenski, mais de um milhão de residências estão sem eletricidade.

Autoridades afirmam que, ao todo, 33 mísseis foram disparados, 18 dos quais abatidos. A Rússia tem realizado ataques contra estruturas de energia desde o dia 10, o que impôs dificuldades a até 40% de todo o sistema e fez com que ao menos metade da geração de energia térmica ficasse comprometida.

Na semana passada, a Ucrânia sofreu as maiores ofensivas russas com mísseis desde o início da guerra, em fevereiro. A ação foi uma resposta à explosão, por meio de um caminhão-bomba, da ponte da Crimeia, que liga a península anexada pela Rússia em 2014 ao território russo.

Para a estatal Ukrenergo, que opera a transmissão elétrica na Ucrânia, os danos da mais recente investida russa são “comparáveis ou podem exceder as consequências dos ataques de 10 e 12 de outubro”.

Também neste sábado, autoridades russas em Kherson pediram a saída imediata de civis da região. O comunicado veio após avisos de uma iminente ofensiva ucraniana para retomar o controle da cidade.

O aviso desencoraja a utilização de barcos para atravessar o Dnipro, importante rio para abastecimento de Kherson, e pede que todos departamentos e ministérios da administração russa deixem a região.

“Devido à situação tensa no front, o aumento do perigo de bombardeios e a ameaça de ataques terroristas, todos os civis devem deixar imediatamente a cidade e atravessar para a margem esquerda do rio Dnipro!”

Kherson é a única província que a Rússia manteve desde o início da invasão. A região é uma das quatro que o presidente Vladimir Putin afirma reivindicar “para sempre” como território russo. O líder do Kremlin disse estar preparado para usar armas nucleares para defender o que considera como terras russas.

A anexação declarada foi condenada por Ucrânia, aliados e Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Para o assessor de Zelenski, Mikhailo Podoliak, o objetivo de Moscou com as ofensivas é criar uma nova onda de refugiados na Europa. Já o vice-chefe da administração de Kiev, Petro Panteleev, afirmou que os disparos podem deixar a capital ucraniana sem energia e aquecimento por “vários dias ou semanas”.

Moscou reconheceu ter como alvo a infraestrutura de energia, mas negou mirar civis.

FolhaPress

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Judiciário

NY Times destaca momento de censura no Brasil: Moraes decide o que pode ser dito online

 

O poder conferido ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, de retirar postagens consideradas “fake news” de redes sociais durante o pleito deste ano de forma “unilateral” foi caracterizado pelo jornal The New York Times como uma das mais “ações mais agressivas tomadas por qualquer país para combater informações falsas”.

“A medida culmina em uma estratégia cada vez mais assertiva das autoridades eleitorais no Brasil para reprimir a desinformação que inundou a corrida presidencial do país nos últimos dias, incluindo alegações de que os candidatos são satanistas, canibais e pedófilos”, escreveu a publicação na edição desta sexta-feira (21/10).

A reportagem destaca as novas regras, aprovadas por unanimidade pelos sete juízes federais que compõem o Tribunal Eleitoral do Brasil, que ampliou os poderes ampliados do chefe das eleições. “De acordo com as regras aprovadas na quinta-feira, o chefe das eleições pode ordenar a remoção imediata de conteúdo que ele acredita ter violado ordens anteriores. As redes sociais devem cumprir as ordens de retirada do chefe eleitoral em até duas horas ou enfrentar uma possível suspensão de seus serviços no Brasil”, apontou.

98Fm

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Mundo

Liz Truss renuncia ao cargo de premiê do Reino Unido após 44 dias

A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, renunciou ao cargo nesta quinta-feira, 20, apósa penas 44 dias de governo, marcados por uma sucessão de crises que aumentou a pressão de parlamentares conservadores a um nível insustentável.

Com isso, aumentou a pressão de parlamentares conservadores sobre a recém-eleita liderança e culminou com a demissão do segundo ministro de seu gabinete em menos de dois meses de mandato.

A pressão dos parlamentares conservadores contra Truss alcançou o ápice na quarta-feira, 19, quando a premiê foi criticada por aliados – e também por opositores do Partido Trabalhista – durante uma ida à Câmara dos Comuns. O descontentamento de parte de sua bancada quase se converteu em uma rebelião partidária durante uma votação sobre a exploração de gás de xisto. A proposta do governo acabou sendo a vencedora, mas o desgaste com o próprio partido ficou evidenciado.

Apesar das tentativas de sinalização de Truss, parlamentares conservadores não diminuíram a pressão sobre a liderança. Em entrevista à rede britânica BBC, o parlamentar conservador Simon Hoare disse que o governo estava em desordem. “Ninguém tem um plano de rota. É todo tipo de luta corpo a corpo no dia-a-dia”, disse, acrescentando que Truss tinha “cerca de 12 horas” para reverter a situação.

“É hora da primeira-ministra ir”, disse a deputada Miriam Cates. Outro parlamentar conservador, Steve Double, disse: “Ela não está à altura do trabalho, infelizmente”.

Truss comunicou sua renúncia após uma reunião na manhã desta quinta com o supervisor da liderança do Partido Conservador, Graham Brady, foi convocado para uma reunião às pressas no número 10 de Downing Street na manhã desta quinta. Brady, que tem como tarefa avaliar se a premiê ainda tem o apoio dos membros do Partido Conservador no Parlamento, é uma figura central para a continuidade ou colapso do governo.

Há seis semanas no cargo, Truss viu sua popularidade despencar rapidamente. Um plano fracassado de recuperação econômica que causou uma crise social e política provocou a queda do secretário de Finanças, Kwasi Kwarteng. Na quarta-feira, em um sinal de indisciplina partidária, mais de dez deputados conservadores pediram a renúncia de Truss — que também viu a sua ministra do Interior, Suella Bravermam, desembarcar do governo.

Braverman, considerada parte da linha-dura do Partido Conservador, alegou como motivo da sua demissão ter usado a sua conta de e-mail pessoal para enviar um documento oficial a um colega, mas os meios de comunicação britânicos apontam principalmente para as diferenças entre as duas mulheres em relação à política de imigração.

Horas depois da demissão de Braverman, o gabinete indicou o ex-ministro dos Transportes de Boris Johnson, Grant Shapps, para o cargo. Shapps apoiou o adversário de Truss nas eleições internas do partido, Rishi Sunak, e sua indicação seria um sinal de “abertura” a outras alas da sigla, segundo observadores.

Estadão

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Jornalistas venezuelanos denunciam fechamento de 46 estações de rádio

O CNP (Colégio Nacional de Jornalistas da Venezuela) denunciou neste sábado (15), o fechamento de 46 estações de rádio em sete estados do país, que foram retiradas do ar pelo regulador de telecomunicações nos últimos quatro meses.

A secretária-geral do CNP, Delvalle Canelón, explicou à Agência EFE que esses fechamentos estão ocorrendo desde julho pela Conatel (Comissão Nacional de Telecomunicações), que não apenas ordena que as emissoras saiam do ar, assegurou, mas também “apreende os equipamentos de transmissão” dessas plataformas, ação que qualificou de “roubo”.

Ela explicou que os fechamentos registrados até agora ocorreram nos estados de Zulia (19), Cojedes (14), Sucre (4), Yaracuy (3), Portuguesa (2), Carabobo (2) e Barinas (2).

“Estamos preocupados porque isso representa um novo ataque do governo à sua chamada hegemonia da comunicação, que está cada vez mais se aproximando dos poucos meios de comunicação restantes”, disse.

Canelón destacou que a entidade reguladora negou a essas estações a licença para operar regularmente, apesar de terem apresentado a documentação necessária para esse fim em várias ocasiões. Acrescentou que nos últimos meses ordenou também a retirada do ar de programas de informação radiofônica que transmitem comentários ou fazem queixas da comunidade “que vão além daquilo que eles [o Estado] consideram ser liberdade de expressão”.

Em sua conta no Twitter, o CNP denunciou que esses eventos “contribuem para a política de censura promovida pelo Estado venezuelano”, que põe o país e seus cidadãos no “maior limiar do obscurantismo da informação”.

O sindicato dos jornalistas lembrou que informar não pode representar um crime e que a liberdade de informação e expressão é direito humano garantido na Constituição venezuelana.

No dia 12 de agosto, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa pediu ao Provedor de Justiça que mediasse para que cesse “o ataque contra as rádios e outros meios de comunicação” no estado de Cojedes, onde seis estações foram retiradas do ar pelo regulador de telecomunicações em julho.

R7

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Mundo

América Latina: Argentinos sofrem com inflação de 100% e se voltam aos lixões para sobreviver

Argentinos que enfrentam uma taxa de inflação superior a 100% este ano estão lutando para sobreviver, recorrendo à reciclagem de lixões ou fazendo fila para trocar seus pertences em clubes de troca. O país deve registrar o maior aumento nos preços este ano desde um período de hiperinflação por volta de 1990, um caso extremo mesmo em um mundo que luta amplamente para controlar a inflação impulsionada pela invasão russa à Ucrânia.

“Minha renda não é mais suficiente”, disse Sergio Omar, que passa 12 horas por dia vasculhando montanhas de lixo de um aterro sanitário em Lujan, a 65 quilômetros da capital Buenos Aires, em busca de papelão, plástico e metal para vender. Omar, de 41 anos, disse que os custos dos alimentos aumentaram tanto nos últimos meses que ficou difícil alimentar sua família com cinco filhos. Ele disse que um número crescente de trabalhadores informais vão ao depósito de lixo para encontrar qualquer item que possam vender na luta pela sobrevivência.

“O dobro de pessoas está vindo aqui porque há muita crise”, disse ele, explicando que pode ganhar entre 2 mil e 6 mil pesos (13 a 40 dólares) por dia vendendo lixo reciclável. Há um século, a Argentina era um dos países mais ricos do mundo. Mas nos últimos anos passou de uma crise econômica para outra e tem lutado para manter a inflação sob controle. Agora, os preços estão subindo no ritmo mais rápido desde a década de 1990, com os problemas existentes causados pela impressão de dinheiro e ciclos viciosos de aumentos de preços por empresas, agravados por aumentos globais nos custos de fertilizantes para agricultura e importação de gás.

Os níveis de pobreza foram superiores a 36% no primeiro semestre de 2022 e a pobreza extrema subiu para 8,8%, cerca de 2,6 milhões de pessoas. Os programas de bem-estar do governo ajudaram a evitar que ela subisse mais, mas ainda há alguns pedidos de mais gastos sociais, apesar dos fundos estatais limitados.

Folha

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Saúde

VÍDEO: Executiva da Pfizer admite que a vacina COVID-19 não foi testada antes do lançamento

Divulgação

Uma executiva da Pfizer disse, na segunda-feira (10), que nem ela nem outros funcionários da Pfizer sabiam se sua vacina COVID-19 interromperia a transmissão antes de entrar no mercado no ano passado.

O membro do Parlamento Europeu, Rob Roos, perguntou durante uma sessão: “A vacina Pfizer COVID foi testada para impedir a transmissão do vírus antes de entrar no mercado? Nós sabíamos sobre a interrupção da imunização antes que ela entrasse no mercado?”.

Janine Small, presidente de mercados desenvolvidos internacionais, da Pfizer, disse em resposta: “Não… Você sabe, nós tivemos que… realmente nos mover na velocidade da ciência para saber o que está acontecendo no mercado”.

 

Roos, da Holanda, argumentou em um vídeo no Twitter na segunda-feira que, após os comentários de Small, em sua opinião, milhões de pessoas em todo o mundo foram enganadas por empresas farmacêuticas e governos.

“Milhões de pessoas em todo o mundo se sentiram forçadas a se vacinar por causa do mito de que ‘você faz isso pelos outros’”, disse Roos. “Agora, isso acabou sendo uma mentira barata” e “deveria ser exposta”, acrescentou.

The Epoch Times

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