Mundo

Âncora da Fox News acusa gestão Biden de pressionar Bolsonaro

Tucker Carlson Tonight é o programa jornalístico mais assistido da tevê norte-americana. Em seu último episódio, o âncora da Fox News, emissora alinhada ao partido Republicano, de direita, denunciou as pressões do governo Joe Biden para que o presidente Jair Bolsonaro aceite o resultado das eleições que elegeram Lula no último domingo.

As críticas surgem no contexto das eleições de meio de mandato nos EUA — Biden pediu respeito aos resultados da votação, que ocorre na próxima terça-feira (8).

Na segunda-feira (31), dia seguinte à votação do segundo turno, o porta-voz do Departamento de Estados dos EUA, Ned Price, disse que “a votação reforça nossa confiança na força das instituições democráticas do Brasil, que desempenhou seu papel constitucional com eleições justas e livres com transparência”. Para Tucker Carlson, as autoridades norte-americanas só deveriam se manifestar nesse sentido após Bolsonaro aceitar a derrota.

Nas duas manifestações públicas que fez após a votação de domingo, o ministro-chefe da Casa Civli, Ciro Nogueira, anunciou que o gabinete de transição para o governo Lula será instalado a partir desta quinta-feira.

A Casa Branca se manifestou sobre o gesto de Nogueira: “Estamos satisfeitos em ver que o presidente Bolsonaro reconheceu os resultados da eleição e autorizou o início do processo de transição”, disse a porta-voz Karine Jean-Pierre.

O Antagonista

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Mundo

Kim Jong-un dá parabéns a Lula por vitória na eleição

ONU diz que Pyongyang usa ciberataques para financiar armas – DW –  10/02/2021

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, deu parabéns a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta 4ª feira (2.nov.2022) por sua vitória na eleição presidencial contra Jair Bolsonaro (PL). “Felicito-o pela sua eleição como Presidente da República Federativa do Brasil”, afirmou o líder norte-coreano em comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte.

Kim também expressou “confiança de que a relação amigável e cooperativa entre nossos 2 países será aprimorada e fortalecida de acordo com as necessidades dos tempos”.

O petista foi eleito com uma vantagem de 2,1 milhões de votos. A vitória mais apertada desde a redemocratização. Recebeu 50,90% contra 49,10% de Bolsonaro.

Poder360

 

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Líderes de ditaduras parabenizam Lula por eleição presidencial

O presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já recebeu os parabéns pela vitória nas urnas no domingo (30) dos líderes das principais ditaduras da América Latina e de aliados de esquerda que governam países vizinhos ao Brasil.

Um dos que já cumprimentaram Lula foi o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que está no posto desde 2013 e levou o país a uma grave situação financeira. De acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), neste ano a inflação venezuelana deve fechar em 500%. Hoje, a Venezuela é o país mais pobre das Américas. Nos últimos dez anos, seu PIB (produto interno bruto) caiu 81,8%.

“Comemoramos a vitória do povo brasileiro, que neste 30 de outubro elegeu Lula como seu novo presidente. Vivam os povos determinados a ser livres, soberanos e independentes! Hoje no Brasil a democracia triunfou. Parabéns, Lula! Um grande abraço!”, publicou Maduro.

Em carta, o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, também celebrou o resultado. Ele está no comando do país desde 2007.

R7

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Paraibana fica presa em bar por duas horas em Halloween na Coreia do Sul: ‘até que os corpos fossem levados’

Yoranne Silvera com seus amigos, na festa de Hallowen do último sábado (29), na Coreia do Sul. Fotos foram feitas antes da tragédia.   — Foto: Arquivo pessoal

A estudante paraibana Yoranne Silveira, de 19 anos, que mora há 6 meses na Coreia do Sul, esteve na festa de Halloween, em Itaewon, que terminou com mais de 150 mortos no sábado (29). Durante o ocorrido, ela ficou presa em um bar e só conseguiu sair duas horas depois, quando o Corpo de Bombeiros já havia retirado os corpos. Segundo a estudante, o que aconteceu foi um ‘efeito dominó’, pois, por não conseguirem se mover no espaço, as pessoas começaram a empurrar umas às outras e foram pisoteadas.

“Chegou um momento em que as pessoas não conseguiam se locomover por espontânea vontade, muitas pessoas começaram a ser empurradas e isso causou um efeito dominó à medida que foram se formando pilhas de corpos. Quem estava embaixo ia sendo esmagado, pisoteado. Foi esse o motivo de muitas pessoas terem tido parada cardíaca”, explica Yoranne.

A tragédia aconteceu na noite de sábado em Seul, capital sul-coreana, em um bairro que é muito conhecido por seus bares e restaurantes. “Todo ano é comemorada essa festa de Halloween neste bairro que fica localizado na capital Sul Coreana. É um bairro muito conhecido por suas ‘nights’, um dos bairros mais famosos, procurados por turistas”, afirma a estudante.

G1

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Pelo menos 120 pessoas morrem em festa de Halloween na Coreia do Sul

Uma comemoração de Halloween na capital da Coréia do Sul, Seul, terminou com pelo menos 120 mortes neste sábado (29). O evento reuniu mais de 100 mil pessoas às ruas da cidade, sendo que algumas sofreram paradas cardíacas e dificuldades respiratórias.

De acordo com os relatos da imprensa estrangeira, havia mais pessoas que espaço na comemoração. Uma das ruas, que era bem estreita, encurralou parte da multidão, que além de alguns sofrerem infartos ou dificuldades de respiração, também foram pisoteadas por outros.

Além das mortes, mais de 100 pessoas ficaram feridas e que podem chegar a falecer posteriormente, como relatou o bombeiro Choi Seong-beom, chefe dos bombeiros do distrito de Yongsan. O presidente do país, Yoon Suk-yeol, ordenou o envio de uma equipe médica de emergência para a área e disse que os leitos hospitalares devem estar prontos para tratar os doentes.

Essa festa de Halloween é tradicional nas ruas de Seul há cerca de dez anos, e foi a primeira sem a utilização de máscaras desde o início da pandemia de Covid-19. A tragédia ocupa a segunda colocação na Coréia do Sul, ficando atrás do afundamento de uma embarcação em 2014, que matou mais de 300 pessoas.

G1

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Mundo

Polícia paraguaia prende segundo suspeito de participar da morte de estudante paraibano


A polícia paraguaia prendeu, nessa segunda-feira (24), mais um suspeito de envolvimento na morte do estudante paraibano Anderson Hugo Pereira Félix, de 29 anos.

Anderson Hugo foi encontrado morto no dia 16 de outubro em uma estrada de terra na cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira do Paraguai com o Brasil. Exames feitos pelas autoridades locais indicaram que a morte do jovem teria sido provocada por uma forte pancada na cabeça. Ele voltava de uma festa em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, quando foi vítima da violência.

Imagens de circuitos de segurança mostram quando Anderson Hugo encontra um rapaz, identificado como Moroni Denner Rodríguez Romero, de 22 anos, na saída da festa. O paraibano parece estar grogue e é conduzido pelo colega até um carro. Na quinta-feira (20), Moroni recebeu voz de prisão durante depoimento à polícia. Ele nega ter participação no crime.

Já o suspeito preso nessa segunda (24) seria Silvano Meires Araújo, de 35 anos. Segundo apuração da TV Correio, ele é apontado pela polícia como um dos ocupantes do carro que levou Anderson Hugo até a estrada de terra onde aconteceu o assassinato. Assim como Moroni, Silvano foi preso enquanto prestava depoimento à polícia.

Autoridades do Paraguai e do Brasil ainda não falaram sobre possíveis motivações do crime. Um terceiro suspeito ainda é procurado.

Natural de Tavares, no Sertão da Paraíba, Anderson Hugo Pereira Félix era enfermeiro e estudava Medicina na Universidad Autonoma San Sebastian (UASS). Ele iniciou o curso durante a pandemia, de forma remota, e passou a morar no Paraguai somente em junho deste ano, quando a instituição retomou as atividades presenciais.

Portal Correio

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Mundo

WhatsApp apresenta instabilidade em todo o mundo nesta terça

O mais popular aplicativo de mensagens WhatsApp parou de funcionar em várias partes do mundo nesta terça-feira (25).

Usuários na América do Sul, Europa, Ásia e África relatam instabilidade na plataforma em outras redes sociais, especialmente no Twitter, desde o meio desta madrugada. Os usuários reclamam que não conseguem enviar nem receber mensagens.

O pico de reclamações ocorreu por volta das 4h desta terça, segundo o site “Downdetector”, que reúne relatos de falhas no serviço. Até por volta de 5h20, a plataforma seguia sem funcionar.

Os primeiros relatos foram registrados na Índia (Ásia), Reino Unido, França e Portugual (Europa), África do Sul (África) e no Brasil (América do Sul).

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para enviar mensagens e estamos trabalhando para restaurar o WhatsApp para todos o mais rápido possível”, disse um porta-voz da Meta Platforms, empresa controladora do WhatsApp, à Reuters.

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Mundo

Ucrânia fala em 1 milhão sem energia após acusar Rússia de novos ataques

Foto: Metin Aktas/Anadolu Agency via Getty Images

Usinas de abastecimento elétrico em toda a Ucrânia foram atingidas por mísseis russos neste sábado (22), de acordo com a Força Aérea de Kiev. Várias regiões do país relataram queda de energia, e, segundo o assessor do presidente Volodimir Zelenski, mais de um milhão de residências estão sem eletricidade.

Autoridades afirmam que, ao todo, 33 mísseis foram disparados, 18 dos quais abatidos. A Rússia tem realizado ataques contra estruturas de energia desde o dia 10, o que impôs dificuldades a até 40% de todo o sistema e fez com que ao menos metade da geração de energia térmica ficasse comprometida.

Na semana passada, a Ucrânia sofreu as maiores ofensivas russas com mísseis desde o início da guerra, em fevereiro. A ação foi uma resposta à explosão, por meio de um caminhão-bomba, da ponte da Crimeia, que liga a península anexada pela Rússia em 2014 ao território russo.

Para a estatal Ukrenergo, que opera a transmissão elétrica na Ucrânia, os danos da mais recente investida russa são “comparáveis ou podem exceder as consequências dos ataques de 10 e 12 de outubro”.

Também neste sábado, autoridades russas em Kherson pediram a saída imediata de civis da região. O comunicado veio após avisos de uma iminente ofensiva ucraniana para retomar o controle da cidade.

O aviso desencoraja a utilização de barcos para atravessar o Dnipro, importante rio para abastecimento de Kherson, e pede que todos departamentos e ministérios da administração russa deixem a região.

“Devido à situação tensa no front, o aumento do perigo de bombardeios e a ameaça de ataques terroristas, todos os civis devem deixar imediatamente a cidade e atravessar para a margem esquerda do rio Dnipro!”

Kherson é a única província que a Rússia manteve desde o início da invasão. A região é uma das quatro que o presidente Vladimir Putin afirma reivindicar “para sempre” como território russo. O líder do Kremlin disse estar preparado para usar armas nucleares para defender o que considera como terras russas.

A anexação declarada foi condenada por Ucrânia, aliados e Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Para o assessor de Zelenski, Mikhailo Podoliak, o objetivo de Moscou com as ofensivas é criar uma nova onda de refugiados na Europa. Já o vice-chefe da administração de Kiev, Petro Panteleev, afirmou que os disparos podem deixar a capital ucraniana sem energia e aquecimento por “vários dias ou semanas”.

Moscou reconheceu ter como alvo a infraestrutura de energia, mas negou mirar civis.

FolhaPress

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Judiciário

NY Times destaca momento de censura no Brasil: Moraes decide o que pode ser dito online

 

O poder conferido ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, de retirar postagens consideradas “fake news” de redes sociais durante o pleito deste ano de forma “unilateral” foi caracterizado pelo jornal The New York Times como uma das mais “ações mais agressivas tomadas por qualquer país para combater informações falsas”.

“A medida culmina em uma estratégia cada vez mais assertiva das autoridades eleitorais no Brasil para reprimir a desinformação que inundou a corrida presidencial do país nos últimos dias, incluindo alegações de que os candidatos são satanistas, canibais e pedófilos”, escreveu a publicação na edição desta sexta-feira (21/10).

A reportagem destaca as novas regras, aprovadas por unanimidade pelos sete juízes federais que compõem o Tribunal Eleitoral do Brasil, que ampliou os poderes ampliados do chefe das eleições. “De acordo com as regras aprovadas na quinta-feira, o chefe das eleições pode ordenar a remoção imediata de conteúdo que ele acredita ter violado ordens anteriores. As redes sociais devem cumprir as ordens de retirada do chefe eleitoral em até duas horas ou enfrentar uma possível suspensão de seus serviços no Brasil”, apontou.

98Fm

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Mundo

Liz Truss renuncia ao cargo de premiê do Reino Unido após 44 dias

A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, renunciou ao cargo nesta quinta-feira, 20, apósa penas 44 dias de governo, marcados por uma sucessão de crises que aumentou a pressão de parlamentares conservadores a um nível insustentável.

Com isso, aumentou a pressão de parlamentares conservadores sobre a recém-eleita liderança e culminou com a demissão do segundo ministro de seu gabinete em menos de dois meses de mandato.

A pressão dos parlamentares conservadores contra Truss alcançou o ápice na quarta-feira, 19, quando a premiê foi criticada por aliados – e também por opositores do Partido Trabalhista – durante uma ida à Câmara dos Comuns. O descontentamento de parte de sua bancada quase se converteu em uma rebelião partidária durante uma votação sobre a exploração de gás de xisto. A proposta do governo acabou sendo a vencedora, mas o desgaste com o próprio partido ficou evidenciado.

Apesar das tentativas de sinalização de Truss, parlamentares conservadores não diminuíram a pressão sobre a liderança. Em entrevista à rede britânica BBC, o parlamentar conservador Simon Hoare disse que o governo estava em desordem. “Ninguém tem um plano de rota. É todo tipo de luta corpo a corpo no dia-a-dia”, disse, acrescentando que Truss tinha “cerca de 12 horas” para reverter a situação.

“É hora da primeira-ministra ir”, disse a deputada Miriam Cates. Outro parlamentar conservador, Steve Double, disse: “Ela não está à altura do trabalho, infelizmente”.

Truss comunicou sua renúncia após uma reunião na manhã desta quinta com o supervisor da liderança do Partido Conservador, Graham Brady, foi convocado para uma reunião às pressas no número 10 de Downing Street na manhã desta quinta. Brady, que tem como tarefa avaliar se a premiê ainda tem o apoio dos membros do Partido Conservador no Parlamento, é uma figura central para a continuidade ou colapso do governo.

Há seis semanas no cargo, Truss viu sua popularidade despencar rapidamente. Um plano fracassado de recuperação econômica que causou uma crise social e política provocou a queda do secretário de Finanças, Kwasi Kwarteng. Na quarta-feira, em um sinal de indisciplina partidária, mais de dez deputados conservadores pediram a renúncia de Truss — que também viu a sua ministra do Interior, Suella Bravermam, desembarcar do governo.

Braverman, considerada parte da linha-dura do Partido Conservador, alegou como motivo da sua demissão ter usado a sua conta de e-mail pessoal para enviar um documento oficial a um colega, mas os meios de comunicação britânicos apontam principalmente para as diferenças entre as duas mulheres em relação à política de imigração.

Horas depois da demissão de Braverman, o gabinete indicou o ex-ministro dos Transportes de Boris Johnson, Grant Shapps, para o cargo. Shapps apoiou o adversário de Truss nas eleições internas do partido, Rishi Sunak, e sua indicação seria um sinal de “abertura” a outras alas da sigla, segundo observadores.

Estadão

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