Mundo

Naufrágio de barco de imigrantes deixa mais de 40 mortos na costa da Itália

Os imigrantes vinham do Irã, Paquistão e Afeganistão e o barco teria naufragado após colidir em pedras por causa do mau tempo na região, de acordo com informações da agência de notícias Adnkronos.

A busca por sobreviventes e por corpos também foi prejudicada por causa do mau tempo ao longo do dia.

Sobreviventes contaram aos resgatistas que entre 180 e 250 pessoas estavam no barco, reporta a Ansa. Já a agência de notícias Adnkronos diz que o número de pessoas embarcadas passava de 100.

O Mediterrâneo é o local do mundo com mais imigrantes desaparecidos, de acordo com o projeto Missing Imigrants (Imigrantes Desaparecidos), da Organização Internacional para as Migrações. Desde 2014, foram cerca de 26 mil pessoas.
Itália aprovou novas regras sobre resgate de imigrantes

O naufrágio ocorre apenas poucos dias após o Parlamento italiano aprovar regras controversas sobre o resgate de imigrantes.

A nova lei exige que os navios humanitários realizem apenas um resgate por vez, o que, para os críticos ao texto, aumenta o risco de morte no Mediterrâneo central, cuja travessia é considerada a mais perigosa do mundo para os migrantes.

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, líder do partido de extrema direita Fratelli d’Italia (FDI), assumiu em outubro com a promessa de reduzir o número de imigrantes que chegam ao país.

Neste domingo, Giorgia Meloni lamentou as mortes, que atribuiu à “ilusão de uma imigração sem regras” criada por aqueles que ajudam as pessoas em situação de vulnerabilidade a atravessarem as fronteiras. “Expresso minha profunda tristeza pelas vidas humanas perdidas pelos traficantes de pessoas”, afirmou Meloni.

Já Carlo Calenda, ex-ministro e líder do partido centrista Azione, defendeu o resgate das vítimas do naufrágio de hoje. “As pessoas no mar devem ser salvas custe o que custar, sem penalizar quem as ajuda”, publicou no Twitter.

Com informações da RFI

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Mundo

Entulho de terremoto na Turquia tem extensão maior que a ilha de Manhattan em NY, diz ONU

Foto: Adem Altan/AFP

A quantidade de entulhos deixada pelos terremotos na Turquia forma uma linha de 100 km² de entulho, maior que a ilha de Manhattan em Nova York, nos Estados Unidos, que tem 59 km² de extensão.

O cálculo foi feito pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) após o forte terremoto que atingiu o país e a Síria no dia 6 de fevereiro.

De acordo com a ONU, a remoção dos escombros é necessária para a entrega de alimentos, água e outros suprimentos, e ao retorno das atividades sociais e econômicas do país. Pelo menos 1,5 milhão de pessoas foram atingidas pelas consequências do desastre. Na Turquia, o peso dos destroços varia de 116 milhões a 210 milhões de toneladas.

VEJA TAMBÉM: Novo terremoto, de 5,3 graus, atinge a Turquia neste sábado (25)

O desafio envolve limpar uma área de 10 km por 10 km coberta por destroços empilhados com um metro de altura. Nos últimos dias, a Turquia autorizou a passagem de 335 caminhões para a Síria.

Neste sábado (25), o Pnud e outros parceiros iniciam a retirada de mais de 10 milhões de toneladas de destroços em Alepo, na Síria. Ali, a agência da ONU estima que 500 residências precisão ser erguidas a um preço de US$ 113,5 milhões.

Os peritos do país já inspecionaram mais de 1 milhão de edifícios. O laudo aponta para danos ou destruição total de 156 mil prédios. Os que não caíram no tremor terão de ser demolidos por questão de segurança.

Crise humanitária

Durante a semana, agências das Nações Unidas mandaram dezenas de caminhões com suprimentos para vítimas dos terremotos, tanto na Turquia como na Síria.

Um total de 53 veículos cruzaram o território turco para o Noroeste da Síria com donativos do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da Organização Internacional para Migrações (OIM), e da Agência da ONU para Refugiados (Acnur).

Os carregamentos contam com alimentos, abrigo, produtos de higiene e outros itens essenciais para milhares de pessoas. Pelo menos 47 caminhões usaram a passagem de Bab al-Hawa e seis por Bab al-Salam.

CNN Brasil

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Mundo

Varejo pede taxação de AliExpress, Shein e Shopee e ação antipirataria

Foto:  Shutterstock

Entidades do varejo têm pressionado o governo e o Congresso na tentativa de melhorar a competição com e-commerces estrangeiros que passaram a atuar no mercado de vendas online no Brasil. Empresas nacionais vêm se sentindo prejudicadas por sites como Shein, Shopee e AliExpress, alegando que eles não pagam tributos e tampouco respeitam regulamentações de segurança e antipirataria no País.

A estimativa de representantes do setor é que a evasão fiscal por conta desse cenário gire em torno de R$ 14 bilhões anuais. Com o aumento das vendas, a situação vem piorando, dizem as entidades. Questionadas sobre a cobrança de tributos, porém, a AliExpress, a Shopee e a Shein afirmam que atuam conforme as regras e os regulamentos estipulados pela lei brasileira.

De acordo com as varejistas brasileiras, o problema ocorre, principalmente, por causa do atual esquema de tributação na importação de produtos. Compras internacionais entre pessoas físicas são isentas de taxas até o valor de US$ 50. Muitas vezes vendas em plataformas estrangeiras são consideradas transações deste tipo.

“Nas operações B to C (business to consumer), onde você tem uma pessoa jurídica de um lado, no caso, as plataformas internacionais, e os consumidores brasileiros do outro, não é legal este tipo de operação”, defende Edmundo Lima, porta-voz da Associação Brasileira de Varejo Têxtil (Abvtex).

A situação tem feito com que representantes do setor acusem a participação dessas empresas no mercado como uma espécie de concorrência desleal. Com sites e apps traduzidos para o português e opções de pagamento iguais às das varejistas nacionais, os consumidores têm a mesma facilidade de compra em e-commerces estrangeiros do que nas versões digitais de varejistas nacionais.

Concorrência

“Gera concorrência desleal com os e-commerces situados aqui no Brasil, que estão regulados, que têm estoque e têm de cumprir com a legislação tributária e trabalhista”, diz Mauro Francis, presidente da Associação Brasileira de Lojistas Satélites (Ablos), que reúne os principais varejistas brasileiros.

Além dos problemas tributários, os varejistas alegam que os e-commerces internacionais também não respeitam as normas técnicas para venda de produtos, além de abrirem espaço para a comercialização de produtos falsificados nas plataformas.

“Afeta a concorrência, já que as empresas têm uma preocupação em relação à origem dos produtos, não comercializam produtos falsificados, além de todo o cumprimento da legislação vigente em relação à etiquetagem e à saúde e segurança do consumidor”, explica Edmundo Lima, da Abvtex.

Jorge Gonçalves Filho, presidente do IDV, afirma considerar que a situação atual é uma “evolução tecnológica do que a gente tinha antigamente com o camelô”. “Agora, o consumidor consegue comprar diretamente da China. Ficou muito fácil comprar”, diz.

Em relação às normas técnicas para a venda de produtos, a AliExpress diz que monitora “qualquer produto suspeito que possa desrespeitar os direitos intelectuais”. Já a Shopee diz que toma “medidas proativas para impedir que tais produtos sejam listados no marketplace”. Também em nota, a Shein afirma exigir que seus fornecedores “cumpram todos os parâmetros legais”.

Exame

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Mundo

Novo terremoto, de 5,3 graus, atinge a Turquia neste sábado

Foto: REUTERS/Eloisa Lopez

Um novo terremoto atingiu a Turquia neste sábado (25), quase duas semanas após os tremores que deixaram mais de 50 mil mortos no país e na Síria.

O tremor deste fim de semana teve 5,3 graus na Escala Richter e foi registrado na província de Nigde.

Segundo o Centro de sismologia Kandilli, o tremor tinha profundidade de 7 km, considerada superficial, e atingiu a região às 1h27 no horário local (19h27 no horário de Brasília).

Até o momento, nenhum registro de mortos ou feridos foi reportado pelas agências de monitoramento. Nas redes sociais, o vice-presidente do país, Fuat Oktay, afirmou que equipes foram enviadas para analisar possíveis danos.

“Não temos situações negativas até o momento. Que Deus possa proteger nosso país e nossa nação de todos os tipos de desastre”, afirmou.

A região de Nigde fica a cerca de 350 quilômetros da fronteira da Turquia com a Síria, ponto mais atingido pelos terremotos de 6 de fevereiro.

UOL

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Brasil

Com apoio do Brasil, Assembleia Geral da ONU exige ‘retirada imediata’ de tropas russas da Ucrânia

A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quinta-feira uma resolução não vinculante demandando que a “retirada imediata” dos soldados russos da Ucrânia e uma paz “justa e duradoura”. Apoiada por 141 países, entre eles o Brasil, a medida foi votada na véspera do 1º aniversário do conflito.

O endosso foi idêntico à primeira resolução aprovada pelo maior e principal grupo decisório da ONU, em 2 de março de 2022, mas ligeiramente inferior ao de outras votações nos últimos 12 meses. Sete países votaram contra: Belarus, Coreia do Norte, Eritreia, Mali, Nicarágua, Rússia e Síria.

Trinta e duas nações se abstiveram: entre elas, China e Índia, nações mais populosas do mundo e duas das maiores economias globais. Sinal de que o apoio do Estados Unidos e seus aliados a Kiev é forte, mas que não conseguem convencer outros parceiros-chave em sua condenação veemente.

Índia e China adotam posição de neutralidade formal diante do conflito. Não doam armas ou apoiam Moscou militarmente, mas são importantes vias de escoamento para os produtos russos que deixaram de ir para a Europa diante da enxurrada de sanções.

Por mais que tenha votado a favor e condene as agressões russas, o Brasil se opõe veementemente a a participar de operações de envios de armas e munições ao governo de Volodymyr Zelensky e defende um cessar-fogo. A resolução recém-aprovada pela Assembleia Geral fala expressamente em cessar as hostilidades por sugestão do Brasil.

A necessidade de esforços pela paz é vista como algo essencial para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se apresenta como um possível mediador para o conflito. O petista também avalia falar diretamente com o presidente ucraniano, mas a conversa ainda não tem data.

Ao justificar o voto brasileiro, o chefe da missão brasileira da ONU, Ronaldo Costa Filho, disse que se trata de uma questão de reafirmar compromissos com o direito internacional. Ele ressaltou o “elemento humanitário” da medida, afirmando que “todas as medidas possíveis devem ser adotadas para minimizar o sofrimento da população civil”.

— Na nossa visão, o elemento mais importante da resolução é o chamado à comunidade internacional para redobrar o seus esforços para atingir uma paz justa e duradoura na Ucrânia — disse Costa Filho. — É hora de começar os diálogos de paz, ao invés de inflamar o conflito (…). Nenhuma suposta dificuldade de implementar nosso apelo para parar com as hostilidades deve ser vista como um obstáculo para começar as negociações.

O Brasil considera o chamado pela paz que o documento representa como “um apelo para ambos os lados cessarem a violência sem pré-condições”, disse o diplomata. Chamando atenção para as consequências globais da crise, como a disparada dos preços de alimentos, fertilizantes e energia, ele encerrou sua intervenção dizendo:

— Chegou a hora de abrir espaço para o diálogo e começar a reconstrução. O Brasil se coloca em prontidão para participar dos esforços para uma solução final para este conflito.

O placar da votação desta quinta foi similar ao de março do ano passado, quando a Assembleia Geral adotou uma resolução classificando a ação russa como uma agressão e determinando a retirada das forças russas do território ucraniano. Na época, contudo, os votos contrários foram cinco, e as abstenções, 35. Mali e Nicarágua, que votaram contra a maioria na votação desta semana, foram abstenções há quase um ano.

Em outubro, uma resolução do órgão da ONU defendendo a integridade territorial da Ucrânia obteve 143 votos, incluindo o Brasil, apoio máximo até o momento.

O Brasil, contudo, se absteve em outras votações. Em 14 de novembro do ano passado, por exemplo, 94 países votaram a favor, 14 contra e 73, entre eles o Brasil, se abstiveram em uma resolução que tratava de medidas de reparação para a Ucrânia. Segundo explicou uma fonte diplomática, “o Brasil absteve-se por entender que a eventual criação de mecanismo de reparação de danos sem adequada supervisão das Nações Unidas resultaria em insegurança jurídica”.

O mesmo posicionamento foi adotado diante de uma iniciativa de europeus e americanos para tentar expulsar a Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU. O Brasil decidiu abster-se por considerar necessária a preservação de espaços de diálogo com a Rússia e para evitar medidas que tendam a politizar foros internacionais, como o próprio Conselho de Direitos Humanos.

Em setembro, o país também se isentou em um projeto eventualmente vetado pela Rússia no Conselho de Segurança da ONU. A iniciativa buscava condenar a anexação dos territórios de Zaporíjia, Kherson, Donetsk e Luhansk, mas o Brasil considerou que o texto não contribuía para o diálogo e que não houve tempo hábil para consultas às capitais.

O Conselho de Segurança, cujas decisões são vinculantes, seria habitualmente o principal órgão da ONU a lidar com a guerra na Ucrânia, mas a Rússia tem poder de veto devido ao seu status de membro permanente do órgão. Com isso, o papel recai sobre a Assembleia Geral, cujas decisões são não vinculantes.

O Globo

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Mundo

Biden indica ex-CEO da Mastercard para a presidência do Banco Mundial

Biden indica ex-CEO da Mastercard para a presidência do Banco Mundial

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, indicou, nesta quinta-feira (23), o ex-CEO da Mastercard Ajay Banga para presidir o Banco Mundial.

A escolha foi anunciada uma semana após o atual presidente da instituição, David Malpass, indicado por Donald Trump, afirmar que irá deixar o cargo em 30 de junho.

“Ajay está equipado de forma única para liderar o Banco Mundial neste momento crítico da história. Ele passou mais de três décadas construindo e gerenciando empresas globais bem-sucedidas que criam empregos e trazem investimentos para economias em desenvolvimento e orientando organizações em períodos de mudanças fundamentais”, disse a Casa Branca.

“Ele tem a experiência indispensável para mobilizar recursos públicos e privados para enfrentar os desafios mais urgentes do nosso tempo, inclusive o aquecimento global”, acrescentou.

Como maior acionista da instituição, o governo dos Estados Unidos tradicionalmente tem permissão para nomear seu candidato ao cargo.

Antagonista

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Mundo

Aliado de Lula, presidente da Colômbia defende que ex-traficantes fiquem com lucro da venda de drogas

Gustavo Petro, presidente da Colômbia, apresentará ao Congresso um projeto de lei que oferece aos narcotraficantes de seis a oito anos de prisão em troca de “abandonarem” o tráfico de drogas. Entre outros benefícios está a possibilidade da manutenção de 6% do patrimônio conquistado com a venda de entorpecentes. O projeto leva o nome de “paz total”.

“Essas organizações criminosas devem assumir responsabilidades, dar a verdade às vítimas, desmantelar os aparatos criminosos, entregar reféns, menores recrutados, armas, inventários de bens, rotas do narcotráfico, mecanismos de lavagem de ativos, dizer quem são seus colaboradores e, se isto acontecer, podem se submeter à Justiça com certos benefícios”, disse o congressista governista Alirio Uribe, um dos redatores do texto, à Blu Radio.

O projeto de lei está sendo avaliado por um órgão consultivo da Colômbia em temas de política criminal e tráfico de drogas e, após a sua aprovação, será enviado para debate no Congresso.

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Os benefícios sugeridos são reservados a grupos de organização criminosa que não tenham “origem política” e que “tenham vontade de entregar as armas”. O texto não deixa claro como seria uma avaliação de que uma organização criminosa tenha desejado abandonar seus armamentos e nem determina se um grupo guerrilheiro como as Farc, que quer se tornar um partido político, possui “origem política”.

“Após a permanência na prisão, eles terão um período adicional de quatro anos, uma espécie de liberdade condicional, com atividades de reparação às vítimas”, disse o ministro da Justiça, Néstor Osuna

Revista Oeste

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Esporte

PSG confirma lesão no ligamento do tornozelo de Neymar e não dá prazo para retorno

Neymar não tem prazo para voltar a jogar pelo PSG. Em comunicado oficial nesta terça-feira (21), o clube francês confirmou que o astro brasileiro sofreu uma lesão no ligamento do tornozelo direito na última partida do time e não informou o prazo para que o camisa 10 volte a atuar. Segundo o clube, novas informações sobre o estado da lesão serão divulgadas semanalmente.

Na última partida do PSG, no domingo contra o Lille, Neymar deixou o campo chorando e de maca por conta de uma torção no tornozelo. O PSG confirmou no mesmo dia que o camisa 10 não havia sofrido fratura e que novos exames seriam feitos em até 48h.

A preocupação sobre a gravidade da lesão do brasileiro se dá por conta da fase decisiva da temporada do PSG. No próximo dia 8 de março, a equipe francesa terá a partida de volta pelas oitavas de final da Liga dos Campeões contra o Bayern de Munique. No duelo de ida, os franceses perderam em casa por 1 a 0.

Terra

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Mundo

Telegram ultrapassa Facebook em número de downloads em 2022

Aplicativos
O aplicativo de mensagens russo Telegram foi o 6º mais baixado no mundo no ano passado. Ultrapassou o Facebook, que ficou na 8ª colocação. A plataforma de Mark Zuckerberg estava em 3º lugar em 2021, segundo números da Apptopia, empresa de inteligência de dados de Boston. O Facebook teve 28,4% a menos de downloads em 2022 em comparação ao ano anterior.

O Telegram também ficou na frente do Spotify em número de downloads. A plataforma de músicas ocupou o 10º lugar em 2022. Foram 310 milhões de downloads pelo mundo do Telegram em 2022. O Facebook teve 298 milhões e o Spotify, 238 milhões.

Mesmo tendo ultrapassado o Facebook no número de downloads no ano passado, o Telegram foi baixado 5,8% a menos em 2022 do que em 2021, quando teve 329 milhões de downloads. Já em 2020, o aplicativo russo foi baixado 256 milhões de vezes.

O Telegram combina as mensagens de alta velocidade do Twitter e do WhatsApp com os recursos de transmissão e publicação do Facebook. A guerra na Ucrânia pode ter contribuído para que o aplicativo russo ultrapassasse o Facebook em número de downloads no ano passado, segundo publicou a revista Fortune.

Os famosos vídeos do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para seu público de quase 1 milhão de inscritos do Telegram foram cruciais para dar esperanças ao seu país em meio à guerra e para manter o apoio internacional. O Telegram também foi uma saída na Rússia, onde o Facebook, o Twitter e praticamente todos os meios de comunicação independentes são proibidos. Mas, assim como Zelensky viralizou com seus vídeos para o povo ucraniano e a comunidade internacional, os canais russos do Telegram que apoiam a guerra do presidente Vladimir Putin também cresceram.

O aplicativo mais baixado no ano passado foi o TikTok, que encabeça a lista desde 2020. Teve 672 milhões de downloads em 2022. O Instagram ficou com a 2ª posição, com 548 milhões de downloads. O WhatsApp fecha o top 3 dos mais baixados pelo mundo no ano passado, com 424 milhões de downloads.

Poder360

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Mundo

(VÍDEO) ALERTA: Novo terremoto de magnitude 6,3 atinge a região de fronteira entre a Turquia e a Síria

Um terremoto de magnitude 6,3 a uma profundidade de dez quilômetros atingiu a região da fronteira da Turquia- Síria nesta segunda-feira (20), disse o Centro Sismológico dos Estados Unidos (USGS).

Segundo a USGS, o tremor teve seu epicentro na cidade de Uzunbag, no estado de Hatay. A rede Al Jazeera noticiou um segundo tremor, de magnitude 5,8 com epicentro em Samandag.

Segundo o European Mediterranean Seismological Centre (EMSC), outros nove tremores de magnitude menor (entre 3 e 4) atingiram a região ao longo da tarde dessa segunda-feira (20).

Duas testemunhas da Reuters relataram um forte terremoto e mais danos aos edifícios no centro de Antáquia, outra cidade do estado.

O estado de Hatay foi fortemente atingido pelo terremoto do início do mês que vitimou mais de 46 mil pessoas e deixou mais de 385 mil apartamentos inabitáveis e mais de um milhão de desabrigados.

O registro acontece horas depois que o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse à Turquia que Washington ajudaria “pelo tempo que for necessário” após terremotos devastadores e mortais na mesma região há duas semanas.

O auxílio humanitário enviado pelos EUA para a Turquia e a Síria já teria chegado a US$ 185 milhões, disse o Departamento de Estado dos EUA.

g1

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