Economia

Paraíba entra no ranking dos estados mais produtores de energia solar

Em pouco mais de um ano, a Paraíba triplicou a capacidade instalada de geração de energia eólica, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em setembro de 2020, o Estado tinha 15 parques eólicos com capacidade instalada de 157 MW. Suficiente para abastecer 78.500 domicílios.

E esta semana, ganhou um reforço com a inauguração do Complexo Renovável Neoenergia Parque Eólico Chafariz é do grupo Neoenergia em Santa Luzia, no Sertão do Estado. O empreendimento é o primeiro complexo de energia associada autorizado pela Aneel no Brasil, composto por 15 parques com 136 aerogeradores e capacidade instalada de 471 MW.

O investimento para a implantação do complexo foi de R$ 3 bilhões e contribuirá significativamente para a segurança do setor elétrico e do sistema energético de transmissão nacional. De acordo com o diretor de Relações Institucionais e Governamentais da Neoenergia, João Paulo Rodrigues, o grupo decidiu investir na Paraíba pelo alto potencial da energia solar e eólica, de acordo com os estudos de diagnósticos que antecederam o empreendimento, e também pelo ambiente de negócios ofertado pelo governo do Estado.

O Nordeste como um todo tem se destacado, cada vez mais, dentro e fora do Brasil pela produção de energia limpa.

Na região Nordeste, a Paraíba fica atrás dos estados do Rio Grande do Norte, Bahia, Ceará, Piauí e Pernambuco. Os investimentos na Paraíba, nos últimos anos, já passam dos R$ 3 bilhões, de acordo com o Governo do Estado. Até o fim de 2023, serão mais 17 parques eólicos. Os empreendimentos já estão autorizados. Segundo a Aneel, a potência instalada será de mais 693 MW. O suficiente para abastecer mais de 346 mil famílias.

A Paraíba possui um dos maiores índices de radiação solar no Brasil, chegando a atingir anualmente mais de 2.200 kWh/m2 no setor oeste do Estado. Com relação ao potencial de energia eólica, a capacidade estimada para instalação em solo (onshore) no Estado é de 10,2 GW em locais com velocidade média superior a 7,5 m/s. Os dados são do Atlas Brasileiro de Energia Solar – 2ª Edição, publicado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/2017) e representam o potencial de destaque do Estado, no setor.

Na geração de energia solar fotovoltaica centralizada, a Paraíba possui atualmente oito parques em operação que totalizam uma potência instalada de 138,20 MW. Está em fase de construção seis parques, que totalizam 194,87 MW, e previsão de instalação de mais 23 parques, que totalizam 880,54 MW. O segmento é considerado um modelo limpo de energia, por conta da pouca produção de poluentes.

Com relação à geração distribuída, a Paraíba é destaque nacional em empreendimentos de energia solar fotovoltaica.

Com informações de PBAgora

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Economia

Bolsa fecha semana abaixo de 100 mil pontos; investidores estrangeiros retiraram R$ 3,3 bilhões

Depois da queda acentuada de 2,29% na véspera, a bolsa de valores B3 teve um dia de recuperação nesta sexta-feira (24). Porém, o avanço de 0,92% no dia não impediu uma queda de 3,09% durante a semana. Foi o quinto período seguido em baixa na bolsa, fechando desta vez com 98.829 pontos pontos. Antes da quinta-feira (23), o pregão não operava abaixo de 100 mil pontos.

O dólar teve sessão de perdas de 0,74%, sendo cotado a R$ 5,25. Na semana, em que começou sendo vendido a R$ 5,2697, a divisa fechou em queda de 0,3%.

A nota do Banco Central após o Comitê de Política Monetária (Copom) manter a taxa de juros Selic em 13,75% ao ano, na quarta-feira (22), agitou os mercados durante a semana. Na sexta, a divulgação do IPCA-15 de março (0,69%) mostra uma inflação ainda desafiadora, mas não teve o mesmo impacto nos negócios.

No pregão desta sexta, a BRF liderou a alta (11,35%), enquanto a maior perda em termos percentuais ficou com a Cogna, do setor educacional (-8,87%). Considerando o peso das companhias na bolsa, a Vale teve novo dia no negativo, agora de 1,14%. O movimento de alta foi puxado pelos bancos e pelos papeis da própria bolsa de valores (1,34%). Itaú Unibanco e Bradesco registraram valorização de 1,28% e 1,11%. 

Infomoney

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Economia

SUPERMERCADOS: Vendas devem subir 10% durante Páscoa, na PB

Fábricas e supermercados adiantam a produção e venda dos ovos de chocolate
Grandes corredores repletos de ovos de chocolate, gôndolas recheadas de doces e mais ofertas de peixes e vinhos. Dias após o fim do Carnaval, esse já era o cenário encontrado pelos consumidores no comércio paraibano, uma demonstração de que a economia está apostando alto na Páscoa.

Segundo o presidente da Associação de Supermercados da Paraíba (ASPB), Cícero Bernardo da Silva, a expectativa dos lojistas é ter um aumento de 10% nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, mesmo com os preços mais elevados. Apesar do início adiantado das campanhas em alusão ao feriado, que, neste ano, acontece de 7 a 9 de abril, o movimento para as compras tende a disparar mesmo só na Semana Santa.

“Tradicionalmente, a feira da Páscoa é feita em cima da hora. Até lá, seguimos vendendo mais lentamente e, na véspera, temos um grande crescimento da demanda por itens que fazem referência à ocasião”, disse Cícero.

Carrinhos cheios
Os especialistas também acreditam em carrinhos cheios nos próximos dias. Para o economista Horácio Forte, a próxima Páscoa deverá ser uma das melhores dos últimos cinco anos.

“Cada vez mais, estamos vendo o arrefecimento da pandemia da Covid-19, as pessoas estão mais suscetíveis ao consumo e as indústrias estão preparadas para abastecer bem os supermercados”, disse ele, que é presidente da H. Forte Soluções Educacionais, associada à Fundação Dom Cabral (FDC) na Paraíba e em Pernambuco.

Horácio também explicou que os supermercados locais podem absorver uma parcela de clientes que, em outras épocas, faziam as compras de chocolates em outras lojas, como nas Americanas. Desde janeiro, a gigante brasileira está sob recuperação judicial depois do anúncio de “inconsistências em lançamentos contábeis”, que chegam a bilhões de reais. A marca se autodeclara a maior varejista de ovos de Páscoa em todo o mundo.

Blog do BG PB com União

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Economia

Pesquisa em supermercados encontra diferença de mais de R$ 33 no preço do chocolate, em JP

O chocolate, um dos produtos mais procurados para a Páscoa, que neste ano será celebrada de 7 a 9 de abril, mostra uma diferença nos preços de R$ 33,54, segundo constata pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP), nos supermercados da Capital. Um dos produtos pesquisados foi o Hotwheels Lacta 166g, com os preços oscilando entre R$ 47,45 (Super Box Brasil – Geisel) e R$ 80,99 (BomPreço – Jaguaribe), variação de 70,68%.

A maior variação, 71,14%, porém, ficou com a caixa de chocolate Ferrero Rocher, com 12 unidades e 150g, com preços entre R$ 22,49 (Latorre – Torre) e R$ 38,49 (Lojas Americanas – Shopping Tambiá), diferença de R$ 16. O levantamento do Procon-JP traz preços de 56 itens pesquisados em 13 estabelecimentos no dia 22 de março.

A pesquisa registrou outras duas diferenças significativas: no Ovo de Páscoa Ferrero Rocher 365g, R$ 27,10, com preços entre R$ 92,80 (Atacadão – BR230) e R$ 119,90 (Menor Preço – Bairro dos Estados), variação de 29,20%; e no Laka/Diamante Negro (meio a meio) Lacta 500g, R$ 25,91, com preços entre R$ 78,99 (SuperFácil – Água Fria) e R$ 104,90 (Menor Preço – Bairro dos Estados); variação de 38,80%.

Mais variações – Outras variações que chamam a atenção foram registradas na caixa de chocolate Lacta 250,6g, 61,68%, com preços entre R$ 9,89 (Assaí – Epitácio Pessoa) e R$ 15,99 (Lojas Americanas – Shopping Tambiá), diferença de R$ 6,10; e no Bis Lacta 318g, 60,01%, com preços entre R$ 42,49, (SuperFácil – Água Fria) e R$ 67,99 (Cestão – Geisel), diferença de R$ 25,50.

O levantamento de preços foi realizado nos seguintes estabelecimentos: Cestão e Super Box Brasil (Geisel); Atacadão (BR230); SuperFácil (Água Fria); Bemais (Bancários); BomPreço (Jaguaribe) Lojas Americanas (Shopping Tambiá); Carrefour (Aeroclube); Assaí e Pão de Açúcar (Epitácio Pessoa); Latorre (Torre); Manaíra (Manaíra); e Menor Preço (Bairro dos Estados).

Blog do BG PB

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Brasil

Redução do preço do diesel para distribuidoras começa a valer nesta quinta


Foto: Divulgação/Petrobras

Começa a valer a partir desta quinta-feira (23) a redução de R$ 0,18 por litro, ou 4,48%, no preço médio da venda de diesel A para as distribuidoras. Com a mudança, o valor do combustível passa de R$ 4,02 para R$ 3,38.

A medida foi anunciada pela Petrobras na quarta-feira (22). Segundo a estatal, o preço do consumidor será de, em média, R$ 3,45 a cada litro vendido na bomba, considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel na composição do diesel comercializado nos postos.

Em nota, a Petrobras esclareceu que a redução “tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da Petrobras frente às principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino”.

A última mudança no valor do diesel foi em 1º de março, quando a Petrobras reduziu o preço do diesel para as distribuidoras de R$ 4,10 para R$ 4,02 por litro, uma queda de 1,9%.

CNN Brasil

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Economia

Petrobras reduz preços do diesel para distribuidoras a partir desta quinta-feira


A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (22), a redução no preço do diesel comercializado para distribuidoras a partir de amanhã (23). O valor passará de R$ 4,02 para R$ 3,84 por litro, uma redução de R$ 0,18 por litro.

“Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 3,45 a cada litro vendido na bomba”, diz trecho de nota divulgada pela estatal.

A Petrobras explica que a redução tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da Petrobras frente às principais alternativas de suprimento dos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino.

“Ciente da importância de seus produtos para a sociedade brasileira, a companhia destaca que na formação de seus preços busca evitar o repasse da volatilidade conjuntural do mercado internacional e da taxa de câmbio, ao passo que preserva um ambiente competitivo salutar nos termos da legislação vigente”, conclui a nota.

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Brasil

BC decide nesta quarta se mantém Selic a 13,7%; Governo quer redução

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central vai divulgar nesta quarta-feira (22) se mantém o atual patamar de 13,75% da taxa básica de juros da economia nacional, a Selic. O anúncio ocorre em um momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faz cobranças públicas ao órgão para que diminua o valor da taxa.

A reunião do Copom para analisar a atual conjuntura econômica do país teve início na terça-feira (21). A expectativa é de que o Banco Central não ceda à pressão do Executivo e mantenha a Selic em 13,75%, reforçando o argumento de que a taxa precisa permanecer nesse nível como uma alternativa para assegurar a convergência da inflação.

A gestão de Lula tem dito que não há explicação para que a taxa de juros permaneça elevada. De acordo com o presidente, o Banco Central precisa diminuir a Selic para que o governo federal possa realizar novos investimentos e adotar estratégias para alavancar a economia nacional. Lula prometeu “continuar batendo” no Banco Central para a redução da taxa.

Na avaliação do presidente, o ideal seria que a Selic estivesse em 8%. Lula reclama também que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, não tem “compromisso com a lei que foi aprovada de autonomia do BC” e não “se importa” com o controle da inflação e com o desemprego.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também defende a redução da taxa. De acordo com ele, “não podemos ter medo de tomar as decisões corretas, tanto do ponto de vista do arcabouço fiscal, quanto do ponto de vista monetário, porque há espaço para isso”.

“Nossa taxa de juros está exageradamente elevada, o que significa espaço para cortes no momento em que a economia brasileira deve decolar”, completou Haddad, em evento promovido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

R7

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Economia

Vale-refeição dura apenas 11 dias por mês no Brasil, mostra pesquisa

Câmara aprova MP que permite a trabalhador sacar vale-alimentação após 60 dias | Exame
O saldo do vale-refeição dura em média 11 dias por mês, dois menos do que em 2022, segundo levantamento da Sodexo, empresa de vale-refeição.

O que aconteceu:

  • Em 2023, o saldo do cartão vale-refeição tem durado, em média, 11 dias. As empresas calculam o pagamento para 22 dias úteis por mês.
  • Isso significa que trabalhadores pagam metade das refeições do próprio bolso.
  • No ano passado, os trabalhadores tinham saldo por 13 dias. O cenário de inflação e juros altos influenciam no tempo de consumo do vale-refeição.
  • A Sodexo diz que empresas de todos os portes aumentaram os valores dos benefícios em 2023. Mas o aumento não acompanha o custo médio das refeições fora de casa.
  • Antes da pandemia, em 2019, a duração média do vale-refeição era de 18 dias.

O levantamento da Sodexo considerou um valor médio de R$ 40,64 por refeição, da ABBT (Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador).

Depois da pandemia, milhões de brasileiros substituíram o arroz, feijão e carne por lanches e salgados. Uma opção menos saudável para compensar o preço alto, indicou a pesquisa da consultoria Kantar.

Extra

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Economia

Trio bilionário injetará R$ 10 bi para salvar a Americanas


A Americanas entregou seu plano de recuperação judicial à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (20). A etapa faz parte do processo iniciado em 19 de janeiro, em que a empresa admitiu ter R$ 43 bilhões em dívidas com 16,3 mil credores.

O plano da varejista foi apresentado no limite do prazo estabelecido pela Justiça e inclui aporte de R$ 10 bilhões, além de vendas de ativos, leilão reverso e conversão de dívidas em ações. Entre os bens a serem vendidos estão aeronave avaliada em mais de R$ 40 milhões e uma rede de hortifruti.

O aporte bilionário, diz o documento, será feito pelo trio de acionistas de referência da empresa: Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira.

O plano aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia estabelece medidas para que a Americanas supere os problemas financeiros e continue suas atividades.

Venda de aeronave e de rede de hortifruti

Entre as propostas expostas no plano de recuperação judicial está a venda de bens, incluindo uma aeronave da empresa avaliada em mais de R$ 40 milhões.

A companhia também sugere a venda da unidade de negócios Hortifruti Natural da Terra e da participação no Grupo Uni.Co, que inclui empresas como a Imaginarium.

A Americanas informou que espera utilizar até R$ 2 bilhões dos recursos obtidos com bens que serão vendidos para reduzir sua dívida.

Outra proposta presente no plano da empresa para o pagamento de credores é a emissão de debêntures simples, que são títulos de dívida, no valor de até R$ 5,9 bilhões. A empresa também pretende emitir debêntures conversíveis em ações.

Pagamentos em até 30 dias e até 2043

Com a reestruturação, a Americanas pretende pagar credores trabalhistas, microempresas e pequenas empresas em até 30 dias após a homologação do plano de recuperação judicial.

Já para os demais credores, como fornecedores e financeiros, os prazos variam de acordo com o saldo a pagar, podendo chegar a março de 2043 para aqueles que não optarem pelas alternativas expostas pelo plano de recuperação judicial.

A empresa disse que o plano segue em discussão e está sujeito a revisões e ajustes.

Relembre o caso

No dia 11 de janeiro, a Americanas divulgou em comunicado ter identificado “inconsistências em lançamentos contábeis” nos balanços corporativos, em um valor que chegaria a R$ 20 bilhões.

O rombo, causado principalmente por dívidas com bancos em operações de risco sacado, aumentava o grau de endividamento e diminuía capital de giro. Em resumo, as operações não foram lançadas adequadamente, subestimando a dívida da empresa.

Diante disso, as ações da Americanas passaram a cair. As principais instituições financeiras colocaram as ações sob revisão, e a B3, bolsa de valores de São Paulo, colocou os papéis ordinários (com direito a voto) da empresa em leilão.

O leilão é um “mecanismo de defesa” que interrompe as negociações comuns para tranquilizar momentos de muita variação na bolsa. Ainda assim, as ações caíram quase 80% – maior queda de uma empresa na bolsa brasileira desde 2008.

G1

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Brasil

Plano de recuperação da Americanas prevê aporte de R$ 10 bi e venda de avião; veja detalhes

A Americanas finalizou no final da tarde desta segunda-feira (20) o Plano de Recuperação Judicial a Justiça do Rio e aos bancos credores.

O documento contém 36 páginas da versão final, representada pelos escritórios Salomão Advogados, Basílio Advogados e Zanin Advogados e entregue a advogados nesta tarde.

Interlocutores da própria empresa admitem que não há ainda um aval dos bancos credores ao plano, mas havia um prazo legal que a empresa precisava cumprir para a entrega.

Veja os principais pontos

1) Aumento de Capital de R$ 10 bilhões a ser feito pelos chamados acionistas de referência—Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira;

2) Conversão da divida em ações até o limite de 10 bilhões;

3) Venda dos principais ativos no portfólio: Grupo Uni.Co (Puket, Imaginarium e Love Brands), Hortifruti e Natural da Terra.Também está prevista a venda de uma “Aeronave de propriedade da Americanas [modelo] PP-LJA, modelo BEM-505, fabricada pela Embraer no ano de 2014”;

4) Leilão reverso para antecipação do pagamento de Créditos Quirografários até o limite de R$ 2.5 bilhões em até 60 dias contados da conclusão do Aumento de Capital.Só pdoerão aprticipar do leilão credores que “(i) não sejam parte em nenhuma Demanda contra as Recuperandas, suas Afiliadas, seus acionistas ou administradores, (ii) tenham desistido de toda e qualquer Demanda contra as Recuperandas, suas Afiliadas, seus acionistas ou administradores; e (iii) se abstenham de tomar qualquer medida de execução ou ajuizar qualquer Demanda contra as Recuperandas, suas Afiliadas, seus acionistas ou administradores;

5) Novos Recursos sem aval dos credores. O Grupo Americanas poderá prospectar e adotar medidas, inclusive durante a Recuperação Judicial e sem a necessidade de prévia autorização dos Credores Concursais em Assembleia Geral de Credores, visando à obtenção de novos recursos, mediante a implementação de eventuais aumentos de capital por meio de subscrição pública ou privada;

6) Emissão de debêntures no valor total de até R$ 5,875 bilhões em até 180 (cento e oitenta) dias da conclusão do aumento de capital.

CNN

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