Economia

Empresários pedirão volta do horário de verão ao presidente Bolsonaro

Entidades do setor de turismo, alimentação e entretenimento pedirão a volta do horário de verão ao presidente Jair Bolsonaro. O apelo será enviado nos próximos dias, devido ao agravamento da crise hídrica.

A volta do horário de verão já foi solicitada pelos empresários em junho e voltou à tona diante das recentes declarações do presidente em relação à crise hídrica. Na live da última quinta-feira, 26, disse que o país está no “limite do limite” e pediu que seus seguidores apagassem um ponto de luz para economizar energia.

Na avaliação dos empresários, o horário de verão contribui com a economia de energia e com os estabelecimentos comerciais afetados pela pandemia de covid-19.

“A cada dia que a crise energética se amplia e as dificuldades do setor para colocar as contas em dia se alongam, mais sensato e oportuno fica o retorno do horário de verão”, afirmou o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, ao Poder360.

A Abrasel prepara o pedido pela volta do horário de verão com a CNTur (Confederação Nacional do Turismo). Em junho, também apoiaram a demanda a Abrabar (Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas), a Feturismo (Federação de Turismo) e o Sindhoteis (Sindicato de Hoteis), além de empresários do setor de eventos.

O dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, que é aliado de Bolsonaro, também apoiou o pedido. Desta vez, outras entidades sinalizam que podem apoiar a volta do horário de verão, inclusive entidades ligadas ao agronegócio.

No início de agosto, Bolsonaro disse que foi comprovado que o horário de verão não contribuía com a redução do consumo de energia. Falou, contudo, que poderia retomar a medida, caso houvesse apoio da maioria da população.

Pesquisa PoderData realizada de 19 a 21 de julho mostrou que metade dos brasileiros era contra o horário de verão. Outros 46% eram a favor e 4% não souberam dizer.

O horário de verão foi extinto por Bolsonaro em 2019. À época, ele disse que a decisão foi tomada com base em estudos técnicos “que apontam para a eliminação dos benefícios por conta de fatores como iluminação mais eficiente, evolução das posses, aumento do consumo de energia e mudança de hábitos da população”.

O Brasil começou a antecipar os relógios em 1 hora em 1931. O objetivo era economizar energia, com o aproveitamento da luz solar, e aliviar o pico do consumo de energia, por volta das 18h.

Em geral, o horário de verão começava entre os meses de outubro e novembro e vigorava até fevereiro do ano seguinte. O pleito dos empresários é de que o horário de verão seja retomada ainda em 2021.

Poder 360

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Economia

Fiesp articula apoio de empresários a manifesto que pede harmonia entre Poderes

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) pretende publicar nesta terça-feira um manifesto assinado por diversas associações e entidades empresariais pedindo gestos de pacificações entre os Poderes diante da escalada das ameaças de ruptura à ordem democrática feitas pelo presidente Jair Bolsonaro.

A adesão da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ao manifesto capitaneado pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf, deve fazer com que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal deixem a entidade criada em 1967, como revelou neste sábado,28, o colunista Lauro Jardim.

Segundo dirigentes de entidades ouvidos pelo GLOBO, além da Febraban e da Fiesp, Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Instituto Brasileiro da Árvore (Ibá, da indústria de celulose e papel), Abinee (indústria elétrica e eletrônica), Fenabrave (distribuição de veículos), Fecomércio, Alshop (lojistas de Shopping) e o IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) vão assinar o manifesto. Ao todo, mais de 200 associações empresariais devem aderir ao documento.

O texto do manifesto ainda está sendo revisado, mas a ideia geral é dar um recado curto e objetivo para os três Poderes: é preciso que cada lado faça “gestos magnânimos” para distensionar o ambiente político e dissipar incertezas que podem prejudicar o processo de recuperação da economia brasileira.

O documento deve ter, no máximo, três parágrafos e não citará, nominalmente, nem o presidente Bolsonaro nem nenhum outro chefe de Poder.

Segundo pessoas ouvidas pelo GLOBO, que acompanham a elaboração do texto, as entidades vão destacar que têm acompanhado “com grande preocupação a escalada de tensões entre os diversos atores políticos” e que esse embate coloca em risco a harmonia entre os Poderes da República.

“A sociedade civil espera, e o momento exige, serenidade, diálogo, pacificação política e institucional, e, sobretudo, foco nas reformas tão urgentes”, diz o texto do manifesto.

A intenção, desde o início das articulações do manifesto, era garantir uma redação leve, mas com um recado claro de que qualquer discurso contra as instituições não tinha respaldo da iniciativa privada. O sentimento no setor privado, mesmo entre quem faz oposição a Paulo Skaf, é de que o manifesto é importante e deve ter adesões de relevância.

OGlobo

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Economia

DINHEIRO: Um ano depois, só 18% das notas de R$ 200 estão em circulação

A nota de R$ 200 está, em grande parte, encalhada. Só 18% das cédulas encomendadas –ou 79 milhões –estão disponíveis para uso dos brasileiros. O montante representa R$ 15,8 bilhões em circulação.

Há 1 ano, o Banco Central encomendou 450 milhões de notas –o equivalente a R$ 90 bilhões. As 371 milhões de cédulas restantes estão armazenadas no BC. A nota de R$ 200 completa seu 1º aniversário na próxima quinta-feira, 02.

Ao portal UOL, o Banco Central disse que o ritmo de uso está evoluindo conforme o esperado. O fornecimento, segundo a autarquia, atende às demandas da sociedade por notas e, por isso, entra em circulação de forma gradual.

As cédulas foram criadas sob o argumento de que havia risco de faltar dinheiro aos brasileiros durante a pandemia. O Banco Central anunciou que a crise sanitária exigiu mais cédulas em circulação e sem uma nota de R$ 200 havia risco de faltar papel-moeda. O governo gastou R$ 113,8 milhões para produzir as notas.

Associações do TCU (Tribunal de Contas da União) e entidades ligadas ao combate à corrupção protocolaram uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para interromper a emissão de novos lotes das notas ou instituir um prazo para encerrar a circulação. O processo ainda aguarda decisão.

Poder 360

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Economia

Com menos de um ano de existência, PIX é o 2º meio de pagamento mais usado nas contas à vista

Menos de um ano após começar a funcionar, o PIX já é o segundo meio de pagamento mais usado pelos brasileiros nas contas à vista, aponta pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), atrás apenas do dinheiro.

De acordo com o levantamento, as modalidades de pagamento mais utilizadas pelos brasileiros são dinheiro (71%), PIX (70%), cartão de débito (66%) e cartão de crédito (57%).

De acordo com a entidade, a preferência pelo PIX é justificada para 83% dos usuários pela rapidez e a praticidade, seguido de evitar ou minimizar contato físico com máquinas e/ou pessoas (34%).

Lojas físicas e compras online

Nas compras em lojas físicas, no entanto, o PIX não figura entre os primeiros da lista entre os meios de pagamento mais utilizados. O ranking é encabeçado pelo cartão de débito (32%), seguido pelo cartão de crédito (30%), e pelo dinheiro (25%) são os meios mais utilizados.

Já o cartão de crédito é o preferido nos pagamentos de compra online (52%). O dinheiro é o meio mais utilizado para pagamentos de contas de consumo (32%).

PIX para transferências e pagamentos

Entre os entrevistados, o tipo mais citado de pagamento através de PIX é a transferência de saldos para amigos e parentes: 88% citaram esta finalidade.

Também se destacam o pagamento de serviços (40%); de compras pela internet (26%); compras de alimentos (18%); restaurantes (17%) e consultas médicas (12%).

A pesquisa ouviu 800 internautas residentes nas capitais brasileiras, com idade igual ou maior a 18 anos, entre os dias 30 de junho e 7 de julho.

G1

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Economia

Venda dos Correios deve render “valorzinho”, diz secretária de privatizações

A secretária especial do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), Martha Seillier, afirmou que a venda dos Correios será feita pelo governo federal em troca de um “valorzinho”.

A declaração foi dada durante entrevista ao portal UOL. Seillier disse que o preço mínimo, que será pedido no leilão, será muito inferior ao do valor dos ativos da empresa porque quem arrematar a estatal terá que assumir diversos custos.

Entre eles estão impostos que hoje não são pagos pelos Correios, como IPTU, ICMS, ISS e IRPJ.

“Essa é a conta que estamos fazendo. Vai sobrar um valorzinho, vamos dizer assim, que é o quanto a gente vai pedir no leilão“, disse a secretária.

A privatização dos Correios já foi aprovada pela Câmara dos Deputados. Restam, ainda, a apreciação pelo Senado Federal e a sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

De acordo com Seillier, só será possível estimar o lance mínimo após a segunda fase dos estudos de privatização e após a aprovação pelo Congresso.

A previsão é que os estudos sejam concluídos em setembro. “No fim das contas, o valor será simbólico. É claro que é uma empresa muito grande e a tendência é a gente ir para o leilão. Se tiver muita concorrência, haverá um ágio e a gente vai acabar tendo um valor relevante na venda. Mas esse não é o foco “, afirmou a secretária….

Apesar de terem tido um desempenho deficitário entre 2013 e 2016, os Correios registraram, no ano passado, um lucro líquido de R$ 1,53 bilhão. Foi o quarto ano seguido com resultados positivos.

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Economia

Banco do Brasil diz que sistemas voltaram a funcionar normalmente após pane

O Banco do Brasil atualizou neste sábado (28/8) as informações sobre a pane em seus sistemas, que deixou fora do ar o aplicativo, os caixas eletrônicos e cartões em várias partes do país. De acordo com a agência, os aplicativos voltaram a funcionar “normalmente”.

“Os sistemas começaram a ser restabelecidos no fim da tarde e funcionam normalmente desde as 22h de ontem”, diz nota.

A instituição ainda lamentou os transtornos causados aos clientes. “O BB reafirma a segurança e a integridade dos dados e de seus sistemas de informação, essenciais para a prestação de serviços aos nossos clientes”, continua o texto.

Segundo o banco, os sistemas ficaram instáveis em decorrência de falha em processamento utilizado pelo Banco, o que levou à indisponibilidade temporária dos serviços.

Metrópoles

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Economia

Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal ameaçam deixar a Febraban

Como consequência de uma crise que se desenrola nos bastidores da Febraban há uma semana, o Banco do Brasil e a Caixa estão ameaçando deixar a entidade, criada em 1967 para representar o setor bancário — e da qual os dois bancos públicos estão entre os fundadores.

O motivo é um manifesto, capitaneado pela Fiesp, que deverá ser publicado nos jornais brasileiros nos próximos dias, assinado por cerca de cem entidades de classe dos setores financeiro e industrial.

Intitulada “A praça dos Três Poderes”, a declaração afirma que “as entidades da sociedade civil que assinam esse manifesto veem com grande preocupação a escalada de tensões e hostilidades entre as autoridades públicas”.

Mais: “O momento exige serenidade, diálogo, pacificação política, estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia, volte a crescer, gerar empregos e assim reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população”.

Durante os últimos dias, houve uma intensa troca de  mensagens e telefonemas. Os dirigentes da Caixa e do BB tentaram que a Febraban não chancelasse a peça. Insistiram que o o.k. da entidade ao texto seria visto como uma manifestação política contra o governo Bolsonaro.

Em vão. Nessa sexta, 27, uma votação na entidade aprovou a participação da Febraban. Entre os bancos que votaram a favor, Bradesco, Itaú, Credit Suisse, JP Morgan, BTG, Safra, Santander e muitos outros.

Tanto o ministro Paulo Guedes, quanto o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e Jair Bolsonaro estão acompanhando o imbroglio e apoiam a decisão de saída da Febraban. Guedes, a propósito, está irritado com a possibilidade da publicação do manifesto. Avalia que é uma crítica à política econômica.

Lauro Jardim- OGlobo

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Economia

“Depende do bom humor de São Pedro”: Diz economista sobre preço de alimentos em 2022

Imagem: Reprodução

A projeção revisada do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) para o PIB do setor agropecuário em 2021 – que passou de crescimento estimado em junho de 2,6% para 1,7% — se explica devido aos eventos climáticos observados em julho e agosto. Esta é a avaliação do economista e pesquisador do Centro de Estudos do Agronegócio da FGV, Felipe Serigatti, em entrevista à CNN nesta sexta-feira (27).

“De junho até agosto tivemos eventos climáticos que prejudicaram a atividade agropecuária, como a manutenção da seca, escassez hídrica que afeta lavouras e pecuária, além da sequência de três geadas”, afirmou. Ele ainda fez uma ressalva: “Os produtores no momento não têm o que fazer, é um ciclo biológico, depende do bom humor de São Pedro e neste ano, por exemplo, ele não foi legal.”

Segundo ele, no ano que vem, a inflação de alimentos deve ser amenizada: “Os preços podem ficar mais razoáveis, mas não dá para contar com valores pré-pandemia, já que os custos de produção estão em outro patamar.” Como os problemas climáticos prejudicaram as produções, houve queda da oferta e consequente subida do preço. Mesmo assim, há uma boa notícia, de acordo com Serigatti.

“A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou a primeira projeção para produção de grãos para 2021/2022, devemos ter expansão em todos eles, como milhos, feijão, arroz e soja”, disse. No entanto, apesar da ampliação da produção, o aumento da quantidade ofertada – que traria consigo a derrubada de preço e amenização da inflação sobre os alimentos – dependerá de alguns fatores.

“Não há bola de cristal para prever a melhora dos eventos climáticos e, do outro lado, temos o combustível, energia e insumos mais caros, com o dólar em patamar elevado”, disse.

Blog do BG com CNN

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Economia

NOTÍCIA BOA: Ipea mantém previsões de crescimento do PIB para 2021 e 2022

Foto: Marcello Casal Jr /ABR

O desempenho recente dos indicadores econômicos de atividade levou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a manter em 4,8% e 2% a previsão feita em junho deste ano para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) para 2021 e 2022, respectivamente.

No fim de setembro, pesquisadores do Ipea analisarão de novo o cenário para ver o que há de mais relevante e farão a revisão dos números para o PIB e previsão para o terceiro trimestre. Para essa divulgação agora, viu-se que não havia motivos para mexer no que se previu há três meses, disse hoje (27) à Agência Brasil o economista Leonardo Mello de Carvalho, pesquisador do Ipea e um dos autores do estudo.

Para o segundo trimestre do ano, o Ipea trabalha com a perspectiva de o PIB apresentar resultado próximo da estabilidade, em comparação com o trimestre anterior, mostrando alta em torno de 0,1%.

ServiçosDe acordo com a Carta de Conjuntura divulgada hoje pelo Ipea, a recuperação do setor de serviços deve continuar a ser estimulada pelo avanço da vacinação. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que a alta de junho para o setor (1,7%) foi a décima segunda variação positiva em 13 meses.

Indústria – Dados divulgados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE indicam que a produção física do setor recuou 2,5% no segundo trimestre deste ano. O destaque positivo foi o segmento das indústrias extrativas, que cresceu 4,8%, estimulado pela alta nos preços internacionais de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) e pelo crescimento das importações mundiais. Em contrapartida, a indústria de transformação recuou 3,8%, devido à escassez de matéria-prima e ao aumento de custos.

Comércio – A retomada de alguns programas de transferência de renda pelo governo central, que resultam em impacto positivo nas vendas, e a melhora da dinâmica epidemiológica da covid-19 no Brasil em maio e junho ajudam a explicar o crescimento do comércio varejista no segundo trimestre do ano. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, as vendas no varejo encerraram o segundo trimestre com alta de 3%. Para julho, a estimativa do Ipea é que o resultado ficará próximo da estabilidade, com pequeno recuo de 0,4%.

Agricultura – Para o setor agropecuário, o estudo do Ipea usa as novas previsões de crescimento do PIB agropecuário, que foram divulgadas ontem (26) e mostram redução de 2,6% para 1,7% em 2021. A queda da previsão de crescimento deve-se, principalmente, a uma estimativa menor do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) para a safra de milho, cuja queda evoluiu de -3,9% para -11,3%.

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Economia

O PAI TÁ OFF: Sistemas do Banco do Brasil saem do ar e afetam pagamentos e aplicativo

Imagem: Fernando Bizerra/Agência Senado

Correntistas do Banco do Brasil relataram hoje que os sistemas do banco estão fora do ar. Segundo relatos nas redes sociais, o problema afetou pagamentos digitais, uso de cartão e o acesso ao site e ao aplicativo, o que foi confirmado pelo banco.

“O BB confirma inconsistência em seus sistemas na tarde desta sexta-feira, 27, e trabalha para restabelecer a normalidade”, diz o comunicado enviado ao UOL. O problema afeta todo o Brasil e atinge o sistema do banco de forma generalizada. Muitos clientes reclamam de não ter conseguido realizar pagamentos, mas há também quem relate que não conseguiu realizar saques ou acessar o aplicativo e o site.

Segundo o BB, o problema acontece em vários meios, mas o aplicativo, por ser mais utilizado, é o mais afetado. O site “DownDetector”, que monitora problemas e quedas de serviço em tempo real, diz que os problemas com o sistema do banco começaram a ser reportados a partir das 14h45 de hoje. Nesta tarde, foram feitas mais de 2.300 reclamações em cerca de uma hora.

Blog do BG com UOL

Opinião dos leitores

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