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“PREFEITURA QUEBRADA”: Oposição critica remanejamento de recursos para saúde em JP; veja documento

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), solicitou à Câmara Municipal da Capital a realocação orçamentária de R$ 65,3 milhões para custear o pagamento de salários de servidores da ativa da Saúde municipal. O pleito foi aprovado por unanimidade na sessão desta terça-feira (28) com críticas da bancada de oposição.

Segundo o projeto, os recursos serão retirados de investimentos como melhoria das Unidades Básicas de Saúde, repasses para serviços de zoonozes, implantação de lavandaria no Instituto Cândida Vargas e outras ações previstas para serem realizadas no Sistema de Saúde. (veja a tabela no final da matéria) 

Na mensagem encaminhada ao Poder Legislativo, o prefeito pediu “urgência” na votação da matéria, afirmando que a medida visa “ajustar as despesas”.

“Tendo em vista a necessidade de ajustar as despesas às reais condições de sua execução, uma vez que os valores de referência utilizados na elaboração da Peça Orçamentária, relativa ao exercício financeiro de 2025, tiveram suas estimativas a preço de junho de 2024, justifica-se dessa forma, que o Projeto de Lei anexo a essa Mensagem visa corrigir essas distorções”, diz a mensagem do prefeito.

Apesar do voto favorável, a bancada de oposição disse que a suplementação demonstra que a “Prefeitura está quebrada” e que os servidores “correm o risco de não receber 13º salário”.

“A Prefeitura de João Pessoa está quebrada. E eu tenho dito isso que ela está quebrada. Essa é mais uma prova que a prefeitura está quebrada. Esse remanejamento para se pagar folha de pagamento é o primeiro sinal que essa prefeitura não vai ter dinheiro para pagar nem a segunda parcela do 13º do servidor. Servidor, se prepare que você pode conseguir voltar há mais de 30 anos atrás e ter que fazer empréstimo. Aguardem, escutem e prestem atenção o que a oposição dessa casa está dizendo. Essa Prefeitura de João Pessoa está quebrada, literalmente quebrada”, afirmou o vereador Fábio Carneiro (Solidariedade).

O governista Raoni Mendes (DC) contrapôs ao argumento de Carneiro, afirmando que o remanejamento é “necessário e normal”.

“Mostra-se que a saúde de João Pessoa, apesar de todas as dificuldades nacionais, nós estamos investindo de recursos próprios, mais de 12%, chegando a 27% e 28%, onde a obrigatoriedade é de apenas 15%. Então há investimento da Prefeitura de João Pessoa e nós enxergamos isso com todas as reformas e entregas no serviço. Eu pergunto, vossa excelência vai deixar os funcionários sem receber? Nós vamos deixar os funcionários fazer um cavalo de batalha, chegar ao ponto de dizer que a Prefeitura está quebrada, em um projeto específico de remanejamento natural que muitas e muitas vezes já se foi votado”, reagiu.

Veja de onde serão retirados recursos: 

MaisPB

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Oposição avalia pedir CPI da Zona Azul em João Pessoa

Zona Azul no Centro de João Pessoa (Foto: Foto: Evandro Pereira/Jornal A União)

Vereadores de Oposição começaram a discutir a possibilidade de solicitar à Câmara Municipal de João Pessoa a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Zona Azul, na Capital.

Durante sessão desta quinta-feira (23), os parlamentares afirmaram que vão aguardar a audiência pública marcada para o dia 12 de novembro que discutirá o serviço de estacionamento rotativo da Capital para avaliar as medidas a serem tomadas.

Dentre as ações previstas, está o pedido de instalação de uma CPI para investigar o contrato firmado entre o governo Cícero Lucena (MDB) e a empresa responsável para gerir a Zona Azul.

Os vereadores questionam, por exemplo, a divisão de lucros entre o Poder Público e a empresa contrata, o tempo de contrato, a falta de servidores para atender à população e a queda no número de carros estacionados na região central.

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AMORDAÇADA: Vereadora Eliza protesta na Câmara e diz ser alvo de “patrulhamento ideológico”

A vereadora Eliza Virgínia (PP) realizou um protesto simbólico durante a sessão desta terça-feira (22) na Câmara Municipal de João Pessoa. Com a boca tapada, ela pediu “um minuto de silêncio” e afirmou ser vítima de “patrulhamento ideológico”. A parlamentar disse responder a cerca de dez processos cíveis e penais em razão de suas declarações públicas.

O ato ocorre após decisão do juiz Gustavo Procópio, da 2ª Vara Cível da Capital, que determinou a retirada de vídeos publicados por Eliza nas redes sociais. O magistrado entendeu que o conteúdo associava a comunidade LGBTQIA+ a crimes e veiculava discurso de ódio. A decisão foi concedida em caráter de urgência no último dia 22, em ação movida pela Associação Iguais, que pede R$ 140 mil por danos morais.

Em nota, a vereadora afirmou que suas falas têm sido utilizadas contra ela nos tribunais, apesar de estarem protegidas pela imunidade parlamentar. “Não provoco, apenas reajo. O que está acontecendo é um cerceamento da liberdade de expressão”, declarou.

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CPI dos Postos usará Disque 197 para receber denúncias anônimas em JP

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A CPI dos Postos da Câmara Municipal de João Pessoa, que investiga suspeitas de cartelização entre postos de combustíveis, realizou nesta quarta-feira (22) uma visita à sede da Polícia Civil da Paraíba. O relator da comissão, vereador Tarcísio Jardim (PP), anunciou que o Disque-Denúncia 197 passa a ser um canal oficial para receber informações anônimas que possam contribuir com as investigações.

Segundo Tarcísio, o acordo com a Polícia Civil permitirá o uso da estrutura de inteligência do órgão e o cruzamento de dados com o Ministério Público para fortalecer o relatório final da CPI. “Agora o número 197 é oficialmente um dos canais para denúncias sobre combustíveis. Temos indícios suficientes, mas precisamos materializá-los para entregar um relatório robusto à Polícia e ao Ministério Público”, afirmou o relator.

O delegado-geral da Polícia Civil, André Rabelo, confirmou que todas as denúncias recebidas serão apuradas. “O 197 é um instrumento da Polícia Civil para qualquer prática delituosa, inclusive para apoiar a CPI dos Postos”, disse.

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CMJP debate população em situação de rua

Na semana de 6 a 10 de outubro, a Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) vai debater a população em situação de rua na Capital, receber estudantes no programa Parlamento Infantil, além de conceder homenagens durante sessões solenes.

Na manhã da quarta-feira (8), o Legislativo Municipal vai receber os alunos das escolas municipais Professor João Medeiros, localizada no Bairro dos Novais, e Napoleão Laureano, situada em Oitizeiro, dentro do programa Parlamento Infantil, realizado pela Escola Legislativa do Celso Furtado.

Às 10h da quarta-feira (8) acontece mais uma reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a suposta prática de cartel pelos postos de combustíveis de João Pessoa. A expectativa é de que sejam escutados representantes de órgãos, como o Procon Municipal, Procon Estadual, Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado.

Ainda na quarta-feira (8), às 14h, acontece uma sessão especial para debater a população em situação de rua na Capital. A propositura é do vereador Tarcísio Jardim (PP) e o debate acontece no Plenário Senador Humberto Lucena.

Na sexta-feira (10), acontece uma sessão solene em homenagem ao Obreiro Universal, voluntários que trabalham pela Igreja Universal do Reino de Deus no evangelismo. “Obreiro Universal tem se destacado como um exemplo de fé, perseverança e serviço ao próximo, dedicando-se incansavelmente à missão de espalhar os ensinamentos de amor, fé e solidariedade”, afirmou o propositor da homenagem, o vereador Valdir Trindade (Republicanos). A sessão acontece no Plenário Senador Humberto Lucena.

Encerrando os eventos da semana, na sexta-feira (10), às 17h, o presidente da CMJP, vereador Dinho Dowsley (PSD), vai entregar cidadania pessoense ao médico Omar Abujamra Junior, além da Comenda Empreendedor Pessoense José Carlos da Silva Júnior à Unimed João Pessoa. A sessão solene acontece no Anfiteatro do Centro de Convenções de João Pessoa.

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Vereador Raoni quer proibir caixas de som portáteis nas praias de João Pessoa

O vereador Raoni Mendes (DC) defendeu a proibição do uso de caixas de som portáteis nas praias da Capital paraibana. Para o parlamentar, a experiência das praias pessoenses como patrimônio natural e cultural da cidade tem sido prejudicada pelo excesso de ruído desses equipamentos. Raoni Mendes se pronunciou sobre o assunto na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), durante a sessão desta terça-feira (30).

De acordo com Raoni Mendes, o direito coletivo precisa se sobrepor ao direito individual. “A poluição sonora não é apenas um incômodo, é uma agressão silenciosa à saúde física e mental das pessoas. Um barulho intenso e constante causa estresse, ansiedade, dificuldades de concentração e até problemas auditivos. As praias deveriam ser espaços de descanso e contemplação. Essa realidade gera um conflito direto entre o direito de alguns que se divertem e de muitos desfrutarem do silêncio e da paz. Todos temos o direito de aproveitar os espaços públicos, mas esse direito precisa ser exercido com responsabilidade e respeito ao próximo”, enfatizou.

“É diante desse cenário que apresentamos a proposta de proibir definitivamente o uso de caixas de som portáteis nas praias de João Pessoa. Não estamos sendo contra a alegria, música e descontração do nosso povo, estamos defendendo a pluralidade de experiências. Quem quiser ouvir sua música pode fazê-lo com seus fones de ouvidos, em sua casa, no seu carro, nas festas ou em espaços adequados. Mas, a praia, esse bem coletivo, precisa ser protegido para que todos tenham a oportunidade de vivenciá-la de forma saudável e respeitosa”, sugeriu o parlamentar, salientando que diversas cidades turísticas do Brasil e do mundo já adotaram essa medida, a exemplo de Florianópolis e do Rio de Janeiro.

O parlamentar destacou ainda que a proibição é também uma forma de valorizar o turismo. “O visitante que chega aqui procura não apenas o sol e o mar, mas também a qualidade de vida, hospitalidade, organização. Uma praia barulhenta, desordenada e conflituosa não fortalece a imagem da cidade, pelo contrário, afasta os turistas e prejudica nossa economia. Proteger nossas praias é proteger a identidade de João Pessoa, é cuidar da nossa imagem, saúde, cultura e da nossa convivência social. Pode parecer uma medida simples, mas é um avanço cultural e civilizatório que nos coloca em sintonia com cidades que souberam compreender que o lazer coletivo deve estar acima do interesse individual e do gosto particular”, defendeu.

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Câmara de João Pessoa vai ao Bessa, nesta quinta-feira

Os vereadores da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) vão ao Bessa, nesta quinta-feira (25), ouvir as demandas da população. A sessão itinerante está agenda para 19h, no ginásio do Colégio Meta II (Rua José Ferreira Ramos, nº 35, Jardim Oceania). Os moradores do Jardim Oceania, Aeroclube, Manaíra, Tambaú, São José e da Comunidade São Luiz também foram convidados a participar da reunião.

O principal objetivo do programa Câmara no Seu Bairro é estreitar a relação entre a população e seus representantes, ouvindo suas demandas para encaminhar soluções. “Vamos dar fala para a população reivindicar as necessidades de seu bairro, levando a Câmara Municipal para cada vez mais próximo do povo”, afirmou o presidente da Casa, Dinho Dowsley (PSD). Ele ainda reforçou que a audiência do Jardim Oceania e áreas adjacentes é a segunda das cinco reuniões a serem realizadas em diversas regiões da Capital. A primeira foi realizada no dia 28 de agosto, no Bairro dos Estados.

As próximas edições estão marcadas para os dias 30 de outubro, reunindo os residentes de Mangabeira, Cidade Verde e Nova Mangabeira; 27 de novembro, agregando Valentina, Mussumago, Paratibe, Planalto da Boa Esperança, Sonho Meu, Colinas do Sul e Gervásio Maia; e 11 de dezembro, para escutar os habitantes do Centro, Torre, Cruz das Armas, Roger, Jaguaribe e Ilha do Bispo.

As solicitações apresentadas em cada reunião serão encaminhadas à Administração Municipal. A população também pode enviar suas demandas e reivindicações ao projeto Câmara no seu Bairro por meio da assistente virtual Alê Câmara. A ferramenta, disponível por meio de aplicativo de mensagem, contribui para a agilidade na entrega dos pedidos, a partir do celular, diretamente da palma da mão do pessoense.

As plataformas de comunicação da Casa (TV, rádio, portal e redes sociais) farão a cobertura das reuniões do Câmara no seu Bairro, levando ao conhecimento dos cidadãos as demandas apresentadas.

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Saiba quem é o novo relator da CPI dos combustíveis de JP

O vereador Mikika Leitão (Republicanos) foi escolhido como o novo presidente da CPI dos Combustíveis na Câmara Municipal de João Pessoa. A comissão investiga indícios de prática de cartel nos postos da capital.

A mudança ocorre após o então presidente Raoni Mendes (DC) renunciar ao cargo. Ele enfrentou resistência da maioria dos membros da comissão por já ter se manifestado contra a CPI e negado a existência de cartel no setor.

Na primeira sessão, cinco dos sete integrantes apresentaram requerimento pedindo a saída de Raoni da presidência. Mikika assume com a missão de conduzir os trabalhos no prazo de até 120 dias.

A CPI foi instalada após aumento repentino no preço dos combustíveis em João Pessoa, que chegou a quase R$ 0,40 em alguns postos, conforme denúncia de consumidores e reportagens locais.

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Procuradoria da CMJP vai avaliar permanência de Raoni na presidência da CPI dos combustíveis

A Câmara Municipal de João Pessoa divulgou nota oficial nesta segunda-feira (15) sobre a primeira reunião da CPI dos Combustíveis, que apura suposta prática de cartel nos postos da Capital.

Durante o encontro, foi apresentado um requerimento para rediscutir os nomes que ocupam a presidência e a relatoria do colegiado, atualmente exercidos pelos vereadores Raoni Mendes (DC) e Tarcísio Jardim (PP).

Como o Regimento Interno da Casa não trata do assunto, os membros da comissão decidiram encaminhar o pedido à Procuradoria-Geral da Câmara, que emitirá parecer sobre a possibilidade de mudança. A decisão final caberá à Presidência da Casa.

A nota é assinada pelos vereadores Raoni Mendes, Tarcísio Jardim, Jailma Carvalho (PSB), Fábio Carneiro (SDD), Fábio Lopes (PL), Guguinha Moov Jampa (PSD) e Mikika Leitão (Republicanos).

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(VÍDEO) CPI DOS COMBUSTÍVEIS: Tentativa de destituir presidência marca primeira reunião na CMJP

 

 

 

A maioria dos vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito dos Postos na Câmara Municipal de João Pessoa propôs que o vereador Raoni Mendes seja retirado da presidência da CPI. Raoni ficou desestabilizado e encerrou a reunião às pressas.

Apenas Raoni Mendes e Tarcisio Jardim, presidente e relator, não assinaram o requerimento dos membros da CPI. “Eu fui designado a presidir”, disse Raoni apontando como ‘perda de tempo’ dos colegas e propondo que os vereadores insatisfeitos recorram a Justiça para mudar a presidência.

A comissão é presidida pelo vereador Raoni Mendes (DC) e tem como relator Tarcísio Jardim (PP). Também participam como membros os vereadores Guguinha Moov Jampa (PSD), autor do pedido de abertura da CPI, além de Mikika Leitão (Republicanos), Fábio Carneiro (SD), Jailma Carvalho (PSB) e Fábio Lopes (PL).

Raoni foi resistente a instalação da CPI em um primeiro momento das discussões na Câmara.

 

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