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CPI dos Combustíveis aponta cartelização em postos de João Pessoa

Foto: Guguinha Moov Jampa em entrevista à MaisTV; (Albemar Santos)

A CPI dos Combustíveis da Câmara Municipal de João Pessoa deve ser concluída na próxima semana e constatou indícios evidentes de cartelização entre postos da capital. A declaração foi feita na manhã desta quinta-feira (11) pelo autor do pedido que criou a comissão, o vereador Guguinha Moov Jampa (PSD).

Guguinha revelou que protocolou, na última quarta-feira (10), um relatório com 14 páginas que detalham as conclusões da CPI e o entregou ao relator, vereador Tarcísio Jardim (PP).

De acordo com Guguinha, as provas colhidas durante audiências públicas e análises técnicas apontam de forma clara para uma ação coordenada no reajuste de R$ 0,40 do combustível registrado anteriormente. Além da suspeita de cartelização, a CPI também identificou irregularidades em postos de combustíveis, como adulteração de gasolina e manipulação de bombas de abastecimento.

“No meu relatório pelo menos, a gente constatou que naquele aumento dos 40 centavos existia sim o cartel e estava na cara que existia um cartel quando eles se juntavam para combinar valores. As provas foram evidentes aqui nas audiências públicas”, afirmou.

Guguinha ainda reforçou o trabalho do Procon-JP e reforçou que as ações de fiscalização já trouxeram efeitos positivos para os consumidores.

“Faz mais de três meses que a gente não vê aumento na cidade de João Pessoa”, destacou.

O parlamentar adiantou que o relatório final da CPI deve apontar responsabilidades e encaminhar o caso para o Ministério Público.

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MORTE DE VAQUEIRINHO: Vereadores de JP farão inspeção na Bica nesta quinta-feira

Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica

A Comissão Especial Parlamentar de Acompanhamento e Cuidados vai visitar, nesta quinta-feira (4), o Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica) para acompanhar as medidas de segurança e inspecionar a área do incidente após a morte do jovem “Vaqueirinho”, que pulou na jaula de uma leoa, no último domingo (30).

A informação sobre a visita foi confirmada pelo presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, Dinho Dowsley (PP), nesta terça-feira (2).

“Já foi aprovado o requerimento da comissão, já está marcado para quinta-feira, inclusive uma visita in loco lá no local do fato acontecido, com a presença de sete vereadores, inclusive com o vereador Guga também, e a gente vai conversar com o secretário para justamente ver quais são as medidas que foram tomadas e daí também trazer para essa casa também”, revelou.

A comitiva, formada por sete parlamentares, também pretende conversar diretamente com o secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, para levantar informações detalhadas sobre as medidas adotadas.

A Comissão é composta pelo presidente da Casa Napoleão Laureano, Dinho Dowsley (PSD), e os vereadores Eliza Virgínia (PP), Odon Bezerra (PSB), Marcos Henriques (PT), Durval Ferreira (PL), Fábio Carneiro (Solidariedade) e Marcos Vinícius (PDT).

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Câmara de JP deve criar comissão para acompanhar ações na Bica após morte de jovem

A Câmara de Vereadores de João Pessoa deve instaurar, a pedido Secretaria de Meio Ambiente (Semam), uma comissão parlamentar para acompanhar as ações de segurança no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica). A medida ocorre após um jovem morrer ao entrar na jaula da leoa nesse domingo (30).

O secretário Welison Silveira informou que entrou em contato com o presidente da Câmara, Dinho Dowsley, e que ainda nesta segunda-feira a Casa Napoleão Laureano “estaria adotando providências nesse sentido”.

A solicitação enviada à Câmara tem o objetivo de garantir “o máximo de transparência possível, para que as ações estejam sendo acompanhadas e convalidadas por todos os órgãos”, afirmou o secretário.

Na manhã desta segunda (1º) a Semam se reúne com a equipe técnica, direção do zoológico e corpo veterinário para fazer uma avaliação sobre o ocorrido e pensar medidas de reforço da proteção. “Vamos fazer uma vistoria nos recintes para que, o mais breve possível, a gente possa retomar as atividades do parque”, afirmou.

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LOA 2026: Orçamento da Capital está previsto em R$ 5,4 bilhões

O projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) referente ao exercício financeiro de 2026 está em tramitação na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). A peça, que estima as receitas e fixa as despesas do Município para o próximo ano, indica que o orçamento da Capital está previsto em R$ 5.451.526.730. O projeto de revisão do Plano Plurianual (2026-2029), que traça as diretrizes e objetivos a serem seguidos pela Gestão Municipal, também está tramitando na Casa. As peças orçamentárias estão disponibilizadas no portal da Câmara.

A secretária executiva de Programação Orçamentária, Verônica Dias, relatou: “Com base nas projeções realistas, a gente buscou fazer um orçamento um pouco mais conservador, orientados pela média histórica dos últimos três anos de arrecadação, para definir as despesas. O projeto da LOA 2026 busca garantir equilíbrio, eficiência e a continuidade dos projetos estratégicos que impulsionam o desenvolvimento da nossa cidade. No que foi proposto estão englobados todos os valores de recursos próprios e as transferências federais que são repassadas para o município”.

Verônica Dias explicou que os valores previstos de recursos próprios totalizam uma projeção de arrecadação de R$ 3,92 bilhões: “Isso é mais de 50% do que a gente prevê que vai arrecadar de receita advinda de recursos próprios. O restante vem de recursos do Fundeb, do SUS, da assistência social, dos convênios firmados com o Governo Federal”.

De acordo com a secretária, o total de receitas correntes é de R$ 4.992.494.304,00, que representa 92,58% de toda a previsão de arrecadação para 2026. “O maior volume que a gente tem que fixar é para despesas correntes, porque é a continuidade da gestão, é o cuidado com a educação, com a saúde, com a limpeza pública, com as despesas de caráter continuado. Temos uma perspectiva de fixação de despesa de capital de R$ 891 milhões, enquanto que entendemos que só vamos receber de transferência cerca de R$ 300 milhões. Então, temos mais de R$ 500 milhões também de recursos próprios, que o ente vai destinar para dar continuidade aos seus projetos, às suas obras públicas, para que o município possa continuar crescendo e atendendo às necessidades da população”, afirmou.

Saúde

A secretária informou que o valor fixado para a saúde está acima do limite constitucional de 15%: “Na saúde, temos o valor que fixamos com recursos que não são próprios, mas são do SUS, de convênios, de transferências federais e emendas repassadas. Fixamos em R$ 769.600.000,00, enquanto que, com recursos próprios do tesouro, o valor é de R$ 652.352.500,00, que corresponde a 20,06% da receita do município para ser investido nessa área. Normalmente, esse valor é um pouco mais elevado do que isso, mas ainda é bastante significativo para termos uma saúde que consiga atendar a população”.

Educação

Na educação, com recursos que não são próprios, a gente fixou R$ 757.763.000,00. É o valor que, dada a média histórica, a gente entende que vai poder fazer o investimento da educação com recursos que não são próprios. Com recursos próprios, fixamos R$ 456.512.149,00, que corresponde a 25,5% dos valores de recursos próprios destinados para a educação. O limite constitucional é 25% e a gente entende que vai aplicar 25,5%. Geralmente se aplica um pouco mais também, mas, como já disse, optamos por ter uma peça mais conservadora, dada a economia nacional, dado que a gente não observa uma perspectiva real de crescimento. A gente entende que é importante trabalharmos de forma mais conservadora para um melhor acompanhamento”.

Duodécimo do Legislativo

Quanto ao duodécimo da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), Verônica Dias informou que o valor fixado foi de R$ 134.075.247,00. “O repasse do duodécimo da Câmara equivale a 4% da receita efetivamente arrecadada no exercício anterior. Como esse exercício ainda não encerrou, a gente usou a média histórica, a arrecadação efetiva até o momento da elaboração da LOA, para que pudéssemos projetar um valor melhor aproximado e o Poder Legislativo possa se planejar também”.

 

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ALIMENTOS E MATRÍCULAS: CMJP quer priorizar diretos de alunos com TEA; saiba mais

Na reunião desta segunda-feira (24), a Comissão de Politicas Públicas (CPP) foi favorável a dois projetos em prol das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O colegiado acatou 26 Projetos de Lei Ordinária (PLO). Um PLO recebeu pedido de vista para melhor apreciação.

O PLO 131/2025 , de Jailma de Carvalho (PSB), acatado, garante o direito de crianças e adolescentes diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições neurodivergentes de portar alimentos e utensílios para consumo próprio, bem como objetos de uso pessoal, nos Centros Municipal de Educação Infantil (CMEI) e ensino fundamental da rede pública municipal, em qualquer turno ou período de permanência. Os alimentos permitidos deverão ser adequados às necessidades alimentares específicas de cada indivíduo, conforme orientação médica ou nutricional. Sendo lista de alimentos a serem levados poderá ser fornecida pela família ou responsável legal, acompanhada de parecer ou atestado médico, caso necessário. Os utensílios e objetos pessoais que poderão ser portados incluem, mas não se limitam a: garrafinhas de água, pratos, talheres, copos, brinquedos de estímulo sensorial, fones de ouvido e outros materiais que atendam à necessidade específica de cada aluno. Ainda fica determinado que a escola ou creche deverá assegurar a guarda, se necessário, dos alimentos e objetos pessoais de forma que garanta a segurança e integridade dos mesmos durante o período de permanência do aluno. O direito de levar alimentos e objetos pessoais será assegurado independentemente de qualquer tipo de discriminação ou constrangimento para a criança ou adolescente com TEA ou outras condições neurodivergentes. O município deverá promover, sempre que necessário, a capacitação dos profissionais da educação para o adequado atendimento às necessidades de alunos com TEA e outras condições neurodivergentes, com o intuito de garantir um ambiente de aprendizado inclusivo e acolhedor.

Já o PLO 215/2025, de João Corujinha (PP), assegura ao aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) a prioridade na matrícula em escola municipal próxima à sua residência ou ao local de trabalho de seus responsáveis. A escolha da escola municipal mais próxima à residência ou ao local de trabalho será definida pelos pais ou responsáveis legais no momento da matrícula anual. A necessidade de prioridade de matrícula do aluno com TEA será atestada por documentos probatórios, tais como: diagnóstico do TEA; e comprovante de residência no Município de João Pessoa. Ainda de acordo com a norma, as escolas municipais garantirão a permanência dos alunos com Transtorno do Espectro Autista, adequando seus espaços físicos para proporcionar um ambiente de acolhimento e respeito às necessidades desses alunos

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Após morte de empresário, vereadores de JP aprovam lei que exige atestado médico para corridas de rua

A Câmara Municipal de João Pessoa aprovou, nesta terça-feira (18), a lei que torna obrigatório o atestado médico para participação em corridas de rua organizadas na capital. A proposta é de autoria do vereador Bosquinho (PV) e segue agora para sanção do prefeito.

Pelo texto, os participantes deverão apresentar uma declaração de aptidão física emitida por médico com CRM, com validade de até 12 meses. A exigência vale para corridas competitivas e participativas promovidas por organizadores de eventos.

A lei também determina que os organizadores devem conferir, armazenar e disponibilizar a documentação sempre que solicitado pela fiscalização. O descumprimento pode gerar advertência, multa de R$ 5 mil em caso de reincidência e, se houver persistência, suspensão da autorização para novos eventos.

Segundo a justificativa, o objetivo é proteger a saúde dos corredores e evitar incidentes graves. Atividades recreativas e espontâneas não entram na regra. Após publicada, a lei deverá ser regulamentada pelo Executivo em até 60 dias.

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PROBLEMA PARA ESTACIONAR: CMJP discute impactos da Zona Azul em audiência

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A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) realiza, na próxima quarta-feira (12), uma audiência pública para discutir os impactos e desafios da implantação da Zona Azul Digital na capital. O debate acontece a partir das 10h30, no plenário da Casa, e será promovido pela Comissão de Políticas Públicas (CPP).

O objetivo é ouvir autoridades, representantes da sociedade civil e especialistas sobre o sistema de estacionamento rotativo pago, que vem gerando debates entre motoristas e comerciantes da cidade. A audiência busca avaliar as perspectivas, a gestão e os efeitos econômicos e sociais da Zona Azul em João Pessoa.

A pauta faz parte da programação da CMJP entre os dias 10 e 14 de novembro, que também inclui sessões especiais sobre a Consciência Negra, na quarta-feira à tarde, e uma homenagem aos 65 anos da Assembleia de Deus do Róger, na sexta-feira (14).

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Oposição questiona secretário Luiz: ‘Até onde o estado vai fazer o papel da prefeitura de JP?’

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) realizou, na manhã desta terça-feira (4), mais uma edição da Audiência Pública Quadrimestral da Saúde. A sessão contou com a presença do secretário Secretário Municipal de Saúde, Dr. Luiz Ferreira Filho, que detalhou os gastos e resultados da saúde do município.

Após a prestação de contas do secretário, um dos membros da oposição na casa, o vereador Fábio Carneiro (Solidariedade), questionou “até onde o estado vai precisar fazer o papel da prefeitura”.

“Eu quero chamar a responsabilidade da secretaria, de vossa excelência, bem como da secretária executiva, que João Pessoa recebe recursos mas não entrega os serviços à população. O estado da Paraíba segue assumindo fluxos que são de competência municipal. Até onde o governo do estado vai precisar fazer o papel da prefeitura? Até quando vidas serão perdidas por omissão, falta de planejamento e de respeito à população”, questionou Fábio.

Com a presença de servidores da saúde, as principais solicitações dessa audiência pública foram reajustes salariais, planos de carreira e quantidade de trabalhadores.

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“PREFEITURA QUEBRADA”: Oposição critica remanejamento de recursos para saúde em JP; veja documento

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (MDB), solicitou à Câmara Municipal da Capital a realocação orçamentária de R$ 65,3 milhões para custear o pagamento de salários de servidores da ativa da Saúde municipal. O pleito foi aprovado por unanimidade na sessão desta terça-feira (28) com críticas da bancada de oposição.

Segundo o projeto, os recursos serão retirados de investimentos como melhoria das Unidades Básicas de Saúde, repasses para serviços de zoonozes, implantação de lavandaria no Instituto Cândida Vargas e outras ações previstas para serem realizadas no Sistema de Saúde. (veja a tabela no final da matéria) 

Na mensagem encaminhada ao Poder Legislativo, o prefeito pediu “urgência” na votação da matéria, afirmando que a medida visa “ajustar as despesas”.

“Tendo em vista a necessidade de ajustar as despesas às reais condições de sua execução, uma vez que os valores de referência utilizados na elaboração da Peça Orçamentária, relativa ao exercício financeiro de 2025, tiveram suas estimativas a preço de junho de 2024, justifica-se dessa forma, que o Projeto de Lei anexo a essa Mensagem visa corrigir essas distorções”, diz a mensagem do prefeito.

Apesar do voto favorável, a bancada de oposição disse que a suplementação demonstra que a “Prefeitura está quebrada” e que os servidores “correm o risco de não receber 13º salário”.

“A Prefeitura de João Pessoa está quebrada. E eu tenho dito isso que ela está quebrada. Essa é mais uma prova que a prefeitura está quebrada. Esse remanejamento para se pagar folha de pagamento é o primeiro sinal que essa prefeitura não vai ter dinheiro para pagar nem a segunda parcela do 13º do servidor. Servidor, se prepare que você pode conseguir voltar há mais de 30 anos atrás e ter que fazer empréstimo. Aguardem, escutem e prestem atenção o que a oposição dessa casa está dizendo. Essa Prefeitura de João Pessoa está quebrada, literalmente quebrada”, afirmou o vereador Fábio Carneiro (Solidariedade).

O governista Raoni Mendes (DC) contrapôs ao argumento de Carneiro, afirmando que o remanejamento é “necessário e normal”.

“Mostra-se que a saúde de João Pessoa, apesar de todas as dificuldades nacionais, nós estamos investindo de recursos próprios, mais de 12%, chegando a 27% e 28%, onde a obrigatoriedade é de apenas 15%. Então há investimento da Prefeitura de João Pessoa e nós enxergamos isso com todas as reformas e entregas no serviço. Eu pergunto, vossa excelência vai deixar os funcionários sem receber? Nós vamos deixar os funcionários fazer um cavalo de batalha, chegar ao ponto de dizer que a Prefeitura está quebrada, em um projeto específico de remanejamento natural que muitas e muitas vezes já se foi votado”, reagiu.

Veja de onde serão retirados recursos: 

MaisPB

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Oposição avalia pedir CPI da Zona Azul em João Pessoa

Zona Azul no Centro de João Pessoa (Foto: Foto: Evandro Pereira/Jornal A União)

Vereadores de Oposição começaram a discutir a possibilidade de solicitar à Câmara Municipal de João Pessoa a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Zona Azul, na Capital.

Durante sessão desta quinta-feira (23), os parlamentares afirmaram que vão aguardar a audiência pública marcada para o dia 12 de novembro que discutirá o serviço de estacionamento rotativo da Capital para avaliar as medidas a serem tomadas.

Dentre as ações previstas, está o pedido de instalação de uma CPI para investigar o contrato firmado entre o governo Cícero Lucena (MDB) e a empresa responsável para gerir a Zona Azul.

Os vereadores questionam, por exemplo, a divisão de lucros entre o Poder Público e a empresa contrata, o tempo de contrato, a falta de servidores para atender à população e a queda no número de carros estacionados na região central.

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