O cantor paraibano, de Brejo do Cruz, Zé Ramalho não vai mais participar do novo disco de Sérgio Reis, segundo o jornal O Globo. Na última sexta,20, o artista foi alvo de uma operação da Polícia Federal. Sérgio Reis é investigado por incitar a população “a praticar atos violentos e ameaçadores contra a democracia” ao convocar um protesto para o próximo dia 7.
Ramalho se junta a Maria Rita, Guilherme Arantes e Guarabyra, que anunciaram suas desistências durante a semana e não mais participarão do disco de Reis.
Veja a nota de Zé Ramalho na íntegra:
Embora o artista Zé Ramalho tenha participado como convidado na gravação da canção “Admirável gado novo”, no disco do cantor Sérgio Reis em maio de 2019, agora em 2021 a gravação perdeu o sentido e tanto o compositor quanto sua editora não autorizarão a utilização da obra.
Solicitamos ao escritório do cantor Sérgio Reis que não utilize o fonograma de forma alguma. Pedimos ainda que se abstenha de usar por meios radiofônicos, eletrônicos ou qualquer outro, para que esta faixa não seja veiculada de forma alguma. O artista declara que é tudo que tem a dizer sobre esse assunto e não mais se pronunciará.
Nos últimos dias, Sérgio Reis está no centro de uma polêmica após a divulgação de um áudio em que o cantor sertanejo convoca atos antidemocráticos em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O artista foi alvo de uma operação da Polícia Federal na última sexta-feira,20, e já teve pelo menos três baixas em seu próximo disco — os cantores Guarabyra, Maria Rita e Guilherme Arantes desistiram de participar.
Sérgio Reis vai se pronunciar sobre o caso neste domingo, em entrevistas ao “Domingo espetacular”, da Record TV. Segundo o site da emissora, o cantor afirmou estar arrependido: “Eu errei, quero pedir desculpas, até ao Supremo”.
“Eu sou uma pessoa que só pensa bem dos outros. E agora estão querendo acabar comigo como se eu fosse bandido. Eu não sou bandido”, garantiu Sérgio, que recebeu o jornalista Roberto Cabrini duas vezes em sua casa, na quarta e na sexta-feira.
O músico de 81 anos afirmou ainda que “falou bobagem”, que não esperava o vazamento e nem que teria tamanha repercussão. “Hoje em dia, ninguém mais está sigiloso. Você fala qualquer coisa, já sai na internet, já sai pra lá e vaza, vai pra grupos e tudo mais”, reclamou.
Por unanimidade, os ministros do Tribunal de Contas da União consideraram que o perfil da Secom (Secretaria de Comunicação) no Twitter publica mensagens para autopromoção do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura, informou o jornalista Rubens Valente.
A prática é vedada pela Constituição e fez com que os administradores fossem advertidos pelo tribunal e terão que interromper postagens do gênero sob pena de multa.
A ação teve início em dezembro do ano passado, após o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, do Ministério Público, listar 34 publicações do perfil copiadas em dois meses de 2020, agosto e setembro. Depois, em um anexo, juntou mais cinco, de dezembro.
Entre as irregularidades estão a divulgação do slogan do presidente: “Deus, pátria e família”. Além de frases do mandatário e publicidade para o ministro Tarcísio.
“Quanto às peças publicitárias mencionadas na representação em comento, a maioria delas, na verdade, trata de promoção pessoal dos agentes públicos envolvidos, no caso, o Presidente da República e o Ministro da Infraestrutura. Tome-se por exemplo a postagem do dia 27/8/2020 (peça 1, p. 17), onde aparece a imagem do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, dizendo: “…estamos falando de legado e o governo do Presidente Jair Bolsonaro vai deixar legado para o Paraná. Serão 2.400 km de novas duplicações”, diz o relatório.
A AGU (Advocacia-Geral da União) e a Secom negam as acusações: “ao contrário do que se afirma, estão em perfeita sintonia com a Constituição, eis que almejam tão somente dar amplo conhecimento à sociedade de informações consideradas de interesse público, sejam elas a conclusão ou o início de determinada obra pública, a entrega de algum equipamento, o oferecimento de novo serviço público ou até mesmo a cobertura da agenda oficial do Chefe do Executivo, fato inegavelmente de interesse público, tanto que é diariamente repercutido por toda a mídia nacional”.
O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), restringiu o acesso a documentos sigilosos da comissão. Motivo: evitar vazamentos. A medida atende a determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski.
Segundo Omar Aziz, senadores terão acesso a documentos enviados em resposta aos seus próprios requerimentos. Senadores que queiram acessar documentos que não foram requisitados por eles mesmos terão de fundamentar um pedido por escrito, que será analisado pela secretaria da CPI.
A determinação do ministro Ricardo Lewandowski visa garantir a confidencialidade das quebras de sigilo fiscal e bancário autorizadas pela comissão e foi motivada por uma ação da ex-secretária do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, conhecida como “Capitã Cloroquina”.
Ela teve o pedido de suspensão da quebra de sigilos negado pelo STF, que determinou que a CPI mantivesse as informações de caráter pessoal sobre a ex-secretária em sigilo.
No entanto, a defesa da ex-secretária afirma que a comissão cedeu documentos à imprensa. Na última sexta-feira, 21, o ministro Ricardo Lewandowski deu o prazo de 5 dias ao senador Omar Aziz para que ele adotasse medidas que garantam a confidencialidade do material arrecadado a partir das quebras de sigilo autorizadas pelo colegiado.
Entidades dos Movimentos Negros, Feminista e de Defesa dos Direitos Humanos protocolaram, na última quarta-feira (18), uma ação civil pública contra a corretora XP e o seu escritório credenciado Ável Investimentos, pela falta de diversidade no quadro de funcionários.
A ação, à qual o portal UOL teve acesso com exclusividade, pede indenização de R$ 10 milhões por dano social e moral coletivo e que as empresas cumpram uma série de medidas para aumentar a diversidade.
A iniciativa acontece depois da repercussão de uma foto divulgada pela Ável, com um grupo de mais de cem pessoas, formado em sua quase totalidade por homens brancos e jovens.
A empresa, que se apresenta como “o maior escritório de assessoria digital da XP”, tem sede em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Procurada pelo UOL, a XP não se manifestou especificamente sobre a ação civil.
A empresa reconheceu que “a inclusão de pessoas negras na companhia e rede de parceiros é uma questão fundamental” e disse que tem metas internas para “aumentar a contratação, em todos os cargos, de pessoas negras, mulheres, LGBTQIA+ e PCDs”.
A Ável afirmou que não vai comentar o assunto. Além da falta de diversidade entre os profissionais, a foto atraiu críticas devido ao fato de os profissionais estarem aglomerados na cobertura de um prédio, quase todos sem máscara.
O presidente Jair Bolsonaro foi nessa sexta-feira, (20), ao Vale do Ribeira, região no interior de São Paulo, visitar familiares, incluindo sua mãe, Olinda Bonturi Bolsonaro, e o irmão Renato Bolsonaro.
O presidente disse que sua mãe, que tem 94 anos, teve um problema grave de sangramento nos últimos dias. “Eu resolvi visitá-la porque pode ser que seja a última vez”, afirmou Bolsonaro em entrevista a jornalistas na noite dessa sexta-feira (20), divulgada no canal do YouTube do SBT.
Segundo o chefe do Executivo, os problemas de saúde de sua mãe são consequência de sua idade avançada. “Parece que ela tem esquecimento, que infelizmente para muitas pessoas nessa idade chega”, disse.
Ele afirma que ela não tem dor e “está de bom humor”. No entanto, relata que seu estado de saúde piorou no último ano. “Em setembro [de 2020], ela [me] reconhecia, ela demorava um pouquinho, mas falava meu nome. Agora não consegue falar meu nome mais, nem de outros filhos também”, diz Bolsonaro.
“Lamentavelmente, sabemos o destino dela”, afirma o presidente, que passou por Iporanga, no interior de São Paulo, e foi para Eldorado Paulista, onde passou a infância e onde a mãe mora até hoje.
Ele viajou junto aos filhos 01 e 03, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Diz que pretende ir embora no sábado (21). No Instagram, Eduardo Bolsonaro compartilhou imagens do presidente em aglomeração com apoiadores em Iporanga. Ele aparece sem máscara segurando uma criança no colo.
As operações da Polícia Federal contra articuladores dos protestos do 7 de setembro convocados por Jair Bolsonaro ensandeceram os grupos de WhatsApp e Telegram a favor do presidente nessa sexta-feira.
Os mandados de busca e apreensão contra o cantor Sergio Reis, o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) e outros alvos do inquérito dos atos antidemocráticos despertaram entre bolsonaristas a cobrança por mais mobilização.
Nas redes, militantes divulgam caravanas gratuitas para os atos de São Paulo e Brasília, enquanto outros tentam caronas ou companhia para rachar o combustível e pedágios.
Uma lista divulgada em diferentes grupos elenca 102 cidades no Rio de Janeiro e São Paulo com ônibus disponíveis para os manifestantes, com destino final na Avenida Paulista, onde bolsonaristas deverão se reunir para protestar contra o Supremo Tribunal Federal.
As ações da PF foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que à noite se tornou alvo de um pedido de impeachment protocolado por Bolsonaro. Entre os seguidores do presidente, a decisão de Moraes foi encarada como o “limite” ultrapassado pelo STF.
Os alvos da PF são acusados de incentivarem atos criminosos e violentos contra a demoracia e as instituições no feriado. A julgar pelo tom dos grupos de WhatsApp e Telegram, é exatamente isso que deseja uma parcela dos bolsonaristas.
“Quem tiver roupa camuflada, leve. Vamos para cima, seremos o exército do presidente!”, bradou um bolsonarista. “É certo que os senadores não farão o impeachment dos ministros do STF, consequência (sic), o povo ocupará o Congresso, fazendo uma intervenção civil. Estando lá dentro, exigiremos que as Forças Armadas destituam os ministros do STF e os senadores por prevaricação! SELVA!”, afirmou outro, se referindo ao grito de guerra do Exército.
Foto: Reprodução/Internet
Antes de o presidente sinalizar que participaria do protesto do próximo dia 7, apoiadores já construíam a narrativa de uma “batalha final” no feriado da independência.
O discurso bélico de Bolsonaro diante do tensionamento entre os Poderes e a prisão do ex-deputado Roberto Jefferson engrossaram o caldo. Para completar, houve o vazamento de um áudio do cantor Sérgio Reis mencionando uma suposta paralisação de caminhoneiros para forçar o impeachment de ministros do STF. No áudio que viralizou, o cantor e ex-deputado federal ameaçava invadir o Supremo.
Junto com a autorização para a operação de sexta, o ministro Alexandre de Moraes proibiu o sertanejo de se aproximar da Praça dos Três Poderes no dia 7 de setembro – o que foi encarado pelos bolsonaristas como evidência de que o Brasil está sob uma “ditadura da toga”.
Ganhou força, assim, a narrativa de que o Judiciário conduz uma conspiração contra o governo.
“A última manifestação será em setembro. Eles querem tomar mesmo o poder, como disse Barroso. Depois dessa manifestação, não haverá outra. Nem se quiséssemos, seríamos impedidos. É uma convocação! Não fique com a família, lute por ela!”, defendeu um dos manifestantes.“Sérgio Reis e o Zé Trovão [Marcos Antônio Pereira Gomes, caminhoneiro alvo da PF] podem vir para São Paulo e falar com o povo em Brasília por telão”, sugeriu outro.
Em tom ainda mais sombrio, houve até quem defendesse a antecipação dos protestos, diante da decisão de Moraes.
“Gente: essas manifestações marcadas para 7.09 já merecem serem antecipadas. Até lá o STF já prendeu todas as lideranças e o filho do Presidente”, desabafou um apoiador de Bolsonaro.
O STF nós representa ,fora Xandão,sempre trabalhou pra facções criminosas sempre recebeu dinheiro de traficante ,e agora se acha o dono da verdade,nós queremos o fechamento do STF
É isso ai vão mesmo vão arrumar sangue o presidente de vcs vive disso parece um vampiro seus IDIOTAS enquanto a FAMILICIAS ficam em casa esses burtos vão tomar tiro ora defender BANDIDOS. E os petitas q tinham bandido de estimação? Vcs tem BANDIDOS, MILÍCIAS BASTANTANTES CORRUPTOS. E SANGUINÁRIOS um bando de IDIOTAS
O trabalho de diarista surgiu como um recomeço para Gautyelle Costa Machado, de 31 anos, que perdeu o emprego durante a pandemia em Jundiaí (SP). Porém, durante as tentativas de conseguir serviço na área, ele se deparou com situações de assédio sexual, o que se tornou um obstáculo nas buscas por empregos.
Em entrevista ao G1, Gautyelle relatou episódios difíceis que enfrentou tanto pela internet quanto pessoalmente. Apesar do trauma, ele disse que buscou motivação na filha dele, de 11 anos, que precisa sustentar.
“Eu preciso pagar pensão e me deu um desespero. Então, surgiu a ideia de eu ser diarista. Eu gosto de limpar a casa e comecei a divulgar na internet, fiz uma arte bem legal com uma foto minha, uma descrição. Daí eu já recebi bastante críticas por causa da foto e depois começaram os assédios.”
Segundo Gautyelle, as propostas que surgiram depois eram convites de mulheres e homens para que ele fosse garoto de programa. Algumas propostas lhe deixaram constrangido e ele buscou explicar que não era esse trabalho que ele oferecia.
“Eu recebi muitas mensagens de mulheres para eu fazer faxina à noite na casa delas. Nunca na minha vida eu achei que passaria por isso. Eu fiquei sem entender, simplesmente me calei.”
Gautyelle conta que nunca pensou em registrar uma denúncia formal, pois sempre tentou lidar com as situações com conversas.
“Fui trabalhar na casa de um homem e ele me mandou mensagem dizendo que queria algo a mais. Eu fiquei muito sem graça, fiquei sem reação. Isso me deixou muito triste porque uma coisa é você sofrer assédio pela internet e outra era pessoalmente. Aquilo me abalou muito.”
O diarista disponibilizou o número de celular na internet para caso alguém quisesse contratá-lo. De acordo com ele, isso também colaborou para que pessoas mandassem vídeos íntimos sem consentimento.
“Infelizmente eu tive essa falta de respeito muito grande, muito mesmo. Já é difícil você colocar uma pessoa na sua casa que você não conhece. Existem pessoas ruins dentro de casa. Eu não quero passar essa impressão para as pessoas, não sou garoto de programa.”
Adaptação
No emprego anterior, Gautyelle trabalhava em um mercado e precisou se adaptar à nova realidade. Ele também faz pães caseiros para vender, como forma de complementar a renda.
“Não estava nos meus planos ser diarista, a gente não imagina. O que mais me motiva é a minha filha. Passo algumas situações porque eu penso nela, ela precisa de mim. É um trabalho como qualquer outro trabalho, é muito digno”, conta.
Segundo ele, no começo as pessoas tinham receio de contratá-lo, mas com o tempo foi conquistando clientes e, hoje, consegue se manter.
Uma arte com a imagem da ex-vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) feita no muro da Escola Estadual Vitor Antônio Trindade, em Araçatuba, interior de São Paulo, gerou polêmica entre internautas e moradores. Após repercussão negativa, o conselho escolar decidiu que apagará a arte na próxima terça-feira (24).
Segundo o G1 apurou, o mural foi feito na segunda semana de agosto e com autorização do conselho escolar, composto por pais, professores e alunos. Além da imagem da ex-vereadora, foi colocada a frase: “Quiseram nos enterrar, não sabiam que éramos sementes. Marielle Presente”.
No entanto, houve polêmica criada por moradores fora do ambiente escolar nas redes sociais. Alguns criticaram a pintura argumentando que se tratava de uma atitude partidária. Já outros elogiaram a arte, dizendo que a ex-vereadora exerceu papel fundamental na política.
Após a repercussão, o conselho se reuniu novamente e em uma votação foi decidido que iria retirar a arte.
O advogado Renan Salviano afirma que ficou sabendo da situação e protocolou um requerimento na Diretoria de Ensino para tentar reverter a retirada do mural. Ele argumenta, no documento, que a decisão é manifestamente discriminatória, arbitrária e ilegal.
Em nota, a Secretaria da Educação de São Paulo (SEDUC-SP) afirmou que a decisão pela pintura dos murais na Escola Estadual Vítor Antônio Trindade partiu da própria Comunidade Escolar e foi discutida em reunião de conselho.
“A pasta dá autonomia às unidades escolares para que realizem esse tipo de atividade artística nos muros das escolas”, argumentou a Secretaria da Educação de São Paulo em outro trecho da mesma nota.
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de Araçatuba publicou um texto nas redes sociais, demonstrando perplexidade diante dos ataques a história, a luta e ao legado de Marielle Franco.
Trabalhadores informais nascidos em fevereiro e março recebem hoje (21) a quinta parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
O pagamento da quinta parcela para o público geral começou ontem (20) e segue até o dia 31.
Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da quinta parcela aos inscritos no Bolsa Família segue até o dia 31. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.
Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.
O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas.
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