Brasil

Advogado de Joice Hasselmann quer aprofundar investigação sobre cigarros encontrados em apartamento

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Chega hoje, de Nova York, Antônio Carlos de Almeida Castro – o Kakay – advogado criminalista que a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) contratou, na última quinta-feira (29), para representá-la e cuidar do caso do suposto atentado sofrido pela parlamentar, no interior de seu apartamento funcional em Brasília, no domingo (18).

Em conversa com o Tribuna do Norte, Kakay  informou que Joice não irá mais falar sobre o ocorrido. “Vamos deixar que a investigação criminal policial avance para elucidar os fatos”. Kakay destacou ainda os cigarros Marlboro que apareceram no apartamento da deputada federal em dois momentos diferentes. “Eles não fumam”, observou o advogado.

O casal não deu relevância na primeira vez que viu as bitucas, há algo como três meses. Agora, antes da coletiva à imprensa para falar sobre as agressões, Joice foi informada “sobre outra bituca da mesma marca, encontrada debaixo do sofá”. De acordo com Kakay, a bituca foi entregue à polícia: “Espero que o resultado desse laudo saia em breve.”

O criminalista comemorou o resultado negativo do exame médico, divulgado, anteontem, feito no marido de Joice, Daniel França, mostrando que ele, também médico, não apresenta lesões compatíveis com as de um agressor. “Já esperávamos este resultado”, concluiu Kakay.

Blog do BG com Tribuna do Norte

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Brasil

RECORDE MUNDIAL: Paraibana Juliette entra no Guinness por post mais rápido a bater um milhão de curtidas

Foto: reprodução

A vencedora do Big Brother Brasil 21, Juliette Freire, entrou oficialmente para o Guinness World Records – o livro dos recordes. A paraibana bateu o recorde mundial de post no Instagram que bateu 1 milhão de curtidas em menos tempo.

A publicação que garantiu o recorde foi a comemoração pela vitória no BBB 21, no 4 de maio.

O conteúdo levou apenas três minutos para chegar em um milhão de curtidas. O recorde anterior era da cantora Billie Eilish, que tinha alcançado a marca em 5 minutos. Hoje, a foto de Juliette já superou os 8 milhões de curtidas.

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Brasil

CPI retoma sessões nesta terça e ouve reverendo que negociou vacinas em nome do governo

Foto: reprodução G1

Após pausa de duas semanas em função do recesso parlamentar, a CPI da Covid no Senado retoma os trabalhos nesta terça-feira (3) com foco mantido nas investigações sobre as negociações de vacinas contra o coronavírus.

Nesta manhã, os senadores vão ouvir o reverendo Amilton Gomes de Paula, fundador de uma entidade privada chamada Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários (Senah).

O reverendo é uma peça-chave para mostrar como o governo brasileiro negociou a aquisição de imunizantes por meio de intermediários. No caso de Amilton Gomes, ele negociava a venda de 400 milhões de doses da AstraZeneca.

A oferta se dava em meio a uma escassez mundial de vacinas e mesmo após a própria farmacêutica ter informado que a venda do imunizante se daria apenas por meio de contratos diretos, sem intermediários.

A Senah é uma organização evangélica fundada em 1999, com sede em Águas Claras (DF), região próxima a Brasília. Após a fundação, a entidade desenvolveu projetos de ação sociocultural no Distrito Federal e em cidades do entorno.

Com esse histórico – e de maneira ainda inexplicada –, a Senah ganhou autonomia do governo para negociar a aquisição de vacinas.

Conforme mostrou o Jornal Nacional, o então diretor de Imunização do Ministério da Saúde Lauricio Monteiro Cruz deu aval para que o reverendo e a Senah negociassem a vacina AstraZeneca em nome do governo brasileiro com a empresa americana Davati Medical Supply.

O reverendo teve reuniões no Ministério da Saúde com Lauricio e com o então secretário executivo Elcio Franco – que concentrava, no ministério, as decisões sobre a compra das vacinas.

E-mails de março deste ano indicam que o reverendo propôs a compra do imunizante a US$ 17,50 por dose, valor três vezes mais caro que os US$ 5,25 pagos pelo ministério em janeiro a um laboratório da Índia.

G1

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Diversos

Globo nega saída de William Bonner do ‘Jornal Nacional’ no ano que vem

Imagem: reprodução

A Rede Globo desmentiu que William Bonner deve sair do “Jornal nacional” a partir do ano que vem. Em comunicado enviado ao UOL, a emissora carioca disse que a informação não procede.

Uma suposta saída de Bonner, editor-chefe do principal telejornal da Globo e do país, foi aventada em um vídeo do jornalista Alessandro Lo-Bianco, da RedeTV!.

Lo-Bianco disse no seu canal no YouTube que Bonner teria pedido à direção da Globo para deixar o “JN” a partir de abril, quando a Globo anunciaria uma nova programação aos telespectadores. Bonner teria dito que queria sair da emissora. “Nada do que foi dito procede”, informou a assessoria de Imprensa da Globo.

Com 35 anos na emissora, Bonner deve seguir como âncora. O jornalista formado pela USP anunciou hoje a criação de um Instagram oficial do Jornal Nacional para mostrar os bastidores dele e de Renata Vasconcellos.

Blog do BG com UOL

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Educação

Inscrições para o Sisu começam nesta terça-feira (03)

Imagem: divulgação

Estudantes de todo o país que participaram da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e que pretendem estudar em uma universidade pública podem se inscrever no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) a partir desta terça-feira (3).

Desenvolvido e administrado pelo Ministério da Educação, o sistema é usado para selecionar os candidatos a vagas em instituições públicas de ensino superior a partir das notas obtidas no Enem.

O prazo de inscrições para o segundo processo seletivo de 2021 se encerra na próxima sexta-feira (6). Para participar da seleção, os interessados devem ter obtido nota maior que zero na redação do Enem e não ter participado do exame na condição de treineiro.

Na página do sistema é possível consultar as vagas disponíveis, pesquisando por cidades, cursos e instituições. No momento da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso. Será possível alterar as opções durante o período das inscrições.

Conforme o cronograma divulgado pelo ministério, o resultado da seleção será divulgado no dia 10 de agosto. As matrículas serão abertas no dia 11, se estendendo até o dia 16 de agosto. De 10 a 16 de agosto, estarão abertas as inscrições para a lista de espera por vagas remanescentes, cujos contemplados serão anunciados no dia 18.

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Brasil

PERDEU MAIS UMA: Tribunal de Justiça nega recurso de Xuxa para tirar Sikêra do ar

Imagem: Reprodução Internet

O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou pedido feito por Xuxa Meneghel para retirar do ar o apresentador Sikêra Jr, da RedeTV!. Após Xuxa lançar, no ano passado, um livro infantil que aborda conteúdo LGBT, o apresentador a acusou de pedofilia no programa “Alerta Nacional”. Sikêra afirmou que Xuxa quer “levar as crianças à travessura, à prostituição e à suruba”.

Xuxa processou o apresentador e a RedeTV! pedindo uma indenização de R$ 500 mil, bem como a demissão de Sikêra do “Alerta Nacional” ou a retirada do programa do ar.

O desembargador César Peixoto, relator do processo, afirmou que o pedido implica censura à programação, medida proibida pela Constituição. Afirmou também que a censura “seria inócua pela possibilidade de reiteração das supostas ofensas em outros meios de comunicação”.

Na defesa apresentada à Justiça, Sikêra disse que apenas reagiu a ataques feitos por Xuxa em rede social. Afirmou ter sofrido críticas da apresentadora após divulgar um vídeo em que um homem pratica ato sexual com uma égua, “situação que infelizmente ocorre no Brasil”, segundo ele. De acordo com o apresentador, Xuxa sugeriu que ele estava fazendo apologia à zoofilia.

“Imbuído da mesma liberdade de expressão, Sikêra externou sua reprovação em relação às atitudes da artista, destacando que não concorda com o lançamento de livro infantil com conteúdo LGBT”, afirmou sua defesa no processo. “Por que ele não poderia, também dizer o que pensa? Dois pesos, duas medidas?”

Sikêra também pediu que a apresentadora seja condenada a lhe pagar uma indenização de R$ 500 mil.

Blog do BG com UOL

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Brasil

Volta ou não volta?: Bolsonaro sinaliza chance de retorno do horário de verão

Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro deu, nesta segunda-feira (2), a primeira sinalização de que pode voltar a implementar o horário de verão para lidar com a crise hídrica do País. Em entrevista à Rádio ABC de Novo Hamburgo (RS), ele afirmou que, mesmo sendo contra a medida, se a população mudar de opinião sobre o tema, ele “segue a maioria”. “Se a maioria da população quiser a volta, eu posso fazer isso aí.”

Bolsonaro disse que vai falar com uma rádio que “ouve quase sempre”, para que a emissora faça uma pesquisa com seus ouvintes e veja a “vontade popular” em relação ao tema, e sugeriu que a rádio local de Novo Hamburgo faça a mesma coisa. De acordo com o presidente, a falta de apoio popular seria um dos motivos que pesam contra a retomada da medida, já que, até o momento, ele vê que a maioria da população continua contrária à implementação do horário de verão.

“No momento, eu sei que para alguns setores aumenta o faturamento, porque as pessoas ficam mais tempo aí frequentando o comércio, isso a gente pesa aqui também. Mas no momento não tem clima, apoio popular, para a gente voltar o horário de verão”, disse.

O horário de verão foi extinto por Bolsonaro em abril de 2019. O estudo usado como argumento pelo governo apontava que mudanças nos hábitos do consumidor e o avanço da tecnologia reduziram a relevância da economia de energia com a medida ao longo dos anos, principalmente pela popularização dos aparelhos de ar condicionado.

Blog do BG com Terra

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Brasil

STF dá 10 dias para Bolsonaro explicar bloqueio a jornalistas no Twitter

Foto: Reprodução / Facebook

O STF (Supremo Tribunal Federal) deu 10 dias para que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) explique o bloqueio de jornalistas em redes sociais. O despacho com a decisão, publicado nesse domingo (1), consta em ação impetrada na última semana pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo).

A associação quer impedir que Bolsonaro bloqueie jornalistas no Twitter. Levantamento da Abraji mostra que, desde setembro de 2020, foram 265 bloqueios realizados por autoridades públicas contra 133 jornalistas. Bolsonaro foi o responsável por 71 desses bloqueios.

A relatora da ação é a ministra Carmem Lúcia. Mas o prazo foi estipulado pela ministra Rosa Weber, que assumiu o plantão durante o recesso do judiciário.

A ação chama atenção para o fato de que o presidente utiliza as redes sociais como canal de diálogo com a sociedade civil, divulgando ações do poder público como construção de obras, processos de desburocratização, monitoramento da pandemia de covid-19 e até mesmo a nomeação de ministros”, afirmou a Abraji em comunicado.

O interesse público na conta do presidente reforça que bloqueios a jornalistas configuram restrição de acesso a informações públicas, direito garantido pela Constituição Federal”, diz.

Segundo a Abraji, o bloqueio dificulta a atuação dos jornalistas, uma vez que “impede o profissional de conseguir impressões e interagir com o político”.

Além disso, ressaltou a associação, o profissional deixa de ter “acesso à interação de outros usuários com a conta, o que funciona, na prática, como um controle exercido por um funcionário público sobre fontes de coleta de informação de jornalistas”.

De acordo com o levantamento da Abraji, os bloqueios realizados por Bolsonaro atingiram, além de jornalistas, 6 veículos de comunicação.

O presidente bloqueou, até 5 de julho (quando os dados foram divulgados), os veículos The Intercept Brasil, Diário do Centro do Mundo, Aos Fatos, Congresso em Foco,Repórter Brasil e O Antagonista. Os últimos 3 foram bloqueados em junho deste ano.

Poder 360

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Política

CPI retoma trabalhos com depoimentos de intermediários que negociaram vacinas

Edilson Rodrigues / Agência Senado

A Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da Covid retoma os trabalhos nesta semana, após o fim do recesso do Legislativo, com depoimentos de intermediários que negociaram vacinas com o governo sem o aval das fabricantes dos imunizantes.

O presidente da comissão, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse em entrevista à  GloboNews neste domingo (1º) que estão previstos os seguintes depoimentos:

  • Terça-feira – reverendo Amilton
  • Quarta-feira – coronel Marcelo Blanco
  • Quinta-feira – empresário Airton Cascavel

Inicialmente, estava previsto o depoimento de Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, para quarta-feira. Porém, ele viajou para a Índia em 25 de julho, tendo sido notificado pela secretaria da CPI somente no dia seguinte.

Segundo Aziz, a previsão é que ele seja ouvido na próxima semana, assim como outras pessoas ligadas à Precisa Medicamentos, empresa que negociou vacinas com o governo brasileiro sem aval dos fabricantes.

G1

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Brasil

Mais 2,1 milhões de doses da Pfizer chegam ao Brasil

Foto: Reuters

Pousou na manhã deste domingo (1º) no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), um dos aviões que trazem a carga de 2,1 milhões de doses da vacina da Pfizer de combate ao coronavírus.

Segundo o Ministério da Saúde, foram desembarcadas, esta manhã, 1,053 milhão de doses. Ainda esta tarde, está prevista achegada de outra aeronave com o restante da carga de imunizantes.

De  acordo com o balanço divulgado nesse sábado (31) pelo ministério, o Programa Nacional de Imunizações já distribuiu 23,6 milhões de doses do imunizante da Pfizer a todo o país. O contrato com o Ministério da Saúde prevê a entrega de 100 milhões de doses até setembro e outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro deste ano.

Ontem, o Brasil atingiu a marca de 100 milhões de pessoas com ao menos a primeira dose da vacina contra o coronavírus, o que representa 62,5% do público-alvo, de pessoas com 18 anos ou mais. Já foram completamente imunizados, com as duas doses ou vacinas de dose única, 40 milhões de pessoas, 25% dos 160 milhões de brasileiros com idade a partir de 18 anos.

Além das doses da Pfizer, o PNI já distribuiu para todo o país 86,5 milhões de doses da vacina da AstraZEneca contra a convid-19; 69,5 milhões da Coronavac e 4,7 milhões da Janssen, totalizando 184 milhões de doses.

Agência Brasil

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