Na manhã desta quinta-feira (5), Walkyria Santos conversou com os fãs por meio de uma live em seu Instagram. A cantora deixou claro que pretende fazer algo sobre o ciberbullying. “Hoje está mais difícil que ontem. A gente não para de chorar, a dor não passa, não. Vou lutar atrás de uma lei. Uma lei que vai ter o nome do meu filho, do meu anjo”, disse ela.
Relembre o caso
Foi Walkyria Santos que explicou o ocorrido: “Ele postou um vídeo no TikTok, uma brincadeira de adolescente com os amigos, e achou que as pessoas fossem achar engraçado, mas não acharam, como sempre as pessoas destilando ódio na internet. Como sempre as pessoas deixando comentários maldosos”, disse a cantora.
O jovem foi sepultado nesta quarta-feira (4) em Natal, no Rio Grande do Norte, onde morava. O noivo de Walkyria, Vittor Melo, e Luiz Felippe Ramos, assessor de imprensa, falaram para a Quem que ela não conseguiu ir ao sepultamento de Lucas.
A Câmara dos Deputados deve votar nesta quinta-feira, 5, o projeto de lei 591/2021 sobre a quebra do monopólio dos Correios. A proposta, tramita em regime de urgência. Dentre outros pontos, o parecer do relator, deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), é pela possibilidade de venda de 100% do capital da estatal, com a concessão de estabilidade de 18 meses para os mais 98 mil funcionários.
No dia 4, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, voltou a estimar as operações de privatização da empresa para o primeiro semestre de 2022, embora a concretização das vendas dependa do “apetite de mercado” para realizá-las no “preço correto”.
Para ele, um dos principais ganhos será em maior eficiência na logística interna. Segundo o executivo, o comércio eletrônico poderá sair ganhando, especialmente as pequenas empresas, já que os gigantes do setor têm investido em sistemas próprios de entrega. O Mercado Livre está investindo R$ 10 bilhões em logística, disse Montezano. “O principal beneficiado com a privatização dos Correios é a pequena e média empresa que vende por comércio eletrônico”, afirmou o presidente do BNDES.
Por outro lado, alguns especialistas acreditam que com a privatização as áreas pobres ou mais distantes correm o sério risco de ficar desassistidas ou mal atendidas.
Entenda o que está em jogo com a privatização dos Correios:
Qual o tamanho dos Correios hoje?
– Os Correios é a única empresa do ramo que está presente em todos os 5.570 municípios brasileiros.
– No Brasil, são 10.982 unidades de atendimento. Sendo, são 760 pontos de atendimento no Ceará.
– Possui mais de 90 mil empregados. Destes, 2.226 atuam no Ceará
O que diz a PL 591/2021 que está tramitando na Câmara Federal?
– Enviado pelo Governo em fevereiro deste ano, o Projeto de Lei 591/21, na prática, autoriza que os serviços postais possam ser explorados pela iniciativa privada, inclusive, os que hoje estão em regime de monopólio.
– Pela proposta, a União manterá para si apenas uma parte dos serviços, chamada na proposta de “serviço postal universal”. Seria uma forma de cumprir a obrigação prevista na Constituição.
– O operador privado será obrigado a praticar a modicidade de preços e cumprir metas de universalização e de qualidade definidas pelo Governo dentro da política postal brasileira. O texto abre possibilidade para mais de um operador por região.
– Também define regras para o que seria um novo marco regulatório para o setor, com direitos e deveres das empresas que entrarem no mercado postal
– Amplia atuação da Agência Nacional de Telecomunicações, que passaria a incluir também os serviços postais no Brasil.
Higiene das mãos, distanciamento entre mesas e cadeiras, uso de máscaras e capacitação dos profissionais: essas são algumas das recomendações divulgadas pelo Governo Federal para a volta às aulas presenciais com segurança em todo o Brasil.
Na assinatura do documento, o ministro Queiroga lembrou que Saúde e Educação são direitos fundamentais e que o governo federal trabalha para priorizar estas diretrizes.
O guia, elaborado pelo Ministério da Saúde, traz os protocolos que devem orientar os gestores regionais, professores e profissionais da educação para o retorno das aulas presenciais na educação básica. Todos os profissionais do ambiente escolar devem ser capacitados para cumprirem as recomendações.
O guia ainda prevê a manutenção de ambientes ventilados, o escalonamento no horário de entrada e saída dos estudantes e os intervalos entre as turmas, a medição de temperatura de estudantes e profissionais ao chegarem no ambiente escolar, e a intensificação da higiene das mãos. As recomendações também dedicam atenção especial aos pais surdos ou com outra deficiência para que recebam as informações em Libras.
As diretrizes foram elaboradas levando em consideração a necessidade do retorno às aulas presenciais no país para conter os prejuízos de milhões de estudantes que precisaram ficar fora da escola no ano passado e no primeiro semestre deste ano. Estudos conduzidos em vários países indicam que as taxas de infecção pela Covid-19 em escolas são menores do que na comunidade em geral.
Em uma entrevista ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto impresso, o deputado Filipe Barros (PSL), disse nessa quarta-feira (04), que um hacker invadiu os sistemas da Justiça Eleitoral a partir de informações vazadas do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
O parlamentar participou da live do presidente para apresentar provas sobre a necessidade de aprovação do ‘voto impresso e auditável’. O parlamentar leu um relatório atribuído ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que foi entregue à Polícia Federal com menções a invasões do sistema eleitoral.
Dentre as invasões mencionadas, uma envolve a Paraíba, quando um hacker utilizou-se de uma senha de empresa que presta serviços de manutenção telefônica para o TRE e invadiu os sistemas da Justiça Eleitoral.
“Através disso, o hacker conseguiu acesso aos TREs da Paraíba, de Pernambuco e de outros estados”, disse o parlamentar. “Além da VPN do TRE-PB, foi identificada uma entrada a partir do TRE do Rio Grande do Norte”, acrescentou.
Filipe Barros e Bolsonaro afirmaram, com base em outros dados do relatório, que o hacker quebrou diversas senhas e chegou a manipular códigos fontes. “O atacante descreve que possuiu acesso à rede interna, por vários meses (de 2018), entrando em diversas máquinas. O próprio TSE reconhecendo que o hacker está falando a verdade”, disse Barros.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nesta quarta-feira a inclusão do presidente Jair Bolsonaro como investigado no inquérito das fake news, por ataques aos ministros da corte e disseminação de notícias falsas sobre as urnas eletrônicas. A decisão de Moraes foi em resposta a pedido feito pelo TSE na última segunda-feira e aponta que Bolsonaro tem agido para “tumultuar, dificultar, frustar ou impedir” as eleições do próximo ano, utilizando uma estrutura digital de organização criminosa já investigada pelo STF.
“Nesse contexto, não há dúvidas de que as condutas do Presidente da República insinuaram a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, utilizando-se do modus operandi de esquemas de divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário, o Estado de Direito e a Democracia”, escreveu o ministro.
Para Moraes, “a partir de afirmações falsas, reiteradamente repetidas por meio de mídias sociais e assemelhadas, formula-se uma narrativa que, a um só tempo, deslegitima as instituições democráticas e estimula que grupos de apoiadores ataquem pessoalmente pessoas que representam as instituições, pretendendo sua destituição e substituição por outras alinhadas ao grupo político do presidente”. Confira a matéria completa clicando aqui.
O presidente Jair Bolsonaro confirmou hoje o lançamento de um novo programa social que deve substituir o Bolsa Família. Segundo Bolsonaro, ele se chamará “Auxílio Brasil” e terá valor 50% superior ao atual programa de complementação de renda. O anúncio foi feito durante a cerimônia de posse do novo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.
“Estamos aprofundando de modo que tenhamos um novo programa, Auxílio Brasil, de pelo menos 50% maior que o Bolsa Família”, disse o presidente. Bolsonaro, porém, não deu muitos detalhes sobre como será o novo programa e brincou dizendo que deixará os outros 50% para o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciar.
Hoje, o valor médio do Bolsa Família é de R$ 192. O presidente já havia se manifestado sobre o novo programa afirmando que ele seria de no mínimo R$ 300, mas que tinha intenção de aumentar o valor para até R$ 400.
A Comissão Temporária da Covid-19 (CTCOVID-19) vai discutir a necessidade de aplicação de uma terceira dose da vacina na população já imunizada. Para o presidente do colegiado, Confúcio Moura (MDB-RO), é importante analisar quais grupos serão os mais beneficiados pelo reforço. Um estudo no Brasil avalia a resposta imunológica da dose extra em 1,2 mil pessoas que já tomaram duas doses da Coronavac. A terceira dose já foi adotada em Israel, Alemanha, Emirados Árabes e Reino Unido.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quarta-feira, 4, não existir “nenhum fato relevante” que aponte fraude nas urnas eletrônicas. Mesmo assim não deixou de apoiar a bandeira do presidente Jair Bolsonaro, que defende o voto impresso nas próximas eleições. Lira falou em criar formas de auditagem “mais transparente”, que evite a contestação das eleições, e jogou a decisão final sobre o tema para o Senado.
“Neste sistema, foram seis eleições. Eu não tenho nenhum fato relevante que eu possa falar que houve fraude nas urnas eletrônicas, eu não posso desconfiar de um sistema que eu fui eleito. Mas a discussão é, se não há falha, se não há problema, por que ficar discutindo essa versão? Por que essa versão cresce? O Brasil é feito com problemas de versão”, afirmou nesta manhã em entrevista ao Jornal Gente da Bandeirantes.
Mas completou: “Se não há problema, não há porque nós não chegarmos numa situação de termos uma auditagem seja lá de que maneira for, de forma mais transparente, para que não se tenha uma eleição, independente do que seja eleito, contestada”.
Lira disse que esse debate está “muito polarizado” e pediu calma e paciência para o Congresso decidir sobre o tema. “Nós estamos perdendo tempo, energia, muitas vezes gerando atritos entre instituições democráticas que são necessárias para o equilíbrio do Brasil de maneira que não trará benefício nenhum, então nós temos que ter nesse momento calma”.
Lira afirmou que já existe desde 2015 no Senado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema aprovada pela Câmara, e jogou a decisão para os senadores. “Nós temos que ter paciência e esperar que as casas legislativas se pronunciem. Se a Câmara vai ter que votar as duas (propostas) para que fique as duas paradas no Senado, ou se o foco teria que ser: Senado, decida se vota ou não uma PEC que está aí há seis anos, porque se não votar uma PEC que está lá em 2015, não vai votar uma que vai aprovar em 2021”, afirmou, em referência à PEC apresentada este ano, de autoria da deputada Bia Kicis (PSL-DF) e que prevê a impressão da cédulas, conforme quer Bolsonaro.
Em um discurso, nesta quarta-feira (4), no plenário da Câmara, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou que o presidente da república, Jair Bolsonaro (Sem partido), será derrotado nas eleições presidenciais de 2022 e vai deixar o Planalto direto para a prisão.
“Bolsonaro está abaixo da Constituição. Bolsonaro não controla o processo eleitoral no Brasil. Bolsonaro sabe que será derrotado nas urnas. E, mais do que isso, pela quantidade de crimes que envolvem ele, sua trajetória e sua família, Bolsonaro sabe que o seu futuro é Bangu 8”, afirmou Paulo Pimenta.
Pimenta ainda listou os atentados que, segundo ele, o presidente vem cometendo reiteiradamente à frente da Presidência e a relação histórica do clã presidencial com as milícias.
“Bolsonaro não só será afastado da vida política. Não só entrará para a história pela porta dos fundos. Estará no lixo da história, respondendo pelos crimes que cometeu: o genocídio durante a pandemia, as relações com a milícia e o crime organizado, os atos organizados e financiados contra a democracia e a Constituição não podem nesse momento permitir o silêncio de ninguém. O silêncio nesse momento é sinônimo de cumplicidade”, disse o deputado. “Bolsonaro é um criminoso e deve ser tratado como um criminoso”, emendou. Confira o vídeo abaixo:
A Polícia Federal prendeu duas pessoas e apreendeu mais de uma tonelada de cocaína em um jatinho executivo na manhã desta quarta-feira (4) no aeroporto de Fortaleza. Um passageiro espanhol e o comandante, turco, foram presos preventivamente e outros três tripulantes estão sendo interrogados como testemunhas.
Conforme a Polícia Federal, a quantidade de 1.304 quilos de cocaína foi apreendida após uma investigação da Polícia Federal. A droga foi flagrada em uma aeronave de nacionalidade turca que decolou de Ribeirão Preto (SP) e tinha como destino Bruxelas, na Bélgica.
O delegado da Polícia Federal no Ceará Alan Robson disse que a ação na aeronave foi resultado de investigação. Segundo ele, o passageiro deu respostas evasivas aos policiais durante a abordagem. “Foram confirmadas as investigações iniciais da Polícia Federal. Eles disseram que foram fazer turismo em Guarulhos, foi quando a gente suspeitou. Na sequência passaram à abertura das malas, subimos na aeronave e ordenamos o desligamento dos motores”, disse.
Em um vídeo gravado por policiais, um agente abre uma das malas no interior do jatinho, rasga as embalagens e faz um teste que comprova que o conteúdo é cocaína. “Abra essa mala, estou mandando”, diz o policial. Em seguida, ele questiona: “você sabe do que se trata isso?”, em inglês, ao comandante da aeronave. O comandante responde que não sabe o que é o conteúdo. Confira o vídeo abaixo:
A droga estava acondicionada em 24 malas pertencentes a um passageiro espanhol. Havia 50 tabletes de droga em cada mala, com um total de 1.200 tabletes de cocaína. Foram apreendidos a aeronave, celulares e documentos. As investigações continuam com a análise desse material.
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