João Sayad, ex-ministro do Planejamento no governo Sarney e professor de economia da Universidade de São Paulo (USP), morreu neste domingo (5) aos 75 anos, em São Paulo.
Ele estava internado no hospital Sírio Libanês desde a última segunda (30) tratando de um câncer diagnosticado em 2008.
No governo de José Sarney, ele ocupou a pasta do Planejamento entre 1985 e1987, e participou da elaboração e implementação do Plano Cruzado.
Sayad também foi secretário estadual da Fazenda de São Paulo entre 1983 e 1985, durante o governo de Franco Montoro, secretário municipal de Finanças da cidade de São Paulo entre 2001 e 2004, na administração de Marta Suplicy, e secretário estadual de Cultura entre 2007 e 2010, durante o mandato de José Serra.
Ele também ocupou os cargos de vice-presidente de finanças e administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e de presidente da TV Cultura de 2010 a 2012.
A ex-BBB Josy Oliveira, participante da nona edição do “Big Brother Brasil”, morreu neste sábado (4) aos 43 anos, em São Paulo.
Segundo familiares, ela sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) durante uma cirurgia para tratar de um aneurisma diagnosticado no final de 2020.
Mineira de Juiz de Fora, Josy era formada em psicologia, mas se dedicou à carreira de cantora após a participação no reality show. Ela era casada e deixou um filho.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a prisão do jornalista conservador Wellington Macedo. O ministro atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ele é um dos investigados no inquérito que investiga a convocação de atos antidemocráticos para as manifestações do dia 7 setembro. O jornalista já foi alvo de busca e apreensão no mês passado.
A Polícia Federal prendeu Macedo nesta tarde em um hotel em Brasília. Segundo o jornal O Globo, ele divulgou vídeos convocando para um ato em 7 de setembro para pedir a deposição de ministros do STF e se apresentava como coordenador do evento. Macedo contou com a participação do cantor Sérgio Reis em um dos vídeos. Reis também foi alvo da operação da PF no mês passado.
O Instagram caiu para diversos usuários no início desta quinta-feira (02), e voltou a enfrentar dificuldades no final da tarde. De acordo com os relatos, o serviço ficou fora do ar tanto nos aplicativos para Android e iPhone (iOS) quanto na versão web. O erro impede a atualização do feed de notícias, a realização de novos posts no Reels e Stories, e o envio de mensagens (DMs).
Instagram caiu novamente no fim da tarde
Como é possível ver pelo pico de reclamações no DownDetector, site que monitora o funcionamento dos principais serviços online, o Instagram começou a apresentar problemas na parte da manhã, mas voltou a ter instabilidade no final da tarde, por volta das 17h.
Imagem: Reprodução
Enquanto a instabilidade sofrida no início do dia afetou usuários globalmente, os problemas sentidos no fim da tarde parecem mais localizados. Nas redes sociais, usuários relatam dificuldade para realizar postagens:
E eu achando que o problema era na minha Internet, mas foi O Instagram q caiu pic.twitter.com/dsYg0AGOhk
Outros produtos do Facebook, como o WhatsApp e o aplicativo principal da rede social de Zuckerberg, estão funcionando normalmente. Mais cedo, o Instagram disse estar ciente dos problemas e prometeu trabalhar para uma correção “o mais rápido possível”. Entretanto, apesar de uma melhora ao longo do dia, a rede social aparentemente está com dificuldade para voltar à estabilidade.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou na tarde desta quinta-feira (2) que ele não pediu demissão de seu cargo. O suposto pedido de demissão tinha vindo à toda a partir de reportagem do jornalista Diego Escosteguy, do site O Bastidor. Segundo a matéria, Queiroga teria alegado que o ministério “está dividido” em meio à crise e que “não consegue impor sua autoridade”. A reportagem informa, ainda, que o médico permaneceria no cargo até Jair Bolsonaro definir um substituto.
Logo na sequência, Queiroga concedeu entrevista coletiva em Brasília para desmentir a informação. “Eu não sei a quem interessa essa indústria de boatos, de fake news, somente para desestabilizar, desestabilizar não, para tentar desestabilizar o governo, inventando divisões do Ministério da Saúde”, declarou.
O ministro ainda finalizou dizendo: “Não pedi demissão e nem vou pedir. Estarei aqui até o dia em que o presidente entender que sou útil. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, completou.
Lideranças da oposição ao governo Bolsonaro articulam no Congresso Nacional a possibilidade de derrubar pelo menos parte dos vetos do presidente ao projeto que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN). Segundo deputados ouvidos pelo GLOBO, existe um clima favorável no parlamento para reverter a decisão do presidente.
Nesta quarta-feira, Bolsonaro vetou trechos que criminalizam a disseminação de notícias falsas e o atentado ao direito de manifestação, entre outros pontos. Deputados ouvidos pelo GLOBO, entretanto, acreditam na possibilidade de reverter pelo menos parte dos vetos.
O projeto foi aprovado com larga maioria na Câmara e foi relatado por uma aliada do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-PI), a deputada Margarete Coelho (PP-PI). No Senado, o projeto foi relatado pelo senador petista Rogério Carvalho (PT-MG). Confira a matéria completa clicando aqui.
O jornalista norte-americano radicado no Brasil Glenn Greenwald prometeu, nesta quarta-feira, 1, mais uma denúncia grave. No youtube da Carta Capital, Greenwald anunciou a publicação de uma “investigação jornalística na qual estávamos trabalhando há muitas semanas ou meses”.
A reportagem será publicada na Carta Capital nesta quinta-feira, 2. “Essa investigação foi bem delicada. Tivemos acesso a um grande arquivo de documentos sigilosos que conseguimos receber”, declarou.
“E essa reportagem mostra uma corrupção muito grave dentro da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário, com fins políticos, para manipular o resultado da eleição”, afirmou.
O mês de agosto termina registrando o dia com a menor média móvel de casos de covid-19 do ano. De acordo com o Ministério da Saúde, os 25,7 mil casos registrados ontem (31) foi a menor média móvel de casos de 2021. A pasta aponta a vacinação como o principal motivo para a queda, que vem sendo registrada desde junho, quando chegou-se a notificar 74,79 mil casos da doença.
“Isso representa uma redução de 65% em pouco mais de dois meses”, informou o ministério, em nota, ao esclarecer que a média móvel é um balanço do número de casos registrados nos últimos 14 dias. O levantamento aponta também queda na média móvel de mortes. Ontem, o Brasil registrou 701 mortes, o que representa o menor índice desde 6 de janeiro, quando foi registrada uma média de 696,71 mortes por covid-19.
O ministro Marcelo Queiroga tem reiterado o compromisso de vacinar, até o fim de setembro, toda a população com idade acima de 18 anos, com pelo menos a primeira dose. Esse montante equivale a 160 milhões de pessoas. O ministério contabiliza que, no fim de agosto, 80% da população adulta já havia sido vacinada com a primeira dose. “Agora, a meta é completar o ciclo vacinal de todos os brasileiros adultos até o fim de outubro”, segundo nota da pasta, ao ressaltar que, até o momento, foram distribuídas 233,2 milhões de vacinas para todas as unidades federativas.
Ao todo, 130 milhões de pessoas já foram vacinadas com a primeira dose, o que corresponde a 81,2% da população. A segunda dose (ou a dose única) já foi aplicada em 61,4 milhões de pessoas, o que corresponde a 38,3% da população.
O presidente Jair Bolsonaro participou da Solenidade de Entrega da Medalha Mérito Desportivo Militar nesta quarta-feira (1º) no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro.
Além do presidente, o Ministro da Defesa Walter Braga Netto, o Ministro da Cidadania João Roma, o Ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência Augusto Heleno e o Ministro de Trabalho e previdência Onyx Lorenzoni também participaram da solenidade.
Os medalhistas de ouro Ana Marcela, da maratona aquática, e Hebert Conceição, do boxe, a militar atleta Beatriz Ferreira, do boxe, que ficou com a prata; Daniel Cargnin, do judô, e Abner Ferreira, do boxe, que ganharam o bronze, também foram agraciados.
A medalha foi criada pelo Decreto nº 5.958, de 7 de novembro de 2006, e tem como objetivo agraciar os militares das Forças Armadas brasileiras, os civis brasileiros, os policiais militares e os bombeiros militares brasileiros que tenham se destacado em competições desportivas nacionais e internacionais, além dos militares e civis brasileiros e estrangeiros, organizações militares e instituições civis nacionais e estrangeiras que tenham prestado relevantes serviços ao desporto militar do país ou apoiado o Ministério da Defesa no cumprimento de suas missões constitucionais.
Dos 302 atletas brasileiros que se classificaram para Tóquio, 92 eram atletas militares: 44 da Marinha, 26 do Exército e 22 da Aeronáutica. Das 35 modalidades disputadas pelo Time Brasil, 21 contratam com a participação dos militares atletas. Eles integram o Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) do Ministério da Defesa que apoia a preparação de 549 esportistas.
Durante a cerimônia o presidente Jair Bolsonaro falou sobre o desafio e dificuldades enfrentadas pelos atletas.
“São anos e anos onde tudo é demonstrado, tudo é materializado em poucos segundos. A responsabilidade é grande. O sacrifício é enorme. Nós temos no Mundo 7 bilhões e meio de habitantes. Mesmo quem não ganhou a medalha, meu reconhecimento pelo trabalho de vocês. Nesse momento foram momentos de alegria e satisfação e de Confiança do seu povo”, disse Bolsonaro.
Logo no encerramento da solenidade o presidente entregou uma medalha para o atleta Hebert Conceição. Durante a entrega o presidente disse: “Com flores não se ganha a guerra. Se você fala de armamento. Se você quer paz, se prepare para a guerra”.
Barroso fala em ‘regressão’ da democracia
Em um evento pela internet nesta quarta-feira (1º), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, disse assistir a um “extremismo” e a uma “regressão” da democracia, sem citar nomes.
“Estamos assistindo a um extremismo de uma direita radical. Isso não tem nada a ver com conservadorismo. Não há problemas em ser conservador. O problema do extremismo é a intolerância, inaceitação do outro, tentativa de supressão dos direitos do outro, é aí que mora o fascismo. Como se todos os demônios tivessem sido soltos e saem às ruas os homofóbicos, antirracistas, anti-indígenas”, disse Barroso.
“Vemos um fenômeno de regressão atualmente na democracia”, explicou o ministro. Para ele, “a erosão democrática não tem vindo por golpes de estado e sim, sob a condução de líderes políticos eleitos pelo voto popular e que, depois tijolo por tijolo desconstroem os pilares da democracia, em movimento que em seu conjunto comprometem os valores principais da democracia”.
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