Brasil

Governo Lula gastou $ 344 mil em evento de Janja com estilistas em Paris

Foto: divulgação

O Ministério da Indústria e Comércio informou que o evento “Brasil, Criativo por Natureza”, realizado em junho de 2025 no Café de l’Homme, em Paris, custou R$ 344.462,40. A resposta foi enviada após requerimento do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), segundo o portal Metrópoles.

Organizado pela ApexBrasil, vinculada ao ministério comandado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, o desfile integrou a missão oficial do governo à França e contou com a presença da primeira-dama Janja. Cinco estilistas brasileiras apresentaram coleções para Janja e para a primeira-dama francesa, Brigitte Macron.

O evento também incluiu uma “experiência sensorial” gastronômica com menu da chef Morena Leite, amiga de Janja e já conhecida por representar a culinária brasileira em ações diplomáticas.

Segundo o ministério, além do custo específico do desfile, toda a missão à França somou R$ 2.153.239,34. O presidente Lula estava em Paris no mesmo período, mas não participou do evento.

Com informações de Metrópoles e Poder 360

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Brasil

Facções ameaçam serviços públicos e fiscalização no país, de internet a tráfego aéreo

Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo

Relatórios da Polícia Federal mostram que fiscalizações e serviços essenciais estão sendo interrompidos porque auditores e técnicos não conseguem entrar em áreas dominadas por facções. A PF registra riscos constantes de tiroteio, barricadas e presença de criminosos, o que levou ao cancelamento de investigações sobre trabalho precário, serviços ilegais de internet e até uma rádio clandestina que interferia nas comunicações do Aeroporto do Galeão.

Em bairros do Rio controlados por Comando Vermelho, milícias ou Terceiro Comando Puro, a PF recomenda abortar operações por falta de segurança. Em alguns casos, foram planejadas rotas de fuga e, mesmo assim, as ações foram suspensas. A Superintendência do Trabalho afirma acionar forças de segurança, mas admite limitações.

O problema se repete em outros estados. Em Pernambuco, equipes da Anatel sofreram ameaças e não conseguiram inspecionar centrais ilegais. Em São Paulo, áreas controladas pelo PCC impedem fiscalizações e até o reparo de orelhões, afetando metas da agência. Concessionárias também relatam dificuldades: a Light não consegue investigar furtos de energia em zonas dominadas pelo crime.

Muitas denúncias são arquivadas porque os fiscais simplesmente não conseguem acessar os locais. Em um caso no Galeão, a operação para neutralizar uma rádio clandestina foi suspensa; em outro, em Cuiabá, rádios usadas por faccionados só foram desligadas com ordem judicial e escolta policial.

A expansão territorial do crime organizado recolocou a segurança pública no centro da agenda federal. O governo enviou ao Congresso o projeto Antifacção, que endurece o combate a facções como CV e PCC, hoje presentes em vários estados e influentes em serviços públicos. Servidores têm pedido apoio permanente da PF, que mapeia riscos para cada atividade essencial executada nessas áreas.

Com informações de O Globo

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Brasil

Com paraibano entre titulares, Brasil enfrenta Senegal neste sábado (15)

Matheus Cunha tenta gol do meio de campo, celebra estreia como titular da  Seleção e mira Copa | seleção brasileira | ge

Foto: Lucas Figueiredo / CBF

A Seleção Brasileira medirá forças com o Senegal na tarde desta sábado, às 13h (de Brasília), no Emirates Stadium, em Londres. Em preparação para a Copa do Mundo, a Amarelinha terá pela frente uma das potências do continente africano e diante de um estádio lotado: os 60.700 ingressos colocados à venda foram vendidos.

Em entrevista coletiva concedida nessa sexta-feira (14), véspera do jogo, o treinador Carlo Ancelotti exaltou a qualidade dos adversários.

O Brasil entra em campo com Ederson, Militão, Marquinhos, Magalhães e Alex Sandro; Casemiro e Bruno Guimarães; Rodrygo, Vini Jr., Matheus Cunha e Estêvão.

Histórico contra Senegal e seleções africanas

A Amarelinha irá em busca de sua primeira vitória na história sobre os Leões da Teranga. Em toda a história, o Brasil, que já enfrentou 91 países diferentes, ainda não conseguiu vencer Senegal (um empate e uma derrota) e a Noruega (dois empates e duas derrotas).

Em 10 de outubro de 2019, o placar terminou em 1 a 1 no Estádio Nacional de Singapura, em Singapura. Já em 20 de junho de 2023, Senegal ganhou por 4 a 2, no Estádio José Alvalade, na capital portuguesa, Lisboa.

Contra seleções africanas, a Seleção apresenta um retrospecto altamente positivo: em 43 partidas, conquistou 37 vitórias, empatou em duas oportunidades e foi superada quatro vezes, com 110 gols marcados e 25 sofridos.

Ao todo, 16 países africanos foram adversários brasileiros: Camarões (sete); Egito (seis vezes); África do Sul e Gana (cinco vezes cada); Argélia (quatro vezes); Marrocos (três vezes); Senegal, Tunísia e Nigéria (duas vezes cada); Zaire, Zimbábue, Tanzânia, Costa do Marfim, Gabão, Zâmbia e Guiné (uma vez cada).

Arbitragem

A arbitragem do amistoso será inglesa e formada pelos seguintes profissionais: Jarred Gillett (árbitro central); Neil Davies e Dan Cook (árbitros assistentes); Tim Robinson (quarto árbitro).

Com informações da CBF

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Brasil

Governo torra R$ 345 mil em voo da FAB que trouxe ex-primeira-dama condenada do Peru

Foto: FAB/GOV

O governo brasileiro gastou R$ 345.013,56 para transportar ao país a ex-primeira-dama peruana Nadine Heredia, condenada por lavagem de dinheiro em um esquema envolvendo a Venezuela e a construtora Novonor. O traslado ocorreu em 16 de abril, em uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), conforme resposta enviada pela corporação a um pedido de informação feito pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS).

A informação é da coluna da Andreza Matais, do Metrópoles. Segundo a FAB, a missão não teve estimativa prévia de custos e envolveu despesas logísticas de R$ 318 mil, além de R$ 7,5 mil em diárias para a tripulação e quase R$ 20 mil em taxas aeroportuárias. A aeronave decolou de Brasília na noite de 15 de abril, fez escalas técnicas em Cuiabá e seguiu até Lima, retornando à capital federal na manhã do dia seguinte. Heredia, esposa do ex-presidente Ollanta Humala, recebeu asilo diplomático do governo brasileiro e depois pediu ao STF que barre eventuais pedidos de extradição.

Van Hattem criticou duramente a ação, afirmando que o Executivo usou “dinheiro do povo” para servir de “Uber aéreo” à ex-primeira-dama condenada. Já a defesa de Heredia, feita pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas, sustentou à época que o Brasil apenas cumpriu um tratado internacional firmado com o Peru em 1954, classificando o procedimento como um “exemplo de diplomacia”.

O governo não comentou eventuais novos custos relacionados ao processo de asilo. A FAB limitou-se a detalhar o trajeto e os valores envolvidos no transporte, reforçando que todos os protocolos operacionais foram seguidos.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

STF tem maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu por coação

Foto: REUTERS/Jessica Koscielniak

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta sexta-feira (14) para aceitar a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) e tornar réu o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

O parlamentar foi acusado de articular sanções ao Brasil e autoridades brasileiras nos Estados Unidos. O objetivo seria interferir no julgamento do pai, Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado.

O ministro relator, Alexandre de Moraes, disse em voto que a PGR descreveu detalhadamente as condutas de Eduardo, trazendo provas suficientes de que o deputado buscou criar caos social por meio de suas ações nos EUA.

“Há relevantes indícios de que as condutas de Eduardo Nantes Bolsonaro tinham como objetivo a criação de um ambiente institucional e social de instabilidade, com aplicação de crescentes sanções a autoridades brasileiras e prejuízos econômicos ao Brasil, como modo de coagir os Ministros do Supremo Tribunal Federal a decidir favoravelmente ao réu Jair Messias Bolsonaro na AP 2.668/DF [processo da tentativa de golpe], em total desrespeito ao devido processo legal”, afirma Moraes.

O ministro cita casos como a suspensão de vistos dos ministros do Supremo e familiares; sanções econômicas contra o Brasil e a aplicação da Lei Magnitsky como provas da articulação de Eduardo Bolsonaro com autoridades americanas.

CNN Brasil

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Para sair da crise financeira, Correios planejam demitir 10 mil funcionários

Entre as medidas para sanar a crise, Correios planejam a demissão de 10 mil — Foto: Domingos Peixoto/ Agência O Globo
Entre as medidas para sanar a crise, Correios planejam a demissão de 10 mil — Foto: Domingos Peixoto/ Agência O Globo

Imersos em dificuldades financeiras, os Correios correm contra o tempo para levantar ao menos R$ 10 bilhões em 15 dias. Os recursos são necessários para equilibrar as contas e recuperar a capacidade operacional para conseguir se salvar de um cenário que pode se tornar ainda mais catastrófico. A expectativa da direção da empresa estatal é obter o valor via empréstimo, com garantia da União, até o fim do mês.

O montante corresponde à metade dos R$ 20 bilhões que a estatal almejava inicialmente, mas ela foi forçada a rever a estratégia diante do alto custo cobrado pelos bancos na primeira rodada de negociações da empresa comandada por Emmanoel Rondon.

A chegada do empréstimo também é fundamental para colocar de pé as iniciativas de saneamento das despesas dos Correios. O principal foco é a redução de gastos com pessoal. A ideia é propor um Programa de Demissão Voluntária (PDV) para alcançar 10 mil funcionários. Isso, porém, tem um custo.

No último PDV, de um público potencial de 8 mil funcionários que manifestou interesse em se desligar da empresa, apenas 3,6 mil fizeram a adesão.

A avaliação na atual direção da empresa é que, desta vez, será necessário oferecer condições para chegar à meta de 10 mil desligamentos. A ideia é convencer esses trabalhadores de que será vantajoso deixar a empresa com o PDV. A meta é reduzir a folha salarial em R$ 2 bilhões por ano.

Dados sobre a crise financeira dos Correios — Foto: Editoria de Arte
O Globo

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Oposição critica governo Lula por dificultar avanço do PL Antifacção

Foto: Reprodução

Integrantes da oposição voltaram a criticar o governo federal nesta quinta-feira (13), acusando o Palácio do Planalto de não contribuir para o avanço do PL Antifacção. O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) afirmou que o Executivo “boicota o que puder” e não demonstra compromisso com o combate ao crime organizado, em declaração ao Poder360.

A percepção é compartilhada por outros parlamentares, como o senador Eduardo Girão (Novo-CE), que disse enxergar “sinais trocados” na postura do governo Lula em relação à segurança pública. Girão citou como exemplo a megaoperação policial no Rio de Janeiro, criticando a reação inicial do Executivo e acusando o presidente de priorizar discursos ambíguos em vez do apoio direto às forças de segurança.

O debate ganhou força após mudanças no relatório do PL Antifacção. Na primeira versão, o relator Fernando Derrite havia proposto que ações de facções, milícias e grupos paramilitares fossem tratadas como terrorismo, o que aumentaria o rigor das penas e ampliaria o alcance da Lei Antiterrorismo. Porém, na versão mais recente, apresentada em 11 de novembro, essa equiparação foi retirada.

Mesmo assim, parte da oposição defende que o tema permaneça no texto final. A deputada Bia Kicis (PL-DF) afirma que seu partido considera essencial manter a classificação das facções como atos terroristas e cita pesquisas indicando que a maioria da população apoiaria esse enquadramento.

Com informações do Poder 360

 

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COP30 encerra primeira semana marcada por impasses e cobrança da ONU ao Brasil

Foto: Divulgação/Planalto

A COP30 chega ao fim de sua primeira semana em Belém com poucos avanços e um ambiente de preocupação entre as delegações. Os principais temas — especialmente financiamento climático e metas de redução de emissões — seguem travados, refletindo o tradicional embate entre países desenvolvidos e nações do Sul Global. Enquanto os mais ricos exigem compromissos mais robustos e relatórios mais frequentes sobre emissões, os países em desenvolvimento reiteram que não ampliarão suas ambições sem a garantia dos recursos prometidos.

Nos bastidores, o clima entre os negociadores se tornou mais tenso ao longo dos últimos dias. Representantes de países vulneráveis acusam as economias centrais de não cumprirem compromissos financeiros e afirmam que a transição climática não pode recair sobre quem já enfrenta os maiores impactos. Como anfitrião, o Brasil tenta mediar as diferenças e promete ampliar a rodada de encontros bilaterais ainda neste sábado, quando uma nova plenária deve atualizar o andamento das conversas.

A organização do evento também virou alvo de críticas. A ONU enviou uma carta ao governo brasileiro, ao presidente da COP30 e ao governador do Pará cobrando ajustes imediatos após a invasão de manifestantes à área oficial de negociações, a chamada Blue Zone, na última terça-feira (11). A entidade apontou falhas de segurança e considerou o episódio uma situação atípica para conferências climáticas. Além disso, delegações relataram problemas estruturais, como falhas de refrigeração, falta de água em banheiros e dificuldades logísticas desde o primeiro dia.

Após o ofício da ONU, a Casa Civil afirmou que não participou das decisões relacionadas à segurança durante o protesto e ressaltou que a proteção da Blue Zone é responsabilidade do UNDSS, departamento das Nações Unidas encarregado da área. O governo brasileiro disse ainda que todos os pedidos da ONU estão sendo atendidos e informou que, junto ao governo do Pará e à UNDSS, reforçou os perímetros de segurança e revisou o efetivo policial para evitar novas falhas.

Com informações da CNN Brasil

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VERGONHA POUCA É BOBAGEM: ONU dá puxão de orelha no Brasil e critica segurança e estrutura da COP30

Foto: Aline Massuca/COP30

A ONU não poupou críticas à organização da COP30 no Brasil. Em carta enviada ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, ao presidente da COP30, André Corrêa do Lago, e ao governador do Pará, Helder Barbalho, o secretário-executivo da UNFCC, Simon Stiell, exigiu medidas urgentes de segurança e melhorias na infraestrutura do evento. O alerta veio após manifestantes invadirem a Blue Zone, área oficial de negociações, na noite de terça-feira (11).

O episódio expôs falhas graves: delegações reclamam de falta de água nos banheiros e problemas de refrigeração desde o primeiro dia. Segundo a ONU, é necessário reforçar perímetros de segurança e garantir proteção adequada aos participantes. A carta, inicialmente revelada pela Bloomberg e confirmada pela CNN, pediu confirmação de que as medidas seriam implementadas imediatamente.

Em resposta, a Casa Civil explicou que a segurança interna é responsabilidade da UNDSS, órgão da ONU, mas detalhou ações emergenciais: ampliação do perímetro entre as Zonas Azul e Verde, reforço com Força Nacional e Polícia Federal, instalação de gradis e barreiras metálicas, além de climatização extra nas tendas e correções de goteiras e vazamentos. O governo garante que todos os pedidos da ONU vêm sendo atendidos e monitorados diariamente.

O episódio deixa claro que, mesmo para um país sede, organizar um evento global como a COP30 exige atenção máxima. Problemas de logística e segurança podem gerar constrangimento internacional e colocar em xeque a capacidade do Brasil de receber eventos de grande porte.

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Brasil

Taxa inédita de abstinência: 64% dos brasileiros declaram que não beberam álcool em 2025, aponta pesquisa

Foto: Canva/pixelshot

A maioria dos brasileiros (64%) afirmou não consumir álcool em 2025, segundo pesquisa Ipsos-Ipec encomendada pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA). O número cresceu em relação a 2023, quando 55% declararam abstinência.

O aumento foi mais expressivo entre jovens de 18 a 24 anos (de 46% para 64%), adultos de 25 a 34 anos (de 47% para 61%), pessoas com ensino superior (de 49% para 62%) e moradores do Sudeste (de 51% para 62%). Houve também redução na frequência de consumo — queda de 6 pontos percentuais no hábito de beber semanal ou quinzenalmente.

Entre os que ainda consomem álcool, 39% bebem uma ou duas doses por ocasião.

A pesquisa ouviu 1.981 brasileiros com 18 anos ou mais, de todas as classes sociais, com margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de confiança. As entrevistas foram feitas em domicílio, em dias úteis e fins de semana.

Consumo abusivo persiste

Mesmo com o avanço da abstinência, o uso abusivo de álcool continua preocupante. Entre os bebedores excessivos, 82% acreditam beber de forma moderada, e apenas 9% admitem exageros.

Segundo Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do CISA, essa percepção equivocada atrapalha a mudança de comportamento:

“Beber muito e não sentir os efeitos não significa resistência, mas um sinal de alerta”, afirma.

O consumo pesado (sete doses ou mais por ocasião) é mais comum entre homens (26%), pessoas de 25 a 44 anos (54%), com ensino médio (25%) e moradores do Norte e Centro-Oeste (31%).

Mortes e internações em alta

De acordo com dados do Datasus, o uso nocivo de álcool provocou 73.019 mortes em 2023, um aumento de 10,2% desde 2010, com taxa de 34,5 óbitos por 100 mil habitantes. Os estados com maiores índices são Espírito Santo (47), Tocantins (41,9), Piauí (41,7) e Paraná (40,7).

Em 2024, o Brasil registrou 418.467 internações relacionadas ao álcool — alta de 24,2% em relação a 2010. As maiores taxas foram no Paraná (282,1), Espírito Santo (267,3) e Mato Grosso do Sul (256,3).

Jovens estão bebendo menos

Segundo Mariana Thibes, doutora em sociologia e coordenadora do CISA, o comportamento dos jovens segue uma tendência global:

“O consumo abusivo entre 18 e 24 anos caiu de 20% para 13% em dois anos, e a maioria bebe apenas uma ou duas doses por ocasião”, destacou.

Com informações de g1

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