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PT produzirá podcast para evangélicos

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Visando conquistar novos públicos para as eleições deste ano, o Partido dos Trabalhadores (PT) vai preparar um podcast com o foco em temas importantes para a comunidade evangélica. Segundo o secretário nacional de Comunicação, Jilmar Tatto, a ideia é abrir um espaço de diálogo do partido com os membros das igrejas.

“Vamos procurar dialogar com o público evangélico a partir da base, sem necessariamente passar pela cúpula. Vamos levar para o podcast pessoas que pertencem a essas igrejas e estão preocupadas com a situação do país, da qual o Bolsonaro não conseguiu dar conta”, explica Tatto.

De acordo com o secretário, a comunidade evangélica é um dos pontos de atenção do PT por ser formada, em sua maioria, por pessoas negras, das classes C, D e E e que está, hoje, muito preocupada com a falta de comida no prato, a falta de emprego, a falta de perspectiva de dias melhores.

“É um público que foi muito beneficiado nos governos Lula e Dilma. E as pesquisas mostram que eles estão interessados no que o Lula propõe. Queremos dialogar com eles, ouvindo seus anseios, suas angústias, suas preocupações, suas propostas, de forma democrática e bastante respeitosa, porque essa é a história do PT, de acreditar que é possível conviver numa sociedade em que as pessoas se respeitam e podem, como irmãos, construir um país melhor”, completa Tatto.

Opinião dos leitores

  1. E gopi , vai ter para macumbeiro , evangélico, cristão católico! Espírita , e etc . Cai quem quer.

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Brasil

CHAMA O UBER: Apresentadora é demitida da CNN após se recusar a andar de ônibus

Foto: Reprodução

Marcela Monteiro, ex-repórter e apresentadora da Globo, foi demitida da CNN Brasil após um ano e meio. Mas sua saída não aconteceu apenas por corte de gastos: ela teve o contrato encerrado após se recusar a retornar ao Rio de Janeiro de ônibus após alguns dias na cidade de Resende, a 146 quilômetros da capital fluminense. O canal teve que pagar um Uber para sua volta. A CNN nega que esse tenha sido um dos motivos da demissão.

A jornalista chegou ao canal de notícias em abril de 2020 e atuava como repórter factual, quase sempre como videorrepórter. Ou seja, ela não tinha equipe com carro próprio para acompanhá-la na maior parte das pautas que fazia. Mas no “caso do Uber”, como a história foi apelidada nas sedes da CNN em São Paulo e no Rio de Janeiro, Marcela ganhou auxiliar.

Marcela passou seis dias em Resende, em novembro do ano passado, durante uma grande cobertura. Quando percebeu o tempo que a repórter havia trabalhado sem folga, a chefia da CNN decidiu enviar outra jornalista para assumir o seu lugar. Porém, sua colega viajou de ônibus, com poltronas leito e semileito para descanso.

Quando a mesma opção de retorno para o Rio de Janeiro foi sugerida para Marcela Monteiro, ela recusou prontamente. A justificativa era de que ela tinha fobia de viajar de ônibus e não conseguia ficar em um lugar fechado como aquele durante muito tempo. Além disso, alegou uma questão de segurança. A chefia não gostou da recusa e houve atrito.

No fim, a CNN Brasil decidiu pagar um carro particular que a levou de volta para sua casa. O valor da corrida ficou em torno de R$ 500. O caso, porém, não foi esquecido e se tornou um dos fatores, juntamente com desgastes internos, para que ela deixasse o canal pago. Sua saída foi oficializada em janeiro, pouco menos de dois meses após o ocorrido.

Procurada pela reportagem para falar sobre o assunto, a CNN Brasil negou que o desligamento tenha acontecido por causa da corrida de Uber: “A CNN Brasil informa que o desligamento da jornalista Marcela Monteiro não está relacionado a supostas divergências sobre o transporte dos repórteres”.

Já Marcela foi procurada por meio de sua assessoria de imprensa e por mensagens. Ela confirmou a saída e disse ser grata pelo período de trabalho: “Tenho uma enorme gratidão por tudo o que pude trocar e aprender durante esse período todo na CNN Brasil. Tenho muito orgulho do que fizemos juntos. Obrigada!”.

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Filho de Marcelo Queiroga pode disputar as eleições deste ano pelo PL

Foto: Reprodução

O filho do ministro da Saúde, o paraibano Marcelo Queiroga, pode se candidatar nas eleições deste ano após a desistência do pai. Segundo a Folha de São Paulo, Antônio Queiroga Neto, de 22 anos deve tentar uma das vagas da Paraíba na Câmara dos Deputados.

O partido do filho de Queiroga é o PL, o mesmo do presidente Jair Bolsonaro. Comandada pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto, a legenda tem atraído apoiadores do presidente, que foi de crítico a aliado do centrão durante o mandato.

Queiroga chegou a avaliar se candidatar e conversou com lideranças do PL, PP e Republicanos, mas aguardava um aceno de Bolsonaro. Sem apoio público do presidente, optou, por enquanto, por não disputar as eleições e permanecer na Saúde.

Desde o fim do ano passado o ministro sinaliza a aliados que deseja permanecer no governo e que o candidato da família é o filho.

Folha de São Paulo

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SEM CARNAVAL: Consórcio do Nordeste recomenda cancelamento do feriado em todo o Brasil

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O Comitê Científico do Consórcio do Nordeste, que reúne governos estaduais da região, recomendou nesta quinta-feira (3) o cancelamento do feriado de carnaval em todos os estados e a definição de regras para impedir a realização de festas privadas.

Na avaliação do comitê, a manutenção dos feriados de carnaval pode estimular pessoas a irem às ruas. Novas aglomerações poderiam ampliar a circulação do vírus na variante Ômicron, piorando o quadro da pandemia nos estados.

Na avaliação do grupo, a proibição deve se estender às festas privadas e shows, pois também provocariam aglomerações.

“O comitê Científico tem clareza sobre as dificuldades políticas e os prejuízos econômicos decorrentes da medida. Porém, o mais importante no momento é salvar vidas. Naturalmente, após o término da pandemia, novos feriados extraordinários poderiam ser criados pelos governos”, defendeu o grupo.

Por fim, o comitê reforçou a importância de ampliar a vacinação, com campanhas de incentivo e de esclarecimento contra mensagens falsas acerca dos imunizantes. A nota também lembra a necessidade de manter medidas como distanciamento social e uso de máscaras.

No texto divulgado, o órgão do Consórcio destacou a explosão de casos no Brasil a partir da chegada da variante Ômicron, sobretudo no início do ano, com a ampliação de novos infectados de “forma exponencial”.

“O número diário de novos casos já é cerca de três a quatro vezes maior que o do pico registrado em junho de 2021, e continua em ascensão. No momento, é impossível prever com segurança quando o novo pico será alcançado e qual será a duração da nova onda”, diz o texto.

O carnaval já foi cancelado em capitais com festejos tradicionais, como Salvador, Recife e Olinda.

Agência Brasil

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VÍDEO: Dois carros caem do 4º andar de edifício garagem, em Salvador

Dois carros caíram do quarto andar de um edifício garagem, no bairro do Comércio, em Salvador, na tarde desta quarta-feira (2). De acordo com a Transalvador, uma pessoa ficou ferida, mas não há detalhes do estado de saúde dela.

O edifício fica entre a Rua da Bélgica e a Avenida Estados Unidos, duas importantes vias do bairro. Não há informações sobre o causou o acidente, nem se a pessoa ferida estava no carro ou caminhava pelo local no momento em que os veículos caíram.

Testemunhas que passavam pelo local registraram o acidente através da câmera do aparelho celular e mostraram o momento em que os veículos já estavam no solo e com as rodas para cima.

As imagens ainda mostram os carros completamente destruídos, destroços espalhados pelo chão, bem como pedaços de concreto da parede do edifício.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Corpo de Bombeiros e a Transalvador foram encaminhados ao local. Por volta das 16h50, a Transalvador informou que a via foi parcialmente interditada, com apenas uma faixa para o tráfego de veículos. O trânsito será totalmente liberado quando os veículos forem retirados do local.

G1 BA

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COMPROVADO: PF conclui que Bolsonaro vazou dados sigilosos

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A Polícia Federal (PF) concluiu que o presidente Jair Bolsonaro, o deputado Filipe Barros (PSL) e o tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, ajudante de ordens da Presidência da República, divulgaram uma investigação sigilosa que apura um ataque hacker ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tendo cometido o crime de violação de sigilo funcional.

O objetivo, de acordo com a PF, foi espalhar informações falsas sobre a segurança das urnas eletrônicas. Com isso, houve danos à confiança no sistema de votação usado no Brasil.

Segundo a delegada Denisse Dias Rosas Ribeiro, a ausência de Bolsonaro, que deixou de cumprir uma ordem judicial para prestar depoimento na última sexta-feira (28), não atrapalhou o trabalho. A Advocacia-Geral da União (AGU), que defende o presidente, vem sustentando que o inquérito sobre o ataque hacker não era sigiloso, versão que é contestada pela PF.

Embora a Polícia Federal tenha concluído que houve crime, Bolsonaro e Filipe Barros não foram indiciados porque há um entendimento, entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de que essa medida só pode ser aplicada a pessoas com foro privilegiado se houver prévia autorização. Assim, apenas o ajudante de ordens foi indiciado.

O documento está agora no gabinete do ministro Alexandre de Moraes,  relator no Supremo Tribunal Federal (STF) de um inquérito aberto para apurar o vazamento. O próximo passo agora deverá ser encaminhar o trabalho da PF para manifestação do procurador-geral da República, Augusto Aras, que poderá concordar ou não com a PF. O indiciamento é apenas a conclusão da polícia de que há elementos para atribuir a uma pessoa responsabilidade por um crime.

Em trecho do documento entregue ao STF, a delegada escreveu: “Todos, portanto, revelaram fatos que tiveram conhecimento em razão do cargo e que deveria permanecer em segredo até conclusão das investigações, causando danos à administração pela vulnerabilização da confiança da sociedade no sistema eleitoral brasileiro e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tudo com a adesão voluntária e consciente do próprio mandatário da nação.”

O Globo

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Bolsonaro sobrevoa áreas atingidas pelas chuvas em SP e afirma que ajudará municípios

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro sobrevoou os municípios de São Paulo mais atingidos pelas chuvas nessa terça-feira, 1, e, ao lamentar as mortes ocorridas, disse que o governo federal deu início às medidas necessárias para “minorar o sofrimento das pessoas”. “Prefeitos apresentam suas necessidades e faremos todo o possível para atendê-los”, afirmou no município de Francisco Morato, na Região Metropolitana.

Bolsonaro disse ainda que “faltou alguma visão por parte de futuro” a quem levanta edificações em regiões de risco. “Muitas vezes constroem a sua residência por necessidade”, completou.

Ao menos 24 pessoas morreram e mais de 2.824 famílias estão desabrigadas em 31 municípios atingidos da Região Metropolitana da capital e do interior do Estado. Oito crianças estão entre as vítimas. A Defesa Civil do Estado de São Paulo contabiliza, ainda, treze feridos e dez desaparecidos. Alerta emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) vigente até esta terça-feira aponta que ainda há “risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos na região.

Estadão

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Isaac Bardavid, ator e dublador, morre aos 90 anos no Rio de Janeiro

O ator e dublador Isaac Bardavid morreu nesta terça-feira (1º), aos 90 anos, devido a problemas respiratórios, no Rio de Janeiro.

A morte foi confirmada ao g1 pelo neto do ator, João Bardavid: “Ele teve complicação por causa de doença respiratória crônica e o coração dele não aguentou. Estava com um quadro pulmonar crítico, respirava muito mal, e a taxa de oxigenação estava muito baixa”.

Sua voz ficou muito conhecida ao dublar personagens como Wolverine, Freddy Krueger, Tigrão do “Usinho Pooh”, Robotnik do “Sonic” e Esqueleto do “He-man”.

O ator fez dezenas de novelas em mais de 50 anos de carreira, como “Irmãos Coragem” (Beato Zacarias), “Escrava Isaura” (Seu Chico), “O cravo e a rosa” (Felisberto), “Eterna magia” (Zequinha) e “Além do Horizonte” (Klaus).

Ele interpretou o Seu Elias Turco em episódios do “Síto do Pica-Pau Amarelo” e também participou de programas humorísticos como “Zorra Total”, “Os caras de pau”, “Cilada.com” e “Trapalhões”.

Suas novelas mais recentes foram “Dois irmãos”, de 2017, no papel de Abbas, e “Carcereiros”, de 2021, no papel de Álvaro.

Isaac também atuou em filmes como “Os campeões” (1983), “O escaravelho do diabo” (2016) e “Histórias assombradas” (2017).

Com informações g1

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HOMOFOBIA: PGR denuncia ministro da Educação, Milton Ribeiro, ao STF

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A Procuradoria-Geral da República denunciou nesta segunda-feira (31) o ministro da Educação, Milton Ribeiro, ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de homofobia.

A investigação começou a partir de uma entrevista do ministro da Educação ao jornal “O Estado de S. Paulo”, em setembro de 2020.

Questionado sobre educação sexual em sala de aula, Ribeiro disse ser um tema importante para evitar gravidez precoce, mas afirmou não julgar necessário discutir questões de gênero e sexualidade.

“Acho que o adolescente, que muitas vezes, opta por andar no caminho do homossexualismo (sic), tem um contexto familiar muito próximo, basta fazer uma pesquisa. São famílias desajustadas, algumas. Falta atenção do pai, falta atenção da mãe. Vejo menino de 12, 13 anos optando por ser gay, nunca esteve com uma mulher de fato, com um homem de fato, e caminhar por aí. São questões de valores e princípios”, afirmou Ribeiro na entrevista.

Segundo o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, “ao afirmar que adolescentes homossexuais procedem de famílias desajustadas, o denunciado (ministro) discrimina jovens por sua orientação sexual e preconceituosamente desqualifica as famílias em que criados, afirmando serem desajustadas, isto é, fora do campo do justo curso da ordem social”.

G1

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CASO COVAXIN: Polícia Federal diz ao STF que Bolsonaro não cometeu crime de prevaricação

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Em relatório final apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (31), a Polícia Federal concluiu que não foi identificado crime de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso Covaxin. No documento apresentado à ministra Rosa Weber, a corporação também diz não ser necessário tomar depoimento do presidente.  Rosa é a relatora do inquérito que investiga Bolsonaro  por prevaricação quanto a supostas irregularidades na compra da vacinas.

As denúncias sobre a Covaxin foram levantadas pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) e o irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda. Eles relatam que avisaram Bolsonaro em uma reunião no dia 20 de março sobre suspeitas de irregularidades na compra do imunizante.

Segundo a PF, não existe um “dever funcional” que corresponda à conduta atribuída a Bolsonaro no inquérito. “De qualquer modo, no contexto dos fatos aqui considerados, ainda que não tenha agido, ao Presidente da República Jair Messias Bolsonaro não pode ser imputado o crime de prevaricação. Juridicamente, não é dever funcional (leia-se: legal), decorrente de regra de competência do cargo, a prática de ato de ofício de comunicação de irregularidades pelo Presidente da República”, afirma o relatório.

Ainda de acordo com os investigadores, mesmo que Bolsonaro tenha incorrido na hipótese de “omissão” ao não informar sobre supostas irregularidades, a conduta “se aproximaria mais de uma ausência do cumprimento de um dever cívico, mas não de um desvio de dever funcional”.

“É bom que se esclareça. Não é que o Presidente da República não possa ser sujeito ativo do crime de prevaricação. Pode. Mas, tão somente, se e quando envolver as suas competências legais, previstas na Constituição Federal, desvirtuando-as, indevida ou ilegalmente, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”, aponta a PF.

O Globo

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