Brasil

RECÁLCULO: STF decide a favor da “revisão da vida toda” em aposentadorias

Divulgação

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) favorável aos trabalhadores ao permitir o recálculo do valor da aposentadoria, chamado “revisão da vida toda”, foi classificada por técnicos do governo como um desastre para as contas públicas. Segundo estimativas, o impacto para a Previdência será de ao menos R$ 46 bilhões até 2029, considerando revisões e concessões.

O INSS, segundo esses interlocutores, não dispõe de mecanismo e fluxo financeiro para fazer esse tipo de revisão e a tendência é que a fila, que está 1,7 milhão de requerimentos, cresça ainda mais.

A Advocacia-Geral da União (AGU) vai aguardar a proclamação do resultado final do julgamento para se manifestar.

Todos os ministros votam até esta sexta-feira, mas o julgamento só será formalmente concluído no dia 8 de março. Até lá, algum ministro pode pedir que o caso, analisado no plenário virtual, seja levado ao plenário físico.

Se isso ocorrer, o julgamento começará do zero novamente. Um efeito prático disso é que o ministro Marco Aurélio Mello, que votou a favor da “revisão da vida toda” em junho do ano passado, mas se aposentou em julho, não participaria mais do julgamento.

No seu lugar, votaria André Mendonça, que o substituiu na Corte. Como o placar está em seis a cinco, isso pode levar a uma mudança no resultado.

Por seis votos a cinco, o STF decidiu que é constitucional a chamada “revisão da vida toda”, ou seja, todas as contribuições previdenciárias feitas ao INSS pelos trabalhadores no período anterior a julho de 1994 podem ser consideradas no cálculo das aposentadorias. Com isso, parte dos aposentados poderá aumentar seus rendimentos.

Lei de 1999 com novas regras

Atualmente, somente são considerados os recolhimentos feitos após esse período, o que por sua vez diminui o valor do benefício de muitos segurados.

O Globo

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Brasil

JOGOS DE AZAR: Saiba como votaram os paraibanos em projeto que legaliza de jogo do bicho, bingos e cassinos no Brasil

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A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira (24), por 246 a 202, o texto-base de um projeto de lei que legaliza os chamados “jogos de azar” — como bingo, cassino e jogo do bicho.

Sete deputados federais paraibanos votaram a favor do projeto, sendo eles: Gervásio Maia (PSB), Hugo Motta (Republicanos),  Julian Lemos (PSL), Leonardo Gadelha (PSC), Patrick Dorneles (PSDB), Ruy Carneiro (PSDB) e Wellington Roberto (PL) .

Já os deputados  Aguinaldo Ribeiro (PP), Damião Feliciano (PDT) e Frei Anastácio (PT) votaram contra a legalização.

Os deputados Efraim Filho (União) e Wilson Santiago (PTB) não votaram.

Os parlamentares ainda precisam analisar os chamados destaques (sugestões para mudanças no texto). A previsão é que essa análise aconteça na manhã desta quinta-feira (24). Concluída essa etapa, a proposta será encaminhada ao Senado.

Click PB

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Paraíba

OPERAÇÃO FIAT LUX: PF e PRF investigam clonagem de viaturas do Exército na PB e mais 10 estados

Foto: CVRAMJ

Uma operação da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal foi deflagrada nesta quinta-feira (24) contra uma quadrilha suspeita de clonar viaturas do exército brasileiro. Um total de 82 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão serão cumpridos. Além da Paraíba, a ação ocorre em outros 10 estados: São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Pará, Mato Grosso do Sul, Goiás, Ceará, Paraná, Pernambuco e Maranhão.

A Força-Tarefa identificou cerca de 10 mil adulterações em veículos. Deste percentual, pelo menos 3.300 fraudes ocorreram em viaturas. A quadrilha contava com participação de servidores do Detran nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Tocantins.

O Inquérito Policial, instaurado no fim de 2020, teve origem após ter sido detectada a clonagem de veículos do exército. Os números dos chassis eram utilizados ilegalmente com objetivo de obter documentos legítimos, de forma a tentar “legalizar” veículos oriundos de roubo ou furto. A investigação apontou que as “clonagens” dos chassis do Exército só foram possíveis porque contaram com a participação de servidores do Detran e de despachantes.

O prejuízo causado pelas fraudes veiculares identificadas pela investigação soma mais de R$ 500 milhões, sendo que em 10 meses de atuação foram recuperados R$ 35 milhões em veículos, entre eles: caminhões, caminhonetes e automóveis de luxo. Os suspeitos poderão responder pelos crimes de inserção de dados falsos, financiamento fraudulento, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Portal T5

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Celebridades

LUTO NA MÚSICA: Corpo de Paulinha Abelha é velado em Aracaju

Foto: Kedma Ferr/TV Sergipe

Está sendo velado, em cerimônia aberta ao público, desde às 7h da manhã desta quinta-feira (24), no Ginásio Constâncio Vieira, em Aracaju, o corpo de Paulinha Abelha, que morreu nesta quarta aos 43 anos. Na sexta, o velório ocorre na cidade natal da cantora, Simão Dias.

O corpo saiu do Hospital Primavera e seguiu para um velatório no Centro da capital, por volta das 23h, para familiares e amigos mais próximos. Às 6h, seguiu em cortejo pelas ruas da cidade até o ginásio, que tem capacidade para 6 mil pessoas. Um corredor foi preparado para as visitas, que farão a despedida e sairão do local.

Na sexta (25), o corpo segue para o Ginásio de Esportes José Maria, cidade natal da cantora, Simão Dias, onde também será aberto ao público. De acordo com a assessoria de imprensa da banda, o sepultamento ocorrerá na cidade, durante a tarde, apenas para familiares. A prefeitura de Simão Dias decretou luto oficial pela morte da cantora.
A vocalista da banda Calcinha Preta estava internada há quase duas semanas em unidades de terapia intensiva (UTI), para tratamento renal. A cantora morreu às 19h26 em decorrência de um quadro de comprometimento multissistêmico, segundo nota divulgada pela assessoria de comunicação do Hospital Primavera.
G1

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Brasil

TEXTO-BASE: Câmara aprova legalização dos jogos de apostas no Brasil

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (23), a legalização dos jogos de apostas no Brasil com 246 votos, contra 202 e 3 abstenções.

A exploração de jogos e apostas só poderá ocorrer em locais físicos ou virtuais registrados em órgão regulador, mas sem especificar qual será essa entidade. Se não houver registro, a proposta prevê que os provedores de internet devem proibir o acesso a esses sites.

A licença será do Ministério da Economia, que poderá solicitar informações e documentos para o esclarecimento da operação, inclusive quanto à origem dos recursos utilizados e à reputação dos envolvidos. A pasta poderá ainda criar uma agência reguladora que fará parte do Sistema Nacional de Jogos e Apostas.

Segundo o Instituto Brasileiro Jogo Legal, a data representa um dia histórico para os defensores da legalização dos jogos. “É importante registrar que a jornada não chegou ao fim, avançamos mais uma etapa no processo. Lembrando, que ainda teremos um longo caminho até a aprovação do projeto de lei pelo Congresso Nacional e não podemos deixar nenhuma modalidade pelo caminho.”, diz o IJL.

O principal objetivo é que a legalização de todas as modalidades tenham uma operação transparente e que esta atividade possa gerar investimentos, tributos e empregos para o Estado e sociedade.

O projeto segue para análise do Senado.

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Brasil

VALORES A RECEBER: Próxima fase terá mais 7 tipos de dinheiro esquecido; Saiba mais

Foto: Divulgação

O sistema de consulta ao dinheiro esquecido em bancos deve reunir mais sete situações diferentes que podem fazer você encontrar um valor inesperado na sua conta bancária. Isso vai acontecer na próxima fase de liberação. Conforme o BC (Banco Central), esses novos dados poderão ser consultados nas etapas seguintes do sistema, previstas para maio deste ano.

A estimativa é que haja R$ 4 bilhões a serem devolvidos a 28 milhões de consumidores e empresas só nesta primeira fase, segundo informou o BC ao UOL. A quantia total chega a R$ 8 bilhões. A consulta poderá ser feita em valoresareceber.bcb.gov.br. O total esquecido para cada pessoa ou empresa ainda não foi informado.

Atualmente a plataforma agrega cinco dados diferentes:

  • Contas corrente ou poupança encerradas com saldo disponível;
  • Tarifas cobradas indevidamente, desde que previstas em Termos de Compromisso assinados pelo banco com o BC;
  • Parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que previstas em Termos de Compromisso assinados pelo banco com o BC;
  • Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários de cooperativas de crédito;
  • Recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados;

Nas próximas fases devem ser reunidas mais sete informações. É importante destacar que as duas primeiras se diferenciam das já existentes por não estarem previstas em termos de compromisso pelo banco com o Banco Central.

  • Tarifas cobradas indevidamente, não previstas em Termos de Compromisso assinados pelo banco com o BC
  • Parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, não previstas em Termos de Compromisso assinados pelo banco com o BC
  • Contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível
  • Contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e por sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários para registro de operações de clientes encerradas com saldo disponível
  • Entidades em liquidação extrajudicial
  • FGC (Fundo Garantidor de Créditos)
  • FGCoop (Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito)

Os dois últimos são voltados para determinados investimentos e funcionam como uma espécie de seguro caso o banco ou cooperativa de crédito quebrem. A proteção do FGC é limitada a R$ 250 mil por pessoa física (CPF) ou jurídica (CNPJ) em cada banco.

UOL

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Judiciário

INVESTIGAÇÃO: MPF pode pedir o bloqueio imediato de bens de Sérgio Moro

Foto: Divulgação

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu compartilhar com a Procuradoria-Geral da República (PGR) documentos sobre o dinheiro recebido por Sergio Moro na banca de advocacia da Alvarez & Marsal. O TCU ainda pediu que o MPF decida sobre o pedido imediato dos bloqueios de bens de Moro.

A suspeita é de que o ex-juiz tenha, como advogado, depois de deixar o governo Bolsonaro, recebido valores de empresas que ele julgou, condenou e avalizou acordos de leniência.

No despacho, o ministro Bruno Dantas afirma que os fatos precisam ser melhor apurados e assevera que a empresa de advocacia não esclareceu se pagou Moro por serviços prestados para empreiteiras julgadas na Lava Jato.

“Não tenho dúvidas de que são fatos que precisam ser mais bem apurados. E é por essa razão que me causa estranheza certa atuação apressada de qualquer peticionante que pretenda interromper o fluxo natural do processo, antes mesmo da conclusão das apurações. É natural que os investigados desejem esse desfecho, mas não os órgãos de investigação, de quem se espera imparcialidade independentemente de simpatias pré-existentes”, diz Dantas.

Segundo a decisão, a Alvarez & Marsal “recebeu cerca de R$ 40 milhões de empresas condenadas na Lava Jato, sendo R$ 1 milhão por mês da Odebrecht e Ativos (antiga agroindustrial), R$150 mil da Galvão Engenharia, R$ 97 mil da OAS e R$ 115 mil mensais do Estaleiro Enseada.”

Moro foi contratado pela Alvarez e Marsal após deixar o Ministério da Justiça do governo Bolsonaro. Ele ficou nos quadros da empresa, contratada por empreiteiras da Lava Jato, até decidir ser candidato à Presidência da República.

A suspeita é a de que as empresas que ele julgou como juiz tenham abastecido cofres da banca que ele passou a integrar como advogado, uma vez fora do governo. Moro sempre alegou que não houve conflito de interesse é que nunca atuou para as empresas que julgou. Notas fiscais listadas pelo TCU, no entanto, colocam essa tese em discussão.

Com esses fundamentos, o ministro compartilhou os achados do TCU com a Procuradoria-Geral da República e deixou a cargo da PGR a reivindicação imediata do bloqueio dos bens de Moro.

“Determino a remessa de cópia integral destes autos ao Procurador-Geral da República para que examine a matéria e, se entender ser o caso, determine as providências para a sua apuração, assim como quanto à pertinência do eventual bloqueio de bens pugnado pelo Ministério Público de Contas”, diz Dantas na decisão.

CNN

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Brasil

“ABRI UM B.O CONTRA MIM”: Homem pede para ser preso após ameaçar a ex-mulher

Divulgação

Um homem que não aceitava o fim do relacionamento chamou a Polícia Militar para prendê-lo depois de ameaçar a ex-mulher de morte. O caso aconteceu em Vitória (ES).

O confeiteiro Samuel Santos Souza, de 24 anos, contou que o relacionamento acabou porque ele traiu a mulher três vezes. Antes de ser encaminhado ao presídio, na manhã desta terça-feira (22), ele disse que ficou revoltado porque ela se envolveu com outra pessoa após a separação. Ainda segundo ele, a ex não queria retomar o casamento.

“Mandei várias mensagens dizendo pra ela que se ela não voltasse comigo ia matar ela e o cara que estava com ela. Essa é a realidade. Então, para isso não acontecer eu abri um BO contra mim mesmo para proteger a vida dela e a da minha filha também. Fui na residência dela, me alterei, ela se sentiu coagida, passou uma viatura e eu mesmo chamei a viatura pra mim “, disse.

O homem contou ainda que nunca bateu em mulher nenhuma.

“Tenho consciência que estou errado. Por isso tive essa atitude. Não quero ser mais um que mata mulher. A decisão que eu ia tomar ia ser errada. Por eu ter esse sentimento de posse que eu me preocupei. Uns pensamentos pra poder matar ela também. Eu sei que vou estragar minha vida. Nunca passei por uma situação como essa. Estou aliviado porque aqui consigo deixar ela segura”, contou.

A ex de Samuel, uma cuidadora de idosos de 32 anos que preferiu não se identificar, contou que nunca foi agredida por ele, mas vinha sofrendo várias ameaças depois da separação.

A cuidadora contou que ela e Samuel ficaram juntos por quatro anos e têm uma filha de três anos. O relacionamento acabou há quatro meses.

A Polícia Civil informou que as partes foram encaminhadas ao Plantão Especializado de Atendimento à Mulher (PEM) e o homem foi autuado em flagrante pelo crime de ameaça na forma da Lei Maria da Penha.

Foi arbitrada fiança, que não foi paga, e Samuel foi levado ao Centro de Triagem de Viana. O valor da fiança não foi divulgado.

G1

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Polícia

SUPERFATURAMENTO: PF investiga governo Dória após supostas fraudes na compra de respiradores

Foto: Reprodução

A Polícia Federal realiza, na manhã desta terça-feira (22), uma operação que apura superfaturamento na venda de ventiladores pulmonares para o governo de São Paulo durante a pandemia de Covid-19. Sete mandados de busca e apreensão são cumpridos em empresas suspeitas na investigação que aponta sobrepreço de R$ 63 milhões, além de direcionamento indevido.

A compra foi feita pela gestão estadual em abril de 2020 e cancelada em junho daquele mesmo ano por conta de atrasos na entrega.

De acordo com a investigação, a gestão estadual paulista adquiriu 1.280 ventiladores pulmonares fabricados na China, de empresa estrangeira, com sócios brasileiros, escolhida por dispensa de licitação, pelo valor de USD 44 milhões (R$ 242.247.500,00), em abril de 2020.

Além da fraude no procedimento aquisitivo, as investigações indicam lavagem de dinheiro por meio de uma empresa intermediária, que recebia os valores do governo contratante, enviava uma parcela para pagamento de vantagens indevidas, e outra parcela para pagamento do fornecedor do produto.

Análises feitas por técnicos do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) à época já relatavam que os preços estavam incompatíveis com os de mercado. Em nota, a Secretaria da Saúde disse que está à disposição para prestar qualquer esclarecimento e irá colaborar com as investigações.

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Brasil

Bolsonaro associa redução de homicídios no Brasil em 2021 ao aumento do acesso a armas de fogo

Foto: reprodução/YouTube

O presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou nesta segunda-feira (21) a diminuição de 7% do número de homicídios no país em 2021. Em conversa com apoiadores, o chefe do Executivo relacionou a redução de assassinatos ao aumento do acesso a armas de fogo.

“Viram que o número de homicídios com arma de fogo caiu? O menor número histórico. A imprensa não fala que entre outras coisas [sobre] a liberação das armas para o pessoal de bem. O cara pensa duas vezes antes de fazer uma besteira. Agora, se tivesse aumentado quem era o culpado? Não precisa dizer”, declarou na saída do Palácio da Alvorada.

No ano passado, o país teve 41,1 mil mortes violentas. A redução foi de 7% em relação ao ano anterior. É o menor número desde 2007, quando o Fórum Brasileiro de Segurança Pública passou a coletar os dados.

O levantamento é do portal g1, que criou indicador sobre o assunto e reúne dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal. O indicador seguia tendência de queda desde 2018, mas em 2020 havia registrado aumento de 4%.

Mais cedo nesta segunda-feira (21), os ministros Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública) e Fábio Faria (Comunicações) também comemoraram a redução do índice em seus perfis nas redes sociais.

“Chegamos ao menor índice de homicídio no Brasil! Trabalho sério, integrado, do governo Jair Bolsonaro com as forças de segurança estaduais”, afirmou Torres.

Em outras ocasiões, Bolsonaro já atribui o armamento da população à queda de índices de crimes durante seu governo. O presidente é defensor da ampliação do acesso a armas de fogo para o “cidadão de bem”, em especial para os CACs (caçadores, atiradores e colecionadores).

Em seu governo, mais de 30 decretos e atos normativos a favor das armas foram publicados. O dado é do Atlas da Violência de 2021, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Sob Bolsonaro, novos registros de armas feitos à Polícia Federal quadruplicaram em 4 anos. Passaram de 51.027 em 2018 para 204.314 no ano passado.

O total de armas legais no país, somou em 2020 cerca de 1,151 milhão nas mãos de cidadãos civis. O número corresponde a uma alta de 65% em relação ao acervo ativo em dezembro de 2018, pouco antes de Bolsonaro assumir a presidência. Na época, eram 697 mil armas na posse de civis.

Poder 360

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