Sergio Moro declarou nesta terça-feira (4) apoio ao presidente Jair Bolsonaro no 2º turno, por meio de uma nota publicada nas redes sociais.
Por meio da conta no Twitter, Moro disse que Lula (PT) não é uma opção e que o governo do petista foi marcado pela corrupção.
“Contra o projeto de poder do PT, declaro, no segundo turno, o apoio para Bolsonaro”, publicou Moro.
Lula não é uma opção eleitoral, com seu governo marcado pela corrupção da democracia. Contra o projeto de poder do PT, declaro, no segundo turno, o apoio para Bolsonaro.
Duas toneladas de óleo são retiradas de praias em Pernambuco entre domingo e ontem. Os pedaços sólidos de óleo que se assemelham a petróleo cru foram encontrados inicialmente por um pescador na cidade de Tamandaré.
Segundo o Centro de Pesquisa do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade do município pernambucano, a maior parte do óleo já foi retirado, mas os trabalhos de limpeza das praias devem continuar hoje.
Esta não é a primeira vez que manchas de óleo aparecem nas praias da região neste ano. Em agosto, foram recolhidas pelotas de óleo em 10 praias de Pernambuco, duas da Paraíba, uma da Bahia e outra de Alagoas.
O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), entrou em acordo com Tarcísio de Freitas (Republicanos) para declarar apoio ao candidato de Jair Bolsonaro (PL) ao Governo de São Paulo.
Nesta terça-feira (4), Rodrigo também tem um encontro com o presidente na capital paulista, indicando que o apoio a Bolsonaro na corrida pela Presidência também está encaminhado.
Rodrigo terminou o primeiro turno da eleição em terceiro lugar, com 18,4% dos votos válidos, e não avançou para o segundo turno, numa derrota histórica para o PSDB no estado.
Na segunda-feira (3), a campanha de Haddad chegou a procurar interlocutores de Rodrigo, mas não teve contato direto com o governador.
De acordo com aliados de Rodrigo, o governador viu vantagem em fechar uma aliança com Tarcísio na expectativa de que o PSDB mantenha parte dos cargos e das secretarias que ocupa hoje na estrutura governamental, incluindo o Sebrae. A manutenção do comando da Assembleia Legislativa também é um pleito dos tucanos.
Os tucanos levaram em conta que Tarcísio e sua coligação não teriam quadros suficientes e precisariam do apoio do PSDB para tocar o governo. Além disso, o movimento de apoio também busca blindar que tucanos sejam alvo de investigações ou retaliações promovidas pelo eventual governo Tarcísio.
Pesou ainda o fato de que Tarcísio é considerado favorito para o cargo num estado que sempre elegeu governos de direita. O bolsonarista terminou o primeiro turno em primeiro lugar e tem rejeição menor do que o adversário Haddad.
O PSDB em São Paulo também considera o PT um adversário histórico e, de acordo com interlocutores de Rodrigo, não havia sentido apoiar os petistas no segundo turno.
No interior, prefeitos ligados ao PSDB já iniciaram um embarque na campanha de Tarcísio, a exemplo do prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB). “Por coerência, não posso apoiar um candidato [Lula] que foi condenado e preso pelo maior escândalo de corrupção do nosso país. Luto contra a corrupção generalizada no PT há muitos anos”, disse.
O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), declarou apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa presidencial contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele foi a Brasília se encontrar com o presidente e fez um pronunciamento ao lado de Bolsonaro, no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.
No pronunciamento, Zema criticou o governo de Fernando Pimentel (PT), seu antecessor, em Minas. “Foi uma gestão desastrosa que arruinou o Estado de Minas”, declarou. “É só perguntar para qualquer prefeito de Minas Gerais o estrago que o PT fez no Estado”, disse o governador reeleito.”Então, estou aqui para declarar o meu apoio à candidatura do presidente Bolsonaro, porque eu mais do que ninguém herdei uma tragédia”, disse Zema.
Veja vídeo:
“O PT arruinou MG. Herdamos 30bi de dívida. Pode perguntar aos 853 prefeitos. Tivemos prefeitos q renunciaram, adoeceram e suicidaram c/a gestão do PT. O PT descontou folha d funcionário público e suspendeu fundo d assistência social. O PT diverge entre discurso e prática.” Zema. pic.twitter.com/YBIDbHcRKY
A esquerda e os apoiadores de Lula saíram na campanha de primeiro turno rotulando todos os eleitores que não estavam com o petista — nem absolviam a roubalheira da companheirada — de apoiadores de Jair Bolsonaro. “Se você não é Lula, então você é Bolsonaro, é fascista e concorda com tudo que ele fez”.
Esse discurso claramente equivocado e simplista começa a ser ajustado no segundo turno. A esquerda passou a perceber o tamanho do tombo que lhe espera, caso não mostre humildade para tentar estabelecer diálogo com setores da sociedade que não aceitam o discurso estilo “Mandela de Atibaia” de Lula.
“Agora, na eleição, a primeira atitude é uma atitude de humildade, da parte da esquerda, de justamente fazer essa separação. Se nós tratarmos todo mundo que tem algum tipo de identidade com Bolsonaro ou que tenha votado no Bolsonaro como inimigo e fascista, nós vamos… Isso é ruim. Isso não é um bom caminho para disputar votos e consciências e para ampliar a força do campo democrático na sociedade. Este é o momento de diálogo na sociedade”, disse Guilherme Boulos, o deputado mais votado em São Paulo, ao repórter Tayguara Ribeiro durante o Roda Viva.
Para sair vitorioso, o projeto de Lula terá que buscar conexão com o lado democrático dos eleitores, que tem preocupações com causas sociais e ambientais e que cansou de tantos preconceitos e das crises fabricadas pelo discurso violento do bolsonarismo. Lula terá de falar de corrupção e terá de mostrar o que fará na economia de modo concreto.
Impor ao eleitor esse apoio no primeiro turno foi um erro da esquerda. Lula e o petismo, perdidos na bolha de quem concorda com sua visão de mundo, acreditaram que estavam na condição de cobrar alguma coisa dos brasileiros. A onda bolsonarista vista no Congresso e nos estados mostrou a profundidade desse poço.
O conjunto da obra do atual governo deveria levar qualquer político que tivesse assumido as posições que Bolsonaro assumiu a uma eleição muito dura e difícil de vencer. Bolsonaro segue, no entanto, competitivo, porque a opção do outro lado é o passado petista representado por Lula. Não há espaço para arrogância, portanto.
Para fazer o eleitor pensar no futuro do país com o petismo de volta ao poder, Lula precisa parar de ignorar o passado. “Prestar contas e pedir votos com humildade, dizendo claramente o que pretende fazer no governo, é o único caminho”, reconhece um aliado petista.
O influenciador Carlinhos Maia revelou que perdeu 200 mil seguidores após ter declarado apoio ao ex-presidente Lula (PT) na corrida presidencial.
Depois de afirmar que não pretendia divulgar seu voto para não correr o risco de irritar parte de seu público, Carlinhos voltou atrás e disse que iria votar em Lula na última semana antes do primeiro turno.
“200 mil pessoas deixaram de me seguir… Fico triste mas aliviado ao mesmo tempo, que fique quem goste de mim além da minha opinião política”, escreveu em suas redes sociais na noite desta segunda (3)
Influenciadora, empresária e ex-BBB Bianca Andrade, a Boca Rosa, também revelou ter perdido popularidade nas redes em razão de seu posicionamento político. Ela perdeu cerca de 1000 mil seguidores – caiu de 18 para 17,9 milhões de fãs no Instagram.
“Podem ir!!! bom que eu faço festa de 18M de novo, mas dessa vez com pessoas empáticas e de qualidade que defendem as mesmas causas que eu”, publicou Bianca, que tem usado suas redes sociais para manifestar apoio ao ex-presidente. Após a postagem, ela voltou a somar 18 milhões no Instagram, na noite desta segunda.
O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou em entrevista à CNN nesta segunda-feira (3) que seu objetivo é combater o PT no segundo turno das eleições presidenciais de 2022.
“Meu grande objetivo é combater o PT. Tenho obrigação de combater um governo que já causou danos enormes”, ressaltou Zema. “Nós sabemos que no passado o PT em Minas Gerais foi uma grande tragédia”, completou.
Estarei ao lado do presidente Jair Bolsonaro [PL] evitando que o desastre do passado se repita”, destacou. Segundo Zema, o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “teve uma série de fatores e coincidências que o favoreceram”.
Questionado sobre embates entre Bolsonaro e outros Poderes, Zema pontuou que o mandatário “exagera na eloquência”, mas não tomou “nenhuma ação [antidemocrática] concreta”.
O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, enviou uma mensagem nesta segunda-feira (3) ao candidato do PT à presidência do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, por ter sido o mais votado no primeiro turno neste domingo (2).
“Parabenizo-o por este primeiro momento de vitória das famílias e do povo do Brasil, que se levantam com esperança e vozes de gigantes, nos encoraja a todos”, escreveu o ditador nicaraguense, segundo informações da Agência Efe.
“Nós os parabenizamos, sabendo que o mundo é daqueles que lutam, e que vamos alcançando as transformações necessárias, com a valentia de sempre”, acrescentou Ortega.
O PT tem uma longa história de apoio à ditadura sandinista na Nicarágua, e no ano passado, quando o ditador foi reeleito para seu quinto mandato de cinco anos, o quarto consecutivo (numa eleição em que sete candidatos opositores foram presos e não foi autorizada a presença de observadores internacionais, entre outras irregularidades que levaram a maioria dos países a não reconhecer o pleito), Lula disse que defendia “a autodeterminação dos povos”.
“Por que a Angela Merkel [ex-chanceler alemã] pode ficar 16 anos no poder e o Daniel Ortega não?”, questionou.
Lula e o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), disputarão no dia 30 o segundo turno da eleição presidencial.
O PSC decidiu apoiar a reeleição de Jair Bolsonaro (PL) para o 2º turno da eleição presidencial. O atual presidente disputa nova eleição nacional com Lula (PT) no dia 30 de outubro.
“O Partido Social Cristão (PSC) vai trabalhar junto com o presidente Jair Bolsonaro pela sua reeleição neste segundo turno das eleições presidenciais”, anunciou o partido em nota.
A sigla optou por ficar neutra no primeiro turno da eleição presidencial, se indicar votos para Bolsonaro ou outro candidato.
O presidente do partido, Pastor Everaldo, afirma que “Bolsonaro é o candidato que defende as bandeiras conservadoras do PSC: defesa da família e da vida desde a concepção, da segurança, das mulheres e da liberdade econômica”, disse.
Soraya Thronicke, que concorreu à Presidência da República pelo União Brasil, declarou na segund-feira (3) que o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-chefe do Executivo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merecem seu apoio na disputa eleitoral. Os 2 disputam o 2º turno, marcado para 30 de outubro.
“Nenhum desses bandidos merece o meu apoio”, escreveu ela no Twitter ao responder um internauta que a chamou de isenta.
“Perder você pode significar muito para mim, mas nunca deixará de ser pessoal. Obrigatoriamente preciso ser impessoal. O Brasil está acima da Soraya. Entenda isso, por favor”, disse Soraya.
Soraya recebeu 600.953 votos, 0,51% dos votos válidos (sem considerar brancos, nulos e abstenções) com 99,99% das urnas apuradas. Ela segue no Senado, com mandato pelo Mato Grosso do Sul até 2026.
No domingo (2), depois de confirmado o 2º turno entre Lula e Bolsonaro, Soraya afirmou que a decisão sobre quem apoiar depende do União Brasil. Ela e o vice Marcos Cintra (União Brasil) disseram que “o resultado das urnas deve ser respeitado”.
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